História Boku No Hero Academia - Two worlds - Capítulo 23


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Palavras 981
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Fluffy, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Gente eu estou sentindo que essa fic ta perdendo o sentido para mim, que ela perdeu totalmente a fofurinha com tanto sexo, desculpa se eu estava estava empolgada demais...
Não consigo ver muito futuro nessa fic heueheue
Desculpe se estou desanimada mas estou andando muito cansada e estressada esse tempo pra cá e ta me afetando
Desculpe mesmo!!


Boa leitura.

Capítulo 23 - Quero férias


Fanfic / Fanfiction Boku No Hero Academia - Two worlds - Capítulo 23 - Quero férias

Eu não consegui nem piscar, muito menos falar.

- Bakugo e-eu... - Ele levantou e começou a andar. - Hey!

- Asuna o que você sente por mim? - Ele me olhava sério e eu travei 

- Eu gosto de você. 

- Você gosta mesmo ou esta me usando? - Eu fui até ele e o abracei.

- Eu não vou te usar. - Ergui meu rosto e ele me deu um selinho. 

- O que voce esta fazendo comigo?

- Como assim?

- Eu não consigo sentir raiva ou qualquer coisa ruim perto de você, só consigo pensar no quanto quero te ver feliz. - Ele estava vermelho novamente e eu mal conseguia perceber que ele era o Bakugo de antes.

- Você mudou muito mesmo. - Falei sorrindo.

- F-F-Filho? - Olhei para trás e vi um homem e Bakugo me soltou na hora.

- O que o senhor esta fazendo aqui pai? - Bakugo se afastou de mim e cumprimentei o senhor. 

- Prazer em conhecê-lo senhor. 

- O prazer é todo meu Misaki Asuna. - Ele ficou me olhando e olhando o Bakugo. - Você é a namorada do Bakugo? - Quando fui abrir a boca fui interrompida.

- Não.  - Eu o encarei e o mesmo não me olhou.

- Não sou? Você me pediu em namor- 

- Asuna...

- Como eu odeio vocês homens! VOCE ME PEDIU EM NAMORO A POUCO TEMPO GAROTO. - Serrei meus punhos, senti meu coração apertando novamente... - Você disse que me amava.

- Filho você ta enganando essa moça? 

- Pai não se intromete. 

- Você ira se arrepender. - Abri minhas asas e voei para longe. - Não, não, não! De novo isso... de novo eu me magoando. 

Não enxerguei mais nada, somente senti que precisava voar, precisava me sentir livre. Por que ele fez isso? Por que? 

BAKUGO ON 

- ASUNA! - Gritei vendo ela voar.  - Mas que droga. 

- Filho o que esta acontecendo? 

- Eu ia fazer um jantar para apresentar ela para vocês, queria fazer uma surpresa... por isso nao a apresentei como minha namorada. QUE DROGA! - Corri atrás dela e vi o que tinha feito. 

Magoei ela, eu nao pensei direito, só não queria estragar a surpresa... eu só sei estragar tudo!

ASUNA ON

Cheguei no dormitório e fui até o quarto de Neito.

- Neito posso entrar? - Ele abriu a porta e estava sem camiseta.

- Ah, Asuna. O que aconteceu? - Entrei e sentei perto da mesinha de centro. 

- Por que tudo é tão difícil? Vocês homens... 

- O que tem nós?

- Nem sei por que vim aqui. - Falei dando risada. - Devia ter ido no quarto da Uraraka.

- Pode conversar comigo. 

- Ah, o pai do Bakugo viu nós dois juntos e perguntou se  eu era a namorada dele e ele respondeu que não! 

- Como assim? Por que? 

- Não sei... ele é louco! 

- E muito... se fosse eu ja teria gritado pra todo mundo ouvir. - Ele diz sentando do meu lado e eu suspiro pesado. 

- Vocês são loucos.

- Não me inclua nessa Asuninha.

- Ahhhh Neitooo. - Falei encostando minha cabeça na mesa. - Preciso de férias.

- Ja esta chegando a nossa! 

- Verdade!!! Podemos ir na praia. - Falei e vi seus olhos brilharem. - O que foi? 

- Mulheres de biquínis.  - Dei um tapinha no ombro dele e comecei a dar risada.

- Tarado! 

- Mas tem uma coisa que ira chamar minha atenção mil vezes mais.

- O que? 

- Você.  - Sorri sem graça e ele chegou mais perto de mim.

- Neito desculpa.

- Pelo o que? - Cheguei perto dele e lambi seu pescoço

- Por isso. - Cravei minhas presas em seu pescoço e o vi gemer, suguei um pouco de sangue, mas quando notei o quanto era bom nao consegui parar, só parei quando o vi gemer mais alto. - D-Desculpa! 

- O -O que foi isso? 

- Eu precisava... meu demonio precisava ser alimentado. 

- Seu demonio? - Toquei em seu pescoço e logo curei. 

- Meu demonio é um vampiro. - Sorri e lambi o restante de sangue que tinha escorrido.

- A-Asuna. - Ele gemeu e eu voltei a mim.

- D-desculpa! É que seu sangue é tao bom. - Lambi meu lábio e sorri. 

- V-Você ainda esta com sede? 

- Não, seu sangue me saciou. 

- P-Pode vim até mim quando você precisar. Eu irei lhe dar o quanto você quiser! - Ele disse e o vi cambalear.

- Eu peguei muito sangue, desculpa mesmo Neito. - Eu o deitei na cama e ele me segurou.

- Não precisa se desculpar, estou feliz se fui útil para você.  - O sorriso dele me fez repensar sobre Bakugo. Só quero entender ele e por que disse aquilo para o pai dele, deve ter algum motivo.

- Neito irei para o meu quarto, quando você precisar de  mim me mande uma mensagem. 

- Okay. - Ele diz virando para o outro lado sonolento. 

Sai do seu quarto e dei de cara com Bakugo. 

- O que esta fazendo no quarto dele? - O encarei 

- Nada por que? - Falei andando até o meu e abrindo minha porta.  

- Me fala a verdade! 

- Hey eu estou. Só fui la reclamar de você. Agora pode me explicar o que aconteceu lá?

- Eu ia fazer um jantar para voce conhecer meus pais amanhã.  Mas meu pai não soube  disfarçar.

- Jantar? - Lembrei do pai de Todoroki e eu me virei.

- Sim, não gostou da ideia? 

- Gostei, só lembrei de algo. 

- Do que? 

- Nada de mais... Que horas vai ser? 

- 20:00. Você vai ir?

- Sim, preciso conhecer meus sogros. - Senti ele me abraçar por trás. 

- Quero te apresentar para toda a minha família, mostrar o quanto minha namorada é perfeita. - Ouvi sua risadinha.

- Não sou nem perto de perfeita. 

- Você é. 

- Bakugo eu tenho que te contar algo. 







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