História Two years - Fillie - Capítulo 3


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Categorias Stranger Things
Tags Fillie, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown
Visualizações 621
Palavras 1.847
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa leitura e obrigada a todo mundo que esta acompanhando!! <3

Capítulo 3 - 0.2 - O inicio dos desentendimentos...


2022

 

 

Millie narrando...

 

Acordei com o som alto do celular tocando, deveriam ser umas seis da tarde ou por ai, minha cabeça ardia, certamente por conta do tanto de bebida que bebi ontem e também por que mal dormi, cheguei em casa as duas da tarde e só então consegui descansar um pouco.

 

Peguei o celular em mãos e o atendi, era Finn, e sinceramente me deixou surpresa ele estar me ligando, ele deveria estar desmaiado em seu apartamento numa hora dessas.

 

-Oi, amor. – falei com a voz ainda grogue de sono.

 

-Se arruma pra gente sair, ok?! – ele disse serio, franzi o cenho e me sentei na cama.

 

-Sair pra onde? – pergunto.

 

-Uns amigos vão em uma boate de uma cidade aqui perto, pensei em irmos também. – disse, dava pra ver que acordou a pouco tempo, sua voz era parecida com a minha.

 

-Finn... – bocejei. – Nos temos que ir gravar amanhã. – o lembrei, o garoto pareceu dar de ombros.

 

-O que e que tem, a gente sai de lá e vai direto pro estúdio. – disse com desdém.

 

-Nos saímos ontem, meus pais já estão enchendo o saco com isso. – falei enquanto me levantava da cama caminho o meu banheiro.

 

-E os meus também, mas isso não importa Millie, a gente já sabe o que faz. – ouvi um pequeno estrondo, parecia uma garrafa caindo no chão, logo me toquei, ele estava bebendo.

 

-Mas no meu caso Finn, eu moro com eles. – coloquei o celular no viva voz e o deixei em cima da pia enquanto eu lavava meu rosto.

 

-Eu não sei o por que? Já falei pra vir morar comigo. – suspirei.

 

-E eu já disse que tenho medo de isso estragar nossa relação. – peguei o celular voltando pro meu quarto.

 

-Mills, estragar o que? Para de bobagem... – não falei nada. – Compra um apartamento pra você então, você tem dinheiro. – bufei irritada.

 

-Eu não sei...

 

-Ah, ok. Não quero me estressar com isso. Eu passo ai em duas horas. – avisou.

 

-Finn, eu acho melhor nos... – não tive tempo de falar nada, ele desligou na minha cara.

 

Joguei o celular em cima do cama e o assiste pulando ali ate ir parar no chão. Era sempre assim, ele sempre conseguiu que eu faça o que ele quer.

 

Sem outra alternativa, fui me arrumar. Eu sabia que teria que escutar o falatório da minha mãe sobre eu ter que trabalhar amanhã e mais um tanto de coisas, mas resolvi ignorar tudo isso.

 

Tomei um banho rápido e vesti um vestido preto, ele tinha um decote imenso nas costas que deixava toda a minha pele dali exposta. Nos pés coloquei um salto simples, também preto. Meus cabelos, que agora estavam na altura dos seios, estavam soltos e lisos e uma maquiagem carregada marcava meus olhos.

 

Peguei um bolsa pequena, só pra guardar o celular, documentos e cartão de credito. Me olhei uma ultima vez no espelho, estava bonita, mas não sentia a mínima vontade de sair, suspirei e sai do meu quarto.

 

Na sala de casa, minha mãe e minha irmã mais nova assistiam um desenho qualquer na televisão. Deixei um beijo na bochecha de Ava e fiz o mesmo com minha mãe.

 

-Você vai sair? – Kelly pergunta.

 

-Vou, e não volto pra casa hoje. – avisei, assim como ela pedia.

 

-Millie, você tem que trabalhar amanha. – ele disse me olhando nos olhos.

 

-Eu sei mãe, não precisa se preocupar, vou direto pra lá amanha. – falei com um sorriso fraco, ela bufou.

 

-Estamos sentindo falta de você, já nem parece mais a mesma pessoa. – aquilo me fez engolir a seco.

 

-Mãe...

 

-Millie, eu não quero ser chata e nem pegar no seu pé, mas tenho medo. – falou se levantando.

 

-Medo do que?

 

-De te perder, você, o Finn também... Estão se afundando num buraco tão grande e eu tenho medo que não consigam se reerguer viu. – disse ela, seus olhos estavam lacrimejados, aquilo fez algo se apertar dentro do meu peito.

 

Ouvi a bozinha do carro de Finn soando, engoli a seco e balancei a cabeça de um lado para o outro.

 

-E o Finn, eu tenho que ir... – Me aproximei dela deixando outro beijo, agora em sua testa. – Não precisa se preocupar, ok?! Nos estamos bem. – sorri tentando ser convincente, por que no fundo eu sabia que não estávamos tão bem assim.

 

-Vai com deus, filha. – disse ela, o aperto outra vez.

 

A dei as costas e caminhei ate a porta, abri a mesma e então sai. Finn me esperava sentado no capo do carro, algo entre suas mãos me chamou atenção, ele estava fumando.

 

-Que demora... – reclamou ele indo pro banco do motorista.

 

-Minha mãe. – contei enquanto entrava no carro também. – Esta fumando agora? – perguntei ainda surpresa pelo ato.

 

-E bom... Quer? – ele me estendeu o cigarro, neguei com a cabeça, ele só assentiu e voltou o mesmo pra boca.

 

Finn dirigia enquanto cantava uma das musicas de sua banda, eu gostava de o ouvir cantar, sua voz me acalmava mas hoje... Eu estava irritada e só consegui pensar no que a minha mãe havia dito antes de eu sair de casa.

 

-Esta tudo bem? – Ele perguntou colocando a mão em minha coxa nua.

 

-Só estou pensando em umas coisas que a minha mãe me disse. – contei.

 

-Que coisas? – perguntou ele me olhando pelo canto do olho.

 

-Você não tem medo de acabar se afundando nessa vida? – perguntei, ele riu.

 

-Não entendi muito bem, Mills. – falou ele.

 

-Você não ta cansado disso? Festas, beber, passar noites acordados, escândalos... – ele suspirou.

 

-Eu gosto disso tudo. – falou sem me olhar, assenti e então encarei meus pés. – Mas e você? – ele me olhou.

 

-Eu não sei. – admiti.

 

-Não fica pensando nisso agora... – ele falou tirando a mão da minha coxa pra poder fazer uma curva com o carro.

 

-Mas e uma coisa importante. – falei seria.

 

-Eu sei, mas nos pensamos nisso depois. – falou me olhando.

 

Meu namorado estendeu a mão ate o porta luvas e o abriu, tirando de lá uma garrafinha de um liquido avermelhado, ele abriu e tomou um gole me estendendo a garrafa em seguida.

 

-Bebe um pouco, você esta tensa vai te ajudar relaxar. – peguei a garrafa e encarei.

 

Por que eu não consigo dizer não pra ele?

 

Assim como ele disse eu bebi a bebida que era amarga e desceu rasgando minha garganta.

 

E aquilo era eu me afundando mais um pouquinho no meu próprio buraco...

 

**

 

 

Chegamos a tal festa que acontecia em uma grande boate, as luzes coloridas brilhavam por todo lado e o cheiro forte de bebida e perfumes variados contaminava o ar. Descemos do carro e logo sentimos vários flash em nossas direções. Acenamos para algum daqueles fotógrafos, como sabiam que estaríamos aqui? Disso eu não sei.

 

Tomei a mão de Finn entre a minha e entramos, era o mesmo de todas as outras... Só que eu só não queria estar aqui.

 

Não demorou nada e Finn já tinha se enturmado com aquelas pessoas, ele já conhecia algumas e cá entre nos que não e nada difícil fazer novos amigos quando se e Finn Wolfhard.

 

Já eu resolvi ficar no balcão mesmo, por que as palavras da minha mãe me abalaram tanto? Suspirei pensando naquilo, eu já estava aqui mesmo, eu tinha que aproveitar, me divertir pelo menos um pouco.

 

-Uma vodka, por favor. – pedi ao barman que estava ali.

 

-Pura? – perguntou.

 

-Sim. – o homem então assentiu e segundos depois voltou com o copo.

 

O encarei bem e depois o tomei em mão virando de uma vez todo aquele liquido forte pra dentro de mim.

 

-Outro. – falei estendendo o copo pra ele.

 

E la se foram doses e mais doses... Ate que por fim eu já nem sabia mais o que estava fazendo.

 

Dançava loucamente no meio daquelas pessoas que eu não conhecia, mexia meu trazeiro no ritmo eletrizante da musica que tocava enquanto sentia meus cabelos balançando de um lado para o outro.

 

Sorri ao sentir duas mãos grandes apertando minha cintura por trás, era ele, mesmo estando bêbada eu podia sentir o cheiro do seu perfume amadeirado. Uma de suas mãos desceram um pouco mais apertando minha bunda com força, arfei em resposta e me virei pra ele.

 

-Você ta gostosa pra caralho... –Finn disse ao pé do meu ouvido, já estava mais bêbado do que eu.

 

-A é? – perguntei o provocando, ele assentiu e então passou a ponta de seu nariz pelo meu pescoço dando um beijo molhado ali na região.

 

Meu corpo, como sempre, reagiu ao mesmo instante aos seus toques. Claro, com um pouco mais de rapidez visto que eu estava tomada pela bebida.

 

Logo já estávamos nos beijando sem pudor algum no meio de toda aquela gente, um show pra quem for que quisesse ver.

 

-Vamos sair daqui? – pedi com a boca presa ao seu pescoço.

 

-Tem quartos lá em cima. – ele falou e eu instantaneamente sorri.

 

-Então vamos... – mordi seu lábio inferior e o puxei pela mão.

 

Isso que eu nem sabia aonde eram os quartos...

 

Também não sei como chegamos lá.

 

Assim que saímos do elevador Finn me prensou contra a parede e passou a devorar meu pescoço, senti meu corpo se arrepiar quando seus dedos sem aviso prévio algum, preencheram minha entrada me fazendo gemer alto.

 

-Você me quer não quer? – ele perguntou e por deus...

 

-Anda logo com isso Wolfhard! – falei seria.

 

Tomei o cartão magnético de suas mãos e abri a porta. Finn não perdeu tempo, assim que entramos ele fechou a porta e me jogou contra a cama.

 

Suas mãos trataram de tirar meu vestido, ele estava com pressa... Se levantou e se despiu também. Sua excitação já era tamanha que eu podia ver as veias de seu membro latejando.

 

Me ajeitei na cama e ele logo veio pra cima de mim me preenchendo de uma vez... Estocava com força pra dentro de mim, tanto força que eu inclusive já sentia um pouco de dor. Não demorou nem cinco minutos pra que eu chegasse no meu ápice me contorcendo ali enquanto a onda de prazer me envolvia.

 

Os jatos quentes dele logo se fizeram presente também... Pude sentir seu gozo escorrendo pelas minhas pernas. Ele se retirou de dentro de mim e se deitou ao meu lado.

 

Segundos depois já estávamos os dois apagados...

 

E esse foi meu maior deslize...

 

 

 

 

2024

 

 

 

Eu e Mary saímos do quarto o deixando com Eric e Nick. Eu tentava conter minhas lagrimas mas era difícil, a emoção de o ver acordado, depois de tanto tempo... Mas algo me preocupava.

 

-Ele não sabe? – perguntei pra mulher que negou com a cabeça.

 

-Ainda não contamos querida... Ele acha que tudo aconteceu ontem. – disse ela, assenti.

 

-Seria muita coisa pra cabeça dele né?! Entender tudo isso... – suspirei.

 

-Se já foi confuso pra nos, imagine pra ele. – concordei.

 

-Eu nem acredito que ele finalmente acordou. – falei com a voz emaranhada enquanto a mulher me abraçava, também resistia contra as lagrimas.

 

-Imagine quando Henry o conhecer... – ela falou me causando mais lagrimas ainda.

 

-Ai... Ele vai adorar ver o papai dorminhoco dele finalmente acordado. – falei emocionada e nos duas rimos.

 

 

 


Notas Finais


Vocês são pessoas muito espertas kk Muitos já sacaram o que aconteceu!!

Comentem o que acharam!! Adoro ler vocês!


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