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História Tycoon - Capítulo 10


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Notas do Autor


Olá, amados. Tudo bem? Espero que sim!✨

ENTÃO, ESTE BOY AQUI EMBAIXO É O ARTHUR, BOTEI PARA VOCÊS TEREM UMA IDÉIA DE COMO ELE É BABADO, OK? NÃO BOTEI OS OUTROS PERSONAGENS PORQUE NÃO VI NECESSIDADE!

E este capítulo não fala muito sobre o Deus Grego Henry Cavill mas é importante para o complemento da história mais pra frente.
Obrigada por lerem e perdoe-me se acharem erro!❤️

Capítulo 10 - Surpresas.


Fanfic / Fanfiction Tycoon - Capítulo 10 - Surpresas.

Em poucos instantes, o buquê de orquídeas e a caixa com chocolates estavam em minha sala. Anny saiu e eu peguei o cartão para ler. 

"A beleza destas flores não se comparam a sua.

Arthur."

Eram flores lindas de fato e a mensagem no cartão me fez pensar mil coisas diferentes. Ali em minha sala, admirando as flores e sorrindo como uma boba sem saber porque, eu decidi ligar para agradecer. Ele atendeu de cara.

- Bom dia, Art.- disse enquanto olhava o cartão escrito.

- Bom dia. Você recebeu as flores e os chocolates?

- S-sim... Eu liguei para agradecer. São lindas, muito obrigada.- ouvi sua risada no outro lado da linha.

- Você merece.- rimos.- Leona...

- Sim?.- fiquei esperando sua resposta.

- O que acha de sairmos amanhã? Haverá uma festa em Seattle só para empresários e eu pensei que você pudesse ir comigo...

- Ah... Claro, eu vou.

- Sério?.- ele parece empolgado.

- Sim, Art.

- Ok, eu chego amanhã de viagem e busco em sua casa.

Ele sabia aonde eu morava porque já tínhamos feito uma reunião em minha casa. Eu fiquei animada na hora mas parei para pensar, eu estava bem cansada então pensei em mil desculpas diferentes depois que desligamos.

Escutei batidas em minha porta.

- Entre.- a porta se abriu logo após. Helena.

- As vezes eu acho que você é uma máquina, amiga.- eu ri daquilo e ela veio me abraçar.

- Que saudades, Lena. Eu preciso mesmo conversar com você.

- E eu quero saber de tudo. Vamos almoçar e você desabafa, ok?.- assenti com a cabeça.

No horário de almoço, fomos até o restaurante que almoçamos juntas pela última vez. Eu precisava contar para alguém tudo que eu estava sentindo e ela ouviu tudo sem questionar até eu terminar enquanto comíamos a sobremesa.

- Tá na cara que o Arthur quer algo com você.- ela disse com os olhos arregalados.

- Ai... Eu sei...- apoiei meu rosto em minhas mãos encima da mesa.- Mas o Henry...

- Leona, você está se apaixonando por um cara que acabou de conhecer.

- Não!.- eu quis parecer verdade, mas talvez ela estivesse certa.- Não estou.- retomei minha postura firme.- Eu só...

- Eu te conheço a anos, não adianta negar. Você já conheceu até a família dele, Leona. Não tem problema nenhum em você se apaixonar, você é nova, linda, bem resolvida e está no auge da carreira. O único problema aqui é será que ele quer isto?.- ela arqueou uma das sombrancelhas, minhas mãos suavam.

- Eu estou exausta em relação a tudo e essa pergunta não sai de minha mente. E ainda tem o Arthur que decidiu se aproximar agora.- bufei.

- Olha, eu sei melhor do que ninguém que quando você encontra um cara submisso, você fica louca nele e quer ele só para você mas... Já parou para pensar que pode não dar certo e você sofrer como aconteceu com os outros? O Arthur é um cara legal, combina com você em quase tudo e tem mais facilidade de vir ver você. O Henry mora na França, ajuda a família financeiramente, se sustenta, vai terminar a faculdade e vamos convir, viver num relacionamento a distância, ninguém merece. Você acabaram de se conhecer e você já dormiu na casa dele e conheceu sua mãe, você pode ir com calma e se permitir conhecer outras pessoas neste tempo ou arriscar tudo.- ela cruzou os braços.- Pense bem, te apoiarei no que decidir, esta é só minha opinião. Eu quero o melhor para você.- ela pegou em minha mão, senti os olhos lacrimejarem.

- Eu... Nem sei o que dizer... Muito obrigada.- disse entre um sorriso envergonhado.- Eu pensarei neste assunto. Eu te amo.

- Eu também te amo, amiga.

- Tem como você ir lá para casa amanhã me ajudar a me arrumar para sair com Arthur?.- ela deu um sorriso largo.

- É claro que eu vou.- nos abraçamos por cima da mesa.

Após o almoço, fui para minha casa. Tomei um banho para relaxar, botei um vestido de seda de dormir e fui trabalhar em minha biblioteca, que também era meu escritório. Eu adorava ler mas a rotina de trabalho me afastaram da leitura. Trabalhei a madrugada toda mandando e-mails para construtoras para iniciar o projeto e peguei no sono ali mesmo em frente a mesa. 

11h, dia seguinte.

Acordei com o celular vibrando, era Anny para saber se eu iria até a empresa e eu respondi que não. Logo senti a enxaqueca forte, peguei meu celular e saí pelo corredor até a cozinha.

- Bom dia, senhora.- Louise apareceu na sala com um sorriso no rosto. Como essas pessoas conseguem sorrir e ser gentis pela manhã?

- Bom dia.- fui até a geladeira da cozinha pegar um copo d'água, Louise me seguiu.- Mande preparar para mim um café bem forte e uma comida que levante meu astral, por favor.

- Está tudo bem, senhora?

- Não, Louise. Eu estou cansada, desanimada e em muito tempo, eu não me sinto assim.

- A senhora tinha que arranjar um namorado e tirar férias para viajar.- rimos. Vai ficar tudo bem, a senhora vai saber o que vai fazer.- ela piscou para mim e saiu. Mas o que? Fiquei tentando entender.

Ouvi a campainha tocar e fui até lá atender, era Helena. Nos abraçamos assim que nos vimos.

- Pronta para me aturar?.- rimos.

- Sempre.- dei passagem para ela entrar.

Almoçamos juntas e ela me contou sobre sua semana estressante com seu marido. Nós sempre sofremos juntas quando o assunto era homem. Após o almoço, ficamos conversando e não vimos a hora passar. 18h.

- Como uma festa mais formal, tem que ser usar algo formal.- ela disse como se fosse óbvio enquanto mexia nos meus cabides procurando o look ideal.

Ela escolheu um vestido curto de seda azul, salto prateado e uma bolsa da mesma cor. Perfeito. Ela fez um maquiagem escura para realçar meu olhar e fez ondas em meu longo cabelo. 

- Voilà.- ela me virou para me olhar no espelho.- O que achou?

- Nossa.- me admirei por alguns segundos.- Você se superou, eu amei.

- Agora, você vai até aquela festa e você vai arrasar como sempre faz.- ela piscou para mim. E depois me conta tudo.

- Obrigada, Lena e pode deixar.

Ela foi embora e ouvi um carro buzinar, olhei pela janela do quarto e vi Bugatti Chiron avaliado em 3 milhões de euros. Pra que se exibir tanto? Céus. Desci e ele abriu a porta do carro para mim entrar após trocarmos um breve "boa noite", ele entrou logo depois.

- Pensei que desistiria.- ele disse entre um sorriso mas não dei muita confiança, eu me faria de difícil com certeza.

- Confesso que me passou pela cabeça.- ele ficou sem graça mas não tirou o sorriso do rosto.- Podemos ir?

- A-ah... C-claro, vamos.- ele ligou o carro e deu partida.

Eu tentava negar para mim mesma que eu estava começando a sentir algo por Henry tempo todo. Helena estava certa, como sempre, podia não dar certo e ele ir embora como todos os outros fizeram comigo quando eu precisei. Eu adorava sua companhia mesmo morando longe e eu sintia sua falta. Será possível gostar de alguém tão rápido? Sim, queridas(os), é possível pois tudo é questão de prioridade e sentimento, e eu o botaria num pedestal se ele disposto a querer o mesmo que eu. Com ele era diferente, os outros eu fui mais dura e não me deixei levar tão fácil, mas Henry tinha algo estranho, eu não sabia explicar. Ele era fechado as vezes mas carinhoso ao mesmo tempo, era extrovertido e ao mesmo tempo calado, de modo que podíamos entender só pelo olhar. Eu não sabia se ele queria o mesmo que eu, não sabia se ele tinha outro alguém ou se podia simplesmente me iludir e bum! Sumir. Era cedo e dei tempo ao tempo, ele voltaria a faculdade e em breve teria seu diploma de formado em psicologia e eu estaria lá para aplaudí-lo de pé, mesmo que ele não me veja.

- Chegamos, é aqui.- A voz de Arthur me tirou do breve transe que eu me encontrava.

Tiramos os cintos e saímos do carro, ele me deu o braço para entrarmos juntos e assim foi feito. Era uma mansão grande quase do tamanho da minha, fácil de se perder e bem iluminada. Arthur tocou a campainha e logo a porta foi aberta por uma morena muito bonita, alta, de cabelos negros, que infelizmente usava um vestido bem parecido com o meu. Ao perceber, ela se espantou e me olhou com repulsa. Ninguém merece. 

- Boa noite, Arthur.- ela disse ríspida e bebeu um gole de champanhe de sua taça.

- Boa noite, Megan. Todos já chegaram?.- ela assentiu com cabeça e nos deu passagem para entrar.

Entramos junto e fomos até uma enorme sala de jantar aonde estavam todos os empresários que eu vi na baile de dias atrás. Cumprimentei todos e nos sentamos para nós juntar ao pessoal na conversa sobre negócios. Percebi que Megan não estava na mesa com a gente. Meu celular vibrou, era mensagem de Henry.

"No final de semana é aniversário da Lily, você está convidada."

Após o jantar e toda aquela conversa sobre trabalho, pedi licença da mesa e fui até o banheiro que ficava perto da escada. Escutei a voz de Megan falando no telefone dentro do banheiro, escutei a conversa enquanto esperava ela sair. E antes dela finalmente sair de lá, eu escutei alto e claro "não conte com minha presença, Henry". O que? Henry? Será que... A porta foi aberta e retomei minha postura, ela me olhou de cima em baixo enquanto mastigava um chiclete e riu, se retirando logo depois. Vadia.

Entrei e enquanto fazia minhas necessidades, respondi Henry. Eu com certeza estaria lá para ver se minhas paranóias estavam certas. 

"Irei comparecer e levarei um presente para a pequena".

"Ela gostou muito de você, obrigada por isto. Estou com saudades, já".

Não respondi e fiquei alguns tempo encarando aquela última mensagem. Eu não podia estar paranóica com aquilo nem nada do tipo mas eu não soube controlar e o mais importante: porque estava daquele jeito por alguém que lá no fundo eu sabia que não tinha só a mim? Safado.

Saí do banheiro e dei de cara com Arthur na porta, me esperando. Fechei a porta e sorri sem graça.

- Tudo bem? Me desculpe a demo...- ele me interrompeu com um beijo e o empurrei.- O que está fazendo?.- olhei para ele assutada com os olhos arregalados.

- Desculpe, Leona. Eu sinto uma atração inexplicável por você já tem algum tempo e eu pensei que...- o interrompi.

- Espere aí.- botei meu dedo indicador sobre seu peito largo.- Nossa relação é profissional, estou trabalhando para você mas não sou essas vadias que está acostumado.- cruzei os braços.

- Não, de modo algum eu pensei isto de você, é que eu...

- Tudo bem, vamos fingir que não aconteceu, certo?

- Tá, tudo bem.

- Agora me leve embora daqui, sim?.- dei as costas para ele indo em direção a sala de jantar.

- Ei, Leona.- ele pegou de leve em meu braço, me virei para olhá-lo.- Deixa eu te compensar como pedido de desculpas, vamos sair daqui e beber alguma coisa.

- Certo.

Fomos até o bar que ficava não muito longe de minha casa e tomamos muitos drinks, mais do que deveríamos enquanto riamos escandalosamente e conversávamos sobre o tempo que nós conhecemos. Eu estava quase bêbada e teria que trabalhar no dia seguinte.

- Eu te levarei para casa.- ele disse entre um sorriso.- Esta princesinha bêbada precisa chegar em segurança.

Ele pagou a conta e me levou para casa como disse. Parado com o carro em frente minha casa, senti sua mão em minha coxa enquanto eu mexia no celular olhando a hora. Desliguei a tela e o encarei séria, logo após encarei sua mão que ele tirou rapidamente.

- Ah... Me desculpe, você mexe comigo.- o olhei cerrado e ele riu.- Não consigo evitar. 

Ele era realmente lindo e eu tive que ficar bêbada para enxergar de fato sua beleza. Ele tinha cabelos castanhos, um bigode charmoso, tatuagens nos braços e um só um pouco mais cheinho que Henry, fazia meu tipo, era gostoso pra cacete, confesso, mas não seria daquela vez.

- Obrigada por me trazer.- tentei sair do assunto.

Fiz um movimento para sair do carro, quando ele botou uma mão em minha nuca e me puxou para um beijo lento e caloroso. Porra, Arthur. Saí de seus braços, o encarei por alguns segundos irritada e saí do carro batendo a porta em seguida, ouvi sua risada. Um belo imbecil e eu mais ainda por deixar acontecer. E por que eu estava me sentindo mal mesmo sendo solteira? 


Notas Finais


desculpa os erros, vou revisar quando possível ❤️


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