História Um Amor Quase Impossível - U.A.Q.I - Segunda Temporada... - Capítulo 3


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Palavras 2.485
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drabble, Drabs, Drama (Tragédia), Droubble, Famí­lia, Festa, Luta, Romance e Novela, Saga, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Gente,me desculpem o horário. Mas eu saí as 8 e cheguei a menos de três horas. Estou super cansada, mas não me custou nada entrar no site pra postar o capítulo... Bom...

Boa leitura..!

Capítulo 3 - 03. Descobrindo a identidade paterna...


   ~João Gui On..

Eu havia acordado a menos de uma hora. E é inacreditável que em plenas sete e poucas da manhã, eu esteja desempacotando caixas. Não sabia que eu tinha tantas coisas. Chega a ser chato. Ainda faltavam nove caixas e eu estava exausto.

Eu e Giovanna chegamos às uma e vinte e quatro em nossas casas. Não conhecemos bem a região e tivemos que andar muito pra achar uma lanchonete. O que nos irritou um pouco, mas pelo menos comemos. Abri mas três caixas e depois de retirar e por em alguns lugares o que havia dentro, me sentei. Meu celular vibrou em meu bolso, era uma mensagem de Giovanna.

“Chego aí em cinco minutos.”

Cinco minutos deve ser suficiente. Tomei um banho rápido de aproximadamente, dois minutos e quando saí, escolhi minhas roupas rapidamente. Quando a campainha tocou, eu já estava colocando a camiseta. Fui até a porta e a abri. Giovanna entrou e se sentou. Voltei ao quarto, coloquei meus sapatos, penteei os cabelos e passei perfume. Coloquei meu brinco e voltei a sala.

—Você sabe que não conhecemos a região muito bem. Da qui pro hospital pode levar mas de uma hora. Já deveria estar pronto quando eu cheguei. – Giovanna me deu uma bronca.

—Desculpe, esqueci que iríamos encontrar com Albert. Aliás, vamos chamar o táxi. – disse enquanto pegava o celular, as chaves e a carteira.

—Já chamei. Sou muito prestativa. – Giovanna disse com um ar de convencida que fez a nós dois rir. Alguns poucos minutos depois, o táxi havia chego.

Saímos da minha casa e entramos no mesmo. Demos o endereço e chegamos em vinte minutos no hospital. Pagamos ao taxista e saímos do carro. Era cedo e haviam muitos poucos médicos. Uns não conhecíamos e outros reconhecíamos. Alguns poucos enfermeiros lembravam de nós dois e com um sorriso de orelha a orelha, eles acenavam. Sorríamos de volta. Logo subimos até o local da presidência onde Albert deveria estar. Fiquei na dúvida se a recepcionista havia ou não lembrado de mim ou Giovanna.

Batemos na porta e escutamos um “entre”, ao nos ver, Albert abriu um enorme sorriso, se levantou de sua cadeira e nos saudou com um abraço e aperto de mãos. Ele havia ficado bastante feliz com nossa chegada. Bem, depois disso ele pediu que nos sentássemos e em seguida sentou em sua cadeira.

—Não sabem a alegria que me dá ver vocês. Era tão bom chegar e ver vocês sentados com Lucas, Luckas e Gabriel na cantina. – Albert disse enquanto vagava em uma antiga lembrança.

—Bem, se o senhor permitir, eu e o João poderíamos voltar a trabalhar aqui. – Giovanna não conteu a língua. Olhei para ela um pouco constrangido, mas ela me ignorou.

—Se vocês poderiam? Não deviam nem ter saído. Vocês são muito bem vindos aqui. – Albert disse com um grande sorriso enquanto direcionava seu olhar, ora para mim, ora para Giovanna.

—Obrigada doutor Albert, eu e o João ficamos imensamente agradecidos. – Por um instante, achei que os lábios de Giovanna fossem rasgar. Ela sorria tanto de felicidade que sua pele se esticava. Me pergunto se ela sentia alguma dor ou incômodo.

—Só assinem estes papéis. Vocês já trabalharam aqui, já tenho todos os documentos de vocês. Vão a festa amanhã? – Seria seu aniversário. Observei Albert, ele mudou, mas ainda seria reconhecível se eu o visse em algum lugar. Seu cabelo agora estava todo branco, sua pele estava um pouco mas manchada e caída, continua magro, seus olhos verdes quase não era notado com a pele em volta dos olhos caindo. Mas seu sorriso continuava o mesmo, sua expressão de felicidade. Ainda considero Albert meu patrão, meu chefe, meu segundo pai e meu melhor amigo.

—Vamos sim. Aliás, feliz aniversário adiantado. – Me pronunciei e ele sorriu entregando os papéis no qual eu e Giovanna assinamos.

—Fico feliz em saber disso. Convidarei os pais de vocês. Eles terão uma surpresa. – Albert disse com um sorriso.

—Pode ter certeza que sim. – Giovanna complementou. – Quando começaremos?

—Nesta Segunda-feira. Estou muito ansioso para chegar e os ver como antes... Aliás, como está o Luckas? — A pergunta tirou um pouco do sorriso de Giovanna. Ela havia conseguido passar as últimas horas sem lembrar do Luckas. Então respondi por ela.

—Ele está muito bem. Está trabalhando. Não gosto muito da esposa dele, não simpatizei... Acho que em menos de dois anos, ele volta... Pelo menos para fazer uma visita. Tenho certeza de que sentirá saudades. – Falei lembrando do quanto ele havia ficado decepcionado comigo e Giovanna... Mas ele sabia que um dia, iríamos embora...

—Bem, se um dia ele quiser voltar para ficar... O receberei de braços abertos. – Albert disse com mais um sorriso que fora tão largo que chegou a fechar seus olhos.

—Está certo. – Eu e Giovanna levantamos. – Ficamos muito felizes de ver você e voltar a trabalhar aqui. Obrigado Albert. – Disse, ele apertou nossas mãos e se despediu com um abraço. Logo depois, saímos de sua sala e nos dirigimos a saída. De longe, avistamos Mharessa. Passamos o mais longe possível. Mharessa não podia nos ver. Depois que ela entrou no hospital, fomos em direção ao ponto de táxi.

—João, eu estou com fome. Vamos em algum restaurante? – Giovanna me perguntou. Sorri e assenti. Saímos então do ponto de táxi e fomos a um restaurante perto do hospital, onde costumávamos ir.

~João Gui Off..

~LSS Autora On..

Dito e feito, Miguel e Guilherme acordaram cedo e ligaram para a avó combinando tudo. Naíra já havia feito de mais dando a foto e explicando que aquele era o pai dos meninos. E por isso, ela até foi contra, mas era errado não dizer aos meninos sobre o pai deles. Era direito deles saber e Naíra tinha um filho que precisa ser lembrado. Então, com relutância, ela concordou. Os meninos voltaram a seu quarto e arrumaram a cama deles. Logo depois, eles foram até o Guarda roupa e escolheram uma calça jeans escura e um pouco folgada, uma camiseta, na qual a de Guilherme era branca e a de Miguel era creme, pegaram uma jaquetinha jeans claro e um par de sapatos. Guilherme tomou seu banho no banheiro da cozinha, enquanto Miguel tomou no do quarto. Após se vestirem, os dois voltaram ao quarto, passaram perfume e pentearam o cabelo igual ao pai deles na foto, com um topete. Ao saírem do quarto, eles vão a cozinha e encontram Larissa já de pé, com seus trajes de dormir e fazendo o café da manhã. Ao se deparar com os filhos, Larissa chega a ter um susto. Uma imagem de um homem de cinco anos atrás lhe invade a cabeça. Não esperava em ver mais da semelhança dos filhos com o pai, o homem que durante muito tempo, não havia conseguido esquecer. Então, relutante, ela espanta essa imagem rapidamente.

—Bom dia Pequenos. – Ela diz doce como sempre era com os filhos.

—Bom dia mãe. – responderam em uníssono.

—Sentem-se. O café está pronto. – Larissa ainda não sabia cozinhar, portanto, ou ela consultava um livro de receitas, ou ela comprava comidas industrializadas. Os meninos então se sentaram a mesa retangular e começaram a comer. Alguns minutos depois e Miguel virou seu olhar para a mãe.

—Mãe...

—Diga Migue. – Ela falou sem olhar para o mesmo.

—Eu e o Gui temos papai? – Larissa quase se entala com a comida, dando apenas algumas tosses. Guilherme então olha apreensivo para o irmão... Não sabia se o irmão devia ou não ter feito a pergunta. Larissa por outro lado, enquanto se recuperava da tosse, ficou pensando numa resposta. Era impossível dizer que não, afinal, um dia eles iriam descobrir que ela mentia. Mas o que dizer? A maior parte da culpa dos seus filhos não terem uma figura paterna, era dela.

—Vocês tem sim Migue. – Ela disse um pouco nervosa.

—E onde ele tá? – Desta vez, Guilherme perguntou. Perguntou por impulso, o que fez ele se questionar se devia ou não ter perguntado.

—Eu... Eu não sei crianças. – Ela não queria falar sobre isso. Ela já estava com um nó na garganta. Ela não sabia se havia superado ou não. Ele fora o seu primeiro amor. Tinha suas dúvida de que se o visse um dia, falaria com ele e agiria como se nada tivesse acontecido, ou choraria se lembrando do que havia perdido.

—E como ele era? – Lari então, respirou fundo e respondeu a pergunta que Gui tinha feito.

—Era uma boa pessoa pequenos. Gostariam muito dele se o conhecessem. – Ela deu um sorriso forçado tentando ignorar o desconforto. Miguel então fez sua última pergunta.

—Você gostava dele? – Lari choraria se não saísse imediatamente dalí. Mas não podia simplesmente deixar a pergunta no ar.

—Sim, eu gostava. Mas agora comam rápido e vão escovar os dentes porque vamos a casa da vovó Naíra. – Disse antes de se levantar e sair apressadamente.

Miguel e Guilherme então, terminaram de comer e fizeram o que sua mãe disse, escovaram os dentes. Ao terminarem, eles vão a sala e ficam a espera de Lari que chega minutos depois, arrumada. Ela chama um táxi e quando ele chega, eles saem de casa e entram no carro. Quarenta e dois minutos se passam até que eles chegam a casa de Naíra. Larissa paga a corrida e eles descem do táxi. Eles entram na casa de Naíra que os recebem com um abraço.

—Que bom que vocês vieram. Vamos passar um tempinho em família. Meninos, vão até o quarto de brinquedos enquanto eu converso um pouco com a mãe e vocês. – Miguel e Guilherme saem da sala e vão até um quarto que Naíra havia mandado fazer para seus Netos. Ao entrarem lá, eles encontram uma caixa em cima de uma mesinha. Eles se aproximam e sentam nas cadeiras que havia ao redor da mesinha. Eles abrem a caixa e se deparam com uma montanha de fotos.

—Veja Gui, deve ser nosso papai. — Miguel disse animado enquanto pegava uma das muitas fotos alí.

—É ele sim Migue. A vovó deixou ela aqui pra gente ver. — Falou enquanto passava os olhos numa foto em que estava o pai deles e Naíra.

—Onde selá que ele deve esta? – Miguel se perguntou enquanto analisava mais e mais fotos.

—Oi Gui, Oi Migue. O que estão fazendo? – Perguntou o garotinho enquanto entrava no local. Pietro já não era mais um bebê. Ele estava no auge dos seus oito anos.

—Oi tio Pietro. – Disseram em uníssono. Pietro se aproxima e encara as fotos em cima da mesa.

—Por que estão vendo as fotos do meu irmão? – Miguel e Guilherme chegaram a raciocinar pela primeira vez o porquê deles serem Netos de Naíra e sobrinhos de Pietro e Zé Felipe. Chegaram a ficar chocados por não terem percebido antes.

—Nossa vovó vai nos contar um pouco dele. Mas não conta pra nossa mãe, tá? – Guilherme disse com ar de súplica.

—Tudo bem. – Pietro não lembrava tanto do irmão já que ele fora embora quando ele tinha quatro anos. Mas ele tinha alguns flashs e algumas vagas lembranças, fora que sua mãe falava muito dele e eles tinham uma foto juntos no seu quarto. – Se vocês quiserem, posso contar um pouquinho do que sei sobre ele. – Sugeriu, fazendo Miguel e Guilherme sorrirem.

—Po favor, conta. – Implorou Miguel. Pietro então, se sentou ao lado deles e pegou uma foto.

—Qual era o nome dele? — Guilherme perguntou animado.

—João Guilherme de Ávila Costa. – Pietro respondeu com dificuldade para se lembrar. Os olhos de Guilherme chegaram a brilhar quando ouviu o segundo nome de seu pai. Por outro lado, Miguel havia ficado triste por não ter nada do seu pai. Seu olhar caiu e chegou a ficar nublado. Guilherme, sem notar a tristeza do irmão gêmeo, fez outra pergunta.

—Qual a cor favorita dele? – Guilherme abriu um sorrisão e sem hesitar, Pietro lhe respondeu.

—Verde... Pelo menos é o que eu me lembro. Minha mãe dizia que quando meu irmão era mas novo, ele chegou a querer as paredes, o chão, o teto e o guarda-roupas de verde. — Mas uma vez, Guilherme sorriu. Ele adorava o verde. Era a cor dos olhos de sua mãe. Miguel havia ficado ainda mais entristecido. Sua cor favorita era a cor do céu, azul.

—Ele gostava de alguma brincadeira quando criança? — Dessa vez, foi Naíra que respondeu ao entrar no quarto.

—Não, o João gostava mais de ler e conversar. – Naíra falou ao se lembrar de anos atrás. – Disse a mãe de vocês que esqueci de comprar algumas coisas pro almoço e ela de bom grado se ofereceu para buscar. – Naíra emendou e logo depois se aproximou, sentando-se ao lado do filho e netos. Guilherme e Miguel se entreolharam. Eles não eram muito de ler, mas até que gostavam de conversar.

—Vovó, fala um pouco do nosso papai. – Miguel pediu na esperança de encontrar algo em comum com o mesmo.

—Bem, ele é médico. Cirurgião e clínico geral. – Ela disse enquanto pensava no que poderia dizer.

—O que ele gostava de fazer vovó? – Guilherme perguntou.

—Além de ler e trabalhar, ele gostava de sair com os amigos.

—Como ele conheceu a mamãe? – Miguel perguntou.

—Não dei ao certo. Mas acho que foi quando ela sofreu um acidente. Não foi nada grave. Ela foi parar no hospital onde ele trabalhava e aí eles se conheceram.

—E como ele era? – Guilherme perguntou.

—Ele era calmo, gentil, às vezes engraçado. Era bastante educado e tratava as pessoas bem. Era muito raro quando ele brigava com alguém. Sempre foi obediente e fazia o que fosse possível para as pessoas tristes sorrirem. Ele era muito feliz, um encanto por onde passava. Fora que cozinha muito bem...

—Onde ele está agora vovó? – Guilherme fez a mesma pergunta que fez mais cedo a sua mãe.

—Bem querido, ele sofreu um acidente e ele não podia mais andar...

—Ele peldeu as pelnas?? – Miguel perguntou confuso.

—Não não querido. Ele ainda tem as pernas. Ele só não conseguia andar e ficava numa cadeira-de-rodas. Bem, então ele foi fazer um tratamento fora do Brasil. — Ela tentou ser o mais clara possível.

—Mas ele volta não é? – Guilherme perguntou esperançoso.

—Claro que ele vai voltar meu amor.

—A senhora acha que ele vai gostar da gente? – Guilherme perguntou nervoso.

—Claro que sim meus amores. Ele vai amar vocês. Podem ter certeza. – Guilherme havia ficado bastante feliz em ouvir isso. Mas Miguel nem tanto. Ele tinha a sensação de ficar sempre em segundo lugar, então manteve suas dúvidas de que João amaria ele. Então seus olhos ficaram nublados.

—Mamãe, acho que a Lari deve estar chegando. – Naíra olhou o relógio após escutar Pietro.

—Escutem, vou guardar está caixa antes que a mãe de vocês chegue e descubra o que fizemos. – Ela disse se levantando.

—Podemos ficar com algumas fotos? – Guilherme pediu. — Uma pra gente deixar embaixo do travesseiro e outra pra levar onde nós fomos.

—Claro, podem escolher. — Guilherme escolheu duas. Uma de João em frente a sua casa e outra em seu consultório médico com o jaleco. Miguel já tinha uma, então ele pegou uma que ele havia achado onde João estava com a mãe deles. Naíra guardou a caixa e alguns minutos depois, Lari chegou.

•No shopping•

~LSS Autora Off..

~João Gui On..

. . .

(23/09/2017 22:43)



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