História UBER - Imagine Kim Taehyung (V) - Capítulo 4


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Kim Taehyung (V), Personagens Originais
Tags Bangtan Boys (BTS), Tae, Uber, Você
Visualizações 39
Palavras 1.141
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


IRRU, TRAGO AQUI PÃO/CAPÍTULO FRESQUIN PRA VCS! BOM PROVEITO
É MAIS UMA COISA! OBG PELOS 40 FAV, CÊS SÃO TUDO TOP!

⚠️aviso importante, esse capítulo contém violência extrema, se você não se sente bem, não leia a parte final⚠️

Eu acho que peguei pesado, mas tá bomzin até :/

TaEhYunG cOmO uM baRaUmM

Capítulo 4 - Coringa


Fanfic / Fanfiction UBER - Imagine Kim Taehyung (V) - Capítulo 4 - Coringa

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3:50 da manhã
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       Acordei assustada, depois de um pesadelo em que o meu sequestrador matava minha família, pelo simples fato de eu não ter aceitado casar com ele, estava assustada, mas me assustei ainda mais quando eu vi o cara na poltrona em que ele estava hoje mais cedo, eu não sei se ele estava dormindo ou estava acordado, já que não dava para ver muito bem o seu rosto, o quarto estava escuro. Eu tentava ver alguma coisa, mas nada, tava bastante escuro, mas pelo o que me parece, é que ele estava sem máscara, eu seria atrevida ao ponto de ir até ele, apenas para ver o seu rosto? Talvez, mas não pude fazer isso, antes de pensar novamente em ir lá, vi ele se levantar é vir até mim.
- Por que você está aqui? - perguntei me encolhendo na cama.
- Eu vim ver se minha noiva está bem - fala se aproximando, tinha um fiasco de luz em frente a minha cama, tanto que quando ele foi andando é chegando mais perto, ele ficou em frente a essa pequena luz, que foi o suficiente para eu ver parte de seu rosto, a outra parte estava coberta pela escuridão, mas a que estava na luz... Eu não posso dizer nada, apenas o quão lindo ele é.
- Eu já disse que eu não vou ter nada com você! Cara, você é doente! Você precisa se cuidar! - digo quase gritando, esse homem é maluco! Ele precisa de um médico!
- Eu já disse para você não elevar seu tom de voz para mim! - falou em um tom mais alto, enquanto ele falava, ele se aproximava, até que ele ficou bem próximo a mim, enquanto eu me encolhia ele segurava o meu queixo, obrigando eu a olha para ele - querida, você não ver? Eu tenho tudo o que você precisa! Não fale essas besteiras, meu coraçãozinho dói, você diz que eu preciso de um médico, n é? Por quê não uma médica? Você poderia cuidar de mim, homens vão a ginecologistas? - perguntou como se fosse uma criança, ele fazia umas caras, que se eu não o conhecesse ele, acharia fofo.
- Claro que não! Eu já disse que você é louco! Saia de perto de mim! - bato em sua mão, a qual ele afasta rapidamente, logo fazendo a mesma cara que me dá medo sempre - me deixe sair desse lugar, eu juro que não irei contar a ninguém!
- NÃO! Meu amor, você está destinada a viver comigo para sempre! Até quando morrer! Se você ir para o paraíso eu irei junto, mas se você for ao inferno, eu irei junto também! - fala saindo do quarto, batendo a porta com força, jurei que ele iria quebrar a porta.
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Sem nada para fazer, voltei á dormir...
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       - Isso, faz desse jeito... - gemidos era só o que se escutava. Eu chupava seu membro com rapidez, o que não podia entrar em minha boca eu utilizava a mão, ele gemia alto, provavelmente chegando ao orgasmo - continua assim... - quando não, ele chega ao orgasmo - agora eu vou te comer como se não existisse o amanhã, no dia seguinte você não vai conseguir nem se levantar, vai andar de cadeira de rodas - após ele falar isso, ele me bota de quatro, é não espera eu me preparar, começando com as estocadas fundas é lentas.
- V-você vai procurar ajuda amanhã, certo? - ele não diz nada, apenas me penetra com mais força, me fazendo dar um pequeno gritinho de dor é prazer.
- Não. - ele continua a me penetrar, mas quando ele ia começar a ir mais rápido, a porta do hotel é aberta, assim começando a encher de policiais, que dão um tiro no moreno...
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09:00 da manhã
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          Acordo assustada, vendo novamente o sequestrador na poltrona de sempre, me olhando com uma cara seria.
- Você sempre gemeu enquanto dorme? - perguntou com uma cara de "isso é estranho", misturado com uma cara de "adorei isso".
- Eu não estava gemendo! Eu nunca faço barulhos enquanto durmo! - falei.
- Não foi o caso hoje, você estava gemendo, parecia que estava tendo um sonho erótico... É você estava, não é? - perguntou com a sombrancelha levantada. Não respondo nada, até porque o que eu sonho é deixo de sonhar não é problema dele - você está me ouvindo?
- O que eu sonho ou deixo de sonhar não é problema seu! - com a maior vontade do mundo de matar ele, falo com bastante rispidez na voz.
- Ae? Isso é o que vamos ver - levanta, logo saindo do quarto, quando penso que aquele cretino foi embora, ele volta, mas ele volta com algo em mãos, algo grande, era uma mala beeem grande, quando digo grande, é porquê é grande mesmo - tá na hora do médio TaeTae cuidar de você... - fala vindo até mim, sobre o TaeTae, deve ser o apelido dele, vou lembrar disso para contar aos policiais quando eu sair desse lugar.
            Ele abriu a mala, é lá continha aparelhos para dar choque em loucos, pera, não, não, não! Ele não vai fazer isso, né? Ele continuava a tirar os fios é as outras coisas, eu tento pensar em algo para fugir desse lugar, mas não tem nada, apenas a porta, então eu me levanto é tento correr até a porta, mas estava trancada, eu já esperava por isso, mas quis tentar mesmo assim.
- A minha gatinha não vai mais desobedecer depois disso, não é? - falou vindo até mim, que estava encurralada na porta, olhei para trás de seu ombro, é vi que tudo já estava arrumado, bateu o desespero, mas já era tarde, ele me levou até a poltrona que tinha lá, fazendo ela virar uma espécie de cama, quando ele fez isso com um pequeno controle, logo surgiu umas tranças, para ele botar minhas mãos é pés. Eu me debatia no braço dele, mas era inútil, ele é mais forte, é maior - boa sorte.
         Ele me botou lá, trancando assim tudo, eu estava com tanto medo, que poderia me cagar toda agora. Ele tira o sinto de sua calça, é bota em minha boca, é vem com as pequenas máquinas. Não, não, não!
- Eu ainda te amo, isso é apenas um aviso do que pode acontecer no futuro - logo sorriu, é então começou, ele ligou é começou os choques, eu chorava é tentava gritar desesperadamente, agora não me restava dúvidas de que ele era louco! Ele era doente, precisava de um psicólogo urgentemente, ele era o coringa da vida real, o coringa que iria me matar de dor é sofrimento.


Notas Finais


TaEhYunG cOmO uM baRaUmM


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