História Ugly Love - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Sehun, Suga, V, Xiumin
Tags Bottom! Jhope, Hoseok, Jimin, Jungkook, Namjoon, Suga, Taegi, Taehyung, Taekook, Top Yoongi, Yoongi, Yoonseok
Visualizações 35
Palavras 1.215
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Fluffy, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oláá, pessoas!
Venho trazer uma adaptação de uma fanfic maravilhosa para o OTP Yoonseok, porque esse casal merece ser apreciado e amado.
Aviso que é MPreg, então não venham falando que avisei, porque está nos avisos da fanfic.
Espero realmente que gostem. Boa leituraa.

Capítulo 1 - Capítulo Um - Hoseok


Fanfic / Fanfiction Ugly Love - Capítulo 1 - Capítulo Um - Hoseok

-Alguém esfaqueou seu pescoço, companheiro.

Meus olhos se arregalaram e me viro levemente para o senhor idoso parado ao meu lado. Ele apertava o botão do elevador e se volta para mim, então sorri e aponta para meu pescoço.

-Sua marca de nascença. -explica.

Instintivamente, ergo a mão e toco a marca do tamanho de uma moeda que fica abaixo da minha orelha.

-Meu avô dizia que o local da marca de nascença de uma pessoa revelava a história de como ela perdeu a batalha da vida passada. Pelo jeito você levou uma facada no pescoço, mas aposto que foi uma morte rápida.

Sorrio, mas não sei se devo achar graça ou ficar com medo. Apesar de ter puxado papo de uma maneira um tanto mórbida, não vejo como esse senhor ser muito perigoso. Sua postura curvada e trêmula indica que não tem menos de 80 anos. Ele dá alguns passos lentos na direção de uma das duas cadeiras de veludo encostadas na parede ao lado do elevador, então solta um grunhido ao se acomodar e olha para mim mais uma vez.

-Vai para o décimo oitavo andar?

Meus olhos estreitam-se enquanto assimilo a pergunta. Por alguma razão, ele sabe para qual andar que estou indo, apesar de ser a primeira vez que piso nesse prédio e de, definitivamente, ser a primeira vez que vejo esse homem.

-Sim. -digo cautelosamente- O senhor trabalha aqui?

-Na verdade, trabalho.

Ele indica o elevador com a cabeça e meu olhar segue os números iluminados. Onze números para chegar. Espero que seja rápido.

-Eu aperto o botão do elevador. -diz ele- Acho que meu trabalho não tem um nome oficial, mas gosto de dizer que sou capitão de vôo, pois faço as pessoas subirem até vinte andares no ar.

Sorrio com as palavras dele, pois tanto meu pai quanto meu irmão são pilotos.

-Há quanto tempo é capitão de vôo aqui? -pergunto enquanto espero.

Juro que esse maldito elevador é o mais lento que já vi.

-Desde quando fiquei velho demais para cuidar da manutenção do prédio. Trabalhei aqui 32 anos antes de me tornar capitão. Faço as pessoas voarem a mais de quinze anos, se não me engano. O dono me deu esse trabalho por pena, para me manter ocupado até eu morrer. -ele sorri para si mesmo- O que não percebeu foi que Deus me deu muitas missões importantes para cumprir na vida e, nesse momento, estou tão atrasado com elas que nunca vou morrer.

Percebo que estou rindo quando a porta do elevador finalmente se abre. Estendo o braço, segura a alça da minha mala e me viro mais uma vez para antes de entrar.

-Qual o seu nome?

-MinKhyun, mas pode me chamar de Cap. Todos me chamam assim.

-Tem alguma marca de nascença, Cap? -ele sorri.

-Na verdade, tenho. Parece que na vida passada levei um tiro bem na bunda. Devo ter sangrado até a morte.

Sorrio e levo a mão até a testa, cumprimentando Cap com a devida com a devida continência. Entro no elevador e me viro para as portas abertas, admirando o luxo da portaria. Parece mais um hotel histórico do que um prédio residencial, com colunas grossas e chão de mármore.

Quando Xiumin me deixou que eu ficar em sua casa até que eu arrumasse um emprego, eu não fazia ideia de que ele vivia como um adulto de verdade. Achei que seria como da última vez que o visitei, logo depois de me formar no colégio. Na época ele tinha começado a estudar para tirar a licença de piloto. Isso foi há quatro anos e era um prédio meio esquisito de dois andares, mais ou menos o que eu estava esperando hoje. Não imaginava de maneira alguma um enorme arranha-céu bem no centro de Seul.

Encontro o painel e aperto o botão do 18° andar, depois olho para a parede espelhada do elevador. Passei o dia anterior e boa parte daquela manhã guardando tudo o que havia no meu apartamento em Daegu. Felizmente, não tenho muita coisa, mas depois de dirigir sozinho por 200 quilômetros, a exaustão está bem nítida no meu reflexo. O cabelo laranja caído em minha testa. Normalmente, meus olhos são de um castanho claro, mas agora estão em um tom escuros graças as olheiras que os acompanham.

Assim que as portas do elevador começam a se fechar, elas se abrem novamente. Um rapaz caminha apressado em direção dos elevadores, preparando-se para seguir em frente enquanto cumprimenta o Cap.

-Valeu, Cap.

Não consigo ver o Cap de dentro do elevador, mas ouço-o responder com um grunhido. Não parece nem um pouco afim de puxar papo como fez comigo. Sorri para mim e sei exatamente o que está pensando, pois acabou de colocar a mão esquerda no bolso.

A mão com a aliança.

-Décimo andar. -fala sem tirar os olhos de mim. Seu olhar desce por todo meu corpo, vestido por uma calça e uma blusa, e depois passa para a mala ao meu lado. Aperta o botão do décimo andar​.- Está se mudando para cá? -pergunta encarando descaradamente meu corpo mais uma vez.

Faço que sim, mas dúvido que ele tenha percebido, pois seu olhar empacou bem longe do meu rosto.

-Que andar?

Ah, não, nem vem! Estendo o braço e cubro todos os botões do painel com as mãos para esconder o botão com 18° aceso, então pressiono todos os botões entre o dez e o dezoito.

Ele olha para o painel, confuso.

-Não é da sua conta.

Ele ri.

Acha que estou brincando.

O homem ergue a sobrancelha escura e grossa. É uma bela sobrancelha. E está em um belo rosto, que está em uma bela cabeça, que está em um belo corpo.

Em um corpo casado.

Babaca.

Sorri sedutoramente após perceber que dei uma conferida nele; só que não foi pelo o motivo que ele está pensando. Eu estava me perguntando mentalmente quantas vezes esse corpo pressionou alguma moça ou um rapaz que não era sua esposa, ou esposo, no caso.

Sinto pena.

Ele está olhando para meu corpo mais uma vez quando chegamos ao décimo andar.

-Posso ajudá-lo com isso. -oferece inclinando a cabeça na direção da minha mala.

A voz dele é gostosa. Pergunto-me quantas já se entregaram a essa voz casada. Ele se aproxima de mim e estende o braço em direção ao painel, apertando corajosamente o botão que fecha as portas.

Encaro-o e aperto o botão para abri-las.

-Eu me viro.

Ele assente como se entendesse, mas ainda há um brilho malicioso em seus olhos que me confirma que não fui com a cara dele. O homem sai do elevador e se vira para mim antes de se afastar.

-Até mais, Hoseok.

Franzo a testa, constrangido, porque duas pessoas com quem interagi desde que entrei nesse prédio já sabem quem sou.

Continuo sozinho no elevador, parando em todos os andares até chegar no meu. Saio, tiro o telefone do bolso e abro as mensagens de Xiumin. Não lembro qual era o número do apartamento. Ou 1816 ou 1818.

Talvez 1826?

Paro na frente do 1814, pois tem um homem apagado no chão do corredor, reencostado á porta do 1816.

Por favor, não seja o 1816.

Encontro a mensagem no telefone e tenho um calafrio. É o 1816.

Claro que é.

Aproximo-me da porta lentamente, torcendo para não acordar o cara. Suas pernas estão esparramadas para a frente e ele está encostado na porta de Xiumin, com o queixo no peito, roncando.

-Com licença. -digo baixinho.

Ele não se move.

Ergo a perna e cutuco seu ombro com seu pé.

-Preciso entrar nesse apartamento.


Notas Finais


E então, o que acharam? Quero comentários sobre o primeiro capítulo.
Quem vocês acham que é esse bêbados jogado no chão? Mistério.

Bem, por enquanto é isso e realmente espero que tenham gostado.

Até o próximo!


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