História Último Beijo - Capítulo 16


Escrita por: ~

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Categorias Itazura Na Kiss
Personagens Kotoko Aihara, Naoki Irie, Personagens Originais
Tags Drama, Itazura Na Kiss, Romance
Visualizações 87
Palavras 984
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá,

Sei que falei que demoraria para postar, mas eu meio que já tinha uns capítulos adiantados e a ansiedade para vocês verem logo srsr, apenas dei uns retorques.

Esse cap. é o primeiro da segunda fase.

Espero que vocês gostem.

Bjos.

Capítulo 16 - Voltando para casa


Fanfic / Fanfiction Último Beijo - Capítulo 16 - Voltando para casa

A chuva batia furiosa na janela do avião, assim como meu coração, definitivamente voar com chuva e turbulência não são umas das coisas que você acorda ansiosa para fazer. O voo para o Japão tinha atrasado quase duas horas por causa do mal tempo, mas eu já tinha adiado demais minha volta, já tinham se passado 10 anos desde que deixei Tóquio para viver na Inglaterra, onde minha amiga Angel tinha conseguido residência para mim. A vida estável me permitia tirar umas férias.

O processo para retornar me consumia dia a pós dia, apesar de saber mais ou menos como as coisas estavam não sabia o que me esperava. Em todo esse tempo eu só tinha noticias do meu Pai, que ainda vivia com os Iries e tocava o restaurante. Kinnouske e Angel já tinham duas crianças, eles tinham aberto seu próprio restaurante, entõa viviam confortáveis com a família e pelo menos uma vez ao ano iam me visitar na Inglaterra. Minhas amigas Satomi e Jinko seguiam seus sonhos e tinham me visitado algumas vezes.

Todos sabiam que eu não gostava de noticias dele, do homem que amei, mas agora era diferente, até parece que meus sentimentos iriam voltar depois de 10 anos. A única coisa que sabia era que tinha se tornado um grande homem de negócio, que havia aberto diversas filias da Pandai em alguns países e que a esposa tinha se formado em Relações Internacionais.

Fui interrompida dos meus pensamentos com a voz do piloto anunciando nosso pouso, foram quase 12 horas de viagem, meu corpo já reclamava de dor. Depois de 30 minutos, enfim sai do aeroporto, entrei em um taxi e segui para a grande casa onde um dia tinha sido o meu lar. Não avisei a minha chegada, pois sabia que a Sra. Irie com certeza faria uma enorme comemoração com direito a balões e enfeites na sala.

**

Quando o taxi estacionou, meu coração batia acelerado, as lembranças daquele lugar me acertaram como um turbilhão. Toquei a campainha com a mão trêmula até que alguns minutos depois a porta se abriu e um belo rapaz atendeu, por um momento pensei que fosse o Naoki de 10 anos atrás, ele me olhava como se eu fosse uma idiota, acho que ficar de boca aberta ajudou um pouco. Recuperei-me e sorri amarelo.

            -Olá, você deve o Yuki-kun, certo? – Ele pareceu um pouco confuso, mas confirmou com um aceno de cabeça, como pensei, ele deve ser igual ao .... Não quis terminar o pensamento.

            - E você é? – Sua voz tinha o mesmo tom e a cara de desdém continuava a mesma.

            -Bem, eu mudei muito, sou a Kotoko, lembra? – Falei com orgulho e o olhando bem nos olhos. Nesse instante ouvi a voz da inigualável Sra. Irie. Ela praticamente corria e quando me viu ficou sem reação e lágrimas já enchia seus olhos.

            -Kotoko..... Não acreditoooooooo..... – Depois de empurrar o Yuki do caminho, ela já me esmagava em um forte abraço. Tinha anos desde que havia recebido um abraço tão maternal.

            -Sra. Irie, quanto tempo.... – As palavras formavaram um nó na garganta.

            -Sim, sim... Vamos entre, seu pai deve chegar mais tarde... – Ela ainda era a mesma, acho que senti mais falta do que imaginava.

            - Você mudou bastante, mas olhando bem... Você ainda tem a mesma cara de burra.... – Que garoto petulante.

            - Yiki.... Isso é jeito de tratar a Kotoko? Ela faz parte da família.

            - Não se preocupe Sra. Irie, só prova que ele continua o mesmo e apesar de ter crescido, não amadureceu em nada... – Falei com soberba, eu não era mais aquela idiota que ele tirava sarro sempre que tinha chance.

            - Háhá ... Quer saber? Vou para meu quarto, tenho muito que estudar... – Ele saiu de cara feia.

            - Acho que você percebeu que ele é a cópia do irmão mais velho, se duvidar, é ainda pior na personalidade.... – Ela falou olhando na direção que ele havia saído.

            - Eu acho que é possível sim – dei um sorriso amarelo, não era um assunto que eu estava a fim de tocar. Senti meu rosto ruborizar, merda, se só em falar nele fico assim – Sra. Irie, na verdade passei apenas para cumprimentá-la, ainda tenho alguns assuntos para resolver – Falei depressa antes que ela me convidasse para ficar naquela casa.

 - Espera... Você não vai ficar aqui conosco?! – Seu rosto refletia a dúvida.

            - Desculpe, mas irei dividir um apartamento com uma amiga, além disso, passarei apenas 6 meses em Tóquio. Mas agradeço a hospitalidade, virei te visitar sempre que possível. – Falei com entusiasmo, realmente iria tentar visitá-la.

            - M..Mas isso é inaceitável, sabe que você é como uma filha para mim.... – Os olhos dela já estavam cheios de lágrimas... Ótimo, agora teremos uma cena daquelas.

            - Deixa eu me instalar e depois podemos falar sobre isso, poder ser? – Falei para encerrar o assunto, apesar de que sabia que uma batalha estava ganha, mas não a guerra.

Despois de colocarmos os assuntos em dia, despedir-me com a promessa que voltaria em breve, sai daquela casa como se um peso estivesse se instalado em meus ombros, mas não sei dizer bem o que isso significava. Eu não esperava vê-lo, não mesmo e, além disso, eu não sentia nada por ele, afinal já se passaram 10 anos desde que tínhamos nos visto. O taxi me deixou em frente ao prédio que eu iria morar pelos próximos meses, sei que não deveria ter mentido sobre morar com uma amiga, mas não queria ser obrigada a ficar naquela casa.

O apartamento era aconchegante, o inquilino anterior tinha deixado tudo bem arrumado e de forma bem familiar. Joguei-me na cama e devo ter adormecido, pois acordei com o lugar todo escuro exceto pelas luzes lá fora. Fiquei um pouco atordoada, tentando me recordar onde eu estava. Depois de algum tempo, levantei para fazer algo para comer ouvindo audivelmente minha barrigada roncar.


Notas Finais


Imaginem a nova Kotoko, com cabelos chanel de ponta e uma franjinha que precisa de retoque, a pele um pouco bronzeada e por fim, looks com peças de roupas monocromáticas (preto, cinza e branco), ela deixou de lado as roupas fofas.


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