História Ultraviolence - Capítulo 1


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Categorias Àstrid Bergès-Frisbey, Candice Accola, Kit Harington, Michael Fassbender, Nina Dobrev, Sam Claflin
Personagens Àstrid Bergès-Frisbey, Candice Accola, Kit Harington, Michael Fassbender
Tags Abuso Psicológico, Casamento Arranjado, Drama, Gravidez, Mistério, Sadomasoquismo, Violencia
Visualizações 162
Palavras 1.177
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi, gente! Essa é uma história que eu estou desenvolvendo desde o ano passado. Eu espero que vocês gostem. Muitas coisas serão descobertas e muita coisa vai acontecer.
Eu vou postar dois capítulos por semana porque eu já tenho vários prontos!
Nossa Arabella será a Astrid Berges-Frisbey <3

Capítulo 1 - Capítulo I


Fanfic / Fanfiction Ultraviolence - Capítulo 1 - Capítulo I

Arabella

 

Atualmente

 

O chão está frio, meu corpo dói tanto que não consigo me mexer. Meus olhos ardem por conta do choro, minha cabeça dói e estou tonta por causa das pancadas.

 

Antes

 

Acordo com Maria, uma das empregadas da minha casa, me chamando.

 

- Bom dia, querida. Está na hora de se levantar, o rei já deve estar chegando! - ela diz eufórica.

 

- Tudo bem, Maria. Você pode trazer meu café da manhã aqui?

 

- Claro, querida.

 

Hoje o rei virá à minha casa me buscar para passar os próximos dias em seu castelo até nosso noivado. Se eu deveria estar feliz? Talvez sim. Só que eu não quero me casar agora, não quero me tornar rainha. Estou desesperada!

 

Meu pai diz que será bom para nossa família e para mim, mas não dá a mínima para o que penso e quero. Quero me casar na idade certa e por amor!

O rei Erick foi gentil e simpático, mas era um tanto rígido e tem o dobro da minha idade. Não sei o que pensar, minha mente está um turbilhão. Ele me deixa desconsertada.

 

Após comer e tomar banho, Lucy, nossa empregada mais nova, vem me ajudar a escolher um vestido.

 

- A senhorita deveria se animar. - Lucy me olha com um pouco de pena. - Faltam apenas alguns dias para seu noivado.

 

- Eu não quero isso para mim. Eu… - Algumas lágrimas descem.

 

- Não fique assim, senhorita. - ela me abraça.

 

- Obrigada por tudo, Lucy. Você tem sido uma boa amiga. - ela abre um sorriso.

 

- Bom, acho que temos que escolher um vestido. - ela diz.

 

- O que você acha deste? - Mostro um vestido azul claro longo, de mangas curtas.

 

- É perfeito.

 

- Pegue minhas luvas curtas de renda. As brancas.

 

(…)

 

Vejo meu reflexo no espelho antes de descer. O nervosismo me consome.

 

Desço as escadas e vejo todos sentados na sala. Continuo descendo até perceberem minha presença. Todos se levantam e eu faço uma reverência ao rei.

 

- Majestade.

- Olá, Arabella. É muito bom revê-la. Suas malas já foram levadas. Podemos ir?

 

- Sim.

 

- Oh, querida! Sentirei tanto sua falta!

 

- Nos veremos em três dias, mamãe. - digo envergonhada.

 

- Está levando tudo?

 

- Estou sim.

 

- Se cuide, querida. Eu te amo. - papai beija minha cabeça e me abraça.

 

- Eu também o amo. - digo firme.

 

- Vamos? - Erick me dá o braço e o pego.

 

- Até breve, majestade. - eles dizem e fazem uma reverência ao rei.

 

Vamos para fora e um cavalheiro me ajuda a subir na carruagem. Logo o rei também entra.

 

- A viagem será longa, sugiro que descanse.

 

- Tudo bem. - Dou um meio sorriso. Viro a cabeça para a janela e fico em silêncio enquanto observo minha casa ficando para trás.

 

 

Narradora

 

Após algum tempo, Erick observou Arabella dormindo. Sua cabeça estava encostada perto da janela da carruagem. Ela parecia um anjo, seu rosto era lindo e sereno. Desde o momento que viu a moça, a possuiu. A inocência e a beleza dela eram sem igual. Erick não é o tipo de pessoa que ama alguém, ele era ruim, sem piedade. Não via a hora de quebrar Arabella.

 

Há seis meses, quando ele havia dado um baile para a nobreza, viu Arabella pela primeira vez. Ele revelou o motivo do baile somente ao príncipe Richard, que era seu amigo mais próximo. Ele escolheria uma dama para se casar.

 

Quando viu o Conde e a Condessa de Martel chegarem com uma jovem linda, seus holofotes foram somente para ela. Quantos anos ela teria? Dezoito, talvez? A menina parecia insegura, seus olhos vagavam por todo salão, parecia um bichinho assustado. O rei ficou um tempo observando a menina antes de ir cumprimentá-los.

 

- Boa noite, sejam bem-vindos. - Erick sorriu. Ele estava lindo e fez com que Arabella ficasse um tanto desajeitada. O conde e a condessa fizeram uma reverência ao rei, assim como ela.

 

- É um prazer revê-lo, majestade. Ficamos felizes em receber seu convite. - O conde disse. - Essa é nossa filha, Arabella.

 

- Majestade. - ela o reverencia e abre um pequeno sorriso tímido.

 

- É um prazer conhecê-la. - ele beija sua mão e ela deixa escapar um pequeno suspiro. - Aproveitem o baile. - ele sorri e se retira.

 

Após algum tempo cumprimentando os convidados e conversando, o rei observa Arabella de longe indo para uma das sacadas do salão. Aquela era sua hora. Ele foi até lá e a encontrou observando seu jardim ali de cima.

 

- Gostou do meu jardim, pelo que vejo. - Arabella se assusta.

 

- Ma-majestade, eu… - ele era intimidador. Erick arqueia uma sobrancelha dando um quase sorriso. - É realmente lindo.

 

- Gosta de flores?

 

- Sim. Rosas. Brancas, especificamente. São muito delicadas. - ela sorri.

 

- Quantos anos tem, Arabella?

 

- Acabei de completar dezoito, majestade.

 

- Ora, a valsa está para começar. Me concederia esta dança?

 

- É claro. - ela fica corada.

 

Eles adentraram o salão de braços dados e logo todos os olhares se voltaram a eles. Caminharam até o centro e a valsa começa. Dançavam lindamente. Arabella tinha feito balé durante toda infância e adolescência. Era mais baixa que Erick, ele a olhava de cima, em seus olhos, até que ela desviou. Era muito intimidador, estava ficando incomodada.

 

- Olhe para mim, querida. - O rei dispara e ela volta seu olhar a ele tentando parecer confiante. Em vão. Sua respiração era irregular e evidente. A dança acaba, os dois se reverenciam e ela vai em direção a mãe.

 

- Oh, meu deus, o que foi isto? - sua mãe diz eufórica.

 

- Eu não sei.

 

Os dias seguintes foram intrigantes para menina. Ela não sabia pensar em outra coisa. Arabella foi surpreendida em seu quarto por sua mãe. Ela parecia extremamente feliz.

 

- Você não sabe quem acabou de vir aqui, querida. - Bella franze as sobrancelhas. - Um oficial do rei! - aquilo a pegou de surpresa.

 

- O que ele queria?

 

- Ele convocou seu pai em seu castelo para conversar a respeito de sua única filha.

 

- Oh, céus. - ela diz assustada.

 

- Ele quer sua mão!

 

- Não! - grita – Não é possível. - diminui o tom da voz.

 

- Eu tenho certeza. Depois do ocorrido no baile…

 

- Mas já tem um mês, mamãe.

 

- Você é uma jovem linda, querida. Qualquer um ficaria louco por você, até mesmo o rei.

 

Depois de alguns dias, Arabella recebe a notícia de seu pai que o rei quer sua mão em casamento.

 

- Você não pode permitir isso, papai!

 

- Ele é o rei. Além de que, será ótimo para nossa família.

 

- Não é o que eu quero!

 

- Você não tem querer. Somos seus pais e sabemos o melhor para você! - ele grita.

 

Arabella corre para seu quarto chorando, deixando seu pai a gritando. Mal sabia ela que o verdadeiro pesadelo ainda começaria.

 

 

 


Notas Finais


Eu espero que vocês tenham gostado! Comentem, favoritem! Até o próximo!


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