História Ultraviolence - Capítulo 2


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Categorias Àstrid Bergès-Frisbey, Candice Accola, Kit Harington, Michael Fassbender, Nina Dobrev, Sam Claflin
Personagens Àstrid Bergès-Frisbey, Candice Accola, Kit Harington, Michael Fassbender
Tags Abuso Psicológico, Casamento Arranjado, Drama, Gravidez, Mistério, Sadomasoquismo, Violencia
Visualizações 86
Palavras 1.815
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Esse é o nosso Erick. O ator Michael Fassbender.

Capítulo 2 - Capítulo II - O pesadelo começa.


Fanfic / Fanfiction Ultraviolence - Capítulo 2 - Capítulo II - O pesadelo começa.

ARABELLA

Sou acordada por Erick.

- Chegamos, Arabella. - olho pela janela da carruagem e vejo o lindo jardim do castelo. Sorrio para Erick.

A carruagem para e um cavalheiro abre a porta e me ajuda a descer.

- Obrigada. - sorrio e ele retribui o sorriso.

- Venha, Arabella. - Erick diz.

Por onde passávamos todos o reverenciavam. O castelo era lindo, como eu me lembrava. Muito luxuoso e rico na decoração.

- Você deve estar cansada.

- Sim, majestade. Com um pouco de dor de cabeça também.

- Vou te levar até seu quarto. Me acompanhe. - ele era muito atencioso comigo. Aquilo me matava, eu não me sentia à vontade com ele, o Rei tinha algo que me deixava vacilante.

Seguimos por um corredor e ele abriu uma porta.

- Espero que goste de seus aposentos. Mandei prepará-lo com muito cuidado.

- Obrigada, Majestade. - Digo desconfortável.

- Algo te preocupa, Arabella ? - aquela pergunta me pega de surpresa.

- Não entendo porque o rei me quer em seu castelo. - Disse sendo sincera.

- Você será minha esposa, Arabella. Deve me conhecer melhor.

Não conseguia entender esse homem, sua postura séria continuava ali sem oscilar por nenhum momento.

- Eu entendo o rei, mas eu sinceramente não acho adequado uma dama dormir debaixo do mesmo teto que seu futuro marido antes do casamento.

- Posso tê-la quando bem entender, Arabella. Eu sou o rei e você será minha esposa. - ele segura meu queixo e olha diretamente em meus olhos. Desvio o olhar, droga, eu parecia tão tola. - Olhe para mim quando eu estiver falando com você. Sua submissão não é necessária agora, por enquanto. - o que ele queria dizer com isso ?

Eu olho Erick nos olhos. Seus olhos são lindos, porém escondem escuridão terrível, eu podia sentir. Seu olhar superior se mantinha sobre mim.

- Estamos entendidos?

- Sim. - minha voz sai mais fraca do que pensei e me envergonho.

- Desça às 21h para o jantar. - Ele diz antes de sair e me deixar sozinha em meus aposentos.

Eu me jogo na cama tentando absorver o que acabou de acontecer e fico ali por um tempo até cair no sono.

(...)

Sou acordada por uma empregada.

- Desculpa, senhorita. Não queria lhe acordar assim. Eu cuidarei da senhorita enquanto estiver aqui. Meu nome é Annie, ao seu dispor. - Ela sorri. Me sento na cama e sorrio para ela.

- É um prazer, Annie. Me chame de Arabella.

- Tudo bem, Arabella. - ela ri e eu também. - Já são 18 horas e creio eu que você já deveria começar a se arrumar para o jantar. Já preparei seu banho, vai querer ajuda?

- Não, eu prefiro tomar banho sozinha. Onde estão minhas coisas ?

- Já arrumei ali no guarda-roupa.

- Bom, preciso escolher um vestido.

Vou até o guarda-roupa, abro e fico observando por uns minutos.

- O que acha desse ? - mostro um vestido longo, azul marinho, de mangas curtas, com detalhes em dourado.

- É perfeito! - ela responde animada.

Depois de tomar banho e me vestir, faço uma trança lateral em meu cabelo. Me perfumo e coloco jóias simples, não gosto de nada muito chamativo. Annie me ajuda com uma maquiagem bem simples e me olho no espelho. Estou realmente bonita. Sorrio com meu pensamento.

Desço as escadas para o saguão e me dirijo a sala de jantar após pedir ajuda a um empregado. Entro na sala de jantar e encontro Erick de pé.

- Boa noite, Majestade. - Faço uma referencia.

- Boa noite, Arabella. - Ele se curva e beija minha mão olhando diretamente para mim. - Sente-se. - ele faz um gesto.

Um mordomo puxa a cadeira para mim e sento. Erick me observava atentamente.

- Gostou de seu quarto?

- Sim, é ótimo. Obrigada.

O jantar é servido pelos garçons e logo eles saem nos deixando á sós.

- Aprecie o jantar, querida. - após algum tempo ele fala novamente. - Sei que não queria estar aqui, Arabella. - eu gelo imediatamente. Eu não poderia ser fraca agora.

- Tem razão. - largo os talheres. - O senhor é muito gentil, mas eu não sinto nada pelo mesmo. Eu sinto muito, não quero que desperdice seus sentimentos e seu tempo comigo. - Ele dá uma risada fria e sarcástica. Meu coração fica apertado.

- Você acha que eu sentiria algo por você? - aquilo veio como um tiro. Me senti ridícula e muito confusa. - Você não é nada para mim, Arabella. E mesmo que contra sua vontade, você será minha esposa. Não há mais escapatória, você pertence à mim agora.

- E-Eu não entendo. - disse com a voz embargada. - Por que me quer então? Por que me escolheu ?

- Eu não te devo nenhuma explicação. - ele diz calmamente.

- Não irei me casar com você. Meu pai saberá de tudo. - me levanto.

- Tudo bem. Seria uma pena se alguma tragédia acontecesse e você não pudesse contar, não é ? - ele sorri de uma forma maléfica.

- Não, você não faria nada com eles. - lágrimas vêm em meus olhos.

- O que eu teria a perder ? - ele não estava blefando. Ele é o rei. Eu estava sem saída. Me sento novamente na cadeira e ele sorri, satisfeito.

- Ah, meu deus. - digo baixinho.

. - Vou te passar minhas regras, Arabella. - ele se levanta e vem até mim. Eu estremeço.

- Regras ? - ele para atrás de mim.

- Sim. Agora que é minha seguirá minhas regras. Levante-se. - me levanto, atordoada. - Primeira: você me pertence de corpo e alma, por isso nem tente se envolver com outra pessoa ou alguém sairá gravemente ferido ou morto. Segunda: fique sempre disposta às minhas ordens. Sempre. Terceira regra: Obedeça todas minhas ordens. Quarta: não me dê respostas atrevidas, não me enfrente.

- Você só pode estar brincando ! - digo perplexa.

- Haha ! - ele diz. - Eis a última coisa, Arabella: se desrespeitar qualquer uma de minhas ordens, será severamente castigada. - Engulo em seco. Ele só poderia estar brincando, não poderia estar fazendo isso comigo. - Em meu quarto, hoje, às 23 h.

Ele sai, sem ao menos me dar a oportunidade de responder. Após ele sair fico paralisada no mesmo lugar, em choque. Levanto e corro pelos corredores do castelo até ver uma saída para o jardim.

Narradora

Erick entra em seu quarto com um sorriso no rosto. Ele vai até a sacada de seu quarto e de lá vê Arabella no jardim. Ela se joga no chão e chora descontroladamente. Ele podia ouvir os soluços da garota lá de cima. Arabella não tinha saída, estava perdida, desesperada. Ela só queria gritar até desaparecer. Aquilo não poderia estar acontecendo com ela. Logo ela que sempre foi uma boa menina, sempre respeitou seus pais, sempre foi tão amada. Ela não havia feito nada para merecer isso.

Erick iria começar a desfrutar da pequena Arabella. Os poucos momentos que já passara com ela pôde perceber várias manias da garota. Ele estava continuamente estudando os movimentos dela. Estava louco para poder sentir aquela pele pálida e macia, estava louco para "pintar" em Arabella suas cores favoritas: vermelho e roxo.

Arabella se levantou. Ela teria que encarar isso. Criou coragem da onde não tinha e foi para seu quarto. Ela só sabia chorar e chorar. Ela perdeu a noção do tempo e quando olhou para o relógio, marcava 22:50. Levantou-se e foi a caminho do quarto de quem ela mais temia.

ARABELLA

Minhas pernas estavam trêmulas, eu não fazia ideia do que ele faria comigo. Bati três vezes na porta.

- Entre. - aquela voz era como um veludo. Seu quarto era lindo e enorme. A decoração era de muito bom gosto, jamais tinha visto algo daquele jeito.

Erick me encarou. Eu estava muito nervosa. Eu queria vomitar. Seu olhar sobre mim era frio. Ele me olhava de cima à baixo, me sentia envergonhada e com medo.

- Eu não entendo o que quer, majestade. O que vai fazer comigo ? - tomo coragem para dizer.

- Não gostei da forma que me tratou hoje, Arabella. - ele fez uma falsa cara de arrependido. - Eu sempre fui tão gentil e atencioso com você, tão generoso.

- Você foi falso comigo, você é um verme. - disparo e me arrependo no momento em que sinto meu rosto arder. Ele havia me dado um tapa! A única coisa que saiu de mim naquele momento foi um soluço seguido de um choro silencioso.

- Você não está colaborando, Arabella ! - ele diz como se eu tivesse culpa. - Tire o vestido. - ele diz friamente.

- O q-que ? - ele iria me violar, eu não conseguia acreditar nisso.

- Está surda ?

- P-Por favor, Erick... Não faça nada comigo. - nessa hora eu já estava em prantos. Ele me encarava sem expressão alguma, com frieza.

- Agora, Arabella! Não me faça perder mais a paciência com você.

Eu me sentia horrível. Meu coração doía, aquilo era o maior dos absurdos, não conseguia acreditar.

Começo a tirar o vestido lentamente, minhas mãos tremiam. Fiquei só com calcinha, sutiã e um short curto leve.

- O short. - ele diz. Eu tiro, ficando só com a calcinha e o sutiã. Ele puxa correntes do teto com um tipo de vara. O que seria isso ? - Venha, Arabella.

- Não, eu não quero... - choro e corro para a porta. Estava trancada. Ótimo, Arabella!

Erick me puxa brutalmente me jogando no chão. Um tapa é desferido na minha face com brutalidade.

- Sua vadiazinha ! - eu soluçava. Minha visão era tampada pelas minhas lágrimas.

Ele me sustentou de pé enquanto tentava, em vão, me debater. Ele é forte, e eu? Fraca. Minhas mãos foram presas para cima pelas correntes. Eu estava muito exposta.

- Você vai aprender a me respeitar, Arabella. Conte comigo, querida. - ele diz tocando meu queixo e dando um beijo em minha bochecha.

Sinto algo se chocando contra minha bunda e uma ardência forte.

- Uma. - eu grito de dor. - Repita, Arabella.

- Uma. - digo com a voz embargada.

- Duas.

- D-Duas. Erick, por...

- Três. - grito.

(...)

- Vinte. - eu já não suportava mais a dor, aquilo era horrível. Meus braços doíam demais. Fecho meus olhos. Ouço o barulho de correntes e quando penso que vou cair, Erick me segura.

- Acabou, Bella. - Ele pega um copo com um líquido transparente dentro e manda eu beber. - Beba. - eu bebo, e logo depois vejo tudo escurecendo.

Narradora

Erick observou sua bonequinha. Ela estava tão linda machucada, seu rosto vermelho por causa do choro. Erick colocou Arabella de bruços em sua cama e cuidou dos ferimentos da garota. Ele passou a mão sobre a pele dela e ficou encantado pela maciez. Ela era perfeita, mesmo sendo tão quebrável.

Enquanto isso a pobre Arabella dormia com uma expressão triste. Ele colocou o short dela novamente e cobriu a mesma.

- Bons sonhos, querida.


Notas Finais


Comentem o que estão achando!! Semana que vem tem mais dois capítulos para vocês. Atualmente estou escrevendo o oitavo, então sem capítulos vocês não ficarão! Favoritem, beijoss ❤


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