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História Um alguém superior — Lawlight - Capítulo 15


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Notas do Autor


olha você aqui de novo pra ler a continuação dessa fanfic que só tem boiolices sem fim! obrigado por estar aqui de novo, você é sempre bem-vindo! ❤️

hoje vocês vão sentir amor e ódio pela escritora, mas o amor vai prevalecer (espero) 🕺

leem pra entenderem o que eu quero dizer, boa leitura! 🤣

Capítulo 15 - Atitudes


Light faria de tudo pra entender como aquele inglês conseguia andar de cabeça baixa o trajeto todo sem tropeçar ou morrer atropelado. Ele devia ter algum olho no topo da cabeça pra conseguir andar olhando pro chão e com a coluna completamente torta e ainda conseguir concluir o trajeto.

CUIDADO! — Light deu um susto em L fingindo que ele bateria em alguma coisa, e o empurrou pro lado de leve.

Ele levantou a cabeça no susto e só desmanchou a cara de espanto quando viu a risada do japonês.

— Sério isso? Você tem 18 anos mesmo? — ele havia de fato se assustado e isso era muito muito muito engraçado para Yagami.

— Desculpa! — foi parando de rir enquanto falava, com os dois ainda parados no meio da calçada, com Light segurando os braços de L, um pouco abaixo do ombro. — É que eu queria saber se você andava sem olhar pra frente mesmo ou se era impressão. 

— Conheço essas ruas mais do que conheço as marcas de chocolate existentes no Japão. — e lá vai o L com esses papos que só ele mesmo entende…

L olhou por cima do ombro com uma cara de “não vai me soltar pra seguirmos o caminho não?”, já que Light estava parado olhando pros… cabelos de L?

— Eu sei que meu cabelo tá mais espetado do que de costume, mas é porque ele está suado. — falou como se tentasse adivinhar no que Light tanto pensava olhando pros fios de cabelo do inglês.

— Não, fica até bonito assim! — saiu do transe do nada e finalmente soltou as mãos dos braços de L e seguiram o não tão longo trajeto.

— Te contaram quantos minutos nós dois ficamos jogando? — L puxou um assunto aleatório enquanto eles seguiam andando pelas ruas praticamente desertas do bairro.

— Não, quantos?

— 10 minutos cravados.

SÓ ISSO? — o ego inflado de Light precisa ser estudado.

— Ué, a culpa não foi minha, certo? E um set costuma durar esse tempo mesmo. — tentou “acalmar” o menino.

— Argh, não vale! Eu tava inferrujado! — cruzou os braços e abaixou um pouco sua cabeça, e L só não deu risada dessa pose de criança birrenta do japonês porque não queria levar um soco dele.

— Eu não jogava desde o nono ano do fundamental, e você? — Nossa, isso faziam muitos anos mesmo… nem o inglês tinha noção de quantos anos estava sem jogar aquele esporte que era sua paixão.

AH NÃO, IMPOSSÍVEL! COMO ISSO? PASSOU O ENSINO MÉDIO IN-TEI-RI-NHO SEM JOGAR UMA PARTIDA SEQUER? SEM TREINAR? SEM NADA? E JOGA MELHOR QUE O GUGA? ISSO É POSSÍVEL? — enquanto Light transbordava indignação, L sorria discretamente.

Eu sou um gênio. Uau! Cadê a novidade?

— Eu te passo meus truques! — piscou um olho e continuou andando.

O caminho parecia infinito e o silêncio era bem desconfortável.

— Light, você não me disse nada depois daquele beijo…

Nada melhor do que ver um Yagami todo desconsertado só por ativar uma lembrança que ele provavelmente pensava com frequência, e olha que só tinha dois dias que aquilo havia acontecido.

— N-Não tem muito o que falar… — passou uma das mãos na nuca enquanto falava rindo em tom nervoso.

— Como não? O que tu sentiu? Desconforto? — ele sabia que a resposta seria não, perguntou apenas pra ver ele mais confuso e receoso ainda.

— Não, f-foi igual a… ai que vergonha de falar isso, deixa! — virou o rosto pro lado oposto em que L estava.

— Prossiga! — vocês não imaginam o quanto L se divertia com aquilo.

FOI IGUAL BEIJAR UMA MENINA! — Light disse na velocidade da luz e um pouco mais alto do que queria. L não quis nem tentar segurar seu riso.

— Ah, Yagami! Todo esse drama pra falar o óbvio? — Diria que os divertidamentes de L estavam todos rindo enquanto os de Light queriam se jogar do penhasco mais próximo dali.

— Como óbvio? — finalmente disse algo sem gaguejar.

— Oras, eu que iniciei e que terminei o beijo, você não moveu um músculo sequer pra me afastar! Eu já esperava uma resposta dessa! Não seja tão burro, Light. Você é inteligente demais pra não ter percebido isso. — L estava a todo vapor naquele dia.

Light desistiu de argumentar contra L. Cada segundo daquele diálogo fazia sua vontade de se suicidar aumentar em 1%. Em breve chegaria no 100%!

— Mas me diga… — pro desespero de Light, ele não parava de falar! — qual sua sexualidade, Yagami?

Além de fazer uma pergunta dessa, ainda o chama de “Yagami”. Ele odiava essa formalidade.

— Bi. — disse baixo.

— Oi?

— Eu disse “bi”.

— Não tô te ouvindo Light!

BI! BISSEXUAL! — a garganta de Light não se decidia se falava em sussurro ou se berrava para Kanto inteiro ouvir.

Ele automaticamente colocou as mãos na boca e fechou os olhos quando notou o tom alto no qual ele havia dito aquilo.

— Eu pedi pra você me contar, não pra contar pra Ásia inteira! — o riso de L era incontrolável.

— Tá feliz, diabético? Olha o que você me fez fazer! — deu socos fracos no ombro de L e falou sussurrando.

— Veja pelo lado bom. — se recuperou da crise de riso antes de prosseguir falando. — agora você pode dar uma resposta a seu pai!

— Nem me lembra do meu pai… — aquele assunto ainda o deixava triste.

— Caaalma, tô brincando! Ele já sabia antes mesmo que você.

Infelizmente, L estava certo.

— Mas ele tinha interpretado errado, é diferente! — eles havia chegado no prédio enquanto Light falava.

— O que ele havia interpretado. — L lembrava de tudo, mas queria ouvir da boca de Light a teoria de seu pai a respeito dos dois.

Clicaram no botão de chamar o elevador.

— Você sabe o que ele disse!

O elevador chegou.

— Não, eu não sei.

— Não me obrigue a falar, Lawliet!

— Não estou te obrigando, mas agora estou curioso!

Chegaram no andar deles.

— Você lembra muito bem, seu fingido!

Abriu a porta do apartamento.

— Aaaaaah! Me lembro sim! — até que L era um bom ator.

Entraram no lugar.

— Ele basicamente alegou que…

Esperou Light fechar a porta para prendê-lo contra ela, segurando a cintura do japonês.

— O-O que está fazen-

— Ele alegou que… — aproximou sua boca na orelha esquerda de Light — pelo horário, eu havia dormido aqui, correto? — nem precisava fingir o tom rouco, pois sua voz já tinha esse tom normalmente. Apenas fez questão de falar um pouco mais baixo pra deixá-la ainda mais rouca.

Light não se mexia. Nem evitava, nem entrava na onda de L.

— E pra piorar, eu estava assim: — se afastou um pouco, mas permaneceu exatamente na frente de Light pra impedir que ele saísse dali, e retirou sua camiseta branca. — e você estava assim: — retirou a camisa social de Light.

Ignorou os olhos arregalados do homem em sua frente e a relutância que ele teve para deixar o inglês desabotoar os botões e voltou pro ouvido dele, forçando seu corpo contra o dele de propósito.

— Como você iria explicar pra ele que isso era um mal entendido? — desceu os dedos de uma forma exageradamente suave pelo peitoral de Light, apenas para arrepiar o corpo do mais velho (e conseguiu!)

Deixou uma mordida leve na parte inferior da orelha do japonês e fez uma trilha de beijos na bochecha até a boca daquele homem que sequer tentaria relutar contra aquilo, mas ele parou assim que selaria os lábios deles.

Light abriu o olho enquanto aparentava estar confuso e com algumas gotas de suor descendo por seu rosto.

— Mas, eu não posso te forçar a nada! — disse pegando sua camiseta no chão. — Se quiser alguma coisa, vai ter que partir de você! — disse risonho enquanto saia de perto do japonês.

Ah, mas Light não estava no seu melhor estado pra aturar aquelas provocações.

Ele estava dormindo e vivendo no mesmo teto que o inglês, como conseguiria não fazer nada com ele ali, na sua frente?

— Como desejar, Lawliet. — andou a passos largos até o garoto que estava de frente pro sofá, e de costas pra ele.

O puxou para virá-lo de frente e encontrou um L com um sorriso pervertido no rosto.

E foi como L tanto planejou: o beijo partiu de Light.

Nenhum dos dois tinha tanta sanidade armazenada na mente naquele momento. L esperava ansiosamente por esse momento e Light nem conseguia ficar preocupado com as aparências que ele tentava a todo custo manter.

E olha que isso é raríssimo de acontecer.

Levou apenas 10 segundos para Light cair com L no sofá, e aí o beijo se aprofundou de verdade.

O beijo era obsceno e o clima estava insuportavelmente quente. O estado de euforia e excitação que ambos estavam era perceptível e só deixava aquilo mais e mais profundo.

As mãos de L passeavam pelas costas e cabelos do menino em cima dele, e as mãos de Light percorriam por todo o peitoral do inglês e as vezes iam para os cabelos negros dele.

Light desceu para o pescoço dele, onde deixou uma mordida mais forte do que queria.

L apenas aproveitava. Ele conhecia o ego do japonês e sabia que no dia seguinte (ou ainda naquele mesmo dia) ele poderia se arrepender do que está fazendo.

Era necessário aproveitar aquele homem maravilhoso e incrivelmente gostoso que estava lhe beijando naquele momento.

Levou suas duas mãos para a bunda de Yagami, deixando um aperto nas mesmas, só pra ver a reação dele.

E pro desespero de L, sua reação foi um gemido.

Ele já não sabia até quando iria poder esperar ou prolongar aquilo.

Mas talvez como um sinal de Deus, o interfone tocou.

— Eu não vou atender. — Light disse voltando sua atenção pros lábios de L, mordiscando o inferior.

— E se for algo importante? — retribuiu a mordida.

— Argh, eu vou. — levantou a contragosto e foi até o interfone, tentando recuperar o fôlego.

— Alô?

O rosto rubro de Light se desmanchou em alguns segundos, preocupando o inglês.

O japonês lhe olhou com uma cara desacreditada.

COMO ISSO?

Mais uns segundos…

A JUSTIÇA DESSE PAÍS É A PIOR! 

Tem haver com a justiça?

Ai não…

L já voltava a se preocupar.

E uma sensação ruim tomou conta de seu peito.

— Claro, eu aviso.

Desligou e viu L se levantar num pulo, indo até ele.

— O que era? — tentou falar em tom calmo, mas estava desesperado por dentro.

— Demegawa foi solto por “bons antecedentes criminais” — Light riu de puro nervoso enquanto fazia aspas com a mão.

Enquanto L sentia sua pressão cair.

Suas mãos suarem.

Sua cabeça começar a doer.

Seus pés formigarem.

Seus olhos arderem.

E uma vontade imensa de chorar.

Só na caiu pra trás, pois Light percebeu e o abraçou.

Ah, aquele abraço…

Ele já havia chorado ali algumas vezes enquanto os braços de Light o aninhavam.

— Calma, tem uma parte boa nisso. — não se afastou do abraço pra dizer uma parte minimamente boa. — Um superior da justiça conseguiu uma medida protetiva onde ele não pode chegar perto de você e nem manter contato por telefone. Essa é uma medida só para mulheres mas ele conseguiu uma excessão pra você, visto que ele pode ser capaz de qualquer coisa contra você.

Mas não adiantava.

Ele conhecia aquele monstro.

A última coisa na qual ele ligaria, era para as leis.

Ele podia pegar prisão perpétua, mas mataria L se necessário.

Como iria pra faculdade agora?

Ou pra psicóloga?

Uma coisa que ele não contou pra ninguém, era que seu ensino médio foi inteiramente online, justamente pelo medo dele lhe achar.

Quando se mudou, se identificou apenas como L, não disse seu sobrenome afim de evitar que ele o achasse.

Mas ele achou, e até mesmo arrombou sua porta. Isso ele nunca havia visto.

— Olha aqui. — Light se afastou e L o olhou nos olhos. — Vamos continuar mantendo o cuidado necessário, ok? Eu já disse e vou repetir: VOCÊ-NÃO-ESTÁ-SOZINHO!

L apenas chorava mais e mais. Eram tantos gatilhos relacionados à seu tio (e todos vinham de uma só vez), que sua única vontade era se afogar nas próprias lágrimas.

Não disse nada, apenas voltou a abraçar Light.













— Não sei se estou pronto.

Era noite daquele mesmo dia. L estava no quarto de Light, mas só havia ele e o computador no local.

Ele estava falando com seu avô via chamada de vídeo, e ele pediu para que o neto fizesse uma acusação na justiça e testemunhasse todos os crimes e podres que ele já havia visto e sofrido nas mãos do tio.

— Ele foi solto facilmente, esse é meu medo! Ter que enfrentar todos os medos que eu guardo e não ser o suficiente! — ele batucava os dedos nos joelhos enquanto tentava raciocinar.

— Você não vai testemunhar sozinho. Esse tal Light testemunhou a cena da porta arrombada e você contou a ele boa parte do seu passado. Seu primo Touta testemunhou uma vez onde ele quebrou um copo no meio de uma discussão com você e eu, como agente da Interpol e seu avô materno, vi diversas situações e até mais do que você. Nós temos a prova chave: o arrombamento, e temos quatro testemunhas. Podemos facilmente entrar com um processo de invasão de propriedade e ameaça.

L não conseguia ser otimista nem mesmo quando um membro da Interpol lhe falava que era possível entrar com um processo naquelas circunstâncias.

Ele se sentia muito vulnerável e inútil. Como se perdesse toda a vontade de lutar contra Hitoshi.

E por ironia, o último pedido de sua mãe foi para que ele lutasse.

Haha, como se ele conseguisse.

— Law, sei dos seus traumas. Sei do seu receio. Sei dos porquês no qual você não quer se comprometer na justiça e sei que isso não é por falta de vontade. Mas, por favor, tome essa atitude. Não dá pra viver com medo! Aproveita a medida que consegui pra lhe manter longe dele e aproveite que você frequenta uma psicóloga pra viver melhor.

O senhor tirou os óculos para coçar os olhos, como se estivesse prestes a chorar.

— Sua mãe era igual a você. — sorriu enquanto algumas lágrimas caíam. — Ela se sentia muito fraca, mesmo sendo a mulher mais forte que eu já conheci. Ela era uma ótima filha, mas nunca acreditou nisso. Você, Beyond e seu pai sempre foram o pilar dela. E eu tenho certeza que nós dois vamos conseguir vingá-la. Hitoshi é meu filho também, sei até onde ele é capaz de ir, e eu irei contra ele para te defender. — secou mais algumas lágrimas. — Continue a luta que sua mãe começou, é só isso que eu te peço. Enquanto tiverem esperanças, nós iremos até o fim. — sorriu genuinamente antes de encerrar a chamada.

L se aproveitou de sua postura que tinha os joelhos elevados na cadeira para abraçá-los enquanto permitia as lágrimas escorrerem pelo rosto.

Ele não era forte, mas aprenderia a ser por sua mãe.

Era por ela que ele aguentava tudo aquilo.

E assim ele continuaria.

Já eram duas da manhã quando a chamada se encerrou.

Por volta das duas e dez, Light entrou no quarto, e L ainda estava chorando, porém menos.

Se aproximou da cadeira e se agachou, ficando na altura do inglês que seguia na mesma posição de antes.

Virou o rosto ainda apoiado nos joelhos para encarar o japonês.

— Como foi a conversa?

— Foi boa. — se levantou de vez da cadeira e secou algumas lágrimas com a manga da camisa. — Ele sugeriu que eu entre com um processo.

— Concordo! Assim a gente acaba com esse terror logo! — Light se animou com a sugestão do avô de L.

— Eu tenho meus receios pra fazer isso, mas vou seguir o conselho dele. — completou com um pequeno sorriso sincero.

— Você não comeu o dia todo… quer jantar antes de ir dormir? — Yagami perguntou enquanto coçava a nuca.

— Não, eu comi alguns cookies agora há pouco.

— De onde você tirou cookies? Não tem cookie aqui!

— Matt me deu como prêmio por ter vencido a partida de tênis. — riu com a memória do castanho lhe entregando o pacote.

— Prêmio injusto, hein? Se eu ganhasse, teria que te passar o meu prêmio de qualquer forma, afinal não sou fã de doces! — voltou a ser o Light do ego ferido que L tanto dava risada quando ele agia daquele jeito.

— Ele me disse que te daria um dos mangás de The Promised Neverland, pois ele sabe que você gosta. — era agora que Light surtaria.

L teve que aturar o momento de surto e indignação por parte de Light antes dos dois irem dormir.

O momento de intimidade naquela tarde somado com o medo que L tinha agora que o Demegawa estava solto fizeram com que os dois dormissem juntos no quarto do japonês.

L deitou a cabeça em cima dos braços de Light, que o puxava pra mais perto alegando que não queria que ele se sentisse sozinho (mas na verdade era uma desculpa pra ficar agarrado com ele).

— Boa noite, diabético. — sussurrou depositando um beijo na testa do inglês.

— Boa noite, bissexual. — retribuiu esse beijo com um selinho nos lábios do japonês (a diferença de altura naquele contexto facilitou), e ele se permitiu dormir, tentando pensar o menos possível nos seus traumas e medos.

Fique tranquila, mãe. Eu vou conseguir.


Notas Finais


eu falei que vocês iriam me matar ou me amar, não disse?

me amariam porque fiz o light parar de graça e fiz os dois se pegarem mais um pouquinho, mas iriam me odiar por ter soltado do demegawa e fazer o L pitico voltar a se preocupar :(

ainda bem que o watari interferiu e incentivou ele a denunciar e abrir processo. vem aí!

espero que eu não tenha apressado as coisas, mas eu queria muito colocar esses momentos em que o light acalma o L, na minha cabeça são bem fofos 🥺

vejo vocês nos comentários e no próximo capítulo! ❤️


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