História Um amante no colegial - Capítulo 6


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Categorias Felipe Neto
Personagens Felipe Neto, Personagens Originais
Tags Felipe X Bruno, Homofobia É Crime, Lemon, Yaoi
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Palavras 582
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Fluffy, Lemon, Luta, Policial, Romance e Novela, Saga, Slash, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 6 - Traição.


POV Felipe.

Andava pelos corredores de casa, totalmente bobo, sem saber o que fazer. Havia beijado ele, Bruno deve estar tão desnorteado quanto eu. Fui até o quarto de Luccas, para pedir ajuda, quando vi aquela cena. Bruna e Luccas, se beijando, se tocando com desejo.

_ Felipe!?_ Eles falam em sincronia. Ela se levantou do colo de Luccas, e veio até mim.

- Felipe, não é isso que você está pensando!- Ela fala, vestindo sua blusa, quando vi, estava rindo de nervoso. Assim como Bruno chorava quando está nervoso ou com medo, eu riu. Sai do quarto de Luccas, e sai correndo até a varanda. Me escindi atrás da mesa que havia alí, quando vi, estava chorando. Minhas lágrimas escorriam pelos meus olhos, caindo sobre meus joelhos. Fiquei alí por alguns minutos, até que resolvi sair, andei pelo corredor com ódio, a vontade de pintar as paredes brancas de casa, com o sangue dos dois, era enorme. Estava indo até meu quarto, passando pelo de Bruno, quando o vi alí, sentado em sua cama, chorando.

- Bruno?- Eu bato em sua porta, adentro o cômodo, e ando até ele. Me sentei ao seu lado, e encaro seus belos olhos castanhos claros.

- O que houve?- Eu pergunto, tocando seu ombro. Ele não respondeu, só me mostrou a tela de seu telefone. Eu li o que estava escrito, uma mensagem de ódio.

“ Espero que saiba se proteger, seu viadinho, pôs se eu te achar no meio da rua, eu vou te mostrar o que é ser macho de verdade! ”

Me assustei com a mensagem, não sabíamos de quem era, estava entregue como anônima.

- Não chore Bruno!- Eu enxugo suas lágrimas, ele me encara com um olhar de dúvida.

- Você também estáva chorando?- Ele perguntou, com sua voz ficando meio rouca. Limpei minhas lágrimas, e neguei, mas ele me conhece desde o primário, sabe quando estou mal.

- O que houve, Felipe?- Ele perguntou, me virando a visão para ele. 

- A Bruna estava me traindo!- Eu falo, enxugando as outras lágrimas que escorriam. 

- Sério?- Ele perguntou, assustado, não consegui responder, só chorava. Ele me abraçou, repousei minha cabeça sobre seu peito, e lhe abracei fortemente. Desabei em prantos sobre seu peito, senti sua mão tocar minhas costas, as acariciava lentamente, me acalmando. Nos encaramos por um tempo, sem saber o que fazer. Toquei seu rosto com minhas mãos, e o beijei. Um beijo estranho, cheio de carinho mais também luxúria, desejo e necessidade. Ele retribuiu o beijo, degustamos cada canto de nossas bocas, me deitei sobre seu corpo, mas logo tivemos que nos separar pela maldita falta de ar. Ele me encarou assustado, seu rosto estava meio corado.

- Meu deus! Me perdoe Felipe!- Ele começou a chorar, se levantou da cama, e andou até a porta. Corri até seu encontro, o coloquei contra a porta, e beijei sua boca novamente. Um beijo mais longo do que o outro, mas cheio de paixão e luxúria. Guiei suas mãos pelo meu corpo, até minha cintura, ele a segurou firmemente, e eu, segurei seu rosto.

- Bruno … eu acho … que estou perdidamente apaixonados por você!- Eu falo, encarando sua boca gordinha. O que estou sentindo, jamais senti pela Bruna, o desejo de tê-lo para mim, mas também, querer me entregar de corpo e alma para ele. 

- Eu te amo, Felipe!- Ele começou a chorar, beijei sua boca, e logo o abracei. Ele me jogou em sua cama, voltamos a nos beijar novamente, e ficamos assim, a noite toda.



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