História Um Amor à Primeira Vista - Capítulo 3


Escrita por:

Postado
Categorias 50 Tons de Cinza
Tags Amorgay, Boyxboy, Escola, Fanfic, Gay, Gls, Hot, Romancegay
Visualizações 41
Palavras 3.363
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente, LGBT, Romance e Novela, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 3 - No Hospital


Acordei sentindo um incomodo desconfortante em todo meu corpo como se eu tivesse passado por uma luta marcial pesadíssima e apanhado bastante, eu não sabia explicar e muito menos definir o porquê dessa dor em meu corpo. E para piorar sentia um cheiro enjoativo de éter e uma luz florescente quase cegou meus olhos assim que os abri.

De inicio não conseguia enxergar com nitidez e aos poucos minha visão foi melhorando e nisso percebi onde estava deitado, era uma cama reclinável moderna com alguns botões dos lados e tinha alguns aparelhos, eu estava coberto por um lençol branco e vestia uma roupa tipo bata de batismo. Considerei imediatamente a ideia de estar em um hospital.

Mais o que tinha acontecido comigo? Eu não conseguia lembrar exatamente o motivo de nenhum acidente para vim parar numa cama de hospital. De repente sinto umas pontadas na cabeça e uma tontura fez minha vista novamente escurecer e pensei que seria absorvido para a escuridão. A dor começou a latejar bem especificamente numa parte onde tinha uma faixa amarrada em torno da minha cabeça. Sim, não podia mais negar que algo tinha acontecido para eu estar nessas condições.

Minhas lembranças estavam meio confusas e não conseguia lembrar muita coisa, a ultima coisa que ficou guardado em minha memoria foi até o momento que levantei cedo ontem para ir à escola.

— Bruno! - escuto a familiar voz enjoada da minha mãe. — Finalmente você despertou.

Minha mãe estava como sempre costuma aparentar uma exuberância em seus elegantes vestidos e macacões soltos no corpo que a deixa muito mais jovem que o normal. Os sapatos de taco alto a deixava num tamanho normal já que ela possuía apenas 1,65 de altura e nisso eu puxei a ela já que também não sou muito alto. Tem os cabelos sempre bem sedosos e brilhosos em destaque, a cor da vez era um castanho avermelhado fantástico combinando muito bem com seus olhos claros.

— Mãe?

— Você esta se sentindo bem?

Ela pergunta chegando perto da minha cama e levando suas mãos com unhas muito bem pintadas de vermelho e tocando meu rosto e o levantando olhando diretamente em meus olhos.

— Não muito. - respondo meia verdade, sim eu não estava nada legal, ainda sentia pontadas em minha cabeça que estava com uma enorme faixa branca amarrada. — Quero saber o que aconteceu? Por que estou num hospital?

— Bruno eu não posso passar informações pra você sem saber como esta seu quadro clinico, preciso chamar o medico responsável.

Ela disse começando a se afastar um pouco e indo em direção a porta.

— Não mãe, a senhora vai me dizer o que aconteceu comigo! - persisto insistindo por uma resposta.

— O que você acha que aconteceu?

— Não faço ideia! Estou perguntando a senhora, então vai parar de fazer jogo e dizer o que houve comigo?

Ela ficou pensativa por alguns segundo apenas olhando seriamente para mim como se estivesse decidindo.

— Na escola aconteceu uma briga e você estava envolvido no meio e acabou sendo agredido pelos outros garotos, mas houve um em exceção e foi este o culpado por te causar danos físicos e estar aqui num hospital.

— Mãe eu não consigo lembrar de nada disso que a senhora falou, não faz sentido, sabe que eu jamais brigaria na escola e nunca tive problemas com ninguém e sempre evitei estar envolvido nesses confrontos.

— Realmente, nunca brigou, mas tudo tem sua primeira vez, e este foi o resultado do seu mau comportamento. Uma grave fratura na cabeça!

Mamãe estava começando a ficar com a voz nervosa pelo sua repreenda comigo.

— Eu quero saber mais mãe.

— Não vou comentar nada por enquanto, mas só adianto logo que o delinquente responsável por causar esses machucados em você, eu e seu pai faremos o possível para ele ser expulso da escola!

Fiquei tentando lembrar, fazendo um esforço mais não conseguia, minha cabeça parecia mais pesada quando eu forçava para pensar e lembrar. Eu não perguntei mais nada e mamãe também ficou calada.

De repente a porta é aberta e logo entra a figura de corpo forte vestido num terno cinza de porte fino, meu pai era ainda um homem jovial e gostava de estar sempre elegante e mostrando o quanto ainda podia seduzir as mulheres com sua beleza e olhos azuis. Ele é loiro e branco, filho de pais norte americano.

Ao seu lado estava um médico não muito velho, parecia ter uns cinquenta e poucos anos, carregava uma prancheta nas mãos, o habitual jaleco branco e usava óculos com armações pretas, ele possuiu olhos negros e um rosto meio serio.

— Boa tarde meu jovem. - diz o médico chegando ao lado da minha cama. — Muito bom vê-lo acordado e aparentemente bem recuperado, o inchaço no nariz já diminuiu bastante e estar sarando melhor que o esperado. Hoje faz quatro dias desde que entrou aqui desacordado e foi preciso lhe impor a sedação para melhor recuperação da fratura traumática na cabeça.

— Quatro dias desacordado?

— Sim, foi realmente preciso já que apesar do inchaço no cérebro, o ferimento na parte superior da sua cabeça foi profundo e lhe rendeu oito pontos. Agora preciso saber como esta se sentindo? Ainda sente dores corporais ou na cabeça?

— Na cabeça sim sinto algumas pontadas mais é suportável e meu corpo dói pouco. Mas o problema é que não consigo lembrar nada do que aconteceu naquele dia.

— Entendo. E o esquecimento é considerado normal pela medicina, quando acontece um trauma que nos machuca muito e nos faz sofrer com as lembranças desagradáveis que nos deixa mal, nosso cérebro tem a capacidade de apagar esse episodio, as lembranças são esquecidas para que não haja sofrimento, logo você se recordará de tudo pode acreditar. E fique tranquilo que a dor na cabeça é devido a lesão da batida, irei aplicar alguns analgésicos e vai passar logo, e...

O medico não completou suas palavras pela intromissão repentina do meu pai, ele se manteve calado todo esse tempo apenas ouvindo, ele não é assim e agora estava mostrando seu lado invasivo interrompendo a fala do profissional.

— Desculpe lhe interromper Dr. Arantes, mas meu filho perdeu uma parte da memoria, isso não é normal coisa nenhuma! Eu vou processar o infeliz que causou tudo isso! - papai protestou evidenciando sua reprovação para todo o acontecido.

— E ainda não fez isso?! - minha mãe resolveu retrucar. — Francamente Robert você é lento demais, o que me surpreende já que para resolver os problemas da empresa não demora tanto!

— Não começa com suas criticas Estela, eu fiz de tudo mais Ramon disse que resolveria e que não queria levar a historia a policia para evitar represália. - ele explicou o detalhe de sua conversa com o diretor da escola.

— Mais não deveria permitir! Nosso filho é o que mais foi atingido, e agora deixará aquele moleque impune depois de quebrar a cabeça do Bruno?!

E novamente minha mãe se refere ao tal garoto responsável por ferir grave a minha cabeça, mas ela não dizia o nome e isso me deixa frustrado.

— Em outro momento resolvemos essa questão Estela, a prioridade é o estado do Bruno, então doutor como fica o quadro do meu filho?

— Não há mais motivos de transtornos pela saúde do garoto, ele está agora recuperado. - o medico explica mostrando uma tranquilidade. — O seu filho sofreu uma agressão muito pesada, mas agora ele vai ficar bem, precisa apenas de repouso e se recuperar.

— Assim fico mais aliviado. - diz meu pai de forma calma. — Muito obrigado por ter cuidado do meu filho Dr. Arantes. - Eles trocam um aperto de mão.

Depois o medico faz uma ultima checagem da minha situação e sai da sala dizendo que amanha mesmo se não houvesse complicação eu seria liberado, mas teria que retorna na outra semana para remoção dos pontos.

Eu estava bem e agradecia por essa sorte e mesmo sem saber muito detalhe do ocorrido eu tinha esperança da minha memoria retornar e assim lembrar de tudo que aconteceu comigo naquela terrível segunda-feira e saber de uma vez por todas quem foi o culpado pelo ferimento em minha cabeça.

♯♯♯

Recebi minha alta no dia seguinte e hoje fazia exatos dois que retornei para casa, nesse momento estou deitado em minha cama, era domingo e meus pensamentos ainda eram nebulosos e vazios, minha memoria trancafiou as cenas da briga na escola e eu ficava muito impaciente querendo descobri tudo.

Amanhã iria fazer uma semana que as aulas iniciaram e o meu primeiro dia não foi um dos melhores, talvez essa foi a forma dos meus colegas me darem as boas vindas.

Ouvi batidas em minha porta e digo para entrar, era a empregada da casa dona Célia, uma senhora simpática que trabalha há vários anos pros meus pais.

— Bruno a sua prima Luíza e Guilherme estão querendo lhe ver na sala.

— Já estou indo.

Logo pulo da cama e vou receber meus amigos que estavam preocupados comigo, pois meu celular tinha mensagens exclamadoras da minha prima que ainda foi no hospital me visitar segundo a minha mãe que passou esse detalhe.

Desci a escada e sigo para a sala de visita onde foram levados pela a empregada Célia, abro a porta e os vejo sentados em poltronas falando sobre algo que param rapidamente assim que notam a minha presença.

— Andem continuem falando... - digo chegando perto dos meus dois únicos amigos, até o momento.

— Finalmente! Pensei que fosse ficar pra sempre desacordado garoto. Estava pra ir novamente naquele hospital e arrancar os aparelhos do teu corpo!

A primeira a levantar aliviada vindo em minha direção e me envolvendo em um abraço é a minha prima.

— Hum... Sou tão importante assim?

— Deveria estar contente ingrato! - rebate fingindo estar com raiva e retira seus braços de mim e volta para sua poltrona cor de café. — Deu um susto na gente!

— Nem quero imaginar o ocorrido.

Mentira era tudo que mais queria era lembrar do "aconteceu comigo".

— Melhor esquecer mesmo! Só de lembrar fico revoltada! - Lu ainda concorda, ela nem sabe a minha situação. — Então como se sente?

— Estou vivo! Ainda irão ser melhor para acabar comigo, e vocês? Quero dizer como está tudo na escola? Foram dias desacordado...

Reinou um silencio na sala durante uns instantes.

— Bem... Todos só falam da... - de repente ela interrompida por Gui.

— Que você foi corajoso pra enfrentar os valentões mesmo que tenha se dado mal no final.

Agora olhando detalhadamente para meu amigo e fiel escudeiro, reparei algumas marcas arroxeadas quase pretas já desaparecendo indicando que ele esteve metido em alguma briga.

— Ah, Gui e o que são essas marcas no teu rosto? - sem esperar eu logo vou perguntando sem pudor. Estava curioso. — Também se meteu na mesma briga que eu?

— De certo que sim...

Como ainda estava de pé caminhei para me sentar no sofá branco da sala que é muito bem decorada por sinal, deixei o assunto principal de lado e pus com meus amigos a falar sobre as matérias e atividades que tinha perdido na escola durante esses dias que fiquei ausente e desacordado num quarto de hospital.

Pelo que entendi meus pais como sempre resolveram tudo e não teve nada de importante por ser inicio ainda. Porem eu queria saber quem foi o responsável que quebrou a minha cabeça e fez com que eu ficasse desacordado durante quatro dias, a minha memória ainda não tinha voltado... Sentia umas pontadas leves durante o dia mais era somente a cicatrização dos pontos e isso era completamente normal.

— Então gente... agora me conta o que aconteceu naquele dia em que eu segundo a minha mãe “briguei na escola”. Quero saber se foi realmente verdade?

— Como assim? Você não consegue lembra? - Indaga Luíza com sua testa franzida.

— Não. Eu peguei oito pontos em minha cabeça e por causa disso eu perdi a memória e não consigo lembrar aquele dia. Sei que vocês sabem e então contam pra mim.

— Pensei que soubesse por isso que não toquei no assunto pensando que você não queria falar sobre o ocorrido.

Disse Gui olhando em meus olhos e eu percebi que ele estava um pouco nervoso desde que chegou.

E era esse comportamento deles que não estava entendo. Era algo serio para que não quisessem falar?

— Não eu não lembro e quero que digam logo! Eu sei que deve ter sido muito grave mais eu tenho direito de saber já que não consigo me recordar.

— Bruno, escuta, nós não sabemos direito o que aconteceu naquele banheiro... - disse Lu começando a falar. — Nós estávamos no intervalo falando sobre o Edmundo e sua turma...

— O Edmundo? O que esse garoto tem haver com isso?

— Er... Ele tem tudo haver com o que aconteceu. - responde Gui.

— È verdade, ele foi o principal responsável por você ter ido parar num hospital, mas se bem que Josh estava impossível também e queria terminar falando que você era um...

Lu não completa uma pequena parte importante mais ainda assim não sendo o suficiente para me deixar satisfeito. Falando que eu era o que?

— Continua, o que Josh falava?

Ela estava temerosa em falar, olhou para Gui que também parecia tenso.

— É... Ele te insultava chamando de... De viado!

Fiquei gelado. Não acredito que aquele desgraçado estava me ofendendo e pior na frente dos meus amigos. Isso é constrangedor.

Olhei para meus amigos que estavam sérios me fitando, eles estavam inseguros quanto a isso e eu muito assustado sem saber o que falar. Josh tinha me chamado de viado e agora meus amigos começariam a desconfiar de mim e isso era muito ruim.

— Bruno não dê importância para o que aquele inútil fala, você não é o que ele diz ser. - Lu tenta me deixar tranquilo.

Ela não imagina como essa situação é péssima, em como estou com medo de ser descoberto e principalmente desprezado.

— Luíza está certa Bruno, Josh é um idiota, não fique com medo do que os outros vão falar. - meu amigo é mais um nessa história que quer defender e privar do inevitável.

— Vamos esquecer isso!

Quero mudar esse assunto, pelo menos essa parte que é arriscada para a minha sexualidade.

— Tem razão é melhor esquecer tudo. - Lu confirma.

Convidei meus amigos para passar à tarde comigo e logo fomos almoçar e quando acabamos os chamei para uma maratona de filmes de comedia em meu quarto. Foi divertido ficar com eles, me sinto mais a vontade e livre sem me preocupar se vou ou não ser criticado pelo jeito de ser, eles me compreende e não desconfiam de nada e isso é reconfortante.

Não precisei me preocupar com nada enquanto estava com meus dois amigos, somente em passar o tempo e não lembrar de um rosto bonito que pode acabar comigo em um estalar de dedos e o seu nome é Edmundo Ribeiro.

***

— Amanhã o viadinho do Bruno retorna a escola. - Josh comentou com seu amigo Caio enquanto jogavam uma partida de Xbox.

Os dois garotos estavam na casa de Josh já que são muito amigos e o pai dele o diretor da escola Dr. Ramon não se importava com a companhia de seu filho. Eles estavam curtindo a semana de suspensão e souberam aproveitar muito bem. Na segunda-feira tudo voltaria à rotina normal e prosseguiria de onde parou.

— È eu “tô” sabendo.

Respondeu Caio sem tirar seus olhos da tela do jogo.

— Vai voltar cheio de atitude depois de ter sobrevivido ao nosso atentado de morte. - Josh falava com escarnio, ele não conseguia tirar sua raiva sobre esses gays imorais e achava que estava fazendo o certo caçoando e humilhando Bruno.

Mesmo tendo levado uma bofetada de seu pai na frente de todos, Josh não pararia de infernizar o pobre Bruno, muito pelo contrario por que agora que sua raiva tinha ganhado outro nível e o faria pagar por essa cena do tapa na frente de todos.

— Pode até voltar mais confiante, mas o que é dele esta no forno.

Comenta Caio tramando uma armadilha em sua mente perversa.

— Então está planejando alguma coisa? - Josh ficou interessado. — Algum plano pra infernizar o viadinho?

— Sim tenho o plano perfeito e vamos usar uma pessoa do nosso grupo como cobaia.

Caio ia dizendo sua suposta ideia para outra vez zombar da cara de Bruno, Josh ficava interessado e curioso para saber mais o que a mente de seu amigo estava traquinando. Caio era o gênio que sempre elaborava ideias interessantes e apostava como essa não seria diferente.

— E quem seria a pessoa posso saber? - curioso o outro perguntou.

— Ninguém melhor que o Edmundo para cair matando em cima do viadinho.

— O Ed, será que ele vai aceitar?

— Vai sim, ele não tem escolha e sei que faria qualquer coisa para humilhar aquele viado, bem que ele queria mata-lo com as próprias mãos.

O que o jovem Caio dizia era uma pura e triste verdade, tudo que aconteceu foi cômico e muito inesperado, porem muito bem aceito por todos que gostaram da ideia de ver o viadinho todo ensanguentado no meio do banheiro.

— E qual é o plano dessa vez?

O filho do diretor da escola queria saber dessa ideia com mais clareza.

Caio que estava ávido nas suas ideias de tramoias contra o pobre Bruno, ele falava enquanto suas mãos pilotavam o controle remoto do vídeo game.

— O plano é seduzir o viado e ninguém melhor que o Ed para fazer isso.

O outro concordava com essa logica.

— È mesmo já que Bruno deu a perceber que é a fim do garanhão da escola.

Caio não gostou muito do modo como Josh se referiu a Edmundo.

— Garanhão é a porra! Ed apenas tem sorte, sem mim ele não seria nada, eu ainda sou muito melhor que ele.

— Hum... È impressão minha ou senti uma pitada de inveja nessas palavras?

Josh ousou alfinetar o amigo, mas essa é a mais pura realidade, estava muito bem claro que Caio sentia uma inveja de Edmundo por que em pouco tempo ele conseguiu ser aquilo que Caio nunca foi e isso deixa o outro se roendo amargamente de raiva por dentro.

— Tá tirando onda com a minha cara! Eu apenas estou dizendo que Edmundo não é tudo aquilo que diz que é.

Ele inventa uma desculpa e Josh finge que acredita.

— Mas ele é o mais popular e tem todas as gatas aos seus pés, e até a Camily morre por ele.

Caio ainda continuava achando que era o melhor.

— A magrela da Camily é mesmo muito oferecida, até de mim ela já deu em cima. - ele fala como se isso lhe desse alguma vantagem.

— Ah tá! E pegou ela?

— Claro acha mesmo que eu ia deixar aquela delicia dando sopa!

Caio ficava até novamente excitado só de pensar no corpo magro, porem com curvas perfeitas que Camily possuía, qualquer cara ficava caidinho por ela.

— Mais quem tá no lucro mesmo é o Edmundo, ela mesmo sabendo que ele nunca a levaria a serio não desiste nunca de tentar.

— È muito otário por não assumir ela como namorada, e quer saber acho melhor ele não ter nada sério com ela.

— Por acaso tu tem algum interesse fixo nela? - Josh atiçou sua curiosidade.

Caio por um minuto ficou calado, fixou sua atenção para a tela da TV concentrado no jogo tentando pegar a bola do jogador de Josh que saia driblando e chega na área do goleiro e chuta errando o gol.

— MERDA! - Josh gritou frustrado por ter errado o gol, eles estavam jogando FIFA.

— Cara tu é perna de pau mesmo, hein! - Caio comentou tirando com a cara do amigo.

— Nada ver cara tu que não deu espaço.

— Estou atacando e defendendo.

Os dois continuaram a seguir com a diversão pelo resto daquela noite e em nenhum outro momento mais tocaram sobre o plano, porem eles comentariam logo no dia seguinte com os outros do grupo e era só esperar que tudo saísse da forma como queriam ou não.


Notas Finais


Gente eu irei deixar por enquanto os cinco primeiros capítulos para que tenhan uma melhor compreensão dos fatos da história, primeiro capítulo sempre é meio confuso, por essa razão vou adiantar a história aqui só por que sou muito bozinho. Bjinhos.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...