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História Um amor de cabelos ruivos - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Opaa pessoal
Espero que gostem dessa fic, faz MUITOS anos que não escrevo e espero não ter perdido o jeito.
Me motivei a escrever essa quando procurei fics da Triss com o Gerald e não achei quase nada (pô gente T^T), então cá estou.
Os capítulos vão sendo lançados aos poucos com no maximo uma semana entre um e outro.

Nesse cap aqui, vamos tratar do gerald lembrando daqueles dias, onde conheceu Triss Merigold e das melhores lembranças do bruxo com a feiticeira ruiva (esse capítulo trata de uma obra 100% ficcional, todo meu embasamento da saga se resumo a The Witcher 3 e o livro Ultimo Desejo, da saga).

Atenção, esse capítulo tem conteúdo +18

Espero que gostem, guys <3

Capítulo 1 - Lembranças de onde tudo começou


- Um quarto para passar a noite. - Disse secamente Gerald, se dirigindo á estalajadeira, enquanto pressiona uma ferida de combate,causada por um Nekker que encontrou a caminho da estalagem.

              Era um excelente quarto para a região, uma vila pequena, ao lado da taverna Sete Gatos, em frente a gigante cidade de Novigrad. O fato do quarto possuir uma pequena tina de madeira onde se banhar já excedia as expectativas do Bruxo, tal como serviria bem para lavar a ferida.

              Desceu rapidamente, solicitou água para o banho enquanto bebia uma cerveja qualquer, a fim de conseguir relaxar. Podia ver ao redor os poucos moradores do vilarejo, junto aos mesmos, ainda vestindo sua armadura, soldados do Fogo Eterno. A mera presença dos mesmos foi suficiente para despertar uma irritação considerável no Bruxo, que os observa discretamente, pensando no perigo que os mesmos ofereciam para ele, Yennifer e... Triss...

               Triss, sim! Triss Merigold está vivendo em novigrad, em meio a ira do Fogo Eterno, em meio as feiticeiras queimadas na fogueira! Tinha de... se acalmar.

               Triss é uma das pessoas mais fortes que já conheceu, não há porque se preocupar com ela, Triss nunca se deixaria ser pega por algo chulo como uma religião. Ela sabe se defender melhor do que eu mesmo.

            Foi enquanto os observava que notou rapidamente a face de pesar entre uma cerveja e outra, do grupo de soldados, tão similar a de todos os outros moradores da região, aqueles assolados pela guerra e falta de alimento, vivendo às margens de uma das maiores cidades do continente. Enquanto via o estalajadeiro descendo as escadas já com baldes vazios, o único pensamento que veio a mente de Gerald foi de que o pesar alcança a todos, seja você um bruxo, um fazendeiro ou um soldado.

Já em seu quarto, despido em sua banheira de água agradavelmente quente, Gerad se permitiu relaxar, sentiu a água tocando seu corpo, invadindo seus poros e aquecendo sua pele. Esfregou o corpo, retirou o sangue seco, lavou os cabelos e finalmente se sentiu, na medida do possível, limpo. 

             Raras vezes seu corpo esteve tão oposto a seus pensamentos. 

             Enquanto seu corpo cheirava agradavelmente, sua mente não se afastava da constante ameaça da Caçada Selvagem, Ciri estava em perigo, estaria ela em Novigrad? Encontraria Ciri no próximo dia, limpo e apresentável, lhe daria um abraço e a salvaria de todos os males do mundo? O que acontecera com Yennifer? A feiticeira sabia onde estava e não se dignou a procurá-lo, não se dignou a explicar a situação, nem mesmo um beijo verdadeiro... Esses pensamentos deixavam Gerald louco, a paixão mista a incerteza, a dor da perda e o arrependimento de ter perdido a memória... sabia que aquela relação era horrível, era insuportável, ainda mais depois de conhecer Triss.... Sempre falam que o comportamento de Yennifer é devido a sua personalidade forte, a seu ímpeto e vontade de viver, mas e Triss? Tão forte quanto e talvez mais, nunca se deixou abalar, sempre vivendo e me fazendo viver. Triss é tão forte quanto ou mais e não se comporta assim...

Gerald ainda se lembrava da cor do céu quando acordou em uma cama macia ao lado da janela, zonzo e machucado da Batalha no Pântano. A voz que ouviu foi desconhecida, o rosto que viu foi desconhecido, o ambiente era desconhecido, mas não tardou para sentir como se aquele ambiente fosse parte de si, sua casa.

             Lembrava-se de perguntar por que uma feiticeira como ela sabia fazer coisas simples como assar pães e caçar com as mãos. É até meio ridículo lembrar disso agora, realmente não conhecia Triss.

            Os dias foram passando e seu corpo totalmente curado, no entanto continuava a acordar todo nascer de dia na mesma casa da feiticeira de cabelos ruivos, e mesmo assim, não via motivos para partir. Lembrar-se disso agora dava uma dor no peito, pensar que neste momento, onde não via problema em estar com Triss e a ver penteando seus cabelos antes de dormir, poderia estar salvando Ciri e Yennifer. A dívida com ambas deveria ser sanada o mais breve possível, mas, não agora. Agora precisava se curar antes de tudo, antes de ir para Novigrad. 

           Já que tinha de esperar, gostaria de lembrar mais dos dias com a feiticeira ruiva.

Lembrava-se vivamente do primeiro beijo que se deram. Gerald nunca precisou de rodeios, o flerte sempre foi direto, no entanto a alegria da feiticeira parecia pura demais para uma abordagem fria assim. No fim, graças a cautela do Bruxo, foi Triss que, ao pedir para Gerald fechar os olhos, lhe deu um beijo. É claro que Gerald sentiu a aproximação, o beijo não foi uma surpresa, mas sim a sensação. Com os olhos fechados podia lembrar perfeitamente do cheiro do corpo de triss, podia lembrar de sua aproximação e da sensação de seu corpo se aproximando do seu, lembrar de como encaixou sua mão na dele enquanto, com a outra, dedilhava sua nuca e por último, os lábios se tocando.

            Gerald lembrava de ter iniciado com esse beijo simples e seguido para um profundo, como a tempos não beijava, desde quando? Hoje pensando nisso sabia que nesta ocasião, não fazia tanto tempo que havia beijado Yennifer. Mas não queria deixar a feiticeira preta e branca estragar essa memória. Neste momento agradeceu por meio segundo a amnésia que teve, sem seguida veio o remorso e o pensamento em Ciri e Yennifer, e, novamente em um bruto esforço para relaxar, focou em lembrar de Triss novamente.

Lembrou-se então da primeira vez que foram para a cama, uma lembrança extremamente feliz. Iniciada na noite, com algumas taças de vinho e com a feiticeira retirando-se para dormir enquanto o bruxo permanecia sentado, pensando com graça na teoria de que bruxos não têm sentimentos, olhando para si agora e tentando entender em que situação estava. Lembra-se de sentir uma aproximação, e ao virar-se , estava Triss em seus tão finos panos de dormir, cobrindo seu corpo como um tecido esconde uma obra de arte, uma obra de arte que deve ser tocada e admirada.

              Foi instintivo o beijo que direcionou à ruiva, tal como a pronta resposta da mesma. Não houve calma nesta vez, o beijo começou intenso, como quem não aguenta mais guardar o segredo da vontade, como duas pessoas que passaram as últimas horas bebendo vinho e conversando conversas divertidas e banais. Com ela Gerald esquecia-se que era um bruno, esquecia que era Gerald de Rívia e passava a ser... só Gerald.

              Essa vez foi ele que a empurrou contra a parede para intensificar o beijo, foi ele que a segurou na nuca e foi ele que puxou sua cintura. Lembrava perfeitamente que foi neste momento, ao puxá-la e tocar levemente suas nádegas, que sentiu que naquele momento sua única peça de roupa era aquela frágil camisola.

                O sorriso sacana no rosto de Triss foi a melhor parte.

                Em um gesto rápido o bruxo a puxou para seu colo, indo rapidamente para o quarto e colocando Triss com toda a delicadeza na cama. Lembrava-se de seu cabelo bagunçado, sua roupa meio elevada, mostrando uma de suas coxas, mas, acima de tudo, lembrava-se da expressão de Tesão no rosto da feiticeira. Lembrava-se da vontade que tinha de conhecer cada parte daquela mulher, vê-la aproveitar cada minuto daquela noite e, acima de tudo, chamar seu nome com a voz fraca, tal como fez depois.

               Gerad lembra de ter retirado sua roupa utilizando apenas uma mão, pois a outra se mantinha ocupada segurando a coxa direita de Triss. Começou por cima o processo de despi-la. iniciando por seus ombros e migrando para seus seios, retirando a camada de tecido com toda a paciência que lhe tinha, e admirando cada trecho daquela obra de arte.

                 Beijou delicadamente seu rosto, principalmente próximo a boca para provocar a todo momento, para, apenas quando ela o puxou pela nuca, direcionar seus beijos a sua boca, sentindo a luxúria do beijo de Triss e cada um dos toques de sua língua. Enquanto isso sua mão deslizava pela coxa da mesma, se aproximando insinuosamente de sua região íntima.

                    Os beijos foram descendo, passando por seu delicado pescoço e despidos ombros, se direcionando para seus seios, onde a atenção de Gerad foi direcionada, primeiro um seio, acariciando-o levemente e passando delicadamente a língua. Podia ouvir a respiração de Triss ficando mais pesada conforme continuava, passando então para leves chupões e apertos na coxa ainda mais intensos.

                           A mesma atenção foi direcionada ao outro seio, agora tirando a mão da coxa e posicionando-a na bunda da feiticeira, que deu um leve gemido, claramente involuntário, seguido por outros iguais conforme Gerald intensificou os chupões e beijos na mesma.

                            Gerad podia ver o rosto de Triss transbordando de tesão a cada nova ação do bruxo, que em seguida levantou-a e retirou o resto de seus panos que ainda escondiam seu corpo nu. 

                      O bruxo lembra de ter se afastado para contemplar aquela mulher magnífica deitada agora na cama, apenas esperando por alguma nova atitude sua, ou assim pensava.

                         Ao se inclinar em direção a feiticeira, a mesma segurou Gerald e o puxou para a cama, deitando o bruxo e aproveitando a ocasião para subir em cima do mesmo, ainda vestido. Triss retirou primeiro sua camisa, enquanto se mantinha sentada estrategicamente em cima de seu pau. Ter a feiticeira ruiva nua sentada em cima de si o enlouquecia como nada. 

                             Triss olhava atenda ao corpo do Bruxo, enquanto mordia o lábio inferior e utilizava suas duas mãos para segurar as de Gerald. O olhar da feiticeira então direcionou-se ao seu e, enquanto inclinava-se lentamente para beijá-lo, Triss começou a mexer seus quadris, rebolando levemente em cima do pau, ainda coberto pela calça, de Gerald.

                              O bruxo já não aguentava mais, precisava daquela mulher e precisava agora, no momento que teve este pensamento, sentiu a mão da feiticeira invadindo sua roupa e tocando seu membro. Antes que se desse conta, Triss estava com seu pau na boca, lambendo lentamente a fim de provocar, passando a lingua em toda a extensão e chupando levemente.

                            Não tardou para a feiticeira parar com a tortura e começar a chupar de verdade, conseguia encaixar toda sua boca, engasgando levemente e voltando para chupar suas bolas. Usava as mãos com maestria, mesclando com sua boca, fazendo o bruxo se aproximar de seu ápice. 

                        Embora quisesse muito fode-la, Gerald não podia deixar assim, afastou Triss, que o olhou com a face rubra e fazendo biquinho por afastá-la de seu pau, e a posicionou deitada na cama. Com todo seu autocontrole, apenas observou aquele monumento deitada, enquanto se curvou lentamente beijando sua barriga, descendo lentamente para seu ventre e em seguida para sua vagina. 

                          Gerald sempre gostou de preliminares e já saiu com muitas mulheres, mas nenhuma delas ficou tão molhada quanto Triss estava naquele momento. Gerald deu seu dedo para a mesma chupar, e, após molhado, o inseriu sem dificuldades na boceta encharcada da ruiva que no mesmo momento se contorceu em um gemido alto. 

                        O bruxo queria meter o seu pau na boceta de Triss, no entanto também queria ver a feiticeira primeiro gozar em sua mão, ou melhor, em sua boca.

                     Gerald se inclinou e, enquanto enfiou mais um dedo na feiticeira, passou sua língua suavemente por sua boceta encharcada, fazendo-a gritar novamente de prazer. A cada vez que seus dedos entravam, o bruxo intensificava o ritmo em que a chupava, até que, em um grito muito alto, tal como um puxão em seu cabelo branco, Gerald viu a feiticeira gozar.

                    Com a voz rouca e um sorriso safado, a ruiva disse - agora você pode vir.

                   Gerald não precisou ser chamado duas vezes, pincelou a boceta da feiticeira com seu pau e o encaixou na entrada da boceta da mesma, observando a expressão de descontentamento no rosto da mesma e achando graça daquilo

                     - Para com isso, Gerald, mete logo!

                     E foi o que o bruxo fez.

                     A lembrança de Triss gemendo seu nome enquanto metia nela, a expressão de seu rosto e o tom de sua voz rouca pedindo por mais, essa era a melhor lembrança que Gerald poderia ter.

Até ouvir uma batida na porta seguido de um "ah, quarto errado". Mas a desculpa de quarto errado não foi suficiente, Gerald já havia retornado à realidade. 

             Ciri estava em perigo, Yennifer estava por ai e Triss... Amanhã estaria em Novigrad, na mesma cidade que Triss. Será que ela sente raiva? Será que esqueceu? Como irá tratar? Como conviver?

               A água estava gelada, Gerald decidiu que a melhor decisão seria ir dormir e pensar nisso pela manhã.


Notas Finais


É isso guys, espero que tenham gostado, espero que tenha sido uma boa leitura e espero que tenham gostado dos persoagens. To por aqui e logo logo volto com o cap 2 <3


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