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História Um amor de contrato - Capítulo 13


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Notas do Autor


Oi, gente! Eu tô viva! Depois de uma infecção terrível, a gripe se apoderou de mim. Estou me recuperando. Então, já que devo um cap a vocês, vim para isto! Vamos aproveitar nossa quarentena para ler mais um capítulo dessa história, esperando que tudo fique bem e que eu possa postar os outros no final de semana.

PS: Agradeço de todo o coração os comentários. Não estou conseguindo responder, mas tenho lido todos com muito carinho. Não tô legal esses dias, realmente :/

PS¹: Mantenham a quarentena. Se precisarem sair, evitem tocar a região do rosto e ter contato com outros. Evitem aglomerações (mesmo sabendo que é complicado). Lavem bem as mãos com água e sabão. Vamos nos cuidar por nós e pelo outro. Juntos vamos sair dessa crise terrível.

Capítulo 13 - Levemente mais perto


Rony se sentia como um peixe fora d’água. Olhava ao redor e a sensação de temor preenchia o seu interior. Como poderia estar com medo daquele local? Não, não era medo, era estranhamento.

Espalhadas pelo lugar, contou seis mulheres, ao todo, sem adicionar a recepcionista ao somatório. Sabia que não deveria se sentir assim, mas pensou seriamente se aquela foi uma boa ideia. Perguntou-se o motivo de ter resolvido fazer aquilo, de estar ali. Deveria apenas ter deixado que Gina a acompanhasse como ela falou.

— Ronald, realmente, não precisa — Hermione começou — Sei que você leva seu trabalho a sério, porque já deu pra perceber isso, e sair assim, no meio do expediente, não vai ser legal. Além do mais, a Gina já disse que pode ir comigo, então...

— Hermione, eu sei e entendo o que você está falando — ele rebateu sem esperar que ela terminasse os seus argumentos — Mas essa criança também é minha e será minha filha, não da Gina. Por que não posso te acompanhar até a obstetra?

— Claro que você pode! — ela respondeu exasperada — Não foi isso o que quis dizer. Apenas estou pensando no seu trabalho e...

— Se é pelo trabalho, então está tudo certo. Venho te buscar às quinze e trinta.

Pois bem. Ali estava ele na sala de espera da obstetra que iria cuidar de Hermione. Realmente havia sido uma boa ideia a de Harry em optarem fazer a inseminação com um médico desconhecido, assim seria mais fácil e não teriam de se preocupar em criar desculpas. Agora, diante de todos ali presentes, eram um casal normal.

Hermione, sentada ao seu lado, trajava um vestido leve, sandálias baixas e a perna estava cruzada. Lia alguma reportagem aparentemente interessante em uma revista de fofocas, mas ele nunca havia imaginado que ela gostasse de fofocas. 

Das outras mulheres, apenas duas estavam acompanhadas e os seus companheiros pareciam bem mais à vontade do que ele. Observou que um deles estava feliz, acariciava a barriga proeminente da mulher ao seu lado com devoção. Pensou se algum dia teria esse tipo de reação com Hermione. 

— Você se sente bem, Ronald? — Hermione perguntou entre cochichos. Como ela percebeu? Não estava lendo?

— Estou... Acho que estou — respondeu no mesmo tom.

— Você deve estar nervoso. Esse é um ambiente novo e desconhecido pra você. É normal se sentir estranho...

— É mesmo? — ele perguntou com um ar desesperado e ela sorriu.

— É, sim!

— Hermione Granger?

— Sou eu — ela responde e se levantou, devolvendo a revista ao balcão onde estavam as demais. Olhou para Rony depois de dar dois ou três passos — Vamos?

Ele se levantou de supetão. Seguiu no encalço da jovem em direção a uma sala ao final do corredor. Hermione bateu à porta, esperou um pouco e ouviu uma voz que lhes deu a permissão para entrarem.

— Boa tarde, drª Scott — Hermione se aproximou da médica com um sorriso amigável — Lembra de mim?

— Hermione, minha querida — a mulher, que aparentava uns quarenta a cinquenta anos, se levantou em direção à jovem — Não tenho muitas pacientes com esse belo nome. E você? — ela se direcionou ao ruivo que engoliu em seco ao ser notado — É o pai do nosso bebê?

— Sim... — a voz de Rony saiu com leve desespero e ela lhe ofereceu a cadeira, não escondendo a animação. Hermione sentou ao seu lado — Ronald Weasley, prazer em conhecer a senhora.

— Vejo que, dessa vez, a gestação tem boas diferenças...

— Sim... — Hermione sorriu novamente, acanhada — Até casei — ela comentou mostrando a aliança para a médica e Rony se surpreendeu com aquele gesto.

— Ah… Realizou o seu sonho! Fico muito feliz por isso, Hermione. Você é uma garota incrível. Claro que encontraria um garoto incrível para compartilhar os bons momentos da vida...

— Sim... — ela pareceu um pouco constrangida. Rony continuou calado, estranhando tanta intimidade entre as duas, pensando em como aquele casamento poderia ter sido a realização do sonho dela.

— E a Rose, como está? 

— Enorme — Hermione respondeu com um sorriso satisfeito — Brincalhona ao extremo e muito inteligente. É muito amorosa e bondosa. A senhora precisa vê-la.

— Por que não a traz com você da próxima vez?  Tenho certeza que ela tem se tornado uma menina incrível!

— É sim… — o sorriso ainda maior.

— Pois não deixe de trazê-la. Depois você leva essas criaturinhas lindas para o pediatra e nunca mais lembra de mim.

— Vou tentar trazê-la em algum momento.

— Vou esperar — a mais velha sorriu —  Pois bem. Vamos lá. Já me entregaram os testes de triagem e o peso está um pouco baixo. Não tem se alimentado?

— Bem... — Hermione começou prevendo a bronca.

— Não, ela não tem — mas foi Rony quem respondeu de supetão — Tem tido muitos enjoos e tonturas. Vomita muitas vezes durante o dia e quase não come — as frases saíram quase sem pausas.

— Nossa... Que papai atento — a mulher comentou com carinho e Rony se sentiu estranho — Vamos para a maca? Depois vou te receitar umas pastilhas para o enjoo.

— Sim... Claro! — Hermione respondeu se levantando e indo em direção ao banheiro. Instantes depois ela saiu vestida com uma bata e se direcionou para a maca, onde a médica a esperava. Não olhou para Rony, parecia envergonhada.

— Vamos lá, então... — a drª Scott começou afastando a bata e deixando a barriga, e calcinha, de Hermione à mostra. Ela ficou vermelha e desviou o olhar do de Rony assim que eles se encontraram. Rony queria enfiar a cabeça em um buraco qualquer e sentiu o pescoço queimar com aquela situação — Se aproxime, papai.

Ele caminhou em passos pesados e se colocou ao lado de Hermione. Tentava evitar de todas as formas focar na calcinha branca com lacinhos azuis que ela usava. Estava constrangido e tentava relevar a sensação observando fixamente a tela à sua frente.

— Aqui está o bebê de vocês — a draª Scott continuou e eles conseguiram ver algo em meio a borrões — E ele está muito bem posicionado.

— Parece um caroço de feijão — Rony comentou encantado. Aparentemente havia se esquecido do resto que o cercava para contemplar aquela tela com tantos números e imagens distorcidas.

— E é quase isso — a drª concordou — Você está entrando na sexta semana, Hermione. Já tomou as vacinas necessárias?

— Sim. E já comecei o ácido fólico desde que descobri que estava grávida — Hermione respondeu e ele se sentiu um estranho no ninho.

— Excelente, como sempre! — a médica a olhou com carinho — O que poderia esperar de você se não essa atenção? Ronald — ela se voltou para ele — Você escolheu a melhor mulher do mundo para ser a mãe do seu filho — havia carinho em sua voz e Rony se sentiu satisfeito com aquela colocação, embora ainda constrangido.

De repente, ele ouviu um som forte e compassado. Olhou assustado da drª Scott para Hermione e tomou um choque ao ver que a jovem levava as mãos aos olhos. Estava chorando, emocionada.

— Esse é o coração do seu bebê, Ronald.

Foi ali que ele se deu conta de tudo o que estava acontecendo. Uma sensação estranha se apoderou dele e o seu coração se esquentou de uma alegria que jamais saberia explicar. Era o coração do seu bebê, e como batia forte.

Sem pensar em mais nada, se deixou levar por aquele momento tão íntimo, tão intenso. A drª continuou o seu trabalho, fazendo medições, cálculos e pesagens ao deslizar aquele aparelho na barriga de Hermione, mas, para ele, naquele momento, só existiam ele, Hermione e o coração do seu filho.

***

Hermione estava sentada no seu quarto, as pernas estendidas sobre um pufe. Sentia-se inchada, cansada e o estômago parecia em chamas. Acariciava a barriga de quase dois meses e conversava com o seu bebê, pedindo que ele deixasse seu estômago em paz e diminuísse a ânsia que ela sentia.

— Como se sente? — Rony perguntou à porta.

— Parece que vou explodir a qualquer momento — ela falou com simplicidade, os olhos fechados e a sensação de vômito voltando.

— Eu trouxe um suco — ele entrou com o copo na mão — Rose disse que você gosta de suco de laranja.

— Obrigada. Eu gosto, sim. E como foi com ela? — perguntou enquanto recebia o copo e tomava um gole do suco.

— Foi tudo bem — ele começou — Avisaram que o aniversário vai terminar por volta das 19h, mas não se preocupe, eu vou buscar ela também.

— Muito obrigada por tanto auxílio — ela falou verdadeiramente agradecida.

— Não tem o que agradecer, eu só...

A frase foi interrompida bruscamente. Hermione levantou-se da poltrona com demasiado desespero e correu em direção ao banheiro. As mãos estavam sobre a boca e, instantes seguintes, ele ouviu aquele som que se tornava tão familiar ao longo daquelas semanas.

Ele havia mudado um pouco a sua rotina. Parou de madrugar e partir para a empresa quando tudo ainda estava escuro e começou a passar mais tempo em casa, principalmente no horário da manhã, período no qual Hermione parecia ficar pior e que dona Julie havia dito que era quando ele seria mais necessário, quando a jovem mais precisaria dele. Queria estar presente quando necessário.

Fazia pouco mais de um mês que as duas haviam se mudado. As coisas estavam menos estranhas, ao menos agora eles conseguiam conversar mais tranquilamente, sem aquela sensação de peso sobre os ombros. 

Para Rony, a nova rotina não era tão complicada, mas ele ainda tinha receio de que, a qualquer momento, pudesse fazer algo que magoasse e afastasse a jovem novamente. 

Andava pisando em ovos, não queria perder o pouco de confiança instituído desde o dia da primeira consulta com a obstetra, e a admirava cada vez mais por ela ser como era. 

Sabia que essa situação nada mais era do que autodefesa, e na situação da jovem Granger, diante de tudo o que havia vivido e do que vivia agora, por culpa dele, autodefesa parecia ser algo totalmente necessário.

Com passos lentos, se aproximou do banheiro. Ela estava sentada no chão, os cotovelos apoiados nos joelhos, as mãos cobriam o rosto. Os cabelos, desgrenhados, desciam em cachos displicentes sobre os ombros e escondiam o perfil do seu rosto. 

Ele saiu um pouco, voltando logo em seguida. Ela já estava de volta na cadeira, a cabeça para trás, apoiada na poltrona, os olhos fechados, como antes.

— Como está se sentindo agora?

— Nem sei te dizer... — ela respondeu sem ao menos abrir os olhos — Está tudo revirado por dentro.

— Não deve ser fácil — Hermione sentiu que ele havia se sentado ao seu lado — Eu sinto muito.

— Não é... — ela o olhou por fim — Mas não precisa se desculpar. Não é sua culpa, afinal...

— Eu trouxe essa água de gengibre — lhe entregou o copo e concordou com ela, mesmo que discordasse quanto a ter culpa — A dona Julie me disse ontem que é bom para melhorar a ânsia. Ela me explicou como fazer e eu deixei pronto na geladeira, já que ela não viria hoje — os vômitos de Hermione se estendiam durante os dias e as madrugadas.

— Obrigada! — Hermione agradeceu e se encantou com aquele gesto — Devo estar te incomodando esses dias, não é?

— Não... Claro que não, Hermione. Você está grávida e os vômitos e enjoos são normais. Eu dei uma pesquisada e talvez você esteja com... — ele olhou um papel que estava em seu bolso e continuou — hiperêmese gravídica. Acho que é assim que se fala. É bom falar com a drª Scott na consulta da semana que vem e... — ele parou de falar ao ver que era observado por Hermione — O que foi?

— Você pesquisou tudo isso? — ela tinha um brilho diferente nos olhos. Um sorriso contido decorava o seu rosto.

— Bem... — ele coçou a cabeça com acanhamento — Na verdade, sim. Eu tenho pesquisado e até comprei uns livros — ela sorriu e ele sorriu junto — Eu não quero ser um pai desinformado, sabe?

— Acho que sei — ela sorriu ainda mais. Tomava sua água distraída com a conversa.

— Deve estar me achando um bobo, não é? — ele estava acanhado, mas parecia estranhamente à vontade.

— Não mesmo — ela falou convicta após mais um gole — Estou achando diferente... — pareceu distante por um breve momento — Bem... Com a Rose eu não tive muito apoio, como você já sabe...

— Sim… Mas agora é diferente. Vou ser um pai presente e quero aprender sobre tudo o que puder. Quero te ajudar durante esses meses. Sei que não tem sido fácil e nem vai ser daqui pra frente...

— Você está me deixando comovida, Ronald — ela comentou com os olhos cheios de lágrimas — Meus hormônios me traem... Não faz isso com uma grávida.

— Não quero te fazer chorar — ele se exaltou vendo os olhos brilhantes e a voz falha dela por tentar controlar o choro.

— Não estou chorando — ela levantou o rosto, os dedos indo aos olhos — Foi só um cisco.

— Que bom — ele sorriu e aceitou a desculpa. Ela sorriu de volta — Bem... Como te disse, tenho pesquisado bastante e quero te propor uma coisa...

— Como você gosta de me propor coisas, Ronald — ela pareceu ralhar, mas estava brincando.

— Eu sei — ele estava constrangido, a mão coçou a nuca mais uma vez — Sinto muito por isso também… 

— Já disse que não precisa se desculpar — ela começou com gentileza — Estamos juntos nessa. Nada do que eu fiz foi impensado ou algo que eu não sabia das consequências. Por favor, não se sinta culpado por nada. Não estou triste por estar passando por essas coisas porque estou gerando um bebê, uma vida que será muito amada e feliz.

Rony a olhou profundamente e Hermione não conseguiu decifrar o que aquele olhar queria dizer. A princípio, se desesperou. Quando se viu naquele palacete com sua filha, quando percebeu o giro que a vida tinha dado em tudo o que ela sempre reconheceu ser normal, teve medo.

Por um instante, ela o rejeitou. Excluía e negava as suas tentativas de aproximação porque não queria estar naquela situação. Sentiu-se estúpida por ter aceitado aquele contrato, ainda mais estúpida por ter se casado com um homem que ela viu quatro ou cinco vezes. Um homem com quem ela tinha trocado, no máximo, umas dez ou vinte palavras.

Todavia, Hermione percebeu que não era certo culpá-lo por suas dores, por seus problemas, por suas escolhas. Havia a opção de negar aquele contrato, aquele casamento, mas ela ignorou e aceitou. 

Não tinha como ficar impassível diante da alegria da sua filha que, agora, parecia realizar os seus sonhos infantis com a ajuda daquele homem que ela tentou entender desde o início, mas que, a princípio, parecia ser alguém que apenas se preocupava com dinheiro e status. 

A princípio, aquele homem não parecia merecer sua aproximação, mas aquele mesmo homem foi o único capaz de enfrentar a sua mãe. Foi aquele homem que a tirou daquele sistema de desespero e lhe deu uma oportunidade de mudança. Foi aquele homem estranho, que parecia tão preocupado com rendimentos que, sem pestanejar, abriu mão do trabalho para ficar ao seu lado, velando suas horas de enjoos e náuseas. 

O homem que entretia sua filha quando ela não se sentia bem, que chegava tarde ao trabalho para levar a pequena na escola ou na casa das amigas. Era ele que a ajudava com as lições de casa quando sua cabeça parecia em ponto de explodir. O homem que aprendeu a fazer chá de gengibre para que ela se sentisse melhor. O homem que não teve receio de chorar diante de duas estranhas ao ouvir o coração do seu filho bater.

Ele era um bom homem, e todas as aflições que ela alimentou, as mágoas e culpas impostas sobre ele, foram sendo deixadas de lado ao longo daquele primeiro mês. 

Para Hermione, agora, Ronald Weasley era um homem comum, que teve muita sorte ao nascer em berço de ouro, mas que não parecia ser frustrado por sua riqueza. Para Hermione, Ronald era um homem tentando aprender a ser pai desde o dia em que ouviram o coração do bebê. Para ela, Ronald era um homem que merecia ser feliz, porque ela sabia que não era qualquer homem que seria capaz de fazer o que ele fazia por duas estranhas. Ela sabia que ele estava tentando e ela deveria tentar também.

— Então… o que tem para me propor, de novo? — ela perguntou e sorriu, quebrando aquele momento estranho que se colocou entre eles.

— Bem… O que acha de fazermos um curso de pais? — ele perguntou com simplicidade.

— Curso de pais?

— É... Você viu que a drª Scott recomendou porque eu não sei nada sobre isso. Não acho que seria legal eu aparecer no curso sozinho...

— É... Não seria — ela brincava com ele, mas era o de sempre: ele estava tentando — Podemos fazer, sim. Vamos pesquisar alguns.

— Na verdade, eu já pesquisei — ele afirmou e ela arregalou os olhos — Estão aqui — Rony puxou o outro pufe para mais perto e sentou ao lado dela, mostrando alguns cursos que havia anotado no celular. Ela o olhava com encanto e espanto — O que foi?

— Você é mais engajado do que eu imaginei — ela brincou — Não esperava esse tipo de atitude...

— Por que não? — ele se fez de ofendido.

— Não sei — ela estava com a expressão divertida.

— Não sou louco como dizem e... bem, talvez um pouco. Mas tudo isso faz parte do meu papel como pai.

— Não se sinta constrangido, Ronald...

— Ahh... Posso te pedir uma coisa também? — ela o olhou com a sobrancelha arqueada — Pode me chamar de Rony?

— Só se você me chamar de Mione — ela respondeu e seu semblante parecia mais tranquilo.

— Trato feito! — ele concordou lhe estendendo a mão direita e ela a apertou. Em seguida, seguiram combinando o que fariam dali para a frente. 

Na mente de Hermione, o pensamento de que, talvez, poderia ter sido diferente se eles tivessem se conhecido em outro tempo, em outra circunstância.


Notas Finais


Beijocas e até sábado!


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