História Um amor de Havana - Capítulo 2


Postado
Categorias Matthew Daddario, Os Instrumentos Mortais, Shadowhunters
Personagens Matthew Daddario
Tags Amor Verdadeiro, Harry Shum Jr, Matthew Daddario, Shumdario
Visualizações 19
Palavras 3.581
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fluffy, Lemon, LGBT, Musical (Songfic), Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - Capitulo 2


5 Anos Depois

Harry finalmente havia conseguido realizar seu sonho, e hoje era um dos maiores professores de dança que Havana e o mundo já havia visto. Dois anos depois de Matt Daddario aparecer em sua vida, ele se mudou para Nova York, e lá montou uma academia de dança de todos os estilos, e aquela academia era a mais popular, tanto que a Vogue, uma das revistas mais nomeadas queria uma entrevista particular com Harry Shum Jr. professor de dança.

 

- Vamos lá gente. – Ele estava a frente e a sua frente havia um espelho que cobria toda a parede.

Atrás de si havia um grupo de seis pessoas, em volta dele mais de trinta alunos em circulo. Do lado de fora da sala, olhando pelo vidro, haviam outras vinte. Apenas os melhores alunos conseguiam dançar naquela sala com  Harry.

A coreografia começou. A musica escolhida havia sido Havana da cantora Camila Cabello, que havia sido lançada um ano atrás e Harry não sabia o porque, mas aquela musica se encachava perfeitamente na sua vida. Depois de anos , Harry apenas aprimorou cada vez mais os seus passos de dança, o seu estilo, tudo que o fez se tornar um ótimo dançarino e professor.

Do lado da sala um rapaz através da lente da câmera, via com os seus olhos esverdeados, cada passo feito pelo grupo de pessoas. Mas, antes que a coreografia terminasse ele havia ido embora. Ele entrou em seu carro e foi para o seu trabalho, ao entrar no prédio da Vogue, ele foi rapidamente para a sala da editora chefe.

- Como foi lá? – Perguntou ela.

Sua cadeira estava virada para o vidro e lá ela olhava para os grandes prédios.

- Normal... é apenas uma academia de dança. – Diz o rapaz sentando-se na cadeira. – Não entendo o seu interesse nela.

- Matt... – A mulher vira-se. Ela tinha cabelos negros, e olhos castanhos, sua pele era branca como algodão. – Aquela academia é a maior sensação do momento, a Maddie Ziegler, dança naquela academia. – O jovem a sua frente respira fundo.

- Emeraude, o tal dono nem se quer respondeu ao e-mail.

- Você conseguiu falar com ele, certo?

- Não. – Respondeu.

- Sabia! – Exclamou ela. – Para sua sorte, hoje mais cedo ele respondeu o nosso... o meu e-mail e aceitou dar a entrevista e fazer a sessão de fotos.

- E por que você me mandou lá? Pra perder tempo?

- Pra você conhecer o lugar, pois será você que fará as fotos.  – Anunciou ela.

- Sério? Há muito você não me pede pra fazer fotos para o artigo principal. – Matt parecia feliz.

- Claro. Nos últimos anos você parecia muito aéreo e eu não podia colocar os artigos principais a perder, porém, nos últimos meses você está mais centrado e confiante no que faz.

- Muito obrigado... obrigado mesmo. – Matt estava com um largo sorriso. – Mas quando será a entrevista?

- Hoje a noite ás sete. – Diz ela. – E eu vou lhe acompanhar, mas vê se não faz nenhuma cagada.

- Serei profissional. – Afirmou Matt.

- Assim espero.

Matt vai pra casa se preparar pra sessão de fotos. Ele estava sentindo que aquela sessão de fotos seria diferente, sentia que ela mudaria sua vida. Matt toma um banho e coloca uma roupa que deixa suas curvas em evidência. Ele está vestido com uma calça cáqui, uma blusa verde escura que destacam seus lindos olhos de cor avelã e sapatos pretos. Então ele pega sua bolsa com todos os materiais de fotografia que ele irá precisar e vai pra vogue pois ele tem que pegar com sua chefe a biografia de quem ele irá tirar as fotos. Ele chega em sua sala, Emeraude lhe entrega uma pasta com todas as informações, e quando ele vê que é  Harry, o lindo asiático de Havana por quem ele é apaixonado há 5 anos de quem ele irá fazer as fotos , seu coração dispara e suas mãos suam. Ele fica pálido e Emeraude fica preocupada.

- O que aconteceu, Matt ? Você não quer mais fazer?

- Q- Quero sim, claro que quero. – Ele ainda encarava a pasta. - Só achei essa pessoa meio familiar com alguém do meu passado. Mas tudo bem serei profissional. - Matt diz sorrindo para Eme.

- Você não vai tentar se profissional, você será profissional. – Ordenou ela.

Emeraude pega sua pasta, onde tem tudo que ela irá precisar para fazer a entrevista, e então Matt e Eme vão em direção aos seus carros pra partirem pra academia.

Chegando na academia, eles vão pra uma sala aguardar Harry, mas por meio de um vidro que tem lá, dá pra eles verem Harry terminando de se arrumar. Harry está vestindo uma calça preta apertada que fazem suas curvas serem realçadas e uma blusa de manga curta de cor vinho.

A respiração de Matt se acelera , sua boca fica seca, seu coração palpita e suas mãos suam quando ele vê Harry. " Merda, ele não mudou nada. Continua gostoso... Mais ainda. Como vou manter a linha profissional desse jeito ? Mesmo depois de 5 anos , sou loucamente apaixonado por ele ainda , por isso que nenhum dos meus relacionamentos anteriores deram certo."

Harry seguiu para a sala ao lado. Ao entrar na sala, de modo automático a primeira pessoa a qual os olhos do asiático veem, é Matt. O coração do asiático para por um segundo, suas respiração fica falha, suas mãos suam e seus olhos brilham.  Ele se aproxima de forma cautelosa, pensando e articulando os próximos passos. “ Será que ela é alguma coisa intima dele? Por isso ele não voltou?!” pensou Harry.

- Boa noite... Sejam bem vindos. – Ele dá dois beijos um de cada lado da face de Eme e um breve aperto de mão com  Matt.

Harry não consegue tirar os olhos do Matt nem que fosse por um segundo e Eme, percebeu.

- Eu sou Emeraude Toubia, editora chefe da Vogue e esse é Matthew Daddario, nosso fotógrafo.

- È um prazer conhecer  vocês dois. – Harry dá um breve sorrisinho e Matt cora.

- Todos nós ficamos contente quando você respondeu ao nosso e-mail. – Diz Eme.

- Digamos que a Vogue é uma revista muito, muito interessante.  – Harry continuava a sorrir.

- Podemos começar? 

- Sim... mas vamos para um lugar mais confortável. Me acompanhem, por favor. – Harry começou a andar e Eme acompanhada por Matt um pouco mais atrás.

- O que esta acontecendo? – Sussurrou ela para Matt.

- Nada, não está acontecendo nada. 

- Assim espero... não me faça se arrepender por ter confiado em você.

- Eu estou bem! – Matt alterou a voz.

- Chegamos! – Harry abre uma porta francesa. – Bem vindos a principal sala de dança. 

- Como é lindo.  – Ema vê o enorme espelho a sua frente.

As outras paredes que tinham era de cor roxa, acima no teto havia refletores de luz, o chão era de madeira.  No lado havia barras de balé e o cheiro ali dentro lembrava...

- Havana. – Murmurou Matt.

- O que você disse? – Harry olha para Matt.

- Esse cheiro lembra Havana. 

- Realmente. – Afirmou Eme.

Alguns minutos depois tudo estava arrumado.  As cadeiras estavam em frente ao espelho, Matt estava com sua câmera e seus olhos atrás da lente apenas viam  Harry.

- Harry, há quanto tempo você esta em Nova York? – Perguntou Eme.

- Estou há três anos.

- E há quanto tempo você é dançarino?

- Danço desde os dezesseis anos.

- E atualmente você está com?

- Vinte e oito.

- Você dançava em qual boate em Havana?

- Dançava na Tropicana Club. – Ele olha para Matt.

- Quanto tempo você demorou para fazer essa fama que você tem hoje em dia?

- No primeiro ano foi difícil. – Afirmou Harry. – Não conseguia ninguém, mas meus objetivos e sonhos foram mais fortes que tudo.

A entrevista fluiu perfeitamente bem. Depois de algumas horas, após a entrevista, Eme percebeu o quanto Harry era fantástico, simpático e humilde. Já Matt viu que o asiático não havia mudado nada, continuava aquele rapaz simpático que ele havia conhecido em Havana.

- Harry, muito obrigada pela entrevista.  – Eme levanta-se e aperta a mão do Harry.

- Não há de que.

- Quando a entrevista estiver pronta a primeira edição será enviada.  – Eme vê que Matt já estava pronto e saíram da academia.

- Merda! – Exclamou Matt.

- O que foi? – Perguntou Eme.

- Esqueci a lente da minha câmera lá em cima.

- Quer que eu espere?

- Não precisa. – Diz Matt. - Você tem que editar a entrevista.

- E você?

- Vou de táxi.

- Ok! – Eme vai para o carro e Matt a vê ir embora.

Matt volta para academia. Algumas luzes estavam apagadas, mas as únicas que estavam acesas formavam um corredor de luzes.

Matt olha para os lados. As salas seguindo pelo corredor de luzes estavam escuras, e finalmente uma luz no fim do túnel, ou corredor.

- Procurando por isso? – Harry estava com um estojo de lentes na mão.

- Sim. – Matt vai em direção ao asiático mas ele puxa o estojo.

- Ou você estava procurando por mim? – Matt não sabia o que responder?

- Harry... – Matt respira fundo.

- Apenas responda a minha pergunta.

- Acho que você não precisa da resposta. – Matt estava cabisbaixo.

- Por que você não voltou? Eu te esperei por dois anos Matt... dois anos!

- Eu nunca disse que voltaria.

- Então eu fui  idiota por esperar por você? Por me apaixonar por você?

- Harry não foi isso que eu quis dizer. – Matt respira fundo. – Eu não voltei por causa do meu trabalho, aqui eu tinha... tenho uma carreira, não posso por tudo a perder por causa de...

- Um amor bobo? – Completou Harry.

- Eu sabia que se eu voltasse para Havana, eu nunca mais voltaria para Atlanta. Eu não voltaria por você Harry, se você pedisse eu viveria em Havana.

- Eu só aceitei dar a entrevista pra Vogue por sua casa.

- Como assim? – Matt cora violentamente.

- Eu lembrava e algo me dizia que você ainda trabalhava como fotógrafo da Vogue.

- Você realmente me esperou? – Matt o olha ainda corado.

- Te esperei por mil oitocentos e vinte e cinco dias da minha vida. – Harry estava com os olhos brilhando. – Eu te esperei porque eu te amei Matt, porque eu te amei com toda a minha alma... Porque eu ainda te amo Matthew Daddario.

Matt nada fala apenas puxa Harry para si e o beija com voracidade. Seus beijos fazem o asiático entender que Matt sentia sua falta tanto quanto ele, e aquilo o deixou feliz. Apesar do Matt ainda ter muitas explicações para dar. Em meio aos beijos, Matt adentra ainda mais a sala. Matt coloca o asiático sobre a mesa do que parecia ser um escritório, eles continuavam a se beijar.

Calor... Eles estavam sentindo um calor infernal e mais quente que as manhãs de Havana, o calor aumenta quando Matt tira a camisa do asiático e começa a lamber seus mamilos e a mordiscar lentamente. Eles são dominados por um desejo ardente, igual como se viram pela primeira vez. Harry abre a calça do Matt, enfia sua mão na cueca do moreno e o toca. Ele queria mais.

Matt, estava excitado com as caricias do Harry, desabotoando sua calça e a arrancando. Em seguida Matt também tira a calça do asiático, o deixando apenas de cueca. Harry sentia o gelo daquela mesa em sua nádega. Matt puxa Harry ainda mais o fazendo se abraçar em sua cintura.

Já no sofá , Harry estava de quatro, ele sente o barulho do preservativo. Ofegante, Harry encara o moreno Matt pelo canto do olho, o asiático vê quando Matt encosta o pênis em sua entrada, enfia alguns centímetros e depois o agarra pela cintura e com um movimento certeiro se mete por completo dento do asiático, que morde os lábios.

Suas penetrações fortes e profundas faziam Harry gritar de puro prazer. Uma...duas...três...quatro...cinto...seis... Seu corpo receia com gosto e prazer... Sete... oito... Harry queria mais, muito mais! Sua carne arde, sua entrada lateja tomada por Matt. Após varias estocadas fortes que davam a sensação que Harry estava sendo rasgado por dentro, Matt se joga para a frente e solta um grunhido.

Depois do reencontro de almas e de terem um prazer enorme redescobrindo o corpo um do outro depois de tanto tempo, Harry estava deitado no peito de Matt e aproveitando a proximidade que os dois tinham um com o outro.

- Matt, temos que conversar.

- Sim, eu sei , Harry. – diz Matt com a voz sonolenta e olhando Harry deitando em seu peito.

- Mesmo termos ficado todo esse tempo longe eu nunca lhe deixei de te amar. Foram cinco anos e durante todo esse tempo esse sentimento só cresceu, nunca diminuiu. – diz Harry olhando para Matt e fazendo círculos em seu peito.

- Eu fiquei muito confuso com os sentimentos que eu estava sentindo por você, Harry. Era tudo muito novo para mim pois eu nunca tinha sentido um sentimento tão forte como esse. Eu estava no começo da carreira e não tinha como mudar tudo e me mudar para Havana sendo que eu estava confuso com os meus sentimentos em relação a você. Mesmo com todas as minhas dúvidas, eu só tive casos esporádicos de uma noite, não consegui me envolver mais e nem romanticamente pois depois caiu a minha ficha que o meu coração sempre pertenceu a você, Harry. – Matt diz olhando para Harry e chorando.

Harry limpa suas lágrimas , lhe dá um selinho e diz:

- Querido, eu sempre soube que o que eu sentia e sinto até hoje por você sempre foi e sempre será amor. Eu não te pedi para ficar comigo em Havana pois não queria prejudicar a sua carreira e tive medo de você não sentir o mesmo por mim que eu sentia por você. Desde quando você foi pra Havana e eu me apaixonei perdidamente por você, não fiquei com mais ninguém, só me dediquei pra minha carreira , juntar dinheiro e em vir a para Nova York montar a minha academia de dança. E agora, meu Matthew, como iremos ficar? – pergunta Harry olhando esperançoso para o rosto de Matt.

- Mesmo depois de todo esse tempo longe, estamos juntos, nascemos um para o outro. Nosso destino é ficarmos juntos. Sempre encontraremos nosso caminho de volta um para o outro.

- O que vamos fazer agora? – Perguntou Matt sorrindo.

- Venha comigo e será feliz. – Respondeu Harry sorrindo.

Harry levou Matt ate o seu apartamento. Ele não ficava muito longe da academia e Matt conhecia bem aquele bairro. Ao sair do elevador, o asiático estendeu a mão para o moreno, que a segura tranquilamente e o segue pelo corredor. A  porta do apartamento era preta, com detalhes em prata, Harry tirou a chave o do bolso e abriu.

 

                       {  *  *  *  *  *  }

 

O sol brilhava ardentemente, o céu estava azul. Folhas em cores de ferrugem e dourado caiam sobre as calçadas de New York, deixando rastros. Harry sorriu ao ver o sol atravessar a janela do seu quarto e tocar seu rosto, ao olhar para o lado ele vê que Matt estava ali ao seu lado, dormindo de forma angelical.  O asiático pousou um suave beijo na face do rapaz e levantou-se da cama.

- Bom dia. – Matt o segurou pelo braço.

- Não quis te acordar. – Harry voltou para junto de Matt na cama.

- Então é só não sair do meu lado.

- Bem que eu gostaria, mas temos pequenas pessoas para alimentar. – Harry deu rápido selinho em Matt e foi para o banheiro.

Ele ligou a torneira da banheira e sentou-se na borda, seus dedos deslizavam sobre a água e logo após sobre seus cabelos. Ele sorriu ao olhar para sua mão esquerda e ver sua aliança de casamento, ele fazia isso toda manhã.

- Quer ajuda no banho? – Harry levanta os olhos e vê Matt encostado na entrada do banheiro.

- Nós sabemos muito bem com acaba essas suas ajudas nos meus banhos. – Matt se aproximou da banheira e sentou-se ao lado do asiático.

- Já se passaram seis anos e todo dia é como se fosse a primeira vez.

- Nunca pensei que eu seria tão feliz em um casamento.

- Eu sei que eu nunca seria feliz em um casamento que meu companheiro não fosse você. – Matt se aproxima dos lábios do Harry e o beija.

- E cá estamos nós... – Harry deita sua cabeça no ombro do moreno. – Estamos há seis anos.

- Então... vai aceitar a proposta do banho? – Harry o olha e ali mesmo próximo ao pescoço do Matt, o asiático dá os primeiros beijos para estimular o marido.

- Papa? – Ouviram uma voz do lado de fora do quarto.

- E lá se vai o meu banho. – Murmura Matt.

- Matthew...!  - Harry o fuzila com os olhos. – Estamos aqui querida.

Uma menininha de pele branca como a neve, olhos esverdeados assim como os do Matt, e cabelos negros adentra o banheiro. Ele é bem pequena assim como o urso que segurava em seus braços.

- O que aconteceu? – Perguntou Harry a chamando.

- O Alexander está brigando comigo. – Diz ela choramingando.

- E por que ele está brigando com você? – Perguntou Matt.

- Por que queria assistir desenho e ele não deixou. – Explicou ela.

- Vamos. – A menininha pulou nos braços do Matt e pousou sua cabecinha no ombro esquerdo do mesmo.

Chegando na sala um menino de pele dourada assim como a de Harry, e também de olhos esverdeados estava no sofá olhando para a TV.

- Alexander...!  - Harry foi o primeiro a falar.

- Eu não fiz nada... a Sophie que é dengosa. – Se defendeu o menino que era maior que a menininha.

- Eu não sou dengosa. – Ela jogou o urso no menino. – Você que é muito chato.

- Chega vocês dois. – Matt coloca a pequena no chão que corre para buscar o urso que já estava nas mãos do seu irmão.

- Alec, peça desculpas para a sua irmã. – Mandou  Harry.

- Desculpa Sophi. – Diz o menino e entregou o ursinho para ela. – Mas hoje a tv é minha. – Mais uma vez ele vê o urso ser arremessado contra ele.

- Já para a mesa... os três! – Ordenou  Harry. 

- Am? – Matt o olhou pelo canto do olho.

- Não me faça repetir. – O asiático o encara pelo canto do olho.

- Tá... Daddy. – Brincou o moreno. – Vem Sophi. – A pequena mais uma vez pula nos braços do Matt.

A mesa já estava pronta faltava apenas o café, e Harry era quem estava no comando da cozinha naquele dia.

- Não sei o que mais gosto de ver você fazendo... – Matt se aproxima dele. – Você dançando, cozinhando ou... – O moreno permaneceu com um sorrisinho malicioso.

Harry o puxou pelo braço selando seus lábios, Matt passou seus braços pelos ombros do asiático e se lançou sobre seus braços.

- Uuuuu... – Eles se separaram se olhando e sorrindo.

Eles olharam para o lado e lá estavam Alexander e Sophie os olhando, Harry os olha e os sorrisinho deles se desfizeram.

- Onde eu mandei vocês dois ficarem?

- Na mesa. – Diz a pequena. – Mas o papai saiu.

- Belo exemplo você, senhor Matthew.

Todos estavam na mesa para o café, Alexander ajudava a pequena Sophie. Harry cuidava bem da alimentação de Matt.

- Papai? – Sophie olha para o Matt.

- Sim?

- A gente pode ir para o parque de diversão? – Perguntou ela.

- Ótima ideia! – Harry sorriu com os olhos. – Hoje é sábado e os meninos não tem aula.

- Então isso é um sim? – Perguntou Alexander com o sorriso maior que o do gato da Alice no país das maravilhas.

- Claro... vão se arrumar. – Os pequenos pularam da mesa e correram. -  Com calma.

- E eu pensava que teríamos um  dia de folga. – Matt passa as mãos em seus fios negros de cabelo.

- Você sabia que seria assim quando quis ter filhos.

- Eu sei... mas é maravilhoso.

Algumas horas depois eles finalmente estavam no parque, e Harry não sabia bem quem eram as crianças, Sophie, Alexander ou seu próprio marido Matt.

- Eu quero ir no carrossel! – Diz Sophie.

- Eu quero ir na montanha russa , no tubo água...

- Eu quero ir na roda gigante! – Diz Matt.

- Calma crianças... – Harry olha para o Matt. – Temos um longo dia pela frente.

Todos andaram em todos os brinquedos. O dia foi divertido e no final dele, todos estavam no píer, olhando o sol se pôr. Harry segurava Alexander em seus braços e Matt segurava  Sophie. Os pequeninos estavam cansados, quando deram por conta , eles já dormiam.

- Eles estão cansados. – Diz Matt.

- Eles não são os únicos. – Harry sorri.

- Hoje o dia foi longo e divertido.

- Eles aproveitaram bastante.

- E nós também. – Matt olha para o sol que já estava longe.

- Vamos? – Perguntou Harry.

- Vamos ficar mais um pouco. – Matt buscou a mão do marido.

Eles andaram mais um pouco para a frente do rio, ficaram esperando que a lua desse o ar da sua graça. Ali olhando para lua que refletia na água, eles finalmente perceberam que o que eles sentiam não era apenas um amor de verão, não era apenas um amor de Havana. 



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...