História Um amor de irmaos - Mitw - Capítulo 6


Escrita por: e MyCapyGold

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Palavras 1.206
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Lemon, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 6 - Eu não estarei lá


Eu sabia que você ficaria triste quando soube que eu iria viajar.

¦Três anos depois¦

— Mikaé promete que nunca vai me esquecer? E sempre manda mensagens?! Promete Mikeee? — Hoje era o grande dia enque eu iria sair do país com os amigos para ir atrás de algum curso fora daqui.

— Prometo sim irmão! Nunca irei me esquecer de enviar mensagens para você e para mamãe. — Digo sorrindo enquanto abraço meu irmão, o mesmo retrebui o abraço me apertando com força, não reclamei nem nada pós o abraço estava tão quentinho.

— Tome cuidado filho seu pai já vai descer para levá-lo ao aeroporto. — Minha mãe descia as escadas guardando o celular no bolso da calça jeans.

Pac não queria me larga do abraço, lógico que de tão colados um ao outro que somos nós iríamos demorar na despededia ou acabar nem indo. Se eu quisesse nunca escolheria ir para Califórnia, apenas queria ficar com Tarik ao meu lado, mas sei que isso um dia iria acontecer, de eu ir viajar e volta depois de meses ou até anos, ou ficaria aqui para fazer um das universidades daqui. Por fim, Pac me solto do abraço me olhando nos olhos com aquele sorriso que só ele sabia dá.

Desde pequeno eu sempre quis sair da cidade e ir atrás de uma universidade fora daqui, ainda mais por que iremos visitar lugares novos! Sempre amei explorar quando criança e sempre imaginava como seria mas explorações com o Marco e Felipe. Claro que tive esses pensamentos antes mesmo de Tarik chegar. Mas agora, eu tenho que me despedir mas sabe como é né? A gente imagina tanto e quando chega na hora da despedida dói tanto ter que ir embora e sabe sei lá quando volta.

— Pronto filhão, vamos?! — Pergunta meu pai animado descendo as escadas com as chaves em mãos. Então finalmente terei que dar a despedida para minha mãe e irmão. O que já tá sendo bem difícil na minha opinião.

— Claro pai — Sorrio vendo meu pai passar por mim e bagunça meus cabelos indo até a porta de saida/entrada da casa, provavelmente já deixar o carro ligado para não ter enrolações quando eu sair. Fui andando até minha mãe a abraçando em seguida.

— Se cuida filho, quando chegar em Nova York ligue avisando. — Diz minha mãe que abrio os braços sem hesitar me abracou, posso dizer que nunca fui muito próximo da família pós estava sempre ocupado, claro que quando se nasce numa família que ganha respeito e é um nobre, o filho mais velho sempre tem que cuida das coisas para quando crescer ter a responsabilidade de progredir como a família progrediu, assim mantendo a ordem da família e sempre manter o nome limpo. A regra da família Linnyker é aprnss questão de; responsabilidade, progredir em tudo no que faz, manter sua postura diante de betas e Ômegas. A família de alfas sempre tem seus pontos, assim como betas e Ômegas.

— Ligarei todos os dias assim que tiver tempo — Digo sorrindo, se separando do abraço. Como de custume de muitas vezes, minha mãe custume sempre passar sua mão pelo meu rosto e depois esboçar aquele sorriso que sempre iluminava quando eu tinha pesadelos e ela e o pai sempre apareciam para me acalma.

Dei um breve selinho em sua cabeça e fui até Tarik e dei um selinho em sua bochecha.

— Vou sair falta baixinho! Se cuida em, e cuida da mãe e do pai também — Bagunço seus cabelos, pego na alça da minha mala, levantando o suporte e deixando a mala meio deitada que deslizava pelo chão com as rodinhas, andei até a porta para sair. Mordi o lábio pensando em muitas coisas sobre essa viajem ou se eu poderia dar algo para Pac para sempre se lembrar de mim caso eu não consiga ligar. Me virei deixando a mala ali mesmo perto da porta e ando até Tarik, tirei minha jaqueta de couro preta e estendi para meu irmão que me olhou surpreso — Pegue, para sempre se lembrar de mim caso eu não consiga tempo para ligar.

Ele Sorrio, ele sabia muito bem que eu amava aquela jaqueta de couro, mas eu não me importo de dá-la para o Pac, eu poderia muito bem compra uma nova em Nova York.

Me virei e peguei a alça da mala saindo de casa. Agora era definitivo, eu iria encontra meus amigos no aeroporto.

Desde quele dia que eu prometi sempre ligar para saber como estavam, eu apenas liguei assim que cheguei em New York, e depois eu nunca mais atendi ou retornei uma ligação sua ou dos pais. Minha ocupação com tarefas devidamente muito difíceis trabalho em dobro nas tarefas estavam mais altas. O que complicou ainda mas minha conexão com a família.

↗️¦New York¦↖️

▫️¦Um ano depois¦▫️

A tempos que não consigo retornar uma se quer ligação para saber como Tarik e os pais estavam. Marco e Felipe se ocuparam muito desde que chegamos aqui mas eles sempre dão um jeito de vir me consolar, agora moramos no mesmo prédio e sempre íamos juntos ao curso.

Ao cair da tarde éramos sempre ocupados pelas tarefas que deveríamos fazer, já a noite era mais complicado do que se imagina, mal dormia por coisas que eu estudo para tirar notas boas.

Já era final de ano o que era feliz notícia que eu poderia receber, justo pelo curso acabar esse ano, fiz um mini curso de um ano apenas para trabalhar em outra coisa.

Acho que não contei muita coisa sobre o típico triângulo de nosso abtar de vida, a ponta do triângulo é dividido em duas partes, assim divididos em Alfas Lúpus e Alfas normais. O segundo também divido em Betas Lúpus e normais que são os mais fracos. Já o terceiro e quase sempre acontecido — Que significa que existem Ômegas que são raros de se encontra mas não que seja impirissvel — Ômegas Lúpus e Normais.

Até o traje beta para baixo já ganham uma espécie de "dia especial" que é marcada todos os anos para betas e Ômegas de todos os tipos. Esse "Dia especial" é um tipo de dia enque acontece apartir dos dezoito anos para cima, mais tamebm dito como a maduração no sentido sexual. Por isso aqueles que não têm seus parceiros precisam de uma pílula para amenizaram essa sensação, já nosso trabalho — Como Alfas — Sempre conseguem farejar um cheiro doce que fica no ar, e sempre conseguimos descobri quem acaba de cair no dia. Como o típico, cio.

Enquanto pensava sobre essas coisas do nosso ciclo de vida, acabei ma assustando com o que eu disse. Havia um único problema no cio, com qualquer Alfa que um Ômega conseguir achar em uma festa ou amigos ou até mesmo colegas de trabalho ou escola. Eu sei que isso tá muito mal explicado mas o que eu quero dizer é que... Ômegas transam com qualquer amigo, colega Alfa.

O que medaria uma deixa, bom eu ganhei meu cio com meus dezessete anos, outras ganham com dezesseis pra cima também. Mas o meu foi com os dezessete e bem. Meu desespero não era esse.

É sim...

O Pac vai ter o cio dele aos dezoito e eu não estarei lá. 


Notas Finais


Só vai migos, fui ^^


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