História Um Amor de Outro Mundo - Capítulo 1


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Notas do Autor


E esse é o primeiro capítulo da continuação da vida de Cast com Emi!
O que será que essa pirralha vai aprontar?

Capítulo 1 - Eu Não Chamo Isso de Família


Fanfic / Fanfiction Um Amor de Outro Mundo - Capítulo 1 - Eu Não Chamo Isso de Família

Sob a doce sombra daquela cerejeira, aquela híbrida – meio Anteph, meio... dragão híbrido...? Como se classifica uma híbrida filha de um híbrido? Enfim, naquele dia quente, sob aquela doce sombra ela deitava-se. Uma jovem tão linda, com uma aparência tão inocente... quem seria ela?

-Serana? Ah você tá aqui. -Alguém havia chegado.

-Pai? Algum problema? -Perguntou a jovem.

-Nenhum, Emi ficou preocupada com você porque você simplesmente sumiu. -Comentou aquela pessoa com uma feição jovem.

Aquele era Cast, seu pai. Ele não tinha aparência adulta, parecia que não havia passado dos 16, mas já está dos 29. Sim, ele cumpriu o que prometeu a sua amada Emi, e formou uma família, mas ambos queriam algo diferente em sua família além de que todo mundo lá saberia usar magia. Assim se formou essa situação engraçada e interessante que foi resultado de mais uma das decisões peculiares de Cast – tratar sua própria filha como uma irmã.

 

Dia 1º de fevereiro de 2032, domingo

18:00

 

-Por que tenho que estudar? Não tem como a gente gastar essa fortuna de 12 bilhões de dólares, mesmo! -Articulou Serana.

-Eu concordo, mas eu não quero que nenhum de nós três seja um inútil em casa, temos que ser produtivos, vocês não acham? -Rebateu Cast.

-Ou seja, você não quer se ver como um preguiçoso, mas pra não sentir que tá carregando o time sozinho, você mantém nós duas ocupadas, também. -Emi, que estava na cozinha preparando o jantar, invade a conversa.

Cast pensou um pouco, então disse hesitante:

 

-É...

 

Tentando por este assunto de lado, Cast iniciou outro.

-Serana, lembra que cê tinha medo da Bloody Mary? -Perguntou.

-É, lembro, sim -Respondeu a garota.

-Que puta medo ridículo... -Comentou enquanto mexia no laptop em seu colo. -Compara a Bloody Mary com, sei lá, o vampiro, que ataca as mulheres bonitas à noite, ou o lobisomem, que ataca os homens ricos, a Bloody Mary fica no banheiro cheirando bosta o dia inteiro.

Aquele comentário fez Serana e Emi rirem. Elas sabiam que ele continuaria aquela piada.

-Tem a porra de um código inteiro pra invocar ela, tem que dar descarga três vezes, depois dizer o nome dela três vezes na frente do espelho, e ela surge de onde? Só se for da privada, toda cagada, não é?

 

-Serana, esteve treinando para esconder suas orelhas e cauda? -Perguntou Emi.

-Sim, mãe, já consigo manter por algumas horas, mas dá errado quando eu me distraio demais. -Respondeu Serana. -Vou ter que ficar no capuz até aperfeiçoar isso.

Então Cast invade a conversa.

-Ou você só mostra as orelhas e a cauda pra todo mundo e foda-se, L.O.L. Foi o que eu fiz com os poderes no caso.

-Dá pra ver que você tinha mente de velho ainda jovem, não ligava pra nada! -Comentou Serana, zombando de seu pai.

-Ei! Eu não sou velho! Eu apenas sou 14 anos mais velho que você! -Articulou Cast, não se irritando de verdade. -Bestona, você continua uma pirralha, não me provoca!

 

Emi apenas encarava a discussão da cozinha. Cast realmente não havia mudado nem um pouco desde que se conheceram.

 

 

 

Isso era bom, na verdade...

 

 

 

Enquanto isso...

 

-Ah! Finalmente terminei! -Digo a mim mesmo em alívio, encarando o cômodo perfeitamente limpo.

Guardo as vassouras e o material de limpeza no depósito. Dou uma última olhada no local, não deixando de notar a gaiola com aquela ave branca dentro, então subo os degraus de madeira para o segundo andar.

Amanhã mesmo é meu primeiro dia de aula, e infelizmente ou felizmente, maioria dos alunos que eu conhecia mudaram de escola ou logo ao alcançarem o ensino médio, enquanto os que não mudaram, reprovaram. Que coisa, não?

Ao encontrar-me em meu quarto, encaro aquele porta-retrato sobre minha escrivaninha, então me aproximo do mesmo.

Aquela era uma foto de mim – Ryan Silva – e meus pais – Joanne Silva e Emanuel Silva.

Como todas as vezes, deixo um leve sorriso escapar ao ver aquela foto.

Abandono aquele porta-retrato, tornando minha mente ao dia de amanhã.



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