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História Um amor de perder as contas! - Capítulo 23


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Capítulo 23 - Justo agora!?


Rin p.v.

Mais um mês se passou, e ele não retornou.

- Rin? Está me ouvindo!? - Kagome pergunta com a colher de sopa estendida a mim.

- Todos já estão sabendo do desaparecimento de Sesshoumaru, os policiais já estão investigando. - O meio irmão chega no local. Eu estava ficando cada vez mais abalada.

- Inuyasha! - Kagome o repreende e coloca a colher novamente na tigela.

Eles em fim olham pra mim preucupados.

A mais velha vem ao meu lado e me abraça, eu encostei minha cabeça em seu ombro, mesmo depois de um mês, eu ainda chorava.

Depois de me obrigar a comer a Sopa que Kagome fez, eu voltei para o quarto.

Me deito na cama me abraçando, inalando o cheiro que havia nos lençóis. Seu cheiro não era o suficiente para me acalmar, eu queria senti-lo...

Vou ao banheiro e encho a banheira, entro sem roupa dentro da água morna.

Me lembrando dê tudo o que ele fez por mim. Eu sou uma reles humana, inutil, não consigo ser muito forte e nem aguentar a solidão.

Mergulho na água por fim até me cobrir por inteira, seu toque quente, seu carinho, sua comida...

A primeira vez que nossos olhos se encontraram naquela chuva, aqueles ambares frios e fortes, estavam inchados e suas lágrimas se misturavam a tempestade. Quando eu pensei que iria morrer no carro, brincamos na poça.

Ah... A primeira vez que o vi.... Eu podia ver o amargo em seus olhos enquanto ele estava encostado aquela árvore.

Nossos encontros a escondidas, nossos toques de amor..

O nosso amor, eu carrego.

Volto a super-ficie respirando pesado pela falta de ar.

- Eu quase me suicidei...

Levanto cambaleante e encharcada, seco meus cabelos e coloco um roupão.

- Não importa a minha raça, eu terei que lutar por quem eu amo. - Coloco a mão em minha barriga. - Desculpe pequeno bebê, eu estava sendo uma péssima mãe. - Aliso a barriga.

[...]

- Rin, eu já lhe disse que isso é perigoso! - Naraku avisa e eu o olho emburrada.

- Já fiz isso antes e convivi, eu irei conseguir! - 5 meses, minha barriga já estava bem grande...

Arrumo o arco a altura de meu queixo e pucho a flecha até a bochecha, mirando com um olho fechado, acertando o alvo em cheio, que acabou atravessando a flecha.

- Seus poderes espirituais aumentaram durante a gravidez. - Miroku suspira.

- Me lembre de não irrita-la Kagome. - Inuyasha engole seco enquanto a Raper estava tomando um suco de laranja, natural.

[...]

"Mesmo grávida, Rin Taisho uma das cantoras mais cobiçadas mundialmente, vence nas olimpíadas de arco em flecha, ficando em primeiro lugar!"

"Concerteza ela armou para Sesshoumaru desaparecer!" Uma mulher susurrava.

"Mas olhe, ela ainda está com o anel!"

"Isso é o que menos importa, é pra se fazer de boazinha! As putas agora são mais espertas!"

"Oh você tem razão!"

Respiro fundo dando de ombros aquelas piranhas.

Com meu vestido lilás e sapatilhas mais confortáveis eu andava pelo imenso salão, onde eu teria uma entrevista. Claro que estava acompanhado de dois seguranças - Cof cof inuyasha e Naraku, de terno preto e óculos escuros se sentindo os homens de preto.

Durante esse último mês de gestação, eu tive muitas contrações, e quem mais sofreu foi o coitado do Naraku, que mesmo sendo Youkai sentiu muita dor na mão quando a apertava.

Esperei meu nome ser anunciado e subi ao palco sorridente.

- Antes querida, eu quero lhe fazer uma surpresa. - A mulher com um grande vestido vermelho e cabelos azuis escuros diz sorrindo. 

- Que surpresa seria? - Quando pergunto, as luzes se apagam e um reprogetor é aceso.

- Rin Taisho, ou devo lhe chamar de Rin Chen? - Ergo a sombrancelha para a mulher. - Já esteve grávida não querida, mas infelizmente perdeu o precioso bebezinho. Cuidado para não perder novamente, como seus mais próximos familiares. - Ela sorri tentando mostrar compaixão, mas o que eu vi foi ódio.

As fotos de meus pais, de mim grávida ao lado de meu ex, kikiyou...

Meus olhos se enchem de lágrimas e meu rosto estava horrorizado, quem poderia ter investigado meu passado tão seriamente assim!?

Sinto uma forte dor na barriga e logo acabo me curvando para frente, sentindo a dor piorar e eu soltar um urro de dor assustador.

- Rin! - Os dois correm até mim.

Só então percebo que a minha bolsa havia estourado, eu havia sujado o chão, mas ele também tinha uma coloração vermelha.

- Um médico! - Uma mulher grita e vejo Kagome diz dando rapidamente.

Inuyasha e Naraku me ajudam a me sentar no chão, mas eu sentia que o bebê já queria nascer, sentia ele me pressionando.

- Vai nascer agora! - Eu digo suando.

- Desliguem as câmeras, vamos vamos! - Miroku grita para todos. - Este é um momento pessoal de Rin! - Ele se vira para a mulher de vermelho. - E Você vai pagar! - Ele pega o controle do aparelho e joga em sua cabeça. - Algum médico por aqui? 

- Eu! - Uma mulher com um rabo de cavalo grita, ela parecia ser muito corajosa e já estava com luvas e uma máscara abaixo do queixo. - Levem ela para um lugar mais reservado.

E assim foi feito, eu fui levada para o camarim, ha que ótimo! Que linda data meu filho!

- Este bebê é muito apressado! - A médica diz pra si mesma. - Sou a Sango, senhorita Rin, peço que se acalme e respire fundo. Eu terei que retirar suas peças de baixo rapidamente!

Um cobertor felpudo é colocado posicionado.

- Empurre Rin, empurre! - Eu faço força e respiro fundo, que dor meu Deus! Parecia que eu estava sendo triturada! Não sei bem falar!

Aperto fortemente a mão de Kagome que estava com uma expressão séria e confortante. Naraku e Inuyasha estavam aterrorizados de como a mulher aguentou a força de mim.

Um choro é ouvido e eu fico emocionada. Minha visão estava escurecendo aos poucos.

Mas eu pude ver o recem-nascido que estava Rosado, mas seus cabelos eram negros como os meus.

Ele é colocado perto de meu rosto e eu sorrio passando meu dedo levemente em seu pequeno nariz ele se acalma respirando leve.

Começo a piscar devagar.

- Ela está perdendo a consciência!



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