História Um Amor Diferente - Capítulo 2


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Categorias Caio Castro, Mariana Esposito, Zayn Malik
Personagens Zayn Malik
Tags Adolescentes, Amor, Aposta, Brigas, Confusão, Diversão, Escola, Viagens
Visualizações 13
Palavras 1.896
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Aventura, Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Romance e Novela

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Multimídia: Bruno Castro and Marcelo Nogueira

Capítulo 2 - Capítulo Um


Fanfic / Fanfiction Um Amor Diferente - Capítulo 2 - Capítulo Um

Carol On

Acordo com o barulho estridente do despertador do meu celular no som do One Direction - History, abro os olhos com dificuldade por conta da claridade que invadia o meu quarto, olho a hora e já são 8h da manhã. Hoje é domingo último dia de férias, amanhã começa as aulas, então hoje terei que aproveitar e muito, hoje irei chamar minhas amigas para virem aqui em casa e fazer uma mini festa na piscina, com muita comida e brincadeira.

Levanto e me direciono até o banheiro, tomo um banho demorado e logo em seguida termino de fazer minhas higienes. Sigo até o meu closet e penso no que irei vestir, pego um shorts preto, uma regata branca e um casaquinho leve de oncinha. Visto-me, em seguida calço meu Vans e por fim coloco alguns acessórios seguida de uma leve maquiagem. Escovei os cabelos e amarrei em um coque mal feito. Desci para o café encontrando meus pais e minha irmã já á mesa.

— Bom dia — disse me sentando e servindo o que iria comer. 

 — Bom dia filha — meus pais falaram juntos. 

— Bom dia maninha fofa — Amanda disse apertando minha bochecha, pensa que ainda sou criança. 

Mostrei a língua para ela que riu. 

 — Mãe, como hoje é o último dia de férias, posso chamar minhas amigas e fazer uma mine festa na piscina? — perguntei com medo da resposta que ganharia. 

—Pode sim filha, porém — vish lá vem as regras — não quero bagunça e nenhuma confusão, entendeu Caroline?

 Isso vai ser um problema, pois sempre que estou com minhas amigas, aprontamos e arranjamos confusões. 

 — Caroline? — minha mãe me chamou despertando-me dos meus pensamentos. 

 — O que? — perguntei. 

 — Entendeu o que eu disse? — perguntou. 

 — Entendi sim mãe, agora vou subir e ligar para minhas amigas, obrigada por deixar — disse levantando e depositando um beijo em sua bochecha. 

 — Eu já vou indo, hoje tenho uma reunião muito importante no trabalho, tchau filhas — disse meu pai dando um abraço em mim e na minha irmã. 

— Tchau amor, nos vemos mais tarde — meu pai deu um beijo na minha mãe e logo saiu.

Meu pai não tem folga, quase todos domingos tem que trabalhar. 

 — Bom Carol, pode subir e convidar suas amigas, vou pedir para a empregada fazer uns quitutes — falou minha mãe. 

 Estava subindo as escadas quando a Amanda disse: 

 — Hoje meu namorado vai vir aqui junto com o primo dele para nos apresentar, ele chegou de viagem ontem de Hollywood, então não apronte nada, se comporte e nãseguida.r. .  ça passar vergonha, ta bom " maninha " ?

 — Você sabe que eu sou um anjo né, não vou aprontar nada " maninha " — disse com ironia na palavra maninha igual ela tinha feito. 

 — Sei — disse Amanda fingindo acreditar no que acabei de dizer.

Dei um sorrisinho e subi para o meu quarto. Peguei o meu celular e mandei mensagem no grupo do Whatsapp para minhas amigas. 

Whatsapp On 

 Eu: E aí, topam vir aqui em casa para uma festinha na piscina? 

 Isa Amore ♡: Partiu festa, que horas? 

 Mar Best ♡: Eu topo, to precisando me divertir. 

 Eu: Ás 14h o que acham? 

 Mar Best ♡: Perfeito. Isa, passo na tua casa, assim vamos juntas para a casa da Carol. 

 Isa Amore ♡: Por mim tudo bem Carol. Ta bom Mar. 

 Eu: Então até daqui a pouco, beijos na bunda suas fedorentas. 

 Isa Amore ♡: Carol sendo Carol, tchau baixinha. 

 Mar Best ♡: Baixinha? Tem que ser anã. 

 Eu: Heey, olha o bullying contra a minha altura suas girafas, sou um centímentro menor que vocês. 

 Mar Best ♡: Um centímetro? Haha, não mente um metro e meio. 

 Isa Amore ♡: Báh, um metro e meio hsuah, eu não deixava. 

 Eu: Suas vacas, agora tchau porque tenho que ir. 

 Isa Amore ♡: Ta bom, ta bom, tchau um metro e meio. 

 Mar Best ♡: Flw anã. 

 Whatsapp Off

Visualizei mas não respondi. Olhei a hora e já eram 13:30, deixei o celular na cama e fui até o meu closet escolher o que iria usar na piscina. Optei por um biquini Rumis Ripple Tie verde água, um shorts jeans cintura alta Hot Pants e um cropedd preto. Segui até o banheiro e tomei um banho sem molhar o cabelo, coloquei o meu roupão lilás com corações azuis e saí do banheiro indo para a penteadeira. Passei uma maquiagem á prova d'água, mas sem exageros, me troquei, calcei uma rasteirinha preta com pérolas prateadas, e por fim soltando o cabelo para os lados. Fiquei me olhando por alguns minutos no espelho, então resolvi descer para esperar minhas amigas na sala. Antes, olhei novamente a hora e já eram 13:45, deixei meu celular em cima da cama e desci.

Sentei no sofá e quando ia ligar a tv, a campainha tocou apressadamente. Abri a porta e lá estavam elas, Isa e Mar sorridentes. 

 Isa estava vestida com um vestido Lookbook Raizz rendado com transparência na cintura e uma sapatilha preta com alguns detalhes, tinha o cabelo em um rabo de cavalo. E Mar estava vestida com um macaquinho shorts florido e uma sandália rasteira azul royal com tiras metalizadas, tinha o cabelo amarrado em meio rabo-de-cavalo e o resto solto deixando também sua franja solta. 

— Oie amigas, entrem — disse dando passagem para elas entrarem. 

 — Oie Carol — Isa e Mar falaram em uníssono. 

 — Então, vamos lá para a piscina? — disse sorrindo. 

 — Vamos — minhas amigas falaram juntas novamente. 

 A piscina ficava no andar de cima, resolvi ir pelos fundos. 

 Amanda On

Já eram 14:20 e nada do Marcelo chegar, resolvi subir para o meu quarto e tomar um banho. Após o banho vesti uma calça jeans skinny de cós alto, uma blusa bata e um salto alto preto Cross Strap. Desci para a sala encontrando minha mãe com a bolsa e a chave do carro na mão. 

 — Vai sair? — perguntei sentando no sofá. 

 — Sim filha, vou ir na empresa adiantar algumas coisas para amanhã — disse sorrindo — já vou indo, avisa a Carol se perguntar por mim — disse me dando um beijo na testa. 

 — Aviso sim — disse com preocupação. 

 — O que aconteceu filha? Está preocupada com alguma coisa? — perguntou ela sentando-se ao meu lado. 

— O Marcelo ainda não chegou, já era para ele estar aqui — expliquei. 

 — Vai ver o voo atrasou filha, daqui a pouco ele ta aí — minha mãe disse acariciando meus cabelos. 

 — É, talvez foi isso — sorri fraco.

 — Bom, já vou indo, se cuida — minha mãe levantou indo em direção á porta quando a campainha tocou.

Sorri quando vi quem estava do outro lado da porta, Marcelo e um garoto, deve ser o primo dele. 

 — Olá senhorita Rebeca — Marcelo disse cumprimentando a minha mãe. 

 — Por favor, só Rebeca. Oi, você é o primo do namorado da minha filha? — minha mãe perguntou olhando para o garoto ao lado de Marcelo. 

 — Sou sim, me chamo Bruno, prazer em conhecê-la — sorriu para minha mãe. 

 — O prazer é meu, desculpem mas já estou de saída — falou minha mãe. 

 Acompanhei minha mãe com os olhos até a saída e logo me voltei á Marcelo e o primo dele. 

— Entrem — disse dando-lhes passagem para adentrarem á sala. 

 — Esse daqui é o meu primo, Bruno — Marcelo disse me dando um beijo. 

 — Oi Bruno, me chamo Amanda, sente-se — todos nós nos sentamos no sofá. 

 Ficamos um tempo conversando sobre a viagem de Bruno, ele contou que tem 18 anos e que venho para Los Angeles para morar com os pais e que já se matriculou na escola High School, a mesma escola que Carol estuda. 

 — Vou chamar a Carol para conhecer você, vem comigo amor? — disse levantando. 

 — Vou sim — respondeu levantando também. 

— Bruno pode ficar a vontade — disse sorrindo. 

 — Obrigado — disse o mesmo. 

Bruno On

 Até que Amanda e meu primo chamassem a tal de Carol, fiquei curioso e resolvi conhecer a casa. Passei pela cozinha e é muito bonita, subi para o andar de cima e avistei um corredor a direita e outro a esquerda, tinha três portas em cada lado, segui em direção ao corredor direito e entrei na primeira porta e... Uoool que quarto enorme. As paredes eram pintadas de branco e apenas uma era lilás, onde ficava a cama. Fiquei olhando tudo o que havia naquele quarto. 

 Carol On 

 — Meninas, trouxe suco e sanduíches para vocês — disse dona Lúcia, a empregada que mamãe contratou desde quando eu era pequena, considero ela como uma segunda mãe. 

 — Aiiin, já estava morrendo de fome — disse saindo da piscina junto com Isa e Mar. 

— Obrigada — agradaci e ela voltou ao seu trabalho. 

 — Sempre esfomeada — disse Mar pegando seu lanche. 

 — Verdade, não pode deixar a Carol sozinha com uma mesa cheia de comida, quando voltar, a mesa vai estar vazia — disse Isa tomando seu suco e rindo. 

 — Hahaha muito engraçado — falei dando uma mordida no meu sanduíche logo em seguida. 

— Meninas já volto, vou pegar meu celular que deixei no quarto. 

 — Ok — falaram juntas.

Coloquei o meu roupão e fui pelos fundos onde havia uma porta para o corredor dos quartos. Estava chegando perto do meu quarto quando escutei um barulho, caminhei devagar e avistei um indivíduo de costas mexendo em alguma coisa. Desci para a cozinha correndo e peguei uma frigideira, subi novamente e entrei no meu quarto sem fazer barulho e bati na cabeça da pessoa com a frigideira, o mesmo caiu no chão e colocou a mão onde eu bati.

Droga, ele não desmaiou, e agora? E se for um bandido? 

 Ele levantou e se virou me encarando. OMG, é um bandido muito gato. Aaah cala a boca Caroline, não está vendo que está em perigo? 

— Você é louca garota? — disse ele com raiva no olhar. 

 — Quem é você, olha que vou chamar a polícia seu bandido — falei com a frigideira ainda na mão. 

 — Bandido? Não sou bandido nenhum sua patricinha, olha o que você fez — tirou a mão da cabeça e na mesma havia sangue.

— Então quem é você? — perguntei — haha bem feito quem mandou entrar no meu quarto, ainda mais você, um desconhecido — falei rindo. 

 — Qual é a graça? Não tem nenhum palhaço aqui, a não ser que esse palhaço seja você, rindo das próprias palhaçadas — disse apontando pra mim e me fitando sério. 

 — Olha aqui garoto, sai do meu quarto agora, senão... 

 — Senão o que? Vai me bater com a frigideira de novo? — disse ele me interrompendo e cínico.

— Ah cala a boca e dá o fora daqui — já estava com raiva. 

 — Deixei a patricinha bravinha foi? — falou com sarcasmo. 

 — CAI FORA — gritei esfumando raiva pelos olhos. 

 — Não, estou bem aqui — disse ele calmamente com as mãos na cintura. 

 Peguei o vidro de perfume, era o que estava ao meu alcance. 

 — O que você vai fazer com um vidro de perfume? — perguntou sem entender. 

 Ficamos nos encarando sem falar mais nada.



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