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História Um Amor do Passado - Capítulo 32


Escrita por: dannypereira_

Notas do Autor


Oi amores, tudo bem com vcs? Vim um pouquinho mais tarde hoje, mas cheguei. E confesso que estava louca para postar esse capítulo, pois ele é todinho de um dos meus casais preferidos, e acho que ficou fofinho, pelo menos, foi essa a intenção haha
Enfim, espero que gostem tanto quanto eu gostei.
Boa leitura para todos.

Capítulo 32 - O Encontro


Fanfic / Fanfiction Um Amor do Passado - Capítulo 32 - O Encontro

Si te sientes desolada (Se você se sente desolada)

No quiero que te olvides jamás (Não quero que se esqueça jamais)

Que mi orquestra de cariño (Que minha orquestra de carinho)

Es suya (É sua)

 

Manuel

No caminho até a casa da Amélia, eu parei meu carro em uma floricultura, comprei um pequeno buquê de hortênsias azuis, que é a flor preferida de Amélia, e então, segui meu caminho até a casa dela, que não era muito longe. Volta e meia eu olhava as horas no relógio com medo de me atrasar, pois não queria deixá-la esperando.

Estacionei meu carro na frente da casa de Amélia, peguei o buquê, que eu havia deixado nos bancos traseiros, respirei fundo e então me dirigi até a porta da entrada, enquanto rezava para ela não notar o quanto eu estava suando de nervosismo.

Toquei a campainha e aguardei por infinitos segundos, até que… Eu acho que havia ficado sem batimentos cardíacos, meu coração tinha parado, eu tinha morrido e estava vendo um anjo, o mais lindo dos anjos.

- Oi Manuel. - Falou docemente.

- Oi Amélia. - Dei um sorriso bobo. - Você está… - A olhei da cabeça aos pés. - Divina.

- Ai, obrigada. E você está muito elegante. - Fiquei mudo diante de tanta beleza. - Ai, que flores bonitas!

- Flores? Ah, claro… São para você. - Lhe estiquei o buquê.

- Sério? Não precisava. - Pegou o ramo de flores. - São hortênsias! - As cheirou. - Tão cheirosas! Obrigada. Eu amei.

Amélia me deu um beijo no meu rosto me pegando de surpresa e me deixando totalmente envergonhado, e em seguida, ela se retirou por alguns minutos para colocar o buquê em um vaso com água.

- Vamos? - Perguntou ao retornar.

- Vamos! - Sorri.

Fomos até o meu carro e eu abri a porta do carona para Amélia, que agradeceu com um largo sorriso. Entrei no veículo e dirigi até o restaurante em que eu a levaria, que não era muito longe. As vezes quando parávamos em algum semáforo, eu admirava a beleza da mulher que estava ao meu lado e adorava como ela ficava tímida cada vez que eu fazia isso.

O restaurante que fomos era bem bonito e havia inaugurado há cerca de seis meses, mas foi o tempo suficiente para se tornar o meu preferido.

- Eu não conhecia esse restaurante. - Disse Amélia assim que chegamos.

- Tenho certeza que você vai adorar. - Falei ao puxar a cadeira para ela sentar.

- Obrigada. 

Amélia se sentou, pegou o cardápio e se pôs a ler. A observei. Não conseguia parar de pensar o quanto ela era linda, a mulher mais linda que eu já vi na vida, a mulher da minha vida.

Logo o garçom chegou para saber o que gostaríamos de comer, mas ainda não havíamos nos decidido.

- O que você nos recomenda? - Perguntei.

- Bom, temos a moda da casa. - Disse o garçom. - Está saindo bastante e ninguém reclamou ainda.

- Ah, vou querer experimentar, então. - Falei. Logo dirigi o meu olhar para Amélia. - E o que você vai querer?

- Ah, pra mim pode ser o mesmo, por favor.

- E para beber? - O homem perguntou.

- Eu vou querer um refrigerante. -  Falei.

- E para mim pode ser um suco de laranja, por favor.

O homem se retirou e eu voltei a olhar para Amélia, que abaixou a cabeça timidamente. Ah, se ela soubesse que isso só aumenta o charme dela… Olho para a sua mão, que estava levemente em cima da mesa, queria tocá-la, mas fico com receio dela retirar.

- Hã… A Eva voltou. - Falei quebrando o silêncio.

- Sério? - Perguntou animada. - Que legal! A Eva é uma boa garota.

- É sim. - Sorri ao lembrar da minha neta.

- E o Ruben? 

- Ah, ele não veio dessa vez.

Logo nossos pedidos chegaram e começamos a jantar. Mas enquanto eu comia, volta e meia olhava para ela, pois Amélia sempre foi uma mulher muito bonita, elegante e chique, mas nessa noite, ela estava mais divina do que de costume.

- Isso está delicioso! - Falou com um singelo sorriso.

- Está mesmo.

Após nosso jantar, ficamos conversando um pouco na parte externa do restaurante, a noite estrelada só ressaltava o brilho nos olhos de Amélia. E de repente começou a trovejar anunciando que viria uma forte tempestade pela frente.

- Acho melhor irmos antes da chuva. - Falou.

- Também acho. - Sorri lhe arrancando um sorriso tímido.

Fomos rapidamente até o meu carro com medo de pegarmos uma forte chuva, pois não parava de trovejar e de relampear. Abri a porta do veículo para ela, que entrou e então, à passos ligeiros, eu entrei no lado do motorista.

Foi só o tempo de estacionar o carro na frente da casa de Amélia, para a chuva começar a cair, uma chuva muito forte. Tirei minha jaqueta e coloquei em cima da cabeça dela, evitando que ela se molhasse.

Corremos até sua casa, e logo ela abriu a porta e entrou às pressas, um pouco assustada com os trovões que não paravam de cair.

- Que pena que essa chuva resolveu vir hoje para estragar nosso encontro. - Falei.

- Não estragou, não. Eu amei. - Falou docemente.

- Mesmo?

- Claro. Foi uma noite muito agradável.

- Eu também gostei. - Lancei um sorriso bobo. - Bom, eu já vou indo.

- Mas como? Está tendo um dilúvio lá fora, é perigoso você dirigir com esse tempo. - Fez uma breve pausa. - Se você quiser, pode ficar aqui até a chuva passar, e… bom, qualquer coisa, eu tenho quarto de hóspedes.

- Você não se importa?

- Claro que não. Eu vou preparar a banheira do banheiro dos hóspedes para você tomar um banho e se esquentar.

- Tá bom. Obrigado. - Falei timidamente.

Amélia se retirou por alguns minutos e eu fiquei lhe esperando na sala, não demorou muito para ela retornar me avisando que a banheira já estava pronta, me emprestou uma roupa que era de seu irmão, que estava trabalhando na Europa.

- Acho que vai servir em você. - Falou ao me entregar a roupa.

- Obrigado. 

Amélia me conduziu até o banheiro dos hóspedes e me avisou que iria tomar banho também, no outro banheiro de sua residência.

Tomei um delicioso banho e enquanto eu me lavava, eu tentava criar coragem para pedir Amélia em namoro, e se ela falasse que não? E se ela me dissesse que gosta de outro? Não sei se eu estava pronto para ouvir isso e ter meu coração quebrado pela primeira vez.

Ao terminar de me vestir, fui até a sala, onde Amélia estava, ela já havia tomado banho também e estava secando suas lindas madeixas louras.

- Eu… Eu não quero incomodar. - Falei.

- Não é incômodo. - Ela disse sorridente. - Hã… Vou ver se está passando algum filme na tv pra gente ver.

- Tá bem.

Me ajeitei no sofá e ela começou a mudar os canais, até encontrar um de filme. Ela se ajeitou no sofá ao meu lado, fazendo meu coração acelerar os batimentos. Ficamos vendo o filme, mas eu nem conseguia prestar tanta atenção já que o nervosismo por estar tão perto da Amélia era imenso.

E de repente, caiu um trovão, a loira se assustou e acabou por me abraçar, fazendo eu quase desmaiar.

- Desculpe… - Desfez o abraço e se ajeitou novamente no sofá.

- Não por isso. 

Ela sorriu timidamente e voltamos a ver o filme. Porém, para a nossa surpresa, faltou luz. e pelo jeito, havia sido na rua toda, estava tudo muito escuro.

- Ai, ainda bem que você está aqui comigo, eu odeio ficar sozinha no escuro. - Falou Amélia.

- Bom, agora eu estou aqui com você para te proteger. 

- Obrigada.

E de repente, mais um trovão. Ela se agarrou em meu pescoço com o susto, e então, nossas bocas ficaram tão próximas, provavelmente ela devia estar escutando as batidas do meu coração.

- Manuel…

- Amélia…

E nisso, nós dois nos beijamos. Um beijo tão terno e bonito, que fez todos os pelos do meu corpo se arrepiarem. E eu queria que meus lábios morassem nos lábios dela por todo o sempre.

Assim que nossas bocas se afastaram um pouco, pude vê-la sorrir, acho que ela tinha gostado tanto quanto eu, o que me deixou um pouco mais tranquilo, fazendo eu esbanjar um sorriso meio tímido.

- Amélia… Você… Você quer namorar comigo?

Seu sorriso aumentou ao ouvir minha pergunta, ah, como eu amava esse sorriso, que me fazia sorrir também.

- Eu… Quero. Quero, sim.

Nós dois esbanjamos enormes sorrisos e então, eu a beijei novamente. 

Nossa, eu nem conseguia acreditar que eu estava namorando a Amélia, sonhei há tanto tempo com isso e agora era real, era verdade, era felicidade que não cabia em mim, queria sair correndo, cantando, gritando aos quatro ventos o quanto eu estava feliz.

Amélia falou que eu poderia ficar no quarto de hóspedes, ela preparou a cama para mim e assim que ela se retirou, eu me deitei, no entanto, custei para dormir, a alegria era maior que o sono e o cansaço.

Aaaah, eu estava namorando com a Amélia.

 


Notas Finais


E ai, me contem, o que acharam do capítulo? Vcs shippam Manuel e Amélia? Ah, eu shippo e não é pouco. Shippo muito. Shippo demais hahaha

Por hoje é só, até segunda - feira.
Beijinho, beijinho, tchau, ctahu.


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