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História UM AMOR DUAS ALMAS: a ligação - Capítulo 11


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Notas do Autor


Esse é um capítulo especial contando a história da Amanda e Martín.

Tenha uma boa leitura.❤

Capítulo 11 - Amanda e Martín


Fanfic / Fanfiction UM AMOR DUAS ALMAS: a ligação - Capítulo 11 - Amanda e Martín

Eu tinha acabado de chegar em meu escritório, tinha somente um reunião para aquele dia, era um cliente novo que queria apenas passar um terreno para seu nome, sabia que seria rápido já que a propriedade era de seu falecido pai então não deveria ter complicações.



" Ele está atrasado, vou pegar um café. "l



Foi o que pensei, me levantei e fui até a cafeteira elétrica no final do corredor, quando estava voltando acabei trombando com alguém, e derrubei meu café tanto em mim quando na outra pessoa.



- Me desculpe, como eu sou desastrado. - levanto meu rosto e vejo um homem alguns centímetro mais alto que eu, ruivo de olhos verdes seu rosto tinha algumas sardas, ele usava uma roupas bem simples.



- Eu que peço desculpa, por favor venha aqui comigo para eu limpar sua blusa. - falo indo em direção a recepção.



Pego a chave da lavanderia com a recepcionista, chegando lá ele tirou sua blusa e eu a lavei, por sorte ele estava com outra por baixo que não tinha molhado, assim voltamos para a recepção e eu entreguei a chave.



- Você trabalha aqui não é? - ele pergunto enquanto anda ao meu lado pelo corredor.



- Sim posso te ajudar em alguma coisa? - pergunto parando em frente a minha sala.



- Você poderia me ajudar a achar uma sala? É que eu tenho um horário marcado e eu já estou atrasado e acabei me perdendo. - ele falo envergonhado coçando sua nuca.



- Claro, você têm algum cartão ou papel com o número ou o andar da sala.



- Tenho sim. - ele fala me entrgando um pequeno papel.



" Andar 7 sala 5. "



- Desculpe, mas você é o Martín Ritter? - pergunto um pouco confusa.



- Sou sim, mas...



- Eu sou a Dr. Amanda Alvim, sou a responsável pelo seu caso. - falo estendendo minha mão.




[...]




E foi assim que nós conhecemos, eu era apenas sua advogada, e ele um cliente, mas logo ele me chamou para tomar um café como forma de agradecimento, minha agenda era bem cheia naquela época, mas achei um horário em que poderiamos nós ver, então algumas semanas depois nos encontramos em um café.



- Amanda, você vei.



- Claro que vim, você disse que me pagaria um café não é mesmo.



Nós já havíamos trocado algumas mensagens então não eramos completos estranhos, ele estava lindo com um termo branco com listras pontilhadas em azul marinho, depois de alguns minutos fomos dar uma volta pela cidade.



- Então você é advogada.



- Pois é.



- Você não é muito nova para já ser uma? - sua pergunta me pegou de surpresa eu não tinha me dado o trabalho de me apresentar adequadamente.



- Tenho 25 anos, meus pais são donos de lojas de roupas eles me ajudaram em tudo que puderam para eu me tornar advogada, eu estudei muito e me formei com honrarias na faculdade nacinal.



- Uau, você é sempre assim tão...direta.



- A desculpa...são manias do trabalho. - respondo um pouco envergonhada abaixando a cabeça.



- Eu tenho 20, moro em uma fazendo na área rural da cidade eu e meu pai viviamos lá...com a nossa plantação de trigo, mas como você sabe ele infelizmente faleceu. - ele fala se sentando em um banco.



- Eu sinto muito. - falo me sentando ao seu lado.



- Não sinta, agora ele está com o amor da vida dele. - ele fala com um grande sorriso.



Foi a partir desse momento que comecei a me apaixonar por ele, em todos os anos em que ficamos juntos eu nunca vi ele reclamar ou choramingar ele sempre tinha um sorriso radiante no rosto, seu jeito bobo e desastrado ganhou meu coração.



Ele sempre foi um homem simples e educado, ele era o tipo de pessoas que chamavam os amigos em uma dia de chuva para tomar um sorvete, ele nunca reclamava ou falava que não daria certo, ele sempre dava um jeito de fazer você sorrir mesmo que seu dia estivesse péssimo e o mais importante, seu maior defeito e sua melhor qualidade ele se importava mais com os outros do que com ele mesmo, sempre tive medo disso, ele poderia dar a vida por quem ele amava mas...isso era o certo a se fazer?



Quando tínhamos completado cinco anos de namoro ele me pediu em casamento, nós nos casamos e eu fui morar com ele na sua pequena casa na área rural da cidade, larguei meu emprego e comecei a cuidar do dinheiro que entrava da plantação de trigo que naquela época andava muito bem.



Foram anos mágicos, algum tempo depois eu engravidei e ele explodiu de felicidade, ele plantou uma pequena semente e disse que ela iria crescer junto com nosso filho, essa semente mais tarde se tornou um lindo pé de maçãs.



E então ele nasceu, igualzinho ao pai só não tinha sardas Martín ficou tão feliz, ele levava o pequeno para todo lugar assim ele pegou o costume de sempre ir com o pai fazer as entregas de trigo e em uma dessas entegas o trem perdeu o freio e saio do trilho batendo em uma grande parede de concreto.



Quando a notícia chegou até mim eu não queria acreditar, fui o mais rápido que pude até o local do acidente quando cheguei lá, estava tudo uma bagunça até que vi um enfermeiro com um pequeno menino no colo, fui em direção a ele disse que era meu filho ele apenas o colocou em meu colo e foi atender mais pessoas, ele chorava sem parar mas felizmente ele não tinha um arranhão, então sugeri que Martín também devia estar bem.



Fui ao hospital para onde estavam levando as vítimas do acidente, mas não o achei procurei em outros hospitais até que em um dele me falar que ele havia se ferido gravemente que tinha perdido muito sangue e infelizmente havia falecido.



Meu mundo foi ao chão, voltei para casa e não conseguia olhar para meu próprio filho sem chorar, eu não podia acrediar que ele não estava mais aqui.



Com o passar do tempo percebi a sorte que eu tinha, toda vez que eu olhava para meu filho com alguma simples palavra ou ação dele eu podia ver o meu Martin alí, por poucos segundo parecia que ele ainda estava ali.



Depois de um ano eu conheci um caminhoneiro chamado Benjamín ele havia começado a fazer o transporte do trigo que já não estava dando muito dinheiro, ele parecia ser um bom homem, ele disse que daria tudo que eu precisasse que ia cuidar bem do meu filho, e me pediu em casamento.



Eu ainda estava superando a morte de Martín, ele me pegou em um momento oportuno para se alojar em minha vida e fazer o que quisesse, e assim ele fez...


Notas Finais


Desculpe por qualquer erro ortográfico.❤


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