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História Um Amor Estranho - Capítulo 9


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Notas do Autor


Boa Leitura!!!!

Capítulo 9 - A Missão


Estávamos dentro de um Quinn-Jet, sobrevoando alguma parte do planeta (que eu não faço a mínima onde qual parte), juntamente com os Vingadores. Sim, senhoras e senhores, eu estava indo em uma missão com todos os Vingadores contra a Hydra!

E isso é demais!

Bom... Em teoria é legal, mas ficar dentro de uma nave por horas, até chegarmos no nosso destino, é um saco.

Eu usava meu traje negro e uma trança lateral, de forma que, se eu fosse loira e tivesse um vestido azul, eu dava uma de Elsa e saía cantando "Livre Estou" por aí.

Steve estava falando, mais um dos seus enormes monólogos animadamente entediantes, que eu não estava prestando nenhum pouco de atenção, porque eu só estava brincando de pedra, papel ou tesoura com Wade e Peter, em um canto da nave.

Durante todo o trajeto, notei que Stephen me observava, ou pelo menos, para estar. Sei lá. Não tive coragem de encarar ele e confirmar minha teoria.

Mais um tempo passou e, finalmente, chegamos ao nosso destino.

Primeiro, saíram os cinco principais e, depois, Soldados da S.H.I.E.L.D. Depois saíram os mais experientes e, por último, o reforço que consistia em Peter, Wade, Pietro, Wanda, Arya e eu. Ficamos em nossas posições, apenas esperando e observando a luta. Só entraríamos em ação, caso fosse necessário.

O objetivo era impedir que vários caminhões de carga roubada cruzassem a fronteira. Quem estava por trás dessa operação criminosa? A Hydra, obviamente!

Estava tudo indo bem, até que (não faço a mínima idéia de como, ou porque) Bruce se transformou no Hulk, e ele não estava nem um pouco amigável. Para melhorar a situação, ninguém fazia idéia de onde a Natasha estava.

Entramos em ação, quando o fogo estava pegando no parquinho.

Um dos caminhões de carga explodiu e quase capotou, porém Wanda impediu fazendo seu azarath metrion zinthos, com as mãos.

Olhei ao redor.

Peter prendendo os criminosos com as teias...

Wade matando uns vagabundos...

Gavigod só jogando flechas nos caras ali...

Thor jogando seu Mjölnir nos homens lá...

Observei todos e tive a sensação de estar esquecendo de alguém.

Meus pensamentos foram interrompidos, quando eu escutei um urro bestial — parecia até o urro do Shrek — que fez minha alma sair do corpo, olhar pra minha cara, dizer "Sem tempo, irmão" e ir lá pra Valhala.

Girei nos calcanhares e dei de cara com, adivinha quem?

Se você pensou numa besta verde, que parece ser o irmão do Thanos, com uma cara muito irritada, você está completamente certo!

Abri a boca, sem saber o que dizer ou fazer. Por impulso, acabei falando:

— Faz o urro!

Mal terminei de falar e senti ele agarrar minhas pernas e começar a me bater no chão, igual o que ele fez com o Loki em Vingadores 1.

Se eu soubesse que ele iria fazer isso, eu teria dito: "Eu sou um "deus" criatura ridícula..." apenas para fazer referencia ao Loki.

Depois de me bater contra o chão, até eu perder a noção, (como se eu tivesse noção...) ele me jogou ao vento, me fazendo voar (imaginem essa cena com a música "Eu Consigo Voar" do meme da "Era do Gelo") e eu acabei caindo em cima de um soldado da Hydra.

Me levantei sentindo uma dor terrível no corpo todo, e vi o Hulk, quase que soltando fogo pelo nariz. Notei que ele veio correndo na minha direção, totalmente enfurecido. Arregalei os olhos, e minha única reação foi sair correndo e gritar:

— CORRE NEGADA!!!!

Corri o mais rápido que pude, desviando de alguns inimigos.

Tive uma idéia. Louca, insana, retardada, mas era uma idéia.

Parei de supetão e conjurei um pano vermelho, o balançando no ar.

— Autora, o que você está fazendo?! — ouvi Rogers perguntar na minha escuta.

— Vou começar a brincar de toureiro. — eu respondi balançando o pano e vendo Hulk correr até mim.

Ouvi alguém resmungar um "Essa garota é louca!" na escuta, mas não me importei.

Quando Hulk estava bem próximo de mim, fiz uma energia aparecer em minha mão e peguei impulso, dando um salto e tocando o rosto dele, fazendo o mesmo cair apagado no chão, imediatamente.

O observei no chão por um instante e, em seguida, saí correndo.

— É, até que isso foi... — a minha fala foi interrompida, quando senti algo bater contra mim, quase me derrubando no chão. Olhei e vi que era o escudo do Rogers. — Droga!

— Olha a língua. — ouvi Steve repreender pela escute. Revirei os olhos e me levantei, jogando aquele escudo que (digasse de passagem) não obedece nenhum pouco as leis da física, na direção do Capitão. Mas como minha mira é "maravilhosa" o escudo acabou batendo na cara do Falcão, que estava voando.

Parei de correr, recuperando o fôlego. Coloquei as mãos na cintura e respirei fundo (igual quando as mães estão limpando a casa e param, apenas olhar para o nada e pensar: "O que eu ia fazer mesmo?").

— AUTORA!!!! — ouvi alguém gritar e levantei o olhar rapidamente, vendo quase que todo mundo parar de lutar por um instante e me encarar.

Franzi o cenho confusa, mas entendi na hora quando abaixei o olhar e vi um pequeno objeto que rolou até meus pés, jogado provavelmente por algum imbecil da Hydra.

Bufei e minha única reação foi exclamar:

— Droga!

Ouvi um alto som quando a granada explodiu e senti meu corpo ser partido em pedaços e eu voar ao vento.

Acabei caindo em cima do Wade, que logo me olhou e perguntou:

— Tá fazendo cosplay de The Walking Dead?

Olhei para mim mesma, ou melhor dizendo... Olhei para o que havia de mim, que era a cintura para cima, banhada em sangue e órgãos de um jeito que te daria vontade de vomitar, apenas de tentar imaginar.

— Me joga onde está minhas pernas. — eu pedi e vi ele pegar um taco de beisebol, que tirou de Nárnia (só se for, porque onde é que ele vai pegar um taco de beisebol em plena batalha?! Isso é erro de continuidade, produção! Vou meter processo na escritora dessa Fanfic) e me segurou pela cabeça. Em seguida ele me jogou para o ar e bateu em mim com o taco de beisebol, me fazendo voar até onde estava a outra metade do meu corpo.

Eu odeio o Deadpool. Eu já falei isso? Pois bem... Eu odeio ele!

Simplesmente, juntei as duas metades do meu corpo do mesmo jeito que eu faço tudo na vida: de um jeito bem idiota.

Mas não liguei para isso, depois eu me regeneraria, então isso não é importante.

Cerca de uma hora e quarenta e sete minutos depois, finalmente terminamos aquela porradaria, violência e sangue pra todo o lado. Principalmente da minha parte e do Wade, já que não entra na nossa cabeça que "Não pode matar os vilões. Somos os heróis e blá blá blá..."

Gente, aqui não é DC não! Eu não sou o Batman pra não matar o Coringa! Eu estou mais pra um Punisher da vida, que o dedo coça pra matar vagabundos.

Daqui a pouco o Capitão Referência tem um treco.

Chega de referências por hoje.



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