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História Um amor impossível - Capítulo 4


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Capítulo 4 - Promessas entre irmãos.



No capítulo anterior:

Vanya: Vou pegar um copo de água pra você se acalmar, tá bom?

Ele balança a cabeça positivamente, ainda entre soluços e lágrimas. Saio do quarto e vou em direção pra cozinha.

Atualmente:

Cheguei na cozinha e me encontro com o cinco, parecia irritado então nem perguntei o que aconteceu porque o conhecendo ia me ignorar ou falar frio comigo. Logo peguei um copo de água e um calmante para Klaus, o problema é que cinco estava na frente do armário onde fica os remédios então não tinha outra opção sem ser falar com o mesmo.

Vanya: Com licença.

Falo evitando olhar nos olhos dele, ele vai pro outro lado e percebo que continuou me olhando. Abro o armário com a caixa de remédios e pego o calmante e cinco pergunta.

Cinco: Pra que você precisa de um calmante?

Pergunta sério, olho nos olhos dele e falo.

Agora esse filho da puta quer falar comigo?

20 minutos antes:

Papai disse para eu entregar os livros para os outros, então fui no quarto do cinco primeiro.

Chego lá bato na porta.

Cinco: Entra.

Fala frio e eu entro no quarto.

Vanya: Com licença.

Cinco: O que você quer, Vanya?

Fala frio e o vejo revirar os olhos.

Vanya: Vim entregar mais alguns livros.

Falo e deixo três livros na mesa que tinha no quarto dele.

Cinco: Tá.

Vanya : De nada.

Falo sem olhar pro mesmo e saio do quarto.

Não gostei do jeito que ele me tratou, isso me deixou chateada...

Penso.

20 minutos depois.

Cinco: Pra que você precisa de um calmante?

Pergunta sério, olho nos olhos dele e  falo.

Vanya: Não é da sua conta.

Guardo a caixa de remédios e vou até a bancada pegando o copo e escuto cinco bufar e se teleportar para minha frente.

Cinco: Por que está sendo assim?

Vanya: Assim como?

Me faço de sonsa.

Cinco: Assim-

Cinco foi interrompido pela nossa mãe.

Grace: Cinco querido, Diego e Luther querem falar com você.

Cinco: Já vou, você ainda me deve uma resposta.

Ele fala baixinho só para eu ouvir, eu apenas reviro os olhos, e ele se teleporta para onde os garotos estão e eu vou para meu quarto.

Chego lá vejo Klaus, ainda chorando, chego perto do mesmo e entrego o copo com remédio, ele toma e fala.

Klaus: O-obrigado.

Fala tentando não soluçar e eu falo.

Vanya: De nada, agora me fala por que está chorando?

Klaus: .....

Vanya: Pode confiar em mim.

Ele suspira ficando mais calmo.

Klaus: Eu tô com medo.

Fala contendo as lágrimas e pergunto.

Vanya: Medo de que?

Klaus: Dos meus poderes.

E então volta a chorar e eu coloco a cabeça dele no meu colo e ele se deita.

Vanya: Não precisa ficar com medo. Eu estou aqui para tudo que você precisar, tá bem?

Klaus: Mesmo? Mesmo depois de todas as coisas que eu já fiz com você?

Pergunta e me olha e eu respondo.

Vanya: Sim, além de tudo você continua sendo meu irmão e eu amo e me preocupo com você. Sendo assim, estou aqui para tudo que você precisar.

Afirmo limpando as lágrimas dele.

Klaus: Obrigada, Vanya.

Agradece me abraçando, eu retribuo e falo.

Vanya: De nada. Se você se sentir assim de novo pode desabafar comigo, prometo não contar nada pra ninguém.

Klaus: Promete?

Fala com minguinho e eu disse.

Vanya: Prometo.

Depois começamos a conversar.

Quebra de tempo.

Estava conversando com Klaus e olho o relógio e vejo que já tinha se passado um hora. Klaus se levanta e vai embora então resolvo dormir um pouco, estava prestes a dormir até que escuto uma voz.

****: Eu sei que você não está dormi.

Continua.



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