História Um Amor Impossível (Billdip) - Capítulo 1


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Categorias Gravity Falls
Personagens Bill Cipher, Dipper Pines, Mabel Pines, Pacifica Northwest, Personagens Originais, Stanford "Ford" Pines, Stanley "Stan" Pines
Tags Billdip, Boys Love, Fight Falls, Gravity Falls, Killdip, Reverse Falls, Willdip, Yaoi
Visualizações 262
Palavras 1.678
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Fluffy, LGBT, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shonen-Ai, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Iaeee!! Fic nova!!
Espero que vocês gostem!!

Capa by me!

Capítulo 1 - PRÓLOGO


Fanfic / Fanfiction Um Amor Impossível (Billdip) - Capítulo 1 - PRÓLOGO

E mais uma vez lá está Dipper jogando Masmorras Masmorras & mais Masmorras sozinho, já que Ford está trabalhando em um novo experimento e mais ninguém gosta de jogar esse jogo.

Bem, não tão sozinho, ele tem a companhia de seu fiel companheiro, a cabra dos olhos de serpente.

– Ah, você tirou um 38 perfeito! Que sorte! – Exclama o moreno e a cabra berra. – Se ao menos você pudesse jogar de verdade comigo... – Ele faz uma cara triste.

A cabra chega perto de Dipper, forçando-o a abraçar o animal. O moreno sorri e o abraça.

– Eu sei que você e essa cabra são um só, mas você tem que arrumar suas malas, temos que voltar pra casa amanhã. – Diz Mabel os observando com os braços cruzados, escorada na porta de trás da Cabana.

Dipper solta um suspiro triste e dá um beijo no topo da cabeça de sua cabra favorita, logo se levantando e indo em direção à sua irmã. A cabra berra.

★★★

A noite caía e todos estavam reunidos na cozinha para o jantar, menos Ford, que continua trabalhando em seu experimento.

Stan decide ir chamar seu gêmeo enquanto Dipper e Mabel terminam de pôr a mesa.

– Ford, a janta já está na mesa! – Grita Stan da entrada do laboratório do irmão.

– Já estou indo, Stanley! – Grita de volta. – Só vou terminar um negócinho aqui e já vou, é rápido!

– Tudo bem! Só não demora! – Grita e fecha a "porta" do laboratório.

– E o Ford? – Pergunta Dipper assim que o mais velho apareceu na cozinha.

– Disse que tem que terminar um negócio e que já vai vir. – Responde ele.

– Ih! Já sei no que isso vai dar... – Comenta Mabel e Dipper olha com pena para seu tivô.

– O pior é que eu também sei, crianças, eu sei... – Stan solta um suspiro e se senta à mesa. – Vamos comer, o Ford não vem mesmo.

★★★

Ford subiu de volta à superfície, pronto para jantar com seus sobrinhos. Porém, quando chegou à cozinha, tudo estava apagado e não havia mais ninguém lá, ou achava que não.

A luz de um pequeno abajur se acende, revelando Stan sentado em uma das cadeiras tomando uma xícara de chá de camomila. Ford leva a mão ao coração, a fim de tentar acalmar seus batimentos cardíacos por conta do susto que levara.

– Ah, Stan, é você. Cadê as crianças? – Pergunta olhando em volta.

– Forma dormir. – Responde o senhor do mistério tomando um gole de seu chá, na tentativa de se acalmar.

– Já? Não está cedo? – Stan nega com a cabeça.

– Ford, já é quase uma da manhã.

– O quê? Mas já? Eu nem vi o tempo passar. – O cientista passa a mão por entre seus fios platinados meio constrangido.

– É, Ford, é sempre assim. – Stan se levanta e começa a andar na direção do seu gêmeo com sua paciência chegando no limite. Toda noite era a mesma coisa e ele já está cansado disso. – Você fica trabalhando nesses seus experimentos, pesquisas, invenções, seja lá o que você faz, e se esquece que a família existe.

– Stanley, eu sou um cientista. É ISSO o que eu faço, essa É a minha vida.

– SUA VIDA É AQUI, STANFORD! COM SEUS SOBRINHOS, COM SUA FAMÍLIA, COMIGO! – Com a paciência já esgotada, Stan começa a gritar com o irmão.

– Com você?! Ah, me poupe, Stanley. Você arruinou minha vida inteira e praticamente causou o Estranhagedon! – Ford também se altera, mas não chega a gritar como o irmão.

– MAS QUEM É QUE FEZ UM PACTO COM UM DEMÔNIO PERIGOSO? QUEM CONSTRUIU UM PORTAL PARA OUTRA DIMENSÃO? E QUEM FOI QUE TE TIROU DE LÁ? QUEM FOI QUE SALVOU O MUNDO? EIN? ANDA, FORD, ME DIZ!

– Os dois primeiros foi eu, e os outros você. Mas o que isso tem a ver?

– TEM TUDO A VER! VOCÊ DIZ QUE EU ARRUÍNEI SUA VIDA, MAS VOCÊ ARRUINAVA A MINHA TODO SANTO DIA, STANFORD! NÓS SEMPRE FOMOS UNIDOS, MAS QUANDO SE TRATAVA DA NOSSA DIFERENÇA DE INTELIGÊNCIA, VOCÊ SEMPRE SE SAIA NA FRENTE E ME DEIXAVA DE LADO. E MESMO COM TUDO ISSO, EU AINDA SALVEI A SUA VIDA! E VOCÊ ME AGRADECEU? NÃO!

– Eu...

– Tivô Ford, tivô Stan. – Chama Mabel esfregando o olho. – Que gritaria toda é essa?

– É, dá pra ouvir lá de cima, sabe, do sótão. – Comenta Dipper, um tanto sarcástico.

– Não é nada, crianças, podem voltar pra cama. – Diz Ford, ignorando a presença de seu gêmeo.

– É, não é nada. – Stan lança um olhar mortal para o irmão e começa a andar em direção à porta da casa.

– Aonde você vai, tivô Stan? – Pergunta Mabel.

– Eu preciso sair um pouco. – E assim Stan saiu da Cabana e começou a andar meio sem rumo pela floresta.

★★★

Dipper fora o primeiro a acordar e decidiu aproveitar a brisa suave da manhã para caminhar e observar o nascer do sol por entre as árvores.

Hoje seria seu último dia nesta misteriosa cidade que tanto ama. Ele seguiu caminho pela trilha que cortava a floresta, na esperança de encontrar seu melhor amigo. A irmã havia dado um nome ao animal, mas o moreno não gostava muito. Agora chamava-o de Cipher, por seus olhos serem tão semelhantes aos do demônio portador deste sobrenome.

Por falar em Bill, Dipper se lembrou de um sonho que tivera esta noite. Sonhou com Cipher, tanto a cabra quanto o demônio, e também com um homem de cabelos parte negros, parte loiros, com um rosto tão angelical e atemporal que chegava a ser demoníaco.

O moreno não se lembra direito de como foi o sonho, mas se lembrava de estar em seu quarto, com Mabel dormindo na cama ao lado e com os três possuidores de olhos de serpente ao seu lado, mas em momentos diferentes, eles três nunca se encontravam, apenas um por vez estava lá.

Dipper levou a mão aos lábios e sentiu um gosto diferente, o gosto de outra pessoa, e teve a sensação de ter sido beijado, mas não se lembrava quando, como e, principalmente, por quem.

Perdido em seus pensamentos, o moreno acaba tropeçando em uma pedra e cai. Por sorte, alguém que passava por perto - o que diabos alguém estaria fazendo no meio da floresta? - o segura antes dele ir de encontro ao chão.

– Você está bem? – Pergunta uma voz masculina um tanto familiar.

– Sim, eu estou sim. – Dipper se levanta e começa a limpar sua roupa. – Muito obriga-gado-o... – Sua voz vacila ao olhar para o rosto de quem o ajudara: era a mesma pessoa com quem havia sonhado.

O sorriso do estranho era tão lindo e seus olhos de serpente o fascinava. Analisando este estranho, Dipper percebeu que não era só seu sorriso que era belo, ele era magnificamente lindo, da cabeça aos pés.

Mesmo congelado, o moreno sentia seu rosto queimar nas partes em que este lindo ser o tocara, e seu corpo se arrepiou inteiro com seu sorriso.

De repente o sorriso do estranho se torna uma risada sarcástica e seu olhar se torna cada vez mais intenso, fazendo Dipper se perder na imensidão desse mar dourado.

– Vai ficar me admirando por muito tempo, Pinetree? – O loiro se aproxima com um sorriso malicioso em seus lábios, deixando Dipper completamente vermelho.

– E-eu acho q-que... Te c-conheço de algum l-lugar.... – Gagueja Dipper.

– É claro que conhece. – O estranho o segura pela cintura e sela seus lábios, lhe dando um beijo quente, intenso e... Apaixonado.

Ele separa seus lábios com um sorriso, deixando um fio de saliva entre ambos.

– Nos vemos em breve, Pinheirinho Azul. – O loiro o solta e abaixa o boné de Dipper, de modo que tampava sua visão.

– Ei! – Quando o moreno finalmente ajeita seu boné, o estranho já havia sumido de sua vista.

Ainda chocado com o que acabara de acontecer, ele leva sua mão aos lábios. Seu coração estava acelerado e seu corpo queimava ainda mais.

– É o mesmo gosto...

★★★

O que pareceu ser minutos para Dipper na verdade foram apenas poucos segundos, e Cipher apareceu, o SEU Cipher.

Ele vem correndo e se esfrega em Dipper, que o faz carinho, enquanto começava a despertar de seu estado de choque.

– Te achei.

A cabra fecha os olhos, aproveitando os carinhos de seu amigo.

Dipper sempre soube que ele e a cabra tinham uma ligação especial, e sente que agora essa ligação se intensificou, mas ele não sabe como ou porque.

O moreno dá um beijo na parte superior da cabeça de sua cabra favorita e sente seus olhos se encherem de lágrimas.

– Eu vou sentir sua falta.

A cabra dá um berro que Dipper sabia que significava que Cipher também irá sentir sua falta. O moreno deixa escapar um sorriso e se levanta.

Agora, de pé, e sem estar em estado de choque ou com a mente no mundo da lua, Dipper pode analizar melhor o lugar. Era o mesmo lugar onde a estátua de Bill estava, ele podia jurar pela sua vida, tinha visitado esse lugar no dia anterior com seu Cipher, porém, a estátua não estava mais lá.

★★★

Escondido atrás de uma árvore, Cipher observava Dipper e sua irmã se despedirem de todo mundo e embarcarem no ônibus que os levaria de volta para casa juntamente de Waddles.

Cipher se transformou, de cabra para um humano de cabelos parte negros, parte loiros, mas seus característicos olhos de serpente não mudaram.

Quando retornou a olhar para o ônibus pode notar que Dipper, sentado à janela, percorria o olhar pela mata à procura de algo, ou alguém.

Quando seus olhares se encontraram, Cipher sorri e sente seu coração acelerar enquanto via Dipper corar, mesmo a uma boa distância. Um enorme alcance de visão era o que Cipher mais gostava em ser um demônio.

Os poucos segundos que mais pareceram uma eternidade chegam ao fim e o ônibus parte, forçando ambos a desviarem o olhar.

Pela primeira vez nos 3 mil anos de sua existência, Cipher sentiu seus olhos se encherem de lágrimas, e ele já sabia o porquê.

– Será que eu poderei aguentar até o próximo verão, meu amor?

★★★


Notas Finais


Awnn, eu amei meu Cipher apaixonadinho, e vocês?

Fiquem sabendo que nem tudo vai ser um mar de rosas, como na minha outra fic, vai dar muita treta desde o próximo cap, principalmente da parte do Dipper kkkk.

Aah, e também nem todos os caps serão em 3ª pessoa, a grande maioria será narrada pelo Dipper (pq será, não? Ele só é a pessoa mais lerda desse mundo kkkkk)

No próximo cap o Dipper retorna a Gravity Falls no verão seguinte, e algumas coisas mudaram, como o novo funcionário da Cabana do Mistério.

Bjss e nos vemos no próximo cap!!


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