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História Um amor.. improvável? ( Corona x Dengue) - Capítulo 2


Escrita por:


Notas do Autor


Oi [email protected], tudo bom?
Eu vim aqui explicar como eu vou me programar, pra não me embolar ou coisa do tipo.
Eu vou tentar postar dia sim, dia não, para dar tempo de escrever — estou postando hoje porque o cap de ontem foi apenas o prólogo—.
Já vou me desculpando também por qualquer erro.
Boa leitura.

Capítulo 2 - A Surpresa


Fanfic / Fanfiction Um amor.. improvável? ( Corona x Dengue) - Capítulo 2 - A Surpresa

Pov Corona 

Estava preocupado com a possibilidade de nos mudarmos desde que chegamos a nossa nova casa, confesso que estava torcendo para que isso não acontecesse, mas não foi dessa vez.

Meu pai foi promovido recentemente à sócio e nós vamos nos mudar — novamente —, a empresa em que ele trabalha está em fase de expansão então eleprecisa se deslocar também, consequência: sou arrastado pelo mundo afora, literalmente.

Sei que isso pode parecer legal, mas tudo o que eu queria era, permanecer, pertencer a algo, ou algum lugar.

Eu raramente permaneço em um lugar só, sempre parece que eu estou em todos os lugares e em lugar nenhum.

 ↑Quebra de tempo↓

— Filho está pronto? Estamos te aguardando. — minha mãe diz batendo na porta do meu quarto.

— Sim mãe, eu estou. — saio do quarto usando uma calça jeans e um moletom azul escuro.

— Você está lindo, meu amor.

Eu sorrio e respondo:

— Pena que o mundo nunca verá minha beleza mãe. — respondo meio desanimado.

Ela surpreendentemente sorri e me responde.

— Seu pai e eu temos uma surpresa para você. — ela abre a porta do quarto deles dirigindo a palavra a meu pai. — Black vem contar você aqui pro nosso menino.

Meu pai sai do quarto, e se vira para mim.

— Filho eu sei que você não fica contente quando nós viajamos frequentemente e decidimos que iremos deixar você na casa de uma pessoa de confiança, um amigo. — começo a me sentir tenso e meu pai parece perceber.

— Filho, você se lembra daquele amigo do papai que faleceu? — Eu assenti. — Você ficará na casa da família dele, vai morar com a esposa e filhos dele. — Ele completa.

 Após ele terminar de falar eu o abraço e agradeço por me dar essa chance. Minha mãe estava chorando, então nós a puxamos para o abraço também.

Eu sentiria saudades deles, mas por dentro estava explodindo de alegria.

Finalmente iria permanecer em algum lugar. E teria finalmente minhas primeiras.. primeiras vezes... 

Ao penar nisso, comecei a me sentir inseguro, tenso, com medo. Parecia que toda a minha insegurança veio a tona com força total. E isso assusta, assusta mesmo.


Logo, levamos nossas malas pro andar de baixo.

Dave entrou, ele era nosso motorista — dos meus pais porque eu jamais saí de casa. — e meu melhor e único amigo, Dave precisava muito do emprego na época então eu resolvi ajudá-lo a conseguir o emprego, e nos tornamos amigos. 

Ele sempre concordou comigo no quesito de eu não poder sair de casa ser uma merda, mas sempre disse que o mundo não estava preparado para mim, para minha beleza e para minha fofura; Dave é bissexual e sempre demonstrou ter sentimentos por mim — não que eu também não tivesse sentimentos por ele —, mas ele tem uma namorada. 

Eu fico feliz por ele, Dave é um cara legal e qualquer um babaria por ele. Sobre os meus sentimentos.. ainda é muito complicado, vamos dizer que Dave é "meu único contato com o mundo externo"; no primeiro dia dele ele trouxe para mim um combo de fast-food e rosquinhas açucaradas — foi ali que vi que seríamos bons amigos, ele me ofereceu comida oras, mas apenas amigos. —, e é completamente culpa dele minha obsessão por rosquinhas açucaradas — só de pensar já me dá água na boca, as rosquinhas e não Dave.

Ele cumprimenta meus pais e acena pra mim, eu aceno de volta. Ele pega nossas malas, e as leva pro carro. Meus pai começam o meu "processo de preparação para sair de casa", segundo as palavras da minha mãe.

Eles passaram protetor solar anti-germes — eu nem sabia que isso existia. — em mim, colocaram uma máscara cirúrgica em mim, e passaram álcool em gel nas minhas mãos, além de me entregarem duas bolsas — uma mini mochila para mim carregar e acho que uma necessaire masculina para colocar na mala. —, repletas de artigos para higiene pessoal e produtos anti-germes.

Eu confesso que fiquei nervoso.

Saí de casa com um objetivo: não cumprimentar ninguém — a probabilidade de adquirir uma doença cumprimentando alguém é alta e eu não queria correr riscos.

Também decidi irdireto para a casa da Sra. Espanhola, não que eu tivesse outro lugar para ir — que decadência né? —. Eu estou querendo dizer que não vou parar pra conhecer lugar nenhum, vou ter um bom tempo para fazer isso. 


↑Quebra de tempo↓

Agora estamos perto do aeroporto — sim eu fui no mesmo carro que meus pais, não que você esteja se perguntando sobre isso ou algo parecido.  

Sei que fui no mesmo carro e aeroporto que eles por que eles estão inseguros com a decisão; eles estão com medo, eu sei, também estou.  

Então nós estamos fazendo o que fazemos de melhor, omitir o que estamos sentindo.


Notas Finais


Leiam as notas iniciais por favor.

Obrigado por ler até aqui.
Dois bjs


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