História Um Amor Inesperado - Capítulo 6


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Antigo, Camponesa, Competição, Drama, Hot, Mistério, Original, Principe, Rei, Reino, Revelaçoes, Romace, Sexo, Vila
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Palavras 884
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Adolescente, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oi pessoas :)

Espero que gostem ;)

UHUUU

Capítulo 6 - Capítulo 6


Fanfic / Fanfiction Um Amor Inesperado - Capítulo 6 - Capítulo 6

Depois de receber uma pequena "aula" de como dançar que nem uma pessoa normal, eu e Antônio estávamos dançando no centro do salão. 

Evitando fazer contato visual com ele eu dou uma espiada à minha volta, todas as damas estão acompanhadas por cavalheiros mascarados, alguns estão sentadas em mesas conversando, outros casais dançavam a nossa volta. Era como se isso fosse um baile normal, pessoas conversando e dançando, rindo e paquerando, mas não é.

A maioria das garotas aqui presentes devem estar tão encantadas com os vestidos e joias raras que se esqueceram que nós fomos sequestradas e que talvez, nunca mais vejamos nossas famílias. 

- No que está pensando - Diz ele me tirando dos meu devaneios.

- Estava pensando em como as outras garotas são estúpidas - falo e ele ri.

- Estúpidas? Explique. 

- São estúpidas porque se distraem com coisas bobas e esquecem sobre a situação em que nos encontramos.

- A situação de vocês não é tão ruim - Ele fala - Vocês possuem abrigo, alimento. 

- Eu preferiria estar sem abrigo e sem comida, se isso significasse estar fora daqui.

- Além disso, uma de vocês terá a chance de se casar com o Futuro Rei de Urbe.

- Eu não veio nada de bom em viver o resto da minha vida infeliz com alguém que eu não amo - Ele ri e eu franzo minhas sobrancelhas, mais ele gosta de rir das coisas que eu digo em.

- É difícil não se apaixonar pelo Príncipe André não acha? Ele é um deus.

- Não, não é, além do mais, as pessoas devem se casar por amor e não pela beleza ou riqueza.

Pela sua face coberta pela máscara não posso distinguir sua expressão, mas ele me parece um pouco surpreso e encantado. Pera, encantado? 

- Vem, vamos comer alguma coisa. - Diz ele me puxando para a mesa de doces.

"Ah, agora você não me escapa!" Penso pegando três docinhos e colocando todos na boca de uma vez.

- Safira, cuidado para não engasgar - Diz ele rindo.

- Eu não sabia que era tão engraçada. - Digo pegando mais cinco docinhos e comendo os cinco.

- Agora você sabe - Ele fala - e também é bonita e esperta - Diz ele colocando um doce na minha boca - Prove.

Tinha um gosto de chocolate e amendoim.

- Isso aqui tem amendoim? - Pergunto olhando para ele.

- Tem.

- Eu sou alérgica a amendoim! - Digo já com dificuldades de respirar

Antônio arregala os olhos e olha a sua volta desesperadamente. Eu rio da cara dele.

- Ah não você não fez isso - Diz ele rindo percebendo que era só uma brincadeira.

- Ta' vendo como é bom rir das outras pessoas - Digo dando risada dele.

- A noite e hoje acabou. Cavalheiros, retirem-se do salão e troquem de roupa, damas, após os cavalheiros saírem tirem as máscaras e aguardem. Logo após que os senhores voltarem eles escolherão junto com o Príncipe quem fica e quem sai.

Me despeço de Antônio com um beijo na bochecha e faço como ele pediu. Depois de um tempo esperando os garotos voltarem escuto a voz de Diane ao meu lado.

- Se divertiu essa noite? - Ela pergunta.

- Sim, mas me divertiria mais se não estivesse aqui mantida em cárcere privado. E você?

- Digo o mesmo.

A porta é aberta, o Príncipe André entra e por trás dele os outros cavalheiros também entram. Qual deles será Antônio? 

Depois de conversarem um pouco sobre quem ia ficar e quem ia sair, eu imagino, os cavalheiros se retiram e ficam apenas o Príncipe André e Ricardo conosco na sala.

Com uma caneta na mão ele passa de garota em garota marcando alguma coisa em suas mãos. Quando ele passa por mim, olha para meus brincos e sorri, eu viro a cara, não quero papo com esse magnata idiota. Ele marca um pequeno "2" na minha mão. O mesmo número é marcado na mão de Diane.

- Todas aquelas que foram marcadas com o número dois deem um passo a frente - O Príncipe fala, e eu quase sinto como se ja conhece se essa voz de algum lugar.

Eu e Diane nos entreolhamos e damos um passo a frente junto com algumas outras garotas. Pelas minhas contas pelo menos umas trinta e cinco garotas foram marcadas com o numeral dois, contando comigo e minha parceira. 

Meu coração palpita, será que é hoje que eu saio?

- As que deram um passo a frente, estão salvas, as outras estão fora - Diz ele dando uma última olhada e indo embora.

Uma sensação conhecida por muitos como alívio veio a tona, olhei para Diane agradecendo aos céus por ter pelo menos uma aliada comigo.

- Parece que não se livrarão da gente tão facilmente.

- Tem razão - Digo ignorando os gritos e choros das eliminadas e seguindo Vera até nosso "quarto"

Se aquele tal de Antônio tem a chave daquela porta, ja é um começo e tanto, ja que eu fiz amizade com ele, talvez ele possa nos ajudar. Não, acho que não, ele tentou defender o Príncipe André a todo momento em que estávamos juntos. Talvez Diane tenha tido mais sorte, amanhã irei falar com ela.

 

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado!!!

Comentem o que acharam por favor, e até o próximo capítulo.


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