1. Spirit Fanfics >
  2. Um Amor Inesperado >
  3. Compondo a Música

História Um Amor Inesperado - Capítulo 48


Escrita por:


Notas do Autor


Ep 48! Espero que seja do vosso agrado. E antes de mais eu gostaria de agradecer pelas mais de 3000 visualizações. Sério, muito obrigado mesmo.

Bom, bora para o capitúlo.
Vai começar em 3... 2... 1...
E ação!

Boa Leitura...

Capítulo 48 - Compondo a Música


Fanfic / Fanfiction Um Amor Inesperado - Capítulo 48 - Compondo a Música

Zack:On

Andei pelas ruas do Japão, com o vento a bater-me na cara e com um aroma de vitória e de tranquilidade. Já estava andando faz horas, mas também, nunca pensei que aquele verme, pudesse morar assim tão longe.

Mais uns passos à frente e já tinha chegado a casa. A minha sorte, é que os meus tios não estavam, caso contrário eu estaria em sarilhos. Cheguei perto da porta de casa e então tirei as minhas luvas e a máscara que tapava o meu rosto. Tive sorte de não me encontrar com a polícia.

Guardeias nos meus bolsos e abri a porta devagar, entrando dentro de casa. Fechei a porta e ao olhar para trás, pude ver o meu primo de pé.

Zack: Bolas Katsuki! Queres me matar de susto!?

Katsuki: Olha, até não é uma má ideia.

Zack: Vai te fuder! Além do mais, tu não deverias estar a dormir!?

Katsuki: Devia, mas queria ser eu a te falar que tens alguém te esperando... – Aponto com o meu dedo para as escadas - Lá em cima.

Olho para ele com uma cara de curiosidade e o mesmo me lança um sorriso de lado. Dirigi-me para as escadas, mas antes de subir, dei um aviso ao eu primo.

Zack: Vai dormir. Já são duas da manhã.

Katsuki: Vai logo e não chateies!

Sem mais discussões, subi as escadas e dirigi-me para o meu quarto. Pensei em entrar, normalmente, mas pensei um pouco mais e achei que seria melhor entrar devagar.

Fui abrindo a porta devagar e entrei no quarto, fechando a mesma. Quando olhei para trás, pude ver um semblante, de cabelo verde, sentado na cama de costas para mim. Pousei o meu taco de beisebol e fui me aproximando. Foi então que quebrei o silêncio.

Zack: Tu, não devias estar a dormir?

Ele olhou para trás e pude ver aquela carinha com lágrimas nas pontas dos olhos. Em um movimento o mesmo se levanta e vem até mim, me dando um tapa na cara e em seguida me abraça. Quando eu ia reclamar, o mesmo rouba-me a fala.

Zack: Mas que...

Izuku: Idiota! Porque você fez aquilo!? Você não sabe o quanto me assustou!

Já estou a ver. Ao que parece o meu primo não consegui manter a boca fechada.

Zack: Ele te contou a verdade, não foi?

Izuku: Sim, contou.

Zack: Ei.

Peguei no queixo do mesmo com os dedos e puxei para cima. Pude ver a sua carinha, e vi que as suas lágrimas estavam para sair.

Zack: Quanto à tua pergunta. Eu fiz o que tinha de ser feito.

Ele se afastou de mim e a sua cara exalava raiva e preocupação.

Izuku: O que tinha de ser feito!? Você não sabe do que o Shouto é capaz!? Você poderia ter até levado um tiro, ou pior!

Zack: Mas não aconteceu! Ele já não vai te chatear, eu te garanto!

Ele andou de um lado para o outro com a mão na cabeça e então voltou a me encarar.

Izuku: Você não tinha de fazer isso! E se ele me chateia, não é da tua conta! Mas por que é que isso era tão importante para ti!? Você não vê que poderia ter morrido!?

Zack: Eu prefiro morrer, do que ser deixado de lado pelo meu melhor amigo!

O mesmo recua e sua cara fica de espanto.

Izuku: O quê?

Zack: Você não vê!? Por causa dele, você se afastou de mim me deixou de lado como se eu fosse uma tralha velha! O que é que achas que eu deveria ter feito, han!?

Olhei para ele e foi então que vi as suas lágrimas caírem pelos seus olhos verdes. O mesmo se dirigiu a mim e me abraçou, me fazendo cair com ele em cima de mim.

Izuku: Desculpa! Peço imensa desculpa!

Retribui o abraço e deixei o mesmo enterrar o rosto no meu pescoço. Levantei ele e bem, ele ficou no meu colo e enquanto isso eu massajava as costas dele.

Izuku: Zack.

Zack: Humm?

Izuku: Obrigado. Muito obrigado.

Abracei o mesmo com mais força e cheguei perto do seu ouvido.

Zack: Não me deixe sozinho Deku. Por favor.

Izuku: Nunca mais Zack. Eu sou teu amigo e estarei sempre aqui.

Enterrei o meu rosto no pescoço dele e ficamos assim por uns minutos. Na verdade, tempo suficiente para ele adormecer. Peguei no mesmo estilo noiva e o deitei na cama, cobrindo-o em seguida.

Fui no banheiro e tirei a roupa que estava usando. Tomei um banho e em seguida fui para o meu quarto. Peguei em uns boxers e nas minhas calças de pijama. E deitei-me ao lado dele.

Fui fechando os olhos, mas em um momento senti algo me abraçar. Abri os olhos, olhei para trás e pude ver o Deku com um sorrisinho no rosto. Virei-me para ele e abracei o mesmo. E com isto, acabei por adormecer.

 

Quebra de Tempo

 

Izuku:On

Fiquei tão feliz pelo que aconteceu ontem. Ele, o Zack, agrediu o Shouto, só por minha causa. Claro que a parte de agredir é um bocado mal, mas mesmo assim.

Na verdade, não interessa, pois agora sei que o mesmo, não volta a me chatear.

“Bom, é mais um dia para viver.”

Pensando nisto, abro os meus olhos e à minha frente, estava um ser com ligaduras por todo o corpo e cabelo preto como a noite. Lancei um sorriso e comecei a abaná-lo e a chamar por ele.

Izuku: Ei Zack? Kkkkk, vamos acorda!

Zack: Hummmm, Deku, me deixa dormir!

Izuku: Tudo bem então.

Dito isto, sai dos braços dele e peguei numas calças de pijama.

“Hoje está muito frio.”

Saio do quarto e desço as escadas, indo em direção à cozinha. Lá encontro o Kacchan a fazer o pequeno almoço.

Izuku: Bom dia Kacchan!

Katsuki: Oi Deku – Olho para os lados a ver se encontro o monte de ligaduras – O meu primo?

Izuku: Pois, tentei acordá-lo, mas acho que ele estava cansado demais. Então, deixei-o dormir.

Katsuki: Ah, fizeste bem. Bom, o café da manhã está pronto. Queres comer?

Izuku: Claro que sim!

Sentamo-nos na mesa e começamos a comer. Foi então que ele veio com uma conversa, um tanto invasora.

Katsuki: E então, como foi ontem?

Izuku: Você não se cansa de ficar perguntando sobre os meus assuntos pessoais?

Katsuki: Não. Além do mais, a tua vida chega a ser uma novela e eu gostaria de saber cada detalhe que acontece nela.

Izuku: Ha! Ha! Ha! Mas que piada.

Katsuki: Tanto faz, mas vá lá, conta!

Izuku: Nem a pau meu menino.

Katsuki: Aff, você tem passado demasiado tempo com o meu primo, sabia?

Izuku: Nossa! Me diga algo que eu não saiba, pois acho que isso só deve ser novidade no outro lado do mundo.

Com isto, terminamos esta conversa, mas começamos outra logo em seguida. Quando acabamos de comer, arrumamos a mesa e depois em me dirigi para o meu quarto. Mas foi então que ouvi o Kacchan.

Katsuki: Ei Deku! Veste uma roupa, vamos sair!

Izuku: Mas e o teu primo?

Katsuki: Ele tá dormindo, agora vai te vestir!

Não disse mais nada. Em vez disso, subi as escadas e peguei numa roupa qualquer. Sai do quarto sem fazer nenhum barulho e desci as escadas.  

E assim, saímos de casa do Kacchan e fomos andando pelo passeio. Ao longo do caminho, eu e o Kacchan falávamos de várias coisas mas parei de ouvir, pois um pensamento invadiu a minha cabeça e isso me pôs a pensar.

“O que será que devo dar ao Zack no Natal?”

 

Zack:On

Acordei com uma leve dor de cabeça. Mas nada que eu não lidasse. Passei a mão na cama e senti a falta de um ser verde. Olhei para o lado e pude ver que o Deku não estava na cama e nem no quarto.

Levantei-me e sai do quarto, indo em direção às escadas e depois para a cozinha. Peguei em algo para comer e feito isso, sentei-me na cadeira.

Foi então que me apercebi que estava sozinho em casa, o que na verdade não era assim tão mal, pois era da maneira que eu poderia escrever a música para o Deku.

“Boa! Ninguém em casa, é melhor aproveitar!”

Saindo dos meus pensamentos, acabei de comer e fui de novo para o quarto. Peguei na minha guitarra e sentei-me na cama.

Comecei por tocar algo à sorte, mas não me deu ideia nenhuma. Fui tocando e tocando, mas nada.

Zack: Oh, vá lá! Não pode ser assim tão difícil!?

Passei as mãos pelos fios de cabelo e tentei me acalmar a ver se o stress não me subia à cabeça.

Voltei a tocar, uma, duas, três quatro, cinco vezes. Mas deu em um grande nada.

Pousei a guitarra de lado e deitei-me na cama, fechando os olhos em seguida. Foi então que comecei a ter flashbacks de meses atrás.

Eram memórias de tudo o que eu e o Deku passamos até agora. Como nos conhecemos, o que partilhamos, quando fizemos aquela promessa e até quando nós discutimos.

Quando abri os olhos, algo dentro de mim, despertou. Levantei-me da cama e peguei numa folha e comecei a escrever, letra após letra, palavra atrás de palavra.

Depois de um tempo, tinha finalmente acabado a escrita e então passei para a música.

Toquei sem parar. Errei umas vezes e acertei outras. Até que por fim, escrevi a música.

Zack: Finalmente, está pronto!

Foi então que ouvi a porta de baixo se abrir e ouvi a voz do Deku.

Izuku: Zack, chegamos!

Levantei-me e arrumei tudo o que tinha no quarto. Parecia até o Flash. Guardei a folha num local secreto e seguro e em seguida, guardei a minha guitarra. E foi mesmo a tempo, pois ouvi a porta do meu quarto se abrir.

Olhei para trás e pude ver o Deku com um sorriso no rosto.

Izuku: Olhem só, já estás acordado!

Zack: Claro que estou.

Izuku: Ótimo! Nesse caso, veste-te. O jantar está na mesa, daqui a nada.

Ele fecha a porta e me deixa no quarto com uma pergunta na minha cabeça.

“Jantar?”

Peguei no meu celular e ao olhar para o mesmo, vi que já eram sete da tarde.

“Uou! Como o tempo passa depressa, hein?”

Larguei o celular e peguei numa roupa. Desci as escadas e fui ter com aqueles dois. Jantamos e depois disso, fomos dormir.

 

Continuar...


Notas Finais


Estive até agora a escrever este capitulo, espero que tenham gostado.
Amanhã tem mais.
Até ao próximo capitulo! BYEEE!!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...