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História Um Amor Inocente - Capítulo 1


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Notas do Autor


Quero que se divirtam que chorem que riam e sinta cada sentimento dos meus personagens uma boa leitura!
Att

Capítulo 1 - Caminho Tortuoso


Fanfic / Fanfiction Um Amor Inocente - Capítulo 1 - Caminho Tortuoso

Hoje me deparo vendo as montanhas ao horizonte e sinto uma lágrima a escorrer pelo meu rosto, o sentimento de saudade da minha mãe, começou a fala mais auto a cada curva da estrada.
Minha mãe tinha falecido há pouco tempo e nesse momento estou chegando na fazenda da minha, avó Maria no lugar que ela mais amava estar.
Tenho algumas lembranças vagas dela se balançando no balanço lá na mangueira.
Minha querida mãe erra a melhor pessoa do mundo e sempre estava ao meu lado sempre me chamava de meu algodão-doce, sinto muitas saudades dela.

Olha bem diferente da minha mãe, meu pai e um babaca com uma má educação que ate deus dovida.
Ele começou a me trata muito, mal depois que ela se foi.
E com isso e nunca mais quis nem conversar comigo direito, aliás ele e um engenheiro muito renomado e teve uma proposta para morar no exterior, olha nem pensou, duas vezes em deixar seu filho para trás.

Eu fique feliz em um certo ponto, porque minha avó Maria é fantástica e idêntica a minha mãe com o seu amor incondicional.

Ah! Meu nome é Rafael tenho nesse momento 12 anos minha aparência e de um índio e sempre sou chamado de Erê.
Não quê eu goste muito, mais minha avó só me chama assim. É ela me conto que tinha um personagem que ela gostava na sua novela preferida, (Rei do Gado) que tinha minha cara de índio arisco de poca amizade.

Ao chegar à fazenda vejo grandes árvores majestosas de lpé ipê-amarelo todas floridas, e observo minha avó no alpendre da varanda onde parecia que estava ansiosa pela minha chegada.

Logo que sai do carro ela veio correndo para me dar um, grade abraço demorado.

— O meu deus que grande você está meu Erezinho!
— Ah! Avó não é para tanto!

É de repente vejo ao longe na porteira espionando um garoto de pele branca bronzeada e olho claros e bem sujinho como se tiveste brincando com o porquinho no chiqueiro.
E de repente me lembre que minha avó tinha adotado um menino depois da morte de seus pais que trabalhavam na sua fazenda quando eu tinha 5 anos.

— Erê se lembra do Mike?
— Sim.
_ Vem aqui Mike dar as Boas-vindas ao Erê!
Ele veio meio, desajeitado com um sorriso no lábio, estendeu a mão toda suja para mim eu fique em choque como ele erra diferente dos meninos da cidade, ele e muito humilde esse seu jeito de falar era como o pessoal do interior, e ele era um ano mais velho que eu.

— Como vai Rafael?
 Eu estava meio em choque mais estendi minha mão para cumprimentar a ele.

— Penso que você odeia ser chamado de Erê?

Eu só assentir com a cabeça e minha avó logo fala para ele.

_ Meu anjo muito tempo para se conhecerem vamos logo se limpar e leve o Erê até o quarto onde eles vai ficar, só vou pagar o táxi e, já entro.

Então como um cavalo de carga o Mike pega minhas malas e fala animado.

— Bora!

Sai correndo atrais dele ao chegar, dentro da casa sinto cheiro no ar de bolo de milho que minha, avo fazia quando viemos na fazenda quando eu era pequeno, o Mike vira para mim e diz.


— Rafael posso te chamar de Rafa?
— Claro! Melhor do que Erê.

Então fomos subindo as escadas e seguimos um corredor que cada passo que dávamos as tábuas rangiam.
— A porta à sua direita é do banheiro mais e claro que você se lembra?
— Mais ou menos tem tanto tempo que não venho aqui Maki!
— Penso que vai passar um bom tempo aqui né?
Ele ficou com uma cara bem animada na minha resposta por que me parece que ele não tinha muitos amigos para brincar na fazenda.
 Só balancei a cabeça em afirmação revirando os olhos.
Chegamos ou fim do corredor em uma porta de aspecto bem antigo com a maçaneta redonda e ao abrir vejo um quarto cheio de pôsteres de cavalos de rodeio.
— Olha aquela cama é sua.
— Pensei que teria meu próprio quarto?
Ele me olho com aqueles olhos verdes profundo e me respondeu com um sorriso.
— A avó, que teve a ideia e que poderíamos ser bons amigos e dividir o quarto.
— Ata. Consentir com uma cara de poucos amigos.
— Vou tomar um banho e já volto diz o Mike.
— ok
É no mesmo momento o Mike se despiu ficando só de cueca numa maior simplicidade do mundo e correu para o banheiro.
Fiquei todo corado fingir que não estava olhando fui mexer nas minhas malas e peguei meu celular que provavelmente estava sem área e coloquei uma música para escutar nos fones de ouvido mas antes mesmo de começar a ouvir a música escutei minha avó gritando lá em baixo.
— Erê vem aqui.
— To indo!
Sai correndo e de sendo as escadas fazendo muito barulho.
— Olá Vovó.
— Vamos até à cozinha tomar um café.
É de repente meu estômago dá um ronco tão alto que minha avó começa a rir.

Chegando na cozinha me deparo com uma mesa farta com o bolo de milho e migal de  milho verde.
— Erê pode comer a vontade.

— Vovó não e para tanto!

E quando comecei a comer um pedaço de broa vejo Mike chegando com os cabelos molhados e sacudindo como um cachorro São Bernardo ete que erra fofo.
 — Uai! nem me esperou!
 — Sente logo meu amo... Disse a vovó.

Hoje me deparo vendo as montanhas ao horizonte e sinto uma lágrima a escorrer pelo meu rosto, o sentimento de saudade da minha mãe, começou a fala mais auto a cada curva da estrada.
Minha mãe tinha falecido há pouco tempo e nesse momento estou chegando na fazenda da minha, avó Maria no lugar que ela mais amava estar.
Tenho algumas lembranças vagas dela se balançando no balanço lá na mangueira.
Minha querida mãe erra a melhor pessoa do mundo e sempre estava ao meu lado sempre me chamava de meu algodão-doce, sinto muitas saudades dela.

Olha bem diferente da minha mãe, meu pai e um babaca com uma má educação que ate deus dovida.
Ele começou a me trata muito, mal depois que ela se foi.
E com isso e nunca mais quis nem conversar comigo direito, aliás ele e um engenheiro muito renomado e teve uma proposta para morar no exterior, olha nem pensou, duas vezes em deixar seu filho para trás.

Eu fique feliz em um certo ponto, porque minha avó Maria é fantástica e idêntica a minha mãe com o seu amor incondicional.

Ah! Meu nome é Rafael tenho nesse momento 12 anos minha aparência e de um índio e sempre sou chamado de Erê.
Não quê eu goste muito, mais minha avó só me chama assim. É ela me conto que tinha um personagem que ela gostava na sua novela preferida, (Rei do Gado) que tinha minha cara de índio arisco de poca amizade.

Ao chegar à fazenda vejo grandes árvores majestosas de lpé ipê-amarelo todas floridas, e observo minha avó no alpendre da varanda onde parecia que estava ansiosa pela minha chegada.

Logo que sai do carro ela veio correndo para me dar um, grade abraço demorado.

— O meu deus que grande você está meu Erezinho!
— Ah! Avó não é para tanto!

É de repente vejo ao longe na porteira espionando um garoto de pele branca bronzeada e olho claros e bem sujinho como se tiveste brincando com o porquinho no chiqueiro.
E de repente me lembre que minha avó tinha adotado um menino depois da morte de seus pais que trabalhavam na sua fazenda quando eu tinha 5 anos.

— Erê se lembra do Mike?
— Sim.
_ Vem aqui Mike dar as Boas-vindas ao Erê!
Ele veio meio, desajeitado com um sorriso no lábio, estendeu a mão toda suja para mim eu fique em choque como ele erra diferente dos meninos da cidade, ele e muito humilde esse seu jeito de falar era como o pessoal do interior, e ele era um ano mais velho que eu.

— Como vai Rafael?
 Eu estava meio em choque mais estendi minha mão para cumprimentar a ele.

— Penso que você odeia ser chamado de Erê?

Eu só assentir com a cabeça e minha avó logo fala para ele.

_ Meu anjo muito tempo para se conhecerem vamos logo se limpar e leve o Erê até o quarto onde eles vai ficar, só vou pagar o táxi e, já entro.

Então como um cavalo de carga o Mike pega minhas malas e fala animado.

— Bora!

Sai correndo atrais dele ao chegar, dentro da casa sinto cheiro no ar de bolo de milho que minha, avo fazia quando viemos na fazenda quando eu era pequeno, o Mike vira para mim e diz.


— Rafael posso te chamar de Rafa?
— Claro! Melhor do que Erê.

Então fomos subindo as escadas e seguimos um corredor que cada passo que dávamos as tábuas rangiam.
— A porta à sua direita é do banheiro mais e claro que você se lembra?
— Mais ou menos tem tanto tempo que não venho aqui Maki!
— Penso que vai passar um bom tempo aqui né?
Ele ficou com uma cara bem animada na minha resposta por que me parece que ele não tinha muitos amigos para brincar na fazenda.
 Só balancei a cabeça em afirmação revirando os olhos.
Chegamos ou fim do corredor em uma porta de aspecto bem antigo com a maçaneta redonda e ao abrir vejo um quarto cheio de pôsteres de cavalos de rodeio.
— Olha aquela cama é sua.
— Pensei que teria meu próprio quarto?
Ele me olho com aqueles olhos verdes profundo e me respondeu com um sorriso.
— A avó, que teve a ideia e que poderíamos ser bons amigos e dividir o quarto.
— Ata. Consentir com uma cara de poucos amigos.
— Vou tomar um banho e já volto diz o Mike.
— ok
É no mesmo momento o Mike se despiu ficando só de cueca numa maior simplicidade do mundo e correu para o banheiro.
Fiquei todo corado fingir que não estava olhando fui mexer nas minhas malas e peguei meu celular que provavelmente estava sem área e coloquei uma música para escutar nos fones de ouvido mas antes mesmo de começar a ouvir a música escutei minha avó gritando lá em baixo.
— Erê vem aqui.
— To indo!
Sai correndo e de sendo as escadas fazendo muito barulho.
— Olá Vovó.
— Vamos até à cozinha tomar um café.
É de repente meu estômago dá um ronco tão alto que minha avó começa a rir.

Chegando na cozinha me deparo com uma mesa farta com o bolo de milho e migal de  milho verde.
— Erê pode comer a vontade.

— Vovó não e para tanto!

E quando comecei a comer um pedaço de broa vejo Mike chegando com os cabelos molhados e sacudindo como um cachorro São Bernardo ete que erra fofo.
 — Uai! nem me esperou!
 — Sente logo amor... Disse a vovó
 — E aí meninos, pretendo em fazer alguma coisa essa tarde?
— Pensei em chamar o Rafael para ir até à cachoeira e até o pomar chupar jabuticaba!
— Isso mesmo menino espera que se divirtam muito e aproveitem muita cachoeira.
 

 

 


Notas Finais


Espero que estejam gostando nova publicação 04/08/2020


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