História Um amor louco demais (imagine Suga) - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Min Yoongi (Suga), Personagens Originais
Tags Bts, Policial, Romance, Suspense
Visualizações 29
Palavras 2.135
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Policial, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Canibalismo, Drogas, Estupro, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá Armys♡

Como prometido, aqui está o imagine novo.
Para quem chegou agora (maioria acho), espero que gostem♡

Lembrando que, sim eu ainda preciso de um coautor e se alguém estiver afim ;-;
(Desculpa tô me sentindo importante ;-;)

Bem, espero que vcs gostem,ok?
Lembrando que críticas construtivas são sempre bem aceitas, perdoem os erros e mais uma vez espero que gostem! ♡

Capítulo 1 - Atrás das grades


Fanfic / Fanfiction Um amor louco demais (imagine Suga) - Capítulo 1 - Atrás das grades







O barulho da faca sendo afiada arranhava o silêncio absurdo de dentro da velha mansão. O ar estava coberto de pavor enquanto uma chuva gelada e grossa fazia o céu noturno se desfazer do lado de fora. A garota custumava temer tempestades quando criança, entretanto a visão a sua frente era algo muito mais macabro e apavorante, seus olhos encaravam sua própria morte e mesmo sabendo disso não conseguia controlar a voz aguda vindo de si mesma, implorando pela vida.

Com a respiração ofegante eo corpo semi-nu suado a garota tentava livrar-se das amarras que a prendiam a cadeira simples de madeira, daquelas que são usadas nos almoços de domindo. 

- Lamento deixa-la esperando. - A voz era masculina, grave e trazia um tom de sadismo, no escuro da sala de estar, os olhos do desconhecido brilhavam transparecendo a ela horror e medo.

- V-Você...O-Oque Você vai fazer comigo!? - Ela perguntou com a voz cheia de pavor e agonia, afinal, estava prestes a ser morta por alguém que nunca havia nem ao menos visto.

- Quem poderia dizer? - O homem a respondeu com uma pergunta, se aproximava cada vez mais. - Certo, agora fique paradinha, prometo que doerá bastante! 

- E-Eu...E-Eu não gosto de dor! - Ela gritou remexendo-se na cadeira no intuito de se soltar. - Por favor! Por favor! Não me machuque! EU QUERO VIVER! 

O homem suspirou observando os gritos de agonia da garota, tinha cerca de vinte e seis anos, com os cabelos longos negros e a pele bronzeada.

- Você é igual a todas as outras.. - Ele sussurrou no ouvido dela, enquanto a lâmina gelada da faca roçava a sua pele nua. - Que chato.


Sem qualquer aviso prévio, a faca se afundou no abdômen da garota e voltou, varias e várias vezes fazendo com que as vísceras cor-de-rosa se espalhassem pelo carpete e o sangue vermelho como a langerie de rendas manchasse o papel de parede mansão antiga. Ela estava morta. Por fim, o silêncio se manteve.








                                                     MARTIN S/N 




- Por que o senhor mesmo não vem,pai? - Minha voz soou curiosa ao telefone.

- Você sabe o porque, minha filha. - Ele respondeu com a mesma voz calma de sempre. - Preciso que cuide desse caso pra mim, é na mesma cidade em que seu amigo trabalha, não é?

Eu suspirei deixando a caneca de café sobre o balcão.

- Sim pai, é bem verdade que o Kookie mora naquela cidade. - Respondi. - Mas não sei se quero abandonar minha casa em Seul, justo agora que me adaptei finalmente.

- Será só por alguns meses. - Ele falou em tom de suplica. - Só até fecharem as investigações, você poderá ajuda-los, evitar mais mortes.

- O senhor e seus truques. - Sem perceber eu sorri. - Não pode mesmo vir?

- Não posso. - Ele garantiu. - Sabe que tenho clientes aqui no Brasil, mesmo assim não posso deixar passar um caso desses...por isso te recomendei, sei que você é capaz.

- Espero não me arrepender. - Falei já me arrependendo.

- Não irá, será um passo importante na sua carreira, querida. - Senti o afeto na voz dele. - Sua mãe teria orgulho.

- Ah, lá vem o senhor com esses assuntos! - Falei tentando conte-lo. - Pois bem, quando eu tenho que estar lá?

- Hum...- Ele fez uma breve pausa. - Hoje mesmo.

Eu me afoguei com o café 

- Ah, eo Senhor me diz isso agora? - Perguntou indo até o quatro apressada. - Preciso desligar, pelo visto a psicóloga S/n tem um trabalho.

- Dê o seu melhor, querida. - A voz do meu pai soou empolgada. - Nos falamos a noite? 

- Sim! - Falei apoiando o aparelho celular no ombro enquanto enchia a mala de viagem com peças de roupas aleatórias. - Agora realmente preciso ir.

- Se cuide. - Falou. - Profissionalismo, filha, profissionalismo é tudo! 


Sem falar mais nada, meu pai desligou o celular. O trabalho na pequena cidade era responsabilidade de meu pai, mas como um dos maiores psicólogos brasileiros ele estava sempre ocupado, por conta disso, as vezes me mandava como batedora e depois aparecia pra terminar o caso, desta vez era diferente, eu estava insegura, porém também estava animada. Aquele seria meu primeiro trabalho como psicóloga e mesmo que envolvesse deixar Seul, eu teria Kookie ao meu lado, ele com toda certeza se faria útil.



                                         UMA HORA DEPOIS 



Eu finalmente havia passado do potal da pequena cidade. A oitenta quilômetros de Seul a cidade tinha cerca de trinta mil habitantes e vivia da renda concedida pelo comércio local, a segurança de todo o perímetro normalmente era feita por seis policiais entre eles Kookie e um delegado, isso pelo menos até fevereiro desse ano, quando ocorreu o primeiro assassinato, aquele cujo seria o presságio de muitos outros, até agora, já são 35 mulheres assassinadas de uma maneira brutal. E eu, estou indo conhecer o suspeito numero um desses crimes.

Eu estacionei o carro enfrente a delegacia da cidade,onde o suposto culpado estava sendo interrogado desde sua prisão a dois dias atrás. 

- Olha quem está aqui! - A voz de Kookie roçou meus ouvidos enquanto eu pegava minha bolsa no banco de trás do carro, eu olhei pra ele surpresa. - Não te vejo desde a formatura, sentiu minha falta, né?

Eu abri pra Kookie um sorriso enorme enquanto ele abria os braços me recebendo em um abraço caloroso. Jeon Jungkook era meu amigo desde que tínhamos nove anos e meu pai havia me mandado com um tutor para Seul, nos conhecemos na escola e viramos amigos, porém quando nos formamos seguimos caminhos paralelos, eu continuei em Seul cursando Psicológia e ele veio pra cá, no intuito de ser o próximo delegado.

- Você nem imagina o quanto fez falta, bicoito. - Falei ergundo os pés na falha tentativa de alcançar sua altura. 

- Na verdade eu imagino. - Ele falou com sarcasmo me deixando ver seu rosto. - Eu sou um amigo incrível.

- Você realmente é o mesmo Jungkook, aish! - Falei indo em direção a porta da delegacia, o prédio era amplo e pálido, fazia parecer mais um hospital. - Parece que seremos colegas de trabalho!

- Ah,sim. - Ele respondeu. - O Sr. Martin me contou.

- Meu pai oque? - Perguntei sem olha-lo.

- Ele disse que se você não aceitasse vir pelos métodos dele...- Falou. - Eu precisaria entrar em ação e te convencer. 

Eu e Kookie rimos 

- Ah...o senhor meu pai e seus joguinhos. - Falei. - Até quando ele vai com isso? Algumas pessoas são imaturas na adolescência, mas convenhamos, esse tempo passou para o meu pai faz um tempo.

- Não seja dura com ele. - Kookie disse com a voz doce. - Ele ama você, todos sabem disso.

- Sim, eu sei. - Confirmei. - Bem, isso não importa agora! Conhece os suspeito? 

- Digamos que sim...- Kookie falou.- Bem arrogante, porém realmente não tem cara de que matou trinta e cinco mulheres.

- Quem disse que assassino tem cara, Kookie? - Perguntei. - Então ele não confessou?

- Eu participei do interrogatório oficial...- Kookie admitiu. - O cara não falou nada então o delegado teve que permitir um interrogatório mais...obscuro.

- Você quer dizer tortura!? - Eu perguntei abismada, no oriente esse tipo de método é bem aceito, mas uma vez brasileira, não sei se resolve muita coisa.

- Não participei disso, S/n. - Kookie se defendeu.- Sabe oque penso a respeito, porém, foi o método que o delegado encontrou de faze-lo confessar.

- Mas ele não confessou. - Falei, por algum motivo me senti defendendo o suposto assassino, sem nem mesmo conhece-lo. - Oque fizeram com o cara?

- O Mark me disse que quebraram alguns deos...- Kookie falou, senti o desconforto em sua voz. - Mas deve ter sido algo mais...mesmo assim, o cara manteve o total silêncio em relação as investigações.

- Olha, estou quase com dó desse assassino. - Confessei. - Isso se ele realmente for, e se não for?

- E se for!? - Kookie me perguntou. - Você mesma disse, assassino não tem cara, ele pode estar apenas fingindo, pra se livrar da pena!

- É possível que seja isso. - Eu admiti. - Mas também é possível que não! Ele não confessou nem sob tortura,talvez não tenha nada pra confessar.

- Então por que o delegado emitiu mandado de prisão, S/n? - Ele perguntou. - Não temos provas suficientes para prende-lo e manda-lo a julgamento, mas temos provas suficientes para mante-lo aqui e interroga-lo.

- Aé? - Eu olhei nos olhos dele. - E se eu convence-lo a confessar?

- Como vai fazer isso? - Ele me olhou curioso. - Acha que o cara vai confessar o assassinato de 35 pessoas? Sabendo que a pena pra isso é a morte? 

- Hum. - Eu sorri de lado. - Não sabe os milagres que a psicologia faz, meu caro! Se eu não faze-lo confessar, é por que é inocente.

- Você é louca. - Ele alegou sorrindo pra mim.

- E então colega de trabalho? Vai me mostrar o acusado? - Perguntei entrando na delegacia.

- É pra já, Srt. Martin. - Kookie sorriu entrando comigo na delegacia. - Ah, S/n tenho que te apresentar.

Eu vi o homem de terno escuro aproximar-se, deveria ter entre trinta e quarenta anos, tinha os traços mestiços, os cabelos negros longos prendidos em um coque e a barba bem aparada, era esguio alguns centímetros mais alto que Kookie.

- Srt. S/n Martin? - O Homem perguntou com um sorriso. - Sou o delegado Nakamoto!

- Prazer. - Eu o comprimentei com um sorriso. - Espero que consigamos resultados nesse trabalho! 

- Ah,sim. - Ele falou. - O Suspeito se mantém calado, não importa oque façamos.

- Fique tranquilo delegado, vou faze-lo confessar. - Garanti. - Entretanto, devemos considerar que não a provas suficientes contra o suposto culpado, por sinal, qual o nome dele?

- Por que não vem comigo, Srt. Martin? - Ele propos. - Os outro o estão interrogando na sala subterrânea.

- Será um prazer delegado. - Respondi. - Jeon vem conosco?

- Não. - Kookie respondeu. - Tenho que examinar os pequenos processos, nos vemos mais tarde, ok?

- Está bem então. - Concordei com um sorriso enquanto via Kookie se afastar.

- Se me permite. - O delegado começou. - Fazem um belo casal, Srt. Martin.

Eu corei

- N-Não, eu e o Jeon somos apenas bons amigos! - Respondi.

- Ah, sério? - Ele perguntou encarando-o de longe. - É uma pena, formam realmente um casal bonito! Vamos?

- S-Sim. - Concordei ainda constrangida.



A Sala Subterrânea era dividida em dois pavilhões curtos divididos por uma parede de vidro espelhado. Do outro lado eu podia ver o homem preso a cadeira de ferro, era jovem, eu chutei uns dois anos mais velho. Tinha a pele pálido e um bom porte físico, não pude distinguir sua altura mas não era muito alto, tinha os fios platinados  de cabelos molhados pelo suor e de longe eu acompanhava sua respiração ofegante. Em silêncio eu acompanhei seus olhos encontrarem os meus, se aquele vidro não estivesse entre nós eu poderia jurar que teria intenções assassinas para minha pessoa. Ainda em silêncio eu vi o policial no outro pavilhão atingi-lo com um soco no abdômen, fazendo-o cuspir sangue no chão branco da sala.

- Pare com isso! - Eu segurei o policial prestes a atingi-lo novamente deus, oque eu estou fazendo?. - N-Não é assim que vamos persuadi-lo a cooperar! Por favor! - Falei rápido após perceber oque ei havia feito. - Deixe-me te ajudar! 

Eu tentei ajudar o suspeito mas vi o seu olhar de reprovação seguido de uma negação em voz grave.

- Eu não quero sua ajuda! - Ele falou alto, eu vi todos se surpreenderm, mesmo vindo de um suposto assassino a repreensão ele veio como um tapa,em silêncio eu me afastei.

- Não quer mais precisa. - Falei encarando seus olhos. - Meu nome é S/n Martin...e o seu?- Perguntei sorrindo para ele.

- Min Yoongi. - Ele falou com a voz baixa.

- Delegado posso falar com o Yoongi a sós? - Perguntei.

- Não sei se devo permitir. - O delegado falou. - Esse homem é acusado de matar trinta e cinco mulheres... do mesmo perfil que a Senhorita.

- Ele está preso! - Argumentei. - Que mal pode me fazer?

- Sim mas....

- Delegado, por favor. - Eu pedi.

- Tem vinte minutos. - Ele respondeu saindo da sala com os outros. 

O silêncio permaneceu nos primeiros segundos, era como se eu tivesse me esquecido dos procedimentos psicológicos para ocasiões como aquelas.

- Yoongi. - Eu o encarei séria.  - Você não é o culpado, é?

Ele suspirou 

- E se eu for? 

- É você não é. - Falei.

- Oque te faz pensar que pode confiar em mim? - Ele perguntou indgnado.

- Simples. - Respondi. - Você está preso, e eu posso te soltar.

- Então me solte! -Ele falou.

- Hum. - Eu sorri de lado. - Você mesmo disse...quem disse que posso confiar em você? 








×CONTINUE?×







Notas Finais


E então, ficou ruim?
Devo continuar?


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