História Um amor maior que eu (Malec) - Capítulo 18


Escrita por: e Tata_Bia

Postado
Categorias Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Magnus Bane
Tags Malec
Visualizações 343
Palavras 2.821
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 18 - Chega


Fanfic / Fanfiction Um amor maior que eu (Malec) - Capítulo 18 - Chega

P.O.V's Magnus On

Após vários minutos de cafuné na noite anterior, acabei dormindo ainda deitado no peitoral de Alexander, com os braços fortes dele em volta de mim, o que me fazia sentir amado e protegido, muito.

A noite passou rapidamente, bem, é rápido pra quem dormiu sem nenhuma interrupção de madrugada.

Acordei cedo, aproveitei mais um pouco a ótima sensação que era estar agarradinho a ele, tentei ignorar a fome por alguns minutos mas meu estômago estava me traindo quando começou a roncar. Chamei o nome de Alexander bem baixinho pra me certificar se o mesmo ainda dormia, constatei que sim pois não ouvi nenhuma resposta e nem senti qualquer movimentação. Me desvencilhei vagarosamente de seus braços com cuidado para não o acordar, senti o mesmo se mecher e escutei um pequeno barulho, creio eu que ele havia se revirado no colchão. Esperei alguns segundos e tudo voltou ficar em silêncio. Chamei novamente o nome dele bem baixo mas a única coisa que consegui escutar com esforço foram os ronquinhos baixinhos e agradáveis dele. Alec não rondava algo, era realmente muito baixo, e fofo, parecia um filhotinho fofo de cachorrinho.

Espera... Acabei de comparar meu namorado com um cachorro, mentalmente? Bem, não falei em forma de ofensa, apenas... Comparei o quanto eu acho isso muito fofo.

Meu estômago voltou a roncar, o que me fez recobrar a consciência direito. Me levantei, fui até a cozinha, lavei as mãos e procurei a sacola de pão de forma que eu sabia que ficava em cima do armário. Achei, abri a geladeira, tateei procurando a partileira de vidro que ficava em cima, abri a pequena portinha dela e ali pequei a bandeja de mussarela e presunto, cujo minha mãe sempre deixava empilhado pra facilitar caso algum dia eu estivesse sozinho ou minhas fome atacasse de madrugada.

Fui até a mesa, coloquei os ingredientes dentro dos pães, os fechei, passei manteiga por fora e fui até a misteira. Eu nunca teria como saber qual cor já estava o misto pra então o tirar da misteira, mas minha mãe me ensinou que no segundo "bip" eu já podia o remover, ou que se eu tivesse achado o pão muito... Mole e macio, significava que era mais branco, então após dar o segundo bip, eu contaria mentalmente até dar 1 minuto e então desligaria a tomada e despejaria meu misto quente na mesa pra não queimar as mãos.

Esperei o segundo bip, contei mentalmente até 1 minuto e despeijei na mesa, antes me certificando de que a mesma estava limpa ao passar um pano nela.

-Bom dia- Escutei a voz doce de Alexander antes do mesmo me abraçar por trás e beijar minha bochecha esquerda.

-Bom dia, já acordou?- Me virei de frente pra ele ainda mantendo abraçado.

-Eu que pergunto o mesmo. Pensei que eu acordaria com você ainda em meus braços. E sim, estou fazendo bico agora.

-Mas que menino birrento- Brinquei e segurei o rosto dele com a mão direita antes de o beijar e ser deliciosamente correspondido.

Aah, os beijos de Alec, tão sedutores, tão preciosos e... Avassaladores. Idependente de como fosse, sempre era ótimo. Os castos me deixaram com sede pois encostar apenas um segundo naqueles lábios macios não me satisfaziam direito, era injusto. Os doces, lentos e românticos faziam meu coração derreter por inteiro, e sentir que nosso amor é eterno. Aqueles que envolvia sua língua quente me fazia esquecer meu próprio nome, onde eu estava, em que ano estava e o que eu sou. Já os bejos acelerados e desesperados, céus, precisava dizer o quanto aquilo me incendiava perigosamente?

Cada beijo de Alexander era diferente, mas uma coisa todos tinham em comum. Em todos sempre havia muito sentimento, muito carinho, muito amor.

-Que cheirinho bom- Ele falou após os beijos. 

-Quando acordei estava com fome, então vim fazer nosso café da manhã. Mas será que você pode fazer o suco? 

-Abacaxi? 

-Pode ser, eu amo todos os sabores, menos tangerina. 

-Certo. Sabe onde fica o açúcar? 

-Na segunda porta a direita no armário. Os saquinhos de suco ficam ao lado da geladeira na prateleira a esquerda. 

POV's Magnus Off

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POV'S Alec On

Após preparar o suco, fomos tomar nosso café da manhã sentados em frente a TV, íamos procurar algum filme pra assistir, mas acabei distraído em um canal de desenho animado. Não sei quanto tempo fiquei assistindo aquilo, só sei que já estava quase dormindo por causa do cafuné que Mag me fazia enquanto estava aninhado a mim no sofá. 

-Desse jeito ou dormir- Falei baixo. 

-Eu deixo, seus ronquinhos são muito agradáveis. 

-Eei, eu não ronco- Respondi mas logo em seguida Mag fechou os olhos e começou a imitar roncos baixos, o que me causou risadas -Chato. 

Foi então que recebi uma ligação em meu celular. 

POV's Alec Off

- Hey Alec!- disse Jace assim que Alec atendeu o celular.

- Oi Jace. Houve alguma coisa?

- Não sei, diga você. Talvez você tenha esquecido que iríamos treinar hoje.- disse ele.

- Oh... esqueci total. Tem problema se eu levar o Mag?- perguntou Alec olhando para o Mag que o mesmo concordou de ir junto.

- Tudo bem. Vou buscar vocês em casa. Vê se nao enrola.

- Vou fazer o máximo maninho.- soltou uma risadinha.

- Tá, to indo. Fiquem pronto.- disse e desligou.

- Esqueceu que iria treinar com ele né?

- Pois é. Combinamos que toda sexta feira iríamos treinar juntos. Ele ia me ensinar a lutar e eu ia ensinar arco e flecha a ele.- disse pegando a mão do namorado e o levando ate o quarto.

- Alec? Você sabe que não pode deixar de fazer alguma coisa só por minha causa né?

- Mas você é meu namorado. Deixaria qualquer coisa pra ficar com você...

- Eu sei. Não que eu esteja reclamando, longe de mim, mas é que você passava a maior parte do tempo com o seus irmãos. Pode voltar a ficar um pouco com eles, não tenho ciúme.- disse se aproximando do moreno.

- Eu sei, eu sei... vou tentar fazer isso.- disse ele e deu um beijo no nariz do indonésio e o mesmo sorriu.

- Obrigado.

- Mas agora é melhor eu arrumar as coisas, porque se o Jace chegar e nós não estivermos pronto, eu não sei do que ele é capaz.- riram e Alec começou a arrumar as coisas. Pegou sua aljava, as roupas que iria usar depois do treino, e a roupa especial. Sim, Alec havia levado pra casa do namorado no dia anterior pois sabia que no dia seguinte teria de ir cedo, mas, quando chegou a manhã,apenas não se recordava mais de treino nenhum, até o momento que Jace o ligou. Colocou as roupas numa bolsa e pegou a aljava junto com o arco e foram esperar o Jace na frente de casa.

O loiro não demorou muito pra chegar. Podemos dizer que ele vôo naquele carro.

Assim que chegaram no lugar que era uma espécie de salão especial de lutas e afins. Tinha colchões em um canto par aqueles que faziam lutas, alvos em outro canto, sacos de pancada, tudo que pode se praticar luta, defesa e mira. Era um lugar bem legal para esse tipo de pessoa.

- E ai? O que quer fazer primeiro Magnus?- Jace perguntou. 

- O que? Eu? Não, não, não. Não vou praticar nada não. O Alec é todo seu hoje.- disse se sentando num banco que tinha ali, com a ajuda de Alec.

- Que triste... mas hoje o Alec vai ser derrotado com prazer.- disse dando um soco no braço do irmão.

- Pera ai? O que disse?- fez uma "concha" atrás da orelha.- Eu ouvi que é você que vai perder hoje?- debochou.

- haha. Você sabe que eu sou melhor que você. Aceite.- gabou-se.

- Quero ver você me vencer do arco e flecha meu querido.- disse dando um empurrão no irmão.

- Eu dei uma melhorada.

- Sei...- desconfiou.- Vamos agora ou vamos esperar isso lotar?

- Vamos. Que o melhor vença?

- Que o melhor vença.- afirmou e deram as mãos.

-Alec... -Magnus o chamou após ouvir Jace se afastar enquanto cantarolava alguma música. 

-Oi. 

-Eu sei que está com seu casaco, será que podia me emprestar? Não vai usar ele enquanto luta, certo? 

-Certo- Alec tirou e o entregou -Mas que tara é essa sua pelo meu casaco. 

-Oras, apenas estou com frio- Deu de ombros- Ele tem seu cheiro, e... Me traz algumas lembranças. 

-Quais lembranças? 

-Bem... - Magnus deu um pequeno sorriso se lembrando da noite do eclipse - Algum dia eu lhe conto. 

-Vou cobrar- Alec o deu um selinho e se afastou. 

Foram para os sacos de pancada, algo mediano pra começar. Os chutes do Jace eram bem precisos e fortes, os do Alec não ficava muito atrás. Os dois eram bons. Antes de virem morar aqui, o pai deles o obrigavam a aprenderem a lutar alguma arte marcial, ou algo relacionado a defesa. Jace optou por luta corporal e por isso era melhor que o Alec em luta, mas Alec era perfeito em mira. Ninguém acertava mais o centro do alvo que o Alec. Mas os dois se divertiam fazendo isso. Ele apostavam coisas e isso os motivava a treinar muito. Eles brincavam que eram como uma espécie de unha e carne literalmente. Tudo que um fazia, o outro também fazia.

Depois foram para a luta corporal. Jace era muito bom nisso, ambos se machucaram muitas vezes fazendo isso. Mas quem disse que eles pararam? Nunca desistiram e melhoram.

- Vai desistir?- disse Jace quando segurou o pescoço do Alec com as pernas e os braços pra trás.

- Desisto.- disse batendo a mão livre no chão.

- Sabia. Mas você estava indo bem até que se distraiu com o seu namorado sentado lindamente no banco. Bem feito!

- Queria ver se ele estava bem.- disse se levantando com ajuda do irmão.- Vou beber água.

- Ok... vou ajeitar os alvos.

- E ai? Entediado?- perguntou Alec ao Magnus.

- Até que não. Pude ouvir vocês conversando muitas vezes. Tomara que ele nao tenha te machucado muito...

- Eu sou bom! Eu nunca me machuco.

- Sei...- riram e Alec deu um selinho no indonésio antes de voltar a treinar.

Depois de ser derrotado pelo Alec, Jace resolveu que já estava na hora de ir embora.

- Claro que quer ir embora! Perdeu pra mim.- disse rindo da cara do irmão.- eu disse aue sou o melhor em mira. Aceite.

- Cala a boca.- disse empurrando o irmão.- Vai tomar banho aqui ou em casa?

- Como vamos brigar pra ver quem vai tomar banho primeiro, vou tomar aqui mesmo.- disse pegando suas coisas e foi até o banheiro todo animado por ter ganho.

- Você se importa se eu matar o seu namorado?- perguntou Jace se sentando junto ao Magnus tomando sua água.

- Por que? Só porque ele ganhou de você?

- Você também?

- Claro. Sou um bom cunhado. Prometo.- os dois riram.

- Agora eu entendo.- disse Jace vendo o irmão de longe entrar no banheiro. 

- O que?

- Eu entendo porque meu irmão esta tão feliz esse tempos. Você mudou ele. E eu agradeço por isso.

- Mudei? Como?- perguntou curioso.

- Sabe... Antes, o Alec não era um cara fechado, quando éramos crianças, ele era uma peste, igual a mim e a izzy. Ele era uma criança tão alegre, mas daí ele cresceu, começou a desconfiar de si mesmo e se fechou. Todos em casa reparou nisso, menos o Robert. Quando a a gente ia nos lugares, ele não olhava para o rosto das pessoas, queria ser invisível. Daí ele mudou.

- Isso foi minha culpa?

- A maior parte. Você o ajudou se abrir pro mundo. Coisa que nenhuma outra pessoa conseguiu. Nem mesmo eu. Daí se mudamos pra cá e é como se outro Alexander tivesse tomado o corpo dele. Mas você o ajudou muito com isso.

- Sabe, ele fez coisas. Ele me colocou num carrinho de supermercado e começamos a corre pelos corredores, tocamos a campainha e saimos correndo... ou quase.- disse com um sorriso por se lembrar das coisas que fizeram.

- Isso que eu to falando. O Alec que eu conhecia, nunca iria fazer algo que todos pudessem olhar lra ele. Agora ele canta em cada parte da casa, dança, deixa a Izzy fazer maquiagem nele. Coisa que nunca vi acontecer. Você o mudou pra melhor Magnus.- disse com um sorriso no rosto, ambos estavam.

- Eu fico feliz que eu tenha feito ele se abrir.

- E eu agradeço por ter trazido o antigo Alexander de volta.- sorriram.

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POV's Sebastian On

As férias acabaram ontem, e Camille está me tirando do sério. Todo dia é algo pra fazer, todo dia é algo novo que ela quer de mim. E não são coisas fáceis de conseguir. Primeiro foi o gabarito e quase fui descoberto, depois ela me pediu pra roubar as notas da sala do diretor, e eu ainda fiquei esperando ela pedir pra que eu mudasse as notas, mas ela não pediu. O que eu agradeci a Deus por ela não ter pedido. Fora isso teve outras pequenas tarefas, até durante as férias ela me ligou pra entrar na escola escondido, ir até a sala da diretora e tentar descobrir se havia algum projeto em andamento para as próximas provas. 

Eu estava no meu armário conversando com o Underhill sobre coisas da faculdade. Sim. Ainda tem tempo, mas gostaríamos de morar juntos, e o que me anima a cada dia.

- E então, o que quer fazer?- perguntou ele fechando o armário dele e se virando pra mim.

- Honestamente? Nem sei. Tava pensando em muitas coisas, mas acho que psicólogo. Tava pensando em ajudar as pessoas a lidar pelo o que eu to passando agora.- disse fechando o armário.

- Muito boa a ideia. Você tem cara de psicólogo mesmo.

- Obrigado. E você? Massagista?

- Massagista? Porque pensou nisso?

- Quer mesmo que eu diga?- disse malicioso.- Suas massagens são as melhores.- sussurrei e ele corou levemente.

- Já que falou... mas não. Eu tava pensando em contabilidade. Gosto de administração e exatas é meu forte- disse ele.

- E nisso você é bom.

- As massagens vão ser exclusividade sua.- ele sussurrou. E rimos.- Só suas.- completou.

- Ai que lindo os pombinhos!- disse Camille vindo até nós.

- O que quer Camille?

- Outro favor é claro.- disse ela o óbvio.

- Outro? Você me pediu ontem.

- Mas eu sou insaciável. E preciso disso. E muito.

- E o que seria?- perguntou o Underhill.

- Sabe o trabalho do professor de Química? E ele passou aquele trabalho que eu não pude fazer e eu quero que você coloque meu nome no trabalho de vocês.

- Não.- disse indignados.- Demorou as ferias inteira pra fazermos. E não podemos colocar você, porque era em dupla e não em trio.- completei.

- É so tirar o seu namorado do trabalho.- simplesmente ela disse.

- Nunca. Ele... Nós trabalhamos muito. Não vamos dar isso de mao beijada a você.

- Que pena.... acho que todos vão saber sobre vocês.- disse ela se recuando pensando que eu iria dar pra trás.

Eu bufei e fechei a porta do meu armário com força, me afastando dos dois. - VOCÊ NÃO PODE SIMPLESMENTE ME IGNORAR, SEBASTIAN! - Gritou Camille com sua voz transbordando veneno, me fazendo parar de andar. Eu ouvia seus passos se aproximando de mim.

- Você vai fazer o que eu quero. Ou toda a escola vai saber que, o machão, não passa de uma bicha escondida no armário, com medo do papai. - eu podia ouvir seu sorriso perverso enquanto ela falava.

- Quer saber?! -Me virei de frente pra ela, a olhando com desprezo. - Eu estou cansado de seus joguinhos, sua vadia! Eu não vou mais fazer o que você quer, eu não vou mais arriscar ser expulso da escola, porque a princesinha quer isso, quer aquilo… - a cada palavra dita eu dava um passo a frente, consequentemente fazendo Camille dar dois para trás, até encostar as costas em um dos armários. - Eu, não, vou fazer mais nada. - sibilei entre dentes. - CHEGA, CHEGA, CHEGA, CHEEGAAAAA. VOCÊ É A PORRA DE UMA PRINCESINHA MIMADA QUE NÃO VAI TER MAIS NADA DE MIM! E SABE POR QUE? PORQUE EU NÃO LIGO PARA MAIS NADA! EU NÃO VOU MAIS ENCONDER QUEM EU SOU, PORQUE EU AMO O UNDERHILL! EU.AMO.O.UNDERHILL!

Eu me afastei alguns passos dela, ofegante e com lágrimas nos olhos pela euforia. Olhei em volta e a escola toda me encarava, mas minha atenção recaiu toda sobre o garoto que eu amava. Ele estava com os olhos marejados e sorria lindamente. Eu sorri aliviado e ouvi o som de palmas ecoarem pelo corredor.

As pessoas me aplaudiam e gritavam coisas de incentivo, como: “Isso aí!” “É assim que se faz!” Para logo depois gritarem “Beijo, Beijo, Beijo”.

A verdade era tão libertadora. Eu sorri para Underhill e ele sorriu de volta e assentiu. Andei até ele e o abracei pela cintura, o beijando.

- Eu amo você. - ele disse rindo.

- Eu sei. - sorri convencido e voltei a beijá-lo, ouvindo os aplausos e os gritos se tornarem mais intensos.


Notas Finais


Notas finais: Dany_Malec

Eu e Tata sempre tentamos postar capítulo a cada 6, 7 dias no máximo. Dessa vez gastamos 14 e estou me sentindo tão em dívida com vocês, sei lá, é estranho pra mim ficar dias sem escrever, mas uma praga chamada "bloqueio mental" Havia pegado nós duas de uma vez. Confesso que até ontem ainda estávamos assim, mas se não decidimos: Chega, vamos escrever agora.
Quem sabe o bloqueio não teria passado ainda. É isso... Espero que tenham gostado.
E agradeço a Jess_Daddario também (Já falei o quanto amo ela?), a Tata fez a cena do Sebastian se assumindo mas pedi que a Jess readaptasse a cena colocando um pouco de drama, então ela fez.

O que acharam do cap? Aliás, mais tarde irei responder os comentários do cap anterior.

Ps: Amamos vocês 💘


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