História Um amor mais forte que o tempo - Capítulo 38


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alya, Chloé Bourgeois, Félix, Gabriel Agreste, Hawk Moth, Lila Rossi (Volpina), Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Mestre Fu, Mylène Haprèle, Nathalie Sancoeur, Nathanaël, Nino, Nooroo, Personagens Originais, Plagg, Sabine Cheng, Sabrina, Tikki, Tom Dupain, Wayzz
Visualizações 213
Palavras 588
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Hentai, Magia, Romance e Novela
Avisos: Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 38 - Lanche inesperado


Fanfic / Fanfiction Um amor mais forte que o tempo - Capítulo 38 - Lanche inesperado

Marinette on

Respiração falha, coração acelerado, mãos suadas, visão embaçada, corpo tremendo...acho que estou mesmo tendo um ataque cardíaco, ou pelo menos essa pode ser uma ótima desculpa pra fugir rapidinho.

Qualquer coisa seria melhor que estar aqui, sentada em frente aquele loiro perfeito, sendo encarada por um par de lindas esmeraldas.

Era difícil me concentrar, sozinha com ele, sentados lado a lado, Alya havia saído levando Nino consigo, sequer havia usado uma desculpa, simplesmente levantou e saiu andando dizendo que precisávamos conversar, era mais fácil falar do que fazer, minhas mãos suavam e minha havia secado, era um fato, eu ia ter um ataque!

A- Então...quer dizer que eu sou fofo?

M- Fofo você?! Não! Quer dizer, fofo é o meu cachorro, peraí eu não tenho cachorro, eu quis dizer fogo, não, foto, ai...melhor calar minha boca. 

Abaixei a cabeça e ouvi ele rindo, caralho, até o riso dele era fofo, porra, eu tenho que parar de pensar essas coisas.

A- Sabe, também acho você fofa.

M- A-acha?!

A- Acho, na verdade, você é mais que fofa, é um doce, gosto muito de você.

Pronto. Agora pode enterrar!

M- Eu...

A- Eu...quero te pedir desculpas pelo outro dia...

M- Você não precisa...

A- Mas eu insisto, pra me desculpar quero te levar a um lugar que eu não vou há muito tempo.

M- Mas a aula...

A- Podemos perder um período, vamos?- perguntou me estendendo a mão.

Até parece que eu ia dizer não, tive que me segurar pra não pular de euforia, respirei bem fundo e segurei sua mão, por incrível que pareça, estava tão suada como a minha.

Andamos até a ponte dos cadeados, como era lindo tudo ali, a paisagem, os casais, tudo em volta emanava amor (e mais uma vez eu fantasiando).

Passamos pela ponte e chegamos a uma pequena lanchonete, era um ambiente bem acolhedor, parecia ser de outro tempo, ele me disse que ia muito ali escondido com sua mãe e que não havia voltado desde que ela se foi, fiquei muito emocionada ao ouvir isso.

Ele pediu dois cachorros-quentes, fez questão de pagar, já que eu não havia conseguido tomar meu sorvete, saímos andando e comendo, eu me sentia uma criminosa, matar aula pra comer um cachorro-quente com o garoto mais lindo do planeta, mas só por isso tá valendo.

Quando terminamos, ficamos na ponte olhando as poucas pessoas passando, quase todos casais de mãos dadas, o que me deixou com um pouquinho de inveja, gostaria de entender meu coração pra não me magoar a toa.

De repente ele se aproximou, sem saber porquê não consegui me mover, estava paralizada, acho que até parei de respirar, vi quando ele estendeu seu polegar passou em meu queixo e levou até sua boca.

A- Tava sujo.

M- Ah...

A- Ainda tem um pouquinho.

Patecia que estávamos em uma realidade paralela, tudo acontecia em câmera lenta, senti sua língua passar ao lado do meu lábio, me arrancando um gemido, aquilo foi o bastante.

Ele olhou no fundo dos meus olhos e levou sua mão até minha nuca, a outra foi até minha cintura e me puxou, antes que eu pudesse entender o que estava acontecendo, tive meus lábios tomados pelos seus.

Era um beijo calmo, com gosto de catchup, minhas mãos criaram vida própria, indo direto ao seu pescoço, envolvendo-o e puxando os fios de seu cabelo conforme o beijo era aprofundado.

Senti sua língua pedir passagem mas, no exato momento, não sei de onde, surgiu um gato preto e miou do nosso lado, aquilo só poderia ser um sinal, eu não poderia fazer isso sem antes ter certeza dos meus sentimentos, me afastei e corri de volta para o colégio.



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