História Um Amor Na Adolescência - Capítulo 4


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Visualizações 4
Palavras 732
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Festa, LGBT, Romance e Novela, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 4 - Capítulo 3


Fanfic / Fanfiction Um Amor Na Adolescência - Capítulo 4 - Capítulo 3

 We're under pressure,

Seven billion people in the world trying to fit in

Keep it together,

Smile on your face even though your heart is frowning

POV Bia

Depois da minha discussão com a Larissa decido sair mais cedo de casa hoje, óbvio que eu não iria a escola antes do horário e com a mão machucada, isso é outra coisa que eu tenho que resolver. Assim que vejo que a Larissa está vindo atrás de mim, pego o primeiro táxi que vejo, sem nem mesmo dar chance dela falar sequer uma palavra, coloco meus fones de ouvido e coloco uma música calma, mas logo me lembro que minha mão tá sangrando muito.

- Merda... - Sussurro a mim mesma, sem a intenção que o motorista ouvisse.

- Moça, quer algo pra parar o sangramento? - O motorista me pergunta, entregando-me um pano.

Ele não era nem muito novo e nem muito velho, era um senhor de meia idade, branco, cabelos pretos e olhos castanhos escuros, aparentava ter entre 40 e 45 anos.

- É... Claro, muito obrigada, senhor - Digo pegando o pano de sua mão.

- Não precisa agradecer... Então... Quer conversar sobre o que ou quem deixou sua mão assim? - Ele me pergunta sem desviar os olhos da estrada.

- Fiquei um pouco brava e quebrei um espelho, super normal - Digo rindo para disfarçar a vergonha.

Vamos o resto do caminho sem trocar uma palavra, ele me deixa em uma farmácia próxima a escola.

- Obrigada, senhor, tenha uma boa tarde e um bom serviço - Digo lhe entregando dinheiro

Entro na farmácia e logo sou atendida por uma moça, não parece ser muito mais velha que eu, ela é branca, cabelos castanhos, olhos castanho também, usa um jaleco branco e por baixo uma camisa da mesma cor, uma calça jeans grafite. Vou em direção ao balcão de atendimento, pensando sobre o que eu tenho que comprar para fazer curativos. Logo sou atendida.

- Oi, em que posso ajudar? - Diz a moça atrás do balcão.

- Oi, então... Eu não sei bem o que eu tenho que comprar, mas é pra fazer um curativo - Digo rindo um pouco para disfarçar a vergonha.

Ela me olha e brevemente me dá um sorriso simpático, vai até o outro balcão (atrás tem remédios e coisas desse tipo) e faz o sinal com a mão para que eu a siga.

- Então... Você vai precisar de soro fisiológico, compressa de gaze, esparadrapo e faixa para enrolar junto a compressa de gaze. Pra fazer o curativo, primeiro você tem que lavar o local machucado com o soro fisiológico, colocar a compressa de gaze junto com o esparadrapo, para deixar ela em um lugar só, depois você enfaixa e pronto, curativo feito.

- É... Okay... Então vou comprar tudo isso aí - Digo rindo enquanto sinto meu rosto corar

- Então... Quer fazer um curativo aqui? Isso parece estar bem feio - Diz ela apontando para a minha mão

- É... Não precisa, eu faço no colégio

- Para de graça vai, vai levar só alguns minutos, isso pode acabar infeccionado - Diz ela rindo.

Ela logo pega a minha mão e começa a fazer o curativo, ela tem mãos delicadas e leves, logo ela termina e enfaixa o curativo.

- Prontinho, viu, foi rápido - Ela diz sorrindo

- É... Obrigada... Quando deu tudo? Já já eu vou me atrasar pra aula

- Ah sim, claro, desculpa a enrolação

- Sem problemas

Fomos ao caixa eu termino de pagar tudo e quando estou saindo me lembro que nem perguntei o nome dela e ela também não perguntou o meu nome.

- Qual o seu nome? - Pergunto me apoiando no balcão

- Stephany, e o seu?

- Meu nome é Bianca. Foi um prazer em te conhecer, Stephany, e mais uma vez, obrigada.

- Não precisa agradecer, anota o meu número, caso você precise de algo, é só me ligar

- Okay.. então, eu vou indo, até outro dia - Aceno e vou embora

Chegando na escola já vejo aquele grupinho detestável na sala, eu sou do terceiro ano (graças a Deus). Pela minha sorte, faltaram dois professores, isso significa eu talvez eu saia mais cedo. As horas demoram a passar, parece que o mês de agosto tem 5 meses em um só, mas enfim chega a tão esperada hora da saída, o sinal bate, eu arrumo minhas coisas e vou em direção a saída



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