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História Um Amor na Escuridão - Capítulo 5


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Notas do Autor


Mas um capítulo dessa fanfic para vocês

Capítulo 5 - Capítulo 5 : A Aliança Melizabeth


 

NOPD 5th District police station,Nova Orleans / às 10 : 16 hrs da manhã

 

 

 

Devido a todos os acontecimentos da noite anterior,todos os policiais estavam exausto de tanto trabalhar. Alguns ainda continuavam a fazer ronda pela cidade, já outros foram dispensados do serviço por algumas horas.

 

 

Enquanto isso,dentro da delegacia,Escanor fazia uma pequena reunião para analisar todos os dados coletados até aquele momento. E para isso ele contava com a ajuda de duas pessoas : Gerheade,a Datiloscopista e Dolor,o perito Criminal

 

Escanor : Vamos colocar as coisas em ordem - disse - Quais são as informações que temos até agora ? 

 

Dolor : Primeiramente, quase todos os cadáveres apresentam o mesmo padrão de assassinato - afirmou - Eles foram mortos com uso excessivo de força bruta

 

Escanor : Sério ? - Dolor assentiu - Ok. Gerheade,qual foi as informações que você obteve até agora ?

 

Gerheade : Analisando todas as digitais que foram recolhidas dos locais onde os crimes ocorreram,posso afirmar com toda a certeza,que elas pertencem a mesma pessoa.

 

Escanor : O quê ? Só um assassino foi capaz de matar tanta gente em tão pouco tempo ?

 

Gerheade : Deduzimos que sim - Disse - Mas isso não é o mais impressionante. Não existe ninguém com essas digitais no banco de dados mundial. É como se essa pessoa não existisse !

 

Escanor : Isso deixa a situação mais complicada... - falou pensativo - Esses são os únicos dados que temos ?

 

Gerheade : Na verdade não. Juntando tudo o que coletamos,conseguimos montar a possível trajetória do assassino - explicou - por exemplo : Ontem,ele matou primeiramente duas pessoas na Central Business,depois matou o Gilthunder na Perrier Street. Depois aconteceu os assassinatos no restaurante Parran's e adivinha ? As digitais encontradas na porta que dá acesso a cozinha são do mesmo assassino !

 

Escanor : Então ele deve ter matado o cozinheiro,não é ? - Gerheade assentiu - Teria ele também matado aquele jovem chamado Mael ?

 

Dolor : Acreditamos que sim - O perito entrou na conversa -  Mael estava junto de mais duas vítimas do assassino. Depois da morte dele,Gelda,que era uma das pessoas que estava com ele na mesa oito,morreu um tempo depois. Também houve o desaparecimento de outra pessoa que estava nessa mesa : uma garota chamada Diane. Acreditamos que ela esteja morta também,devido a como o assassino age.

 

Escanor : Entendo... Então,basta conferir as imagens das câmeras de segurança e identificar o assassino

 

Gerheade : Já conferimos - disse - mas não aparece nenhum suspeito lá...

 

Escanor : Como assim ??? - disse surpreso - Por acaso,o assassino é invisível ?

 

Gerheade : Não sabemos dizer o que aconteceu com as imagens,mas o assassino não foi capturado por nenhuma câmera de segurança do local - Alegou para o delegado - Só o que temos é a descrição da hostess do restaurante. Segundo Nerobasta,antes das mortes acontecerem,apareceu um homem afirmando se chamar Zeldris,que era o nome do namorado de Gelda. Ele também morreu.

 

Escanor : Parece que estamos chegando a algum lugar. O assassino deve ter ido lá para matar Gelda, não é ?

 

Gerheade : Acreditamos que sim.

 

 

O delegado respirou bem fundo.

 

 

Escanor : A situação é bem séria. Estamos lidando com um assassino muito forte e astuto - disse olhando firmemente para Dolor e Gerheade - Creio que seja melhor convocar a SWAT.

 

??? : Não precisa chamar ninguém ! - Uma voz foi ouvida,surpreendendo a todos

 

De repente,a porta abriu-se de supetão e uma mulher de cabelos prateados passou por ela

 

Escanor : Elizabeth ??? o que faz aqui ? - disse espantado - Por acaso, você não estava escutando atrás da porta, né ?

 

Elizabeth : Eu estava sim - afirmou - e digo que o senhor está equivocado em chamar a SWAT

 

Gerheade : Por quê ?

 

Elizabeth : Se a população ver que a SWAT foi acionada,vai haver pânico geral !!!

 

Escanor : Você está certa - disse - mas não tenho outra escolha. Precisamos pegar esse assassino o mais rápido possível

 

Elizabeth : Há outra forma de pegar ele sem chamar tanta atenção

 

Escanor : Como ?

 

Elizabeth : É simples : Montamos uma pequena equipe bem armada utilizando dos nossos próprios agentes. A equipe pode ser formada por mim,Rou,Guila e o Alione - Explicou sua ideia - Assim faríamos menos estardalhaço na procura pelo criminoso. Além disso,o pegariamos de surpresa já que agiriamos na surdina.

 

Escanor : É uma boa ideia,mas infelizmente não posso dar permissão para que essa operação aconteça.

 

Elizabeth : Por quê ? - falou indignada

 

Escanor : Em primeiro lugar : Você não está em condições de participar de nenhuma operação. Depois da morte do Guil, você ficou tão abalada que queria matar o assassino,e eu não posso correr o risco de te colocar em uma missão e você fazer a besteira de querer se vingar - Escanor afirmou com autoridade - Em segundo lugar : Todos os policiais estão cansados depois de tanto trabalho aqui na delegacia. Não posso colocar ninguém exausto em uma operação desse porte.

 

Elizabeth : Mas...

 

Escanor : Sem mais discussão, Elizabeth. Por favor,devolva sua arma. Está dispensada do serviço por uma semana - Finalizou a conversa - Você precisa descansar e pôr a cabeça no lugar. Tem que superar a morte do seu namorado.

 

 

 

Depois disso, Elizabeth colocou a arma sobre a mesa e saiu bufando de raiva da sala de reuniões.

 

Sentou-se em um dos bancos da delegacia e refletiu sobre o seu estado emocional

 

 

Estava irada.

 

 

Ela sabia que Escanor tinha razão,mas uma parte dela queria caçar o maldito criminoso até no inferno se fosse necessário

 

Mas agora nada podia fazer

 

 

Estava dispensada. Só restava chorar pelo Guil enquanto o assassino estava solto por aí...

 

 

De repente, alguém lhe cutucou

 

 

Meliodas : Oi, moça. Você poderia me dar uma carona até minha casa ? O pouco dinheiro que me restou não dá nem para chegar na metade do caminho se eu for de Uber...

 

Elizabeth : Ah...Claro, porque não ? - disse - Eu já estava indo embora mesmo.

 

Meliodas : Obrigado. Eu lhe pago quando chegar em casa

 

Elizabeth : Não precisa pagar - recusou - Venha,meu carro está estacionado a duas quadras daqui.

 

Meliodas : Duas quadras ??? - Disse espantado - Mas o meu objetivo não era andar tanto...

 

Elizabeth : Vem logo ! - E saiu arrastando o loirinho

 

 

 

 

QUEBRA DE TEMPO

 

 

 

 

 

Já dentro do carro de Elizabeth,o silêncio entre os dois era perturbador

 

Ninguém fazia sequer um simples barulho enquanto seguiam pelas ruas de Nova Orleans

 

 

Elizabeth queria até quebrar o silêncio,mas a feição de tristeza de Meliodas a impedia de tentar se comunicar com ele

 

Até que em determinado momento,ela decidiu iniciar uma conversa :

 

 

Elizabeth : O dia está bem ruim para nós dois hoje, né ?

 

Meliodas : Com você eu não sei,mas comigo o dia já começou terrível - afirmou - Me sinto péssimo

 

Elizabeth : Você foi reconhecer os corpos,não foi ?

 

Meliodas : Sim... Eram realmente os cadáveres do meu irmão e da namorada dele - Disse tristemente - Era melhor eu não ter visto os corpos, quase passei mal quando entrei na sala

 

Elizabeth : Eu te entendo - disse perdida em pensamento - ontem, também morreu alguém muito importante para mim

 

 

Houve silêncio

 

 

Meliodas : E ainda tem a minha amiga Diane que nem tem um corpo para enterrar... - disse baixinho depois de um tempo

 

 

 

Novamente,o silêncio reinou como se cada palavra 

tivesse que ser escolhida com cuidado para poder demonstrar o que ele estava sentindo

 

 

Meliodas : Mas a morte deles não é a pior parte - disse enquanto olhava pela janela do carro - A pior parte é saber que os assassinos estão impunes...

 

Elizabeth : Você quer dizer "o assassino", 

né ? - ela falou, deixando o loiro confuso - Não te contaram ? Todas as mortes foram provocadas por uma única pessoa

 

Meliodas : Tanto faz ! - disse em alta voz - Eu só queria que a justiça fosse feita ! Eu estou revoltado !

 

Foi então que a prateada teve uma ideia. No princípio,ela achou que era loucura,mas...

 

 

Quem sabe dava certo ?

 

 

Elizabeth : Meliodas,o que você faria se ficasse de frente com o assassino do seu irmão,da sua cunhada e da sua amiga ?

 

Meliodas : Eu o mataria com minhas próprias mãos - disse sem exitar

 

Elizabeth : E se eu dissesse que você pode fazer isso ? - afirmou, deixando Meliodas surpreso

 

Meliodas : Espera um pouco, você é uma policial ! Deveria estar me repreendendo por querer matar alguém e não o contrário !

 

Elizabeth : Concordo com você ! - Disse - Mas hoje... eu estou irada por conta da morte do meu Guil e estou disposta a mandar esse criminoso pro lugar de onde ele veio : PRO QUINTO DOS INFERNOS !!! - Falou exaltada, assustando Meliodas

 

De repente,ela parou o carro no acostamento da estrada e completou seu raciocínio

 

 

Elizabeth : Então,eu vou te perguntar uma coisa : Você estaria disposto a se juntar a mim e me ajudar a matar esse "monstro" ? - Disse decidida,estendendo a mão para Meliodas

 

O baixinho refletiu por uns instantes,pensando se realmente era uma boa ideia

 

 

Afinal, não é todo dia que um policial chega para você e pede sua ajuda para matar alguém

 

Mas,depois de tudo o que ele sofreu na noite passada,a oferta da polícial pareceu bem tentadora...

 

Meliodas : Eu aceito - Disse,apertando a mão de Elizabeth - Vamos matar esse cara !

 

Elizabeth : E isso aí !

 

 

 

E assim iniciava-se uma bela amizade...

 

 

 

 

...ou até mais que isso.

 

 

 

 

 

 

 

 

Charity Hospital,Nova Orleans / às 18 : 45 hrs

 

 

 

 

 

 

 

 

 

"Em um hospital abandonado havia um quarto...

 

 

E nesse quarto,havia um caixão...

 

 

E nesse caixão,havia uma jovem...

 

 

Que estava dormindo na escuridão."

 

 

 

Após um longo tempo dormindo,Diane finalmente despertou. Não conseguia enxergar nada,apenas sentia o peso de seu raptor em cima dela e um incômodo no pescoço...

 

Foi só então que ela percebeu que o vampiro não estava dormindo...

 

 

 

Estava se alimentando.

 

 

 

A boca dele estava colada em seu pescoço,seus dentes cravados em sua pele. Ela podia até sentir seu sangue sendo sugado pelo vampiro

 

 

Mas dessa vez, ela não sentia dor...

 

 

 

Ao contrário,estava sentindo prazer.

 

 

Os movimentos que ele fazia enquanto estavam com os corpos colados a excitava.

 

 

A forma como ele deslizava a mão suavemente por sua coxa, adentrando o vestido...O modo como ele segurava sua cintura,puxando ela para mais perto de seu corpo... A forma como os seios dela se esfregavam no peitoral dele...

 

 

Tudo isso a estava enlouquecendo... a ponto dela desejar que ele fizesse "algo a mais" do que simplesmente tocá-la...

 

 

Mas um pensamento lhe ocorreu, quebrando as sensações que estava tendo :

 

 

E se ele sugasse todo o seu sangue ?

 

 

Diane : Senhor Vampiro...por favor,se você não parar eu...posso morrer... - Disse com dificuldade

 

Foi só aí que King percebeu que podia ter passado dos limites. Ele rapidamente a soltou, abrindo a tampa do caixão logo em seguida

 

 

King : Desculpe, é que seu sangue é tão gostoso que eu me empolguei - alegou - A propósito : Não me chame de "Senhor Vampiro" e sim de King.

 

 

Diane apenas concordou com a cabeça enquanto passava a mão pelo seu pescoço

 

 

Havia muito sangue. Quanto ele havia tomado ?

 

 

 

Estava começando a se sentir fraca... e com fome. A tal ponto que sua barriga roncou, chamando a atenção de King

 

 

King : Você está com fome, não é ? - Perguntou - Preciso arranjar alguma coisa para você comer, senão você vai morrer... e eu vou ter que ficar tomando sangue ruim de novo - Disse fazendo cara de nojo

 

A jovem até tentou se colocar de pé,mas logo lhe sobreveio uma tontura repentina e ela quase caiu no chão.

 

 

Por sorte,King a segurou antes que seu corpo se chocasse com o solo

 

 

King : É... você parece estar bem pior do que eu pensava - afirmou pensativo. Analisou minuciosamente o pescoço de Diane - Não posso te deixar aqui, você vai acabar pegando uma infecção por estar em um lugar tão sujo. Você tem casa ?

 

Diane : Tenho sim - sussurrou - fica próximo a  Chestnut St, número 2298

 

King : Ok. Então vamos para lá o mais rápido possível - Disse enquanto a levantava do chão e a aconchegava em seus braços

 

Diane : O que você vai fazer ? - perguntou assustada quando King pisou no parapeito da janela

 

King : Não é óbvio ? - disse sem entender - eu vou levar você para sua casa...

 

 

 

Logo em seguida,o vampiro se atirou pela janela. Para ele,a sensação de queda era incrível mas para Diane era um pesadelo. Ela começou a gritar de medo enquanto o vento frio da noite se chocava em alta velocidade contra seu corpo.

 

 

Mas por sorte,King sabia o que estava fazendo. Aterrissou suavemente na cobertura do edifício em frente do hospital

 

King : Calma,Diane. Não precisa gritar - Falou - Eu não pretendo deixar você morrer por conta de uma simples quedinha

 

Diane : "Quedinha" ??? Olha a altura que você pulou !!! Quer me matar do coração ?

 

King : O que foi ? Está com medo ? - Disse provocando a jovem - É melhor se preparar porque eu vou ter que dar vários saltos parecidos com esse até chegarmos em sua casa

 

Diane engoliu em seco. Algo lhe dizia que ela ia acabar tendo um treco antes de chegar lá...

 

 

 

 

 

QUEBRA DE TEMPO

 

 

 

 

 

Chestnut St, Garden District,

Nova Orleans / às 19 : 03

 

 

 

Após alguns minutos correndo em alta velocidade, finalmente chegaram em seu destino

 

 

A casa de Diane era praticamente uma casa padrão naquela cidade : era grande, um pouco isolada (não geminada) e com um quintal de grande extensão onde havia um lindo jardim.

 

 

Até aí nada de anormal. Casas desse tipo existem em quase todos os lugares dos Estados Unidos.

 

 

Mas foi o ambiente interno da casa que  impressionou King

 

 

No princípio,havia as coisas básicas : o roupeiro e o cantinho para colocar os sapatos que King ignorou ao entrar. Mas logo após,seguia- se para uma parte mais aberta da casa,em estilo Loft, onde não havia divisória entre a maioria dos cômodos.

 

 

King : Você misturou dois tipos de casa em uma só estrutura ? - Falou impressionado - Você é meio doidinha, né ?

 

Diane : Não sou doida - reclamou - eu só sou criativa - afirmou antes de mudar de assunto - Pode me levar até o banheiro ? É que eu estou suja de sangue e poeira...

 

King : Claro,onde fica ?

 

Diane : É só seguir aquele corredor ao lado da cozinha - disse - ele está localizado lá no final da casa.

 

 

Seguindo até lá,houve mais um dilema entre os dois

 

 

King : Quer que eu te ajude a tomar banho ? - disse com uma cara pervertida

 

Diane : Nem pensar !!! - falou,vermelha de vergonha - Não basta estar tomando do meu sangue e ainda me quer ver nua ???

 

King : Calma,foi só uma sugestão... - afirmou, saindo do banheiro logo em seguida.

 

 

A jovem respirou aliviada

 

 

Pelo menos,desse constrangimento ela tinha escapado...

 

 

Mas quando foi se preparar para tirar as suas vestes, começou a passar mal. 

 

 

"A minha situação está tão ruim assim ? ",pensou consigo mesma.

 

 

Não teve alternativa a não ser chamar King

 

 

Diane : Ei, King - disse com vergonha - você pode vir aqui ?

 

King : O que foi ?

 

Diane : Eu não estou conseguindo tirar... - Não conseguiu completar a frase. Como se pede para um estranho tirar as suas roupas,sem ficar com vergonha ??? - Ah,quer saber ? Eu não tô nem aí ! - Disse por fim - Eu estou com fome,eu estou sentindo tontura,eu estou suja e fraca - Choramingou - Você pode me ajudar a tirar a minha roupa,antes que eu enterre a minha cara no chão de tanto constrangimento?

 

 

King : Claro, Diane - Disse arrancando as roupas da garota em um único movimento

 

Diane : O QUE VOCÊ FEZ ??? - berrou indignada - ESSA ERA UMA DAS MINHAS ROUPAS PREFERIDAS !!!

 

King : Disse bem : "Era" - afirmou analisando o tecido - Isso aqui não tem conserto mais não...

 

 

 

E após isso,Diane passou pelo que seria o minuto mais constrangedor de sua vida.

 

 

 

Já imaginou alguém lhe ajudar a tirar sua roupa íntima ? 

 

 

Foi o que aconteceu com ela

 

 

King : Você tem um corpão - Disse assoviando logo em seguida

 

Diane : Dá para ficar em silêncio ? - Disse - Só me coloque na banheira, por favor

 

King : Ok,minha Diane - E calou - se

 

 

 

 

 

QUEBRA DE TEMPO

 

 

 

 

Após mais alguns "dilemas" entre os dois (Incluindo o fato do vampiro ter vestido a garota novamente ), Diane finalmente se encontrava sentada no sofá assistindo televisão. 

 

 

Estava esperando pacientemente que King retornasse de sua ida a cozinha. Segundo ele,ela precisava se alimentar de alimentos ricos em ferro

 

 

King : Olha,eu só achei isso aqui - Disse trazendo consigo uma bandeja com uma porção de comidas diferentes - Muitas delas só vão servir para matar sua fome,mas essa aqui - falou enquanto apontava para um pão integral - vai te ajudar a repor seu sangue mais rápido

 

Diane : Não seria melhor ir no hospital e fazer uma transfusão ? - perguntou enquanto pegava a bandeja das mãos do vampiro

 

King : Se fizer uma transfusão,seu sangue vai perder boa parte do sabor e isso me deixaria muito irritado - afirmou em tom sombrio,o que assustou Diane

 

 

E depois disso,o silêncio reinou. Apenas a televisão podia ser ouvida.

 

De um lado estava a esfomeada Diane, devorando tudo o que seus olhos viam em cima da bandeja. Não se atrevia a olhar o assassino sentado ao seu lado

 

E do outro,estava o silencioso King,que parecia estar pensativo. Não fazia um único movimento sequer.

 

 

Porém,o silêncio entre os dois foi quebrado por uma notícia que passava na televisão

 

"Apresentadora : Bem... e agora vamos as notícias que abalaram Nova Orleans. Hoje,houve a divulgação de que a polícia local solicitou a ajuda da SWAT. Isso é realmente muito preocupante - Disse fazendo sensacionalismo - Ao que parece há um assassino a solta na nossa cidade e até agora já matou mais de 26 pessoas !!! Vamos saber as últimas notícias sobre esse caso com o repórter Griamore. Está me ouvindo, Griamore ?

 

Griamore : Estou sim, Kimberly.

 

Apresentadora : Quais são as novas informações que a polícia deu a imprensa ?

 

Griamore : Bem... segundo o delegado Escanor,o alerta vermelho foi ligado - falou - As ruas já se encontram meio que desertas depois que a notícia repercutiu. Todos já estão apavorados com esse novo assassino

 

Apresentadora : E quanto a equipe da SWAT ? Alguma informação ?

 

 

Griamore : Há algumas,sim - disse lendo um papel que estava em suas mãos - Eles já se encontram aqui na delegacia e vão começar a operação de captura do assassino pela madrugada. Toda a operação é chefiada por Hendrickson , que já afirmou para todos que não irá descansar até pegar esse criminoso..."

 

 

 

Diane : Esse assassino... não seria você, né ? - perguntou com medo da resposta

 

King : Sou eu sim - afirmou - Mas isso é interessante... Então a SWAT foi chamada para me capturar ? - disse com um sorriso macabro

 

Diane : O que você pensa em fazer ?

 

King : ...Nada - disse com uma cara de inocência

 

 

 

 

 

QUEBRA DE TEMPO

 

 

 

 

 

Um longo tempo já havia se passado e a paz reinava na casa de Diane. Ela havia acabado de dormir,o que era perfeitamente normal depois de ter perdido tanto sangue.

 

 

Enquanto ela repousava tranquila em sua cama,King apenas a observava em silêncio

 

 

" Como diabos ela consegue ser fofa e sexy ao mesmo tempo ? ",o vampiro pensava consigo mesmo

 

Mas afastou de si tais pensamentos

 

 

Tinha algo a fazer enquanto sua presa dormia :

 

Ele ia fazer uma visitinha a delegacia de Nova Orleans...

 

 


Notas Finais


"Eis que King deixa de matar pessoas em Nova Orleans por um dia"

Povo de Nova Orleans : Por enquanto, está tudo tranquilo !


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