História Um amor nada perfeito - Capítulo 1


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Categorias The 100
Personagens Bellamy Blake, Clarke Griffin, Raven Reyes
Visualizações 12
Palavras 3.146
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Festa, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Espero que gostem❤
Boa leitura😇

Capítulo 1 - Surpresa


Olho mais uma vez para o meu celular e suspiro. Sete horas. Primeiro dia na faculdade depois do verão, depois de longas e ótimas noites de sono na minha cama ao lado da minha família. Longe de todo este caos que define esse Campus.

É oficial! Eu odeio a faculdade!

— Bom dia. — Raven me cumprimenta alegremente quando a encontro na cozinha. Como ela consegue? Pois é, também não sei. Ela é alegre em todos os momentos do dia, quando ela está só um pouco cabisbaixa, pode ter certeza, é sério.

— Bom dia. — digo e me sirvo de café.

Hum... Amo isso demais. Raven fica me olhando com um sorriso ansioso no rosto. Já sei, ela quer que eu pergunte algo. Suspiro.

— Qual o motivo dessa felicidade toda? — questiono. — Tudo bem. Eu sei que você é a alegria em pessoa, mas você só sorriu desse jeito quando Finn te pediu em namoro.

— Sim e isso faz quanto tempo? — pergunta elevando a sobrancelha bonita.

— Hum.... Eu não sei, o namoro é seu, Raven. — respondo revirando os olhos. Eu amo minha amiga, mas às vezes ela espera coisas bem loucas de mim. Tipo essa.

— Hoje faz três meses que ele me pediu em namoro Clarke. Eu estou feliz e queria compartilhar com você que é minha melhor amiga, e minha única família aqui na faculdade. — diz e engole seu café, neutra. Eu a magoei. Levanto e vou para o lado que ela está.

— Desculpa. Eu sou uma idiota. — digo passando meus braços pelos seus ombros. Ela retribui e sorri.

— Tudo bem. Vamos? Se não sairmos agora chegaremos atrasadas. — ela sorri enquanto pega sua bolsa.

— Humrum, mas o que os pombinhos irão fazer para comemorar? — pergunto curiosa enquanto pego minha bolsa e meus livros.

— Ainda não sei, mas acho que vou fazer uma surpresa para ele... É, vou falar com o Bellamy para liberar o apartamento deles e faço algo lá. O que acha? — ela me olha ansiosa e descemos a escada.

— Acho ótimo. — digo e seguimos falando coisas bobas até o edifício da minha primeira aula. Raven faz o mesmo curso que eu, então nós estamos na mesma sala quase sempre.

A aula passou bem rápido. Hoje eu estava prestando atenção em tudo que saía da boca do professor e nem vi o tempo passar. Enquanto pego meus cadernos Raven me diz o que havia pensado para a tal surpresa.

— Eu vou fazer um jantar com tudo que ele gosta e vou comprar um presente para ele e uma lingerie bonita no Shopping. Qual cor você acha que vai ficar legal? — ela pergunta pensativa.

Se ela não estivesse tão feliz eu responderia uma idiotice qualquer, mas hoje eu vou respeitar e fazer de tudo para ela ficar ainda mais alegre (o que acho impossível).

— Estava pensando em branco. O que acha Clarke?

— Esquece o branco. Vamos ver? Vermelha já é muito usada, então eu acho que preta ficaria linda. — digo sorrindo enquanto caminhamos para o refeitório. Ela me olha sorridente e confirma.

— Sim. Será ela. — diz e nos sentamos com Wells; um amigo que fizemos assim que chegamos a faculdade.

Quando nos conhecemos ele até que quis se "engraçar" para meu lado, mas lhe expliquei que não queria isso com ele e com ninguém. Ainda não estou preparada para algo relacionado com o sexo oposto. A verdade é que não sei quando estarei. Monty é um fofo, mas não me atrai, o considero um amigo muito querido. Só.

— Oi. O que estavam falando? — ele pergunta sorrindo. Seu cabelo castanho cai em sua testa e ele o afasta com a mão. Olho para a Raven e ela o responde.

— Vou fazer uma surpresa para o Finn. Hoje completamos três meses de namoro. — ela diz dando pulinhos de alegria, fazendo a mim e o Wells rirem.

— Cara, é para você estar alegre mesmo. Três meses é muito tempo com aquele cara. Você o amarrou mesmo, Ravenzinha. — Wells fala a fazendo revirar os olhos e eu sorrio.

O namorado da Raven era digamos um mulherengo de merda. Ao conhecer Raven ele viu que nem todas as mulheres são iguais as vagabundas do Campus da nossa faculdade e mudou, é óbvio.

— Também acho, e ele não é louco de te machucar tentando reviver seu passado. — digo e observo pelo canto de olho ela me observar com uma carranca.

— Eu sei que vocês me amam e também sei que você, Clarke, pode muito bem o matar caso isso aconteça. — ela suspira e percebo pelo tom de voz dela que não está gostando do rumo da nossa conversa. Então, mudo de assunto.

— Mas e aí como foi sua aula? — pergunto pra Wells. Ficamos conversando até irmos para a próxima aula. Que foi breve, já que o intervalo de uma aula para outra é pouquíssimo.

Minhas outras aulas passaram tão rápido quanto a primeira. Voltei para o dormitório sozinha já que Raven foi conversar com o colega do Finn para ajudá-la na surpresa. Entro e caminho para a cozinha. Nós moramos em um apartamento no Campus que acomoda muito bem duas pessoas, no caso, eu e Raven.

Faço o almoço enquanto espero Raven voltar, mas decido comer sozinha depois de meia hora esperando. Termino tudo e vou para o meu quarto. Acabo dormindo enquanto leio um romance que ganhei da minha mãe.

Raven saiu para a festa "íntima" surpresa faz uns trinta minutos. Ela não veio almoçar, pois foi ao Shopping fazer as compras para a surpresa e acabou comendo por lá. Eu amo minha amiga, ela é a pessoa mais fofa e determinada que eu conheço.

Então digo que Finn é muito sortudo por minha amiga ser tão apaixonada por ele. Raven é filha de uma família muito rica, dona de um escritório renomado de advocacia, mas ela não tem um bom relacionamento com seu pai. Ele queria que ela estudasse Direito para seguir os seus passos, mas ela já era apaixonada pelo corpo humano, e de como era a sua recuperação após algum acidente. Resumindo, ela não obedeceu ao seu pai e hoje está ao meu lado cursando fisioterapia.

O que para mim foi ótimo, já que não conhecia ninguém quando cheguei aqui. Seu pai ainda não aceita a escolha dela, mas ele não atrapalha. Ele a ama muito. Meus pais me apoiaram na escolha da faculdade, mas não é só porque eles são médicos e sim porque sabem da minha paixão pela profissão. A arte de ajudar alguém a ter esperança de retornar a fazer algo que para alguns não é mais possível, como andar, é simplesmente lindo e eu me orgulho da minha escolha.

Senhor Victor, e senhora Cláudia me ajudaram bastante a chegar e permanecer aqui durante esses dois anos. E eu os amo mais ainda, (se isso é possível) por isso. Escuto a porta da frente se abrir e estranho já que Raven não viria para casa hoje. Será que é um ladrão? Ou um estuprador?

Caminho para a sala e encontro Raven chorando no chão do nosso apartamento. Meus olhos se arregalam e eu fico sem saber o que fazer por alguns minutos, mas logo corro para perto dela e a abraço. Eu sei que não vai adiantar perguntar nada agora, já que ela está no auge do choro.

Espero alguns minutos para ela se acalmar. Pego na sua mão e a levo para o sofá. Ela se deita e coloca a cabeça no meu colo. Fico me perguntando o que aconteceu para deixá-la tão mal. Eu queria arrancar sua dor, ver Raven sofrendo assim, faz meu peito doer. Faz-me lembrar momentos de fraqueza proporcionados por pessoas que não mereceram meu sofrimento. Respiro fundo e resolvo perguntar algo que tenho quase certeza que é o motivo desse seu sofrimento.

— O que Finn fez Raven? — pergunto e a vejo se sentar para me olhar. Ela está com os olhos vermelhos e inchados pelo choro.

— Primeiro me prometa que não irá atrás dele. — me pede e minhas dúvidas acabaram de ser confirmadas. Tento falar, mas ela me interrompe. — Prometa. — pede novamente e eu só confirmo com a cabeça.

— Quando eu cheguei a casa dele... — ela parece se lembrar do momento e começa a chorar de novo, só que dessa vez, mais ainda. — A Echo estava na cama dele.

O quê? Eu vou matar aquele filho da puta.

— Ele estava tomando banho, ela me viu e deu um sorriso cínico. Aquela cachorra! Por que ele fez isso Clarke? Eu o amava tanto. Meu coração está doendo muito, eu nunca senti isso na minha vida. Eu fiz algo errado? — ela questiona enquanto chora compulsivamente.

— Você falou com ele, Raven? Sei lá, não pediu uma explicação? — faço essa pergunta idiota mais por ela do que por mim. Ela gosta dele de verdade e se não for o que ela está pensando? Eu não sei, mas eu detesto vê-la assim.

— Não tem explicação, então só saí de lá e fiquei andando até chegar aqui. — diz enquanto algumas lágrimas ainda descem pelo seu rosto.

— Tudo bem. Agora vai se deitar e descansar um pouco. Vou sair para comprar sorvete e chocolate para nós duas. — digo e a levo para o seu quarto. Ajudo-a se deitar na cama e ela se encolhe toda.

— O que a gente faz para ela passar? — Raven pergunta e fico sem entender.

— Ela quem? — pergunto. Ela me olha e sorri fraco.

— A dor. — diz e se deita de lado para me observar.

— Não sei amiga. — digo e dou um beijo na testa dela e saio do seu quarto. — Eu não sei.

Pego as chaves do meu carro e sigo para o estacionamento. Entro e saio para o único lugar que sei que ele vai estar. Vou para o seu apartamento o fazer me explicar essa merda, sei que prometi a Raven, mas nunca irão fazê-la chorar e eu só ficar assistindo. Nunca.

Desço do carro e encaro o prédio a minha frente. Levo um susto quando uma moto passa por mim rapidamente me fazendo cair. Levanto-me logo em seguida e limpo minha calça jeans. Procuro o filho da mãe e o encontro me olhando, ele desce da moto devagar e vem até mim me analisando.

— Você está bem, Princesa? — pergunta e me olha de cima a baixo. Descarado! Mas não posso dizer que ele não é algo para se olhar também.

— Acho que a última coisa que estou nesse momento é bem, seu idiota... — digo e perco a voz ao olhar para seus olhos castanhos brilhantes . São de uma profundidade que me confunde e intriga. Balanço a cabeça para afastar seus olhos e esses pensamentos enquanto passo por ele e caminho para o hall do prédio.

Toco a campainha do maldito apartamento pela quinta vez até que enfim o idiota do Finn abre a porta com a cara de sono. É óbvio, depois de transar com aquela cadela da Echo ele devia estar cansado mesmo. Entro no apartamento o fuzilando com o olhar. Ao ver minha postura, ele dá um passo para trás.

— O que foi? Aconteceu alguma coisa com Raven? — pergunta preocupado. Sim. Isso mesmo. Preocupado. Sorrio ironicamente.

— Você aconteceu. Eu te avisei Finn para nunca machucar minha amiga. — digo andando de um lado para o outro e ele fica me olhando sem entender ou se fazendo de desentendido. Não sei dizer com exatidão.

— Não sei se você se lembra, mas hoje vocês completam três meses de namoro e a Raven, como uma boba, quis te fazer uma surpresa, mas ao chegar aqui adivinha? — digo e ele continua me olhando desse jeito estúpido. Aponto o dedo na sua cara e cuspo a verdade que ele tanto finge não saber.

— Você estava tomando banho e a Echo estava nua na sua cama.

Seu idiota! — grito e seus olhos se arregalam enquanto me olha.

— O que foi? Pensou que ela não descobriria que você é o mesmo mulherengo de sempre? Pois bem. Ela descobriu e está desolada, chorando e se perguntando o que ela fez de errado. Ela? — sorrio irônica. — Eu só vim te dizer para nunca mais procurar minha amiga, Finn. — digo e saio do apartamento, mas ele vem atrás e me para segurando meu braço.

— Clarke, eu juro que não transei com essa garota. Meu Deus, eu nem vi essa garota hoje. Eu tenho que ver a Raven. Eu não fiz isso com ela, eu a amo. Merda. — diz falando rapidamente e incoerente. Olho em seus olhos e vejo. Ele está sendo sincero, eu sei que sim. Ele pega a carteira e as chaves no sofá e caminha para fora.

— Eu vou dar uma volta para vocês conversarem sozinhos. — falo baixo. Ele para e me olha.

— Você acredita em mim? Por que se você acredita ela também vai, não é? — ele pergunta com os olhos marejados.

— Sim, mas não sei dizer se ela vai ou não acreditar. Então, vai logo. — digo caminhando para fora ao seu lado. — Ela me fez prometer que não viria atrás de você. — digo para desfazer o clima tenso.

— Nem consigo imaginar o que ela deve estar sentindo. — diz triste. — Vou fazer aquela vagabunda falar a verdade para minha princesa, ela não podia ter feito isso comigo. Com a confiança que minha pequena demorou tanto tempo para ter em mim.

Ele vai embora e eu caminho para o meu carro. Passo no supermercado e compro um monte de besteira. Sei que quando eu chegar ao Campus, Raven já vai estar nos braços de Finn, mas eu como sozinha mesmo. Não tem problema. Fico andando de carro por meia hora e decido voltar para casa. Quando estaciono meu celular toca.

— Alô?

— Pode vir para casa sua mentirosa.

— Hey! Eu não menti estou subindo, nesse momento, e levando seu sorvete. Pelo jeito já está tudo certo, não é?

— Tudo. Só queria ter quebrado a cara daquela puta, mas Finn não deixou.

— Não se preocupe. Tudo no seu tempo. Agora abra a porta, estou com sacolas nas minhas mãos.

— Ok.

Desligo e paro em frente à porta do nosso apê e ela é aberta por uma Raven sorridente e nada parecida com a Raven de hoje à tarde, desolada. Sorrio.

— E cadê o motivo dessa felicidade? — pergunto dando uma risada.

— Está no banheiro. — diz com as bochechas vermelhas.

— Humm. Estou vendo que a reconciliação foi quente. — digo caindo na gargalhada.

— Para, sua inconveniente. — suas bochechas queimam. Continuo rindo e rio ainda mais quando Finn sai do banheiro de toalha.

— Quê? — pergunta ele sem entender. Raven coloca as duas mãos no rosto e geme em frustração.

— Nada, finn. Deixa quieto, se não, sua Pequena ou Princesa vai morrer de vergonha. — digo fazendo Raven me empurrar e ir abraçá-lo. — Arg! Parem eu estou presente. Seus idiotas apaixonados.

— Você está precisando transar Clarke. Urgentemente. — Raven fala séria. Reviro os olhos.

— Ainda vou te ver "idiota apaixonada", Clarke. —Finn diz sorrindo.

— Vão à merda. — digo e coloco sorvete para mim e vou para meu quarto. Eu os acho um casal lindo, mas às vezes me irritam.

Eu sei que no fundo eu gostaria de encontrar alguém que me chamasse de pequena ou princesa ou qualquer apelido carinhoso, mas meus medos do passado me fazem fraca e medrosa demais para me entregar, não que já tenha aparecido, pois com certeza não foi isso. Mas e quando aparecer o que eu vou fazer?

Balanço a cabeça e tiro esses pensamentos de mim. Pego meu livro e fico lendo até Raven me chamar da sala. Levanto e vou até ela.

— Oi. — digo. Olho para sua roupa e vejo que vai sair.

— Vamos comer fora hoje. Agora vai logo que te espero aqui. — mordo meu lábio e eu a avalio. Raven está vestindo uma calça jeans e uma blusa rosa com um casaco preto e um salto preto. — Vai Clarke.

— Tudo bem. Quero dizer, hoje não é seu aniversário de namoro? Você não deveria ir jantar com ele? — pergunto e ela revira os olhos.

— Ele vai também e não venha me dizer que não quer ir porque você vai, então, vá se arrumar. Caramba. — ela bate o pé, já ficando estressada.

Saio em direção ao meu quarto e tomo um banho rápido. Pego uma calça jeans preta, uma regata branca e um casaco creme. Pego minha bota cano baixo e a coloco. Meus cabelos loiros vão até a cintura e como eles estão bondosos comigo, o deixo solto. Passo rímel e delineador e um pouco de gloss rosado nos lábios.

Saio do quarto e Raven está me esperando na porta. Reviro os olhos e seguimos para fora. Fomos no carro dela para não termos que ir em dois carros. Ao chegarmos no restaurante eu saio do carro e observo o restaurante.

Ele não é aqueles cheios de frescura, esse é simples, mas bem aconchegante. Entramos e logo vimos o Finn, só que, está acompanhado por outro garoto, paro e olho para Raven que me olha inocentemente.

— Eu não sabia, eu juro. — diz e pega minha mão. — Se quiser ir, nós vamos embora agora e depois converso com o Finn. Não tem problema.

— Não precisa. Eu fico. — digo.

Eu vou ficar por ela. Hoje é um dia especial para ela e eu vou ficar comportada. Pelo menos tentar. Tomo uma respiração e caminho para a mesa.

Acho que às vezes o Finn pensa que não gosto de homem, mas não é isso, eu não sou lésbica, apenas que já me magoaram e me decepcionaram demais, então, resolvi não me abrir mais para o amor ou qualquer outra coisa que vem junto com ele.

Chego perto da mesa e vejo os olhos castanhos de hoje à tarde me olhando atentamente. Surpresa, percebo que ele olha para mim como se eu fosse um pedaço de carne. Isso me irrita.

— O que está fazendo aqui? — pergunto o encarando friamente.

— A princesa é a amiga da Ravenzinha? — Ele pergunta ao Finn como se eu não estivesse aqui.

— Vocês se conhecem? — pergunta Finn e Raven ao mesmo tempo. Isso está demais.

— Ele me atropelou hoje. — digo o olhando com raiva. Sento-me à mesa em um baque.

— Como assim? — raven pergunta o encarando e sentando também.



Notas Finais


Bjoos👑
Até a próxima 😙
Comentem pra mim saber se vocês estão gostando..


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