História Um amor Ocasional - Capítulo 5


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Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Tags Bakugo, Bakugou, Bakuraka, Kacchako, Katsuocha, Uraraka
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Palavras 1.551
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Insinuação de sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa leitura!

Capítulo 5 - 5- Insistente


De tarde

- Ah... Ah... Eu não aguento mais - me apoio na mesa, respirando pesado.

- Nem eu - a respondo - Essas porras de competições me cansaram.

- Muito... - se senta no chão. Apoias as mãos atrás do corpo, ficando com a costa arqueada - Quem venceu? - acabo olhando discretamente para os seus peitos.

Sou meio pervertido...

- 17 para mim. E... - sinto raiva ao dizer isso - 19 para você.

Que raiva. Ela venceu por duas competições - as duas mais bobas. Agora, vou ter que parar de irrita-la.

- Eu venci! Eba! - sorri, mas não sai do chão. Do nada, faz uma cara de pensativa - Bakugou-kun, você vai obedecer o trato?

Que pergunta besta.

- Óbvio que sim. Acha que não cumpro com minhas promessas, caralho? - assim ela me ofende.

- Não é isso - vê a minha garrafa de água, em cima da minha mesa - Me da água - estende a mão.

Ela parece uma crianças às vezes.

- Toma - jogo a garrafa com a mão esquerda, ela pega com amabas mãos - E o que quis dizer com aquela frase?

- Bem... - destampa a garrafa, deixando a tampa no chão - É que a gente se divertiu tanto hoje, que acho que não seria legal se parassemos de nos falar.

Me surpreendo. Eu não esperava essa frase. Tá que a gente se divertiu, mas não pensei que ela iria dizer isso tão abertamente.

- Mas não somos amigos nem nada - ela faz um biquinho fofo - O que foi, cara de lua?

- Eu tê considero como meu amigo - coça a bochecha direita.

- Ah... Mas não somos - dou uma risada sarcástica - Só passamos o tempo um do outro - foi isso mesmo. Meu tempo passou bem rápido fazendo essas competições com ela.

- Então podíamos continuar com esse passatempo - sorri - E, isso vai acabar me ajudando com minhas médias, pois eu me esforço muito para terminar e acertar tudo o mais rápido possível.

- Mas ajudar você não bem o que quero no momento - saio de cima da mesa, indo em direção a minha mochila. Vou ir embora, logo vai passar o meu ônibus.

- Ah, por favor! - me entrega a garrafa.

- Não quero, caralho. Como você é irritante - faz uma cara de brava, muito fofa por sinal.

Cara... Ela é fofa de mais. Sorte que eu não me amoleço com meninas fofas. E ela só são bonitinhas de se admirar, não são legais. Sei disso porque conheço uma pessoa assim.

- Seja meu amigo, ao menos! - cruza os braços. Começo a andar.

- E o que eu ganho com a sua amizade?

- Ué. Você ganha a minha amizade - fala como se fosse óbvio. Ela está achando que eu não tenho amizades?

- Ouvir a Ashido tagalerando no meu ouvido com o Kirishima, já é o suficiente. Não preciso de mais uma encosto.

Desde que os dois ficaram presos no acampamento de verão, começaram a conversar muito. Até acostumei em ouvir aqulas vozes falando de tudo.

- Nossa... Me chamar de encosto é maldade.

- Olha, eu só aturo a Ashido porque o Kirishima gosta dela. Senão...

- Como? Ele gosta da Mina-chan? - arregala os olhos.

Merda! Eu falei de mais. O Kirishima me confessou isso há alguns dias, ele pediu para guardar segredo. Mas, como podemos ver, eu abri a boca para a Uraraka.

- Gosta. Mas cala a merda da boca e não comenta para ninguém. Ou o Kirishima vai ficar puto comigo.

- Minha boca é um túmulo! - faz um gesto de como estivesse fechando um zíper na boca.

Depois que eu te matar, vai ser mesmo.

- Tchau, cara de lua. Até nunca mais - saio pela porta.

- Opa, opa. Volta aqui! - vêm atrás de mim - Você ainda não disse que aceita ser meu amigo.

- Não aceito. Pronto. Posso ir? - falo sem olha-la.

Ela é meio lerda. Já deixei bem claro que não quero uma amizade.

- Não pode, não - se coloca à minha frente - O que eu preciso fazer para você ser meu amigo?

- Morrer e reencarnar como Kirishima?

Falei isso, porque o Kirishima é o meu melhor amigo. E ele foi o primeiro a se aproximar de mim, sem interesse em ser meu capacho - acredite, tem gente que me pergunta se eu quero um "cachorrinho".

- Ah, isso é complicado de mais! - morde o lábio inferior - Que tal isso: eu te ajudo com quem você gosta e podemos virar amigos.

- Não gosto de ninguém.

Isso é verdade. Nenhuma menina dessa sala me interessa. E mesmo que interessasse, isso não é o meu foco no momento.

- Ah... Era de se esperar - me irrito.

- O que quis dizer com isso, em?

- Nada - cantarola - Bakugo-kun, eu vou te atormentar até você querer ser meu amigo, tá?

- Oi? Vai mesmo insistir nessa porra? Eu já disse que não quero a merda da sua amizade, caralho.

- Eu sei que quer. Só não quer admitir - da um tapinha no meu ombro - Vamos, vamos. Admitir não é nada de errado.

- Como vou admitir algo que não é verdade? - cruzo os braços, continuando com minha caminhada.

- Ah, tenho uma ideia! - não responde minha pergunta. Faz uma cara estranha, como se estivesse prestes a dar seu golpe final.

- Você é bem estranha... - pega seu celular, entrando em algo.

- Bakugo-kun, você conhece a Akene-chan? - paro bruscamente.

- N-Não... - eu não sei disfarçar bem, droga! - Por quê? - sorri estranho.

- Meio que eu vi vocês se beijando semana passada - meu sangue gela - Me diga, seus pais sabem disso?

Ferrou. Eu beijei a Akene só por beijar. Mas, isso foi escondido do meus pais, que odeiam essas coisas de ficar se pegando com alguém. E, a Akene é uma amiga da família. Conheço ela há anos e também conheço seus pais. Os Hayama não vão me poupar se souberem disso...

- S-Sabem... - minto na cara dura.

- E por que você está tão nervoso se eles sabem? - junta as mãos atrás das costas, fazendo uma pose inocente e fofa.

- Não gosto de falar disso, vadiazinha. Tsc.

Desculpas e mais desculpas. Nem ligo. Vou mentir até o final.

- Okay... Eu posso mostrar essa foto para eles? - vira o celular em minha direção.

Na foto eu estou imprensando a Akemi na parede, apertando suas coxas. Ela, com a mão direita, segura nos meus cabelos, já a sua mão esquerda... Prefiro nem comentar.

- Você não vai mostrar essa porra! - tento pegar seu celular - Uraraka, me entregue isso!

- Não, não - ri. Bloqueia a tela do celular - Eu tirei essa foto sem querer, mas ela vai ser útil, ao que parece.

O que ela quis dizer com isso?

- Quê? Vai me chantagear, cara de lua? - arqueio a sobrancelha.

Duvido que seja isso. Ela não teria coragem. Eu acho...

- Não. Eu não sou assim - da de ombros - Mas para que eu não mostre a foto, você vai ter que ser meu amigo.

Que jogo sujo...

- Ah! Para com essa merda de amizade! Você já tem o Deku, não precisa de mim.

- Não tenho tanto assim. Não estamos mais tão próximos... - abaixa o olhar. Fico curioso.

- Não me diga que brigou com o seu namoradinho? - dou risada. E eu realmente acho que eles parecem um casal. Mas não shippo nem um pouco.

- E-Ele não é meu n-namorado! - cora.

Cara... Ela corou. Tem que ser muito trouxa para não entender o que isso significa.

- Tá. Acredito - giro os olhos - Agora... - seguro sua cabeça - Apaga a merda da foto - aperto forte.

- Jamais! - segura no meu punho - Ei, isso dói.

- Apaga! - balança a cabeça para os lados, com os olhos marejados. Ela vai chorar, tenho certeza.

- S-Solta - grita. Me empurra e, por pena, a solto. Não é nada legal fazer uma menina desse tamanho chorar. - Obrigado... - suspira aliviada. Me olha com cara de quem quer perguntar algo. - Bakugo-kun, sobre a foto, aonde ela está pegando?

- Sei lá! - fico sem graça e sem querer, a empurro para algum lado.

- Kya! - só me dou conta do que fiz, quando vejo ela caída perto de um canto onde guardam vassouras - D-Doeu... - uma lágrima cai.

- Oe, não precisa chorar! - se assusta com meu grito.

- Snif... - funga e começa a chorar de verdade - Seu bruto! Me machucou! - cobre os olhos, chorando meio alto.

Droga, droga, droga! Eu esqueci que ela não estava preparada para isso! Óbvio que ela ia cair e se machucar se eu a empurrasse do nada!

- O que está acontecendo?

- Aizawa-sensei... - me viro para ele, sentindo meu corpo travado. Vou tomar uma bronca daquelas.

- Uraraka, você está bem? - ela não responde, apenas aponta para a perna - Bakugo, o que você fez com ela?

Me ferrei bonito...

.


Notas Finais


Espero que tenham gostado!


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