História Um amor Ocasional - Capítulo 7


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Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Tags Bakugo, Bakugou, Bakuraka, Kacchako, Katsuocha, Uraraka
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Palavras 2.000
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Insinuação de sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oie!

... Eu esqueço de postar sempre... Era para ter saído ontem. Mas o importante é que estou aqui!

Boa leitura!

Capítulo 7 - 7- Dançando juntos


- Uraraka, deixa eu ver se entendi... - vamos andando juntos - Você quer jogar algo que nos faça conhecer bem o outro?

- Sim! - sorrio. Tive essa ideia do nada e como já jogamos algo do tipo, aquele jogo pervertido, acho que seria legal jogar ele.

Ele me olha como se eu fosse idiota.

- Não estou muito afim. Prefiro comer meu lanche em paz - começa a se afastar de mim, indo para sabe se lá aonde.

- Ah... - inflo as bochechas - Posso ao menos comer com você? - ele bufa, irritado.

- Uraraka deveria ser um frase que índica incômodo. Tipo, "você é muito Uraraka" - sorri sarcástico.

- E Bakugou devia ser a definição de cara irritado. Tipo, "quer parar de ser tão Bakugou" - trava os dentes - Não me xingue! Você que começou.

Ele pode até ser um cara irritado e que gosta de ficar no pé das pessoas, mas odeia quando o jogo vira e ele é o que é impurtunado.

- Tinha que ser a Uraraka - me da um tapa na cabeça. Que bom que ele da esses tapinhas brincando... Eu estaria fodida se fosse para valer.

Reparo aonde estamos indo.

- Por que você vai no terraço? Esse não é um lugar que podemos ficar...

- Se não pudesse, estaria trancado - abre a porta, adentrando no local - E vai me seguir até quando? - se senta no chão, ficando encostado na grade de segurança.

- Não vou mais te seguir, agora vou te fazer companhia - me sento ao seu lado, admirando o lugar.

Consigo ter uma boa vista do céu, assim o ambiente se torna confortável. A grade é meio mole, mas não fico com medo de cair de costas em uma queda de muitos metros... Ou será que devia ter medo?

- Cara de lua, pode me deixar sozinho de uma vez? Eu quero paz - come seu lanche.

- O que vai fazer de tão bom enquanto está sozinho, sendo que pode ter a minha companhia?

- Punheta.

- Hn? - ele ri. Não entendi o motivo do riso.

- Nada - toma um gole do suco de laranja.

- Ah, eu não entendo essas palavras que você usa! Fala de um jeito que eu entenda!

- Melhor não. Sua inocência é muito rara para ser perdida... - começo a corar. Acho que tenho uma ideia do que ele estava falando...

- T-Tarado! - cubro o rosto, completamente envergonhada - A-Agora eu lembrei o que "p-punheta" quer dizer...

- Olha, você sabe dessas coisas. Está aprendendo para quando ficar com o Deku? - faz cara feia ao falar o nome do colega.

- Não!

- Então é para quando fazer por telefone com o Deku? - a cada frase, fico com mais vergonha.

- O que o Deku-kun tem a ver com isso? E eu não faço coisas pervertidas como você! Seu tarado.

- Primeiro: eu não sou tarado - ah... Acreditei. - Segundo: óbvio que eu não ia bater uma aqui. Nem punheteiro eu sou, para começo de conversa. Terceiro: ué. Você não gosta do Deku?

Sinto meu rosto arder.

- T-Te respondendo... Você é tarado sim. Eu não preciso saber se você gosta de se masturbar! E por fim, eu n-não gosto de ninguém!

- Então por que está tão vermelha? Que eu saiba, corar por uma provocação sobre o cara que gosta, é a comprovação - cruzo os braços, sentindo minha cor voltar ao normal.

- Você é especialista em amor agora? Do que entende de gostar de alguém?

- Simplesmente nada. Nunca me apaixonei - meus olhos começam a brilhar.

- Você está contando sua vida para mim! Que legal! - ele desvia o olhar.

- Eu só falei porque você me provocou, cacete. Mas mudando de assunto, antes que eu fique com vontade de explodir o seu rosto, vou fazer umas perguntas para que você pare de me encher.

- Sério? - acena que sim com a cabeça - Eu prometo que não te irrito mais se fizermos isso como amigos.

- Okay, vamos lá. Com quantos anos perdeu o seu bv? - ele tinha que começar justo com essa pergunta?!

- Etto... E-Eu...

- Já entendi. Você ainda é bv. Pensei que você era mais safadinha, Cara de lua - não entendo o porquê dele ter falado isso.

- Bakugou, eu sou pura! Nem entendo palavras pervertidas de primeira, óbvio que nunca tinha beijado.

- Parando para pensar - da de ombros - Próximo...

- Você tem que responder também!

- Okay. Perdi com 15 anos - perdeu mais velho do que pensei... - Outra: por que quer tanto ser minha amiga?

- Porque você é um cara legal, apesar de ser estourado. E eu acho que com a nossa amizade, posso ver um Bakugou que não é muito mostrado.

- Que motivo mais anime shoujou - ri - Cara de lua, entenda uma coisa... - toca meu queixo, me deixando sem graça - Eu sou eu mesmo sempre - solta e se levanta - Temos que descer, o sinal vai bater.

Ficou boiando. Como assim ele não fingi não querer amizades? Isso é muito estranho!

Mais tarde

- Alunos, infelizmente, uma professora teve a brilhante ideia de dar uma aula light para vocês hoje.

- Oh, Aizawa, não fale de mim com tanta ironia na voz! - agarra seu braço - Seja mais legal comigo... - faz um biquinho.

Não estou entendendo nada...

- Então... - segura seu rosto com a mão esquerda, a afastando - Vamos ter uma aula de dança. Isso é completamente desnecessário, mas ela convenceu o diretor e agora vamos ter que fazer isso. Apenas dancem por uma aula inteira e depois, vamos fazer exercícios.

Isso é cara dele.

- Sim! Vamos fazer isso! Por favor, coloquem seus shorts de treinamento, para que possamos dançar! E claro, formem pares. Eu até já decidi o meu! Vou dançar com o Aizawa!

- Joke, me deixe em paz. Eu vou dormir e não mate meus alunos.

Meu novo shipp! Agradeço muito por ela ter vindo dar umas aulas extras na U.A enquanto seus alunos iam para um acampamento.

Vamos indo para o vestiários nos trocar.

- Já está melhor o suficienta para participar dessa aula, Ochako-chan?

- Sim. E já fazem umas semana que eu me machuquei. Nem sinto dor alguma mais. Até tinha esqueci que machuquei o pé - coço a nuca.

Nos trocamos, fico com vergonha por causa da roupa. Nós nunca usamos esse uniforme, pois nos treinos quanto mais proteção, melhor. A roupa é azul escura, com uma regatinha um pouco decotada - no meu caso não aparece quase nada, mas no da Momo... - e um short dois dedos abaixo da minha bunda.

Resumindo: me expõe de mais.

Eu detesto vestir roupas assim. Os olhares de meninos me incomoda.

Acabei de pensar uma coisa... A Momo tem muito mais corpo que eu, então atrai muito mais olhares. Tadinha, deve ser comida com os olhos direto.

Entramos na sala de treinamento, que está apenas com um som no canto esquerdo. Todas as meninas começam a achar seus pares, nem presto atenção nisso, porque acabei reparando em outra pessoa...

Vejo o Bakugou parado no canto da sala, apenas olhando para as pessoas formando pares. Será que ele não sabe quem convidar?

- Uraraka-chan, você quer...

- Eu acho que já tenho um par - o interrompo - Desculpe, Deku-kun - saio em direção ao Bakugou, sem nem ouvir o que mais o Deku ia dizer.

Chego perto dele. Fico sem saber o que falar. Eu devia apenas perguntar se ele quer dançar comigo? Ou já ir falando que vamos ser um par?

- Etto... - fico sem saber o que falar - V-Você quer...

- Você quer dançar comigo? - ele toma a frente - É isso que você quer pedir? - coro.

- S-Sim... - que vergonha. Desvio o olhar, me sentindo uma idiota por pedir isso - Tudo b-bem se não quiser.

- Não pense que eu quero. Eu apenas não tenho outra opção - vem em minha direção, tocando de leve minha mão - Vamos dançar de uma vez.

- Eles vão nos zoar... - sorrio amarelo.

- Foda-se - da de ombros.

Levo as duas mãos para seus ombros, ficando bem próxima. Ele segura na minha cintura e me puxa mais para perto. Balançamos um pouco, indo para um lado e para o outro. O Bakugo tira a mão esquerda da minha cintura, a colocando sob minha mão direita. Levanta minha mão, entrelaçando nosso dedos e...

E começamos a dançar de verdade.

- Eu não sabia que você dançava, Bakugou... - ergo o rosto, tentando o encarar.

A altura atrapalha um pouco de nos olharmos.

- Eu dancei algumas vezes apenas. Esses meus paços são um dom - vamos indo para todos os lados, mas sem chegar muito perto dos outros pares.

- Não se acha nem um pouco - ele me aperta contra si - Não acha que estamos muito colados?

- Acho - me aperta mais - Só que você está ficando vermelha e isso é engraçado - sorri.

Eu desmaio de vergonha por os meus seios estarem sendo apertados no peitoral dele e ele, provavelmente, está gostando disso? Ou fico brava por ele me apertar? Ou elogio esse lindo sorriso que ele tem?

- Seu sorriso é bonito, sabia? - escolho a última opção.

- Sim. Eu sou lindo, Uraraka - controlo a vontade de tirar mais um pouco com a cara dele - Que foi? Pode admitir, não vou tirar com a sua cara.

- Bakugou, sua autoestima é bem forte. Doa um pouco para mim, vai.

- Não, não. Sei que você é sem sal, mas não preciso te dar essa autoestima que eu cultivo há anos, para que você se sinta bem - lhe dou um murrinho no peito.

- Eu sou sem sal desde quando?

- Desde que você é você.

- Ei - vai me guiando. Eu não sei dançar, mas ele comanda bem, então estou conseguindo.

- Disse alguma mentira? - agora que reparei, mas ele é muito alto. Nem que eu quisesse, nossos rostos se encostariam.

- Disse. Eu tenho meu charme, Bakugo. E gosto desse meu charme.

- Tem. Como qualquer garota. Mas o seu charme não me encanta nem um pouco.

- Ah... Você é meio grosso, sabia? Não precisa responder - o interrompo antes que receba uma resposta toda metida - Voltando ao negócio do charme... O seu charme é o seu olhar.

- Oi? Meu olhar é o que assusta as pessoas.

- Mas seus olhos vermelhos são diferentes. Qualquer um acaba reparando e achando bem bonito.

- Hum... E você é o seu rosto.

- Por?

- É difícil ver alguém com um rosto tão redondo e com bochechas tão grandes. E as suas marquinhas rosadas são o seu charme.

- Sério? - desvio o olhar - Eu sempre achei isso meio sem graça.

Mesmo que a minha mãe sempre dizendo que minhas bochechas eram meu charme, nunca acreditei. Para mim, são apenas marquinhas rosas que não mudam nada na minha aparência.

- Sim. É fofinho - aperta a minha bochecha direita com certa força.

- Ei! Pare com isso - dou risada. Tento me afastar, mas ele é mais forte - Bakugou! - ele ri.

Ponto de vista narrador on

- Ah, eu estou shippando os dois de mais! - Ashido fica com os olhos brilhando.

- Não, credo - Kirishima espicha a língua - Ela não combina com ele.

- Pois eu acho que sim! - sorri - Eu aposto dez reais, que até o fim do ano, eles vão acabar tendo alguma coisa.

- Fechado! Mas eu não quero dinheiro...

- O que quer, então? - arqueia a sobrancelha.

- Caso eu vença, quero sair com você - a rosada cora - Topa?

- Sim... Isso é uma aposta!

...


Notas Finais


Continuem com os chutes sobre qual capítulo vai sair o beijo. Até agora ninguém acertou :-)

Espero que tenham gostado!

Vou anotar o dia que vai sair, para que eu não esqueça: segunda.


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