História Um amor para recordar. - Capítulo 18


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Categorias Naruto
Personagens Deidara, Hidan, Ino Yamanaka, Itachi Uchiha, Kakuzu, Kisame Hoshigaki, Konan, Obito Uchiha (Tobi), Pain, Sakura Haruno, Sasori, Zetsu
Tags Sasodei
Visualizações 81
Palavras 2.379
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Suspense, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oiiii, boa noite meus amores, mais um capítulo aqui pra nós, espero que vocês gostem.
Boa leitura a todos! 😍😘❤👌

Capítulo 18 - Magoado!


Fanfic / Fanfiction Um amor para recordar. - Capítulo 18 - Magoado!

Deidara pov,s on


19:34 da PM - Mesma noite.


Eu finalmente havia conhecido a minha sogra, e para falar a verdade não sei porque sinto que já conhecia ela de algum lugar, mas não me lembro claramente onde. Era a mesma sensação que tenho com o Danna e a dona Chiyo-baa-sama, sinto que os conheço mas não me lembro deles, argh, isso é muito complicado. Tirando esse trágico fato deu não me lembrar das pessoas, eu fiquei um pouco surpreso com seu comportamento e assustado também, pelo modo como ela reagiu ao me ver em sua frente, parecia que eu estava morto e havia ressuscitado ou algo do tipo, sei lá. Akasuna no Sora é uma mulher incrivelmente linda, e o Sasori no Danna se parece muito com ela na aparência, já no comportamento nem tanto, meu ruivo as vezes é um pouco arisco. 

Desci do prédio junto com o Danna, ele estava um pouco emburrado por eu ter o chamado para ir pra pracinha, sei que na verdade ele queria que nós ficássemos fazendo outras coisas lá em cima, se é que me entendem.

— Ainda acho que deveríamos voltar pra dentro de casa. — Resmungou, carrancudo.

Olhei-o com cara de choro, Sasori no Danna nunca resiste ao meu drama.

— Danna...

— Tá. — Suspirou, cortando-me. — Só por alguns minutos. — Abri um grande sorriso, abraçando-o fortemente em seguida.

— Obrigado amor! Un. — Beijei-o carinhosamente.

— Vamos logo loiro. — Puxou-me pelo braço, sorrindo.

A rua estava pouco movimentada, mas tinha umas pessoas nas calçadas conversando entre elas. Senti o olhar de algumas delas sobre nós dois. Danna parecia ser tão antisocial aqui quanto era na faculdade, ri levemente com meu pensamento atraindo a atenção de Sasori no Danna para mim, que me olhou com uma das sobrancelhas ruivas arqueadas.

— Que foi ? — Perguntou, olhando-me. — Do que está rindo loira ?

Franzi o cenho olhando-o sério, ele sabe que odeio que me chamem assim, humpf.

— Nada, un. — Me olhou zombeteiro como se estivesse rindo da minha cara. — Só acho que você é um antisocial na sua vizinhança.

— Ah, é isso... — Exclamou, sem expressar nada em seu rosto.

"Como assim é isso, un ?" Perguntei-me interiormente, sem entender o que o ruivo quis dizer com aquilo. 

— Não entendi, Danna ? — Questionei.

Eu realmente queria entende-lo, queria saber porque o ruivo as vezes é tão frio em relação aos seus próprios sentimentos. As vezes parece que o Sasori no Danna tenta fugir... dele mesmo.

— Deidara eu não sou sociável, olhe para mim e olhe pra você, somos opostos e diferentes. — Senti meus olhos lacrimejarem e meu coração perder uma batida. O ruivo estava querendo esfregar na minha cara que eu sou rico e ele é pobre ? — Desculpa se a verdade te machuca Dei, mas somos diferentes um do outro, vivemos em mundos totalmente diferentes, você comparado a mim é da realeza enquanto eu sou o pobre camponês da nossa história de amor.

— Para!

Pedi sentindo meu peito doer com suas frias palavras, por que ele estava falando isso ?

— Por quê devo parar ? Por que estou te mostrando a verdade entre nós ? — Senti as lágrimas descerem livremente pelo meu rosto, me afastei quando ele tentou me tocar. — Não fique assim Dei, eu só... — Interrompi-lhe, bruscamente.

— CALA A BOCA! — Gritei, entre lágrimas.

— Deidara entenda que eu... — Empurrei-o de perto de mim, atraindo a atenção das pessoas que estavam nas calçadas nos olhando.

— C-cala a b-boca... Cale-se p-por f-favor. — Pedi chorando entre soluços, eu já não me importava com mais nada. — Foi pra isso que me trouxe aqui ? Para jogar na minha cara que eu sou um filhinho de papai e você o pobretão da nossa história de "amor". — Ele ia falar alguma coisa mas não dei chance, continuei. — Poxa Sasori, eu adorei esse lugar desde do momento que entramos aqui, ver pessoas passando pra lá e pra cá, garotos jogando futebol no meio da rua, tudo tão vivo... e único, un.

— Deidara, me desculp...

— Não! — Levantei a cabeça decidido, não quero desculpa-lo. — Você não tem idéia do quanto as suas palavras me machucaram. — Vi arrependimento em seus orbes amendoados, o ruivo parecia desesperado por dentro. — Vou embora, me dê as chaves do meu carro, un.

— Dei, amor por favor não. — Me abraçou forte apertando-me em seus braços, mas o afastei novamente.

Olhei para as pessoas que estavam assistindo a nossa 'discussão', eu estava morrendo de vergonha e até escutei alguns cochichos sobre a gente.

— Me dê as minhas chaves Sasori, un. — Pedi, friamente.

— Não dou, você não sabe o caminho de volta pra Universidade, eu não vou te deixar ir. — Falou sério, me fazendo crispar os lábios em irritação.

— Ótimo! Já que se considera tão esmoler assim, fique com ele pra você, un. — Disse, virando as costas para ir embora dali, mas logo senti o ruivo me agarrando e jogando-me em seus ombros como se eu fosse um saco de batatas qualquer. — Me solta! Un. — Bati em suas costas tentando fazer o mesmo me largar.

— Vamos pra casa loiro, e por favor pare de fazer vexames, estão todos nos olhando. — Eu fazendo vexames ?! Quem esse ruivo idiota pensa que é, un.

— Eu vou te bater tanto quando você me soltar, você vai ver só ruivo, un. — Ameacei-o entre dentes, ouvindo o mesmo rir debochadamente de mim.

Subiu os três lances de escadas comigo em seus ombros, enquanto eu gritava pro mesmo me soltar a todo custo. Ele abriu a porta do apartamento e entrou pra dentro jogando-me em seguida no sofá, fechou a porta com a chave e se virou para mim com um sorriso presunçoso nos lábios finos.

— Maldito, un. — Me levantei no rompante esbofeteando sua face, fazendo-o virar a cara com o impacto da minha mão em seu rosto pálido e agora marcado pelos cinco dedos da minha mão. Ele olhou-me ironicamente rindo da minha cara brava.

— Você bate igual uma princesa, que mãozinha delicada Dei.— Riu mais alto ainda provocando-me, corri até o mesmo enchendo-o de tapas e xigando-o de todos os palavrões que eu conhecia graças ao Hidan.

— Você não presta Sasori, eu te odeio, un. — Prendeu meus braços facilmente virando-me de costas para ele, deixando-me escorado em seu peitoral levemente definido.

— Você me ama loiro. — Beijou meu pescoço fazendo meus pelos se eriçarem por completo. — E me ama muito. — Sorriu convencido.

— M-mentiroso, e-eu te odeio sim, un. — Murmurei, ignorando as carícias dele em meu pescoço.

— Você que é o mentiroso aqui, sei que me ama e não vive sem mim. — Sorriu, apertando minha cintura levemente forte.

Tentei me desvencilhar dos seus braços mas ele apertou-me ainda mais sobre ele, me virou de frente para o mesmo assim que percebeu que eu estava novamente chorando, acariciou minha face carinhosamente.

— Me perdoe, eu estava com medo, admito. — Suspirou, respirando fundo. — Fiquei com muito medo de você não gostar desse lugar, de ver que eu não sou tudo isso pra você Dei. — Desabafou sincero, fitando-me nos olhos. — Me perdoe por ter descontado minha frustação em você, eu te amo tanto Deidara.

Abaixei a cabeça, eu jamais iria julgar o lugar que ele mora independente de que seja rico ou pobre, eu não ligo pra isso e nunca liguei, sempre amei o Danna pelo que ele é, não pelo que ele tem. Realmente estava magoado com ele.

— Fale alguma coisa, Dei. — Seu desespero era notável, ele estava com medo, muito medo por sinal. 

Medo deu sair por essas portas e nunca mais olhar na cara dele, a dois minutos atrás eu realmente estava disposto a fazer isso, mas... Mas eu o amo mais que tudo nessa minha maldita vida, amo esse ruivo desgraçado como nunca amei nada e nem ninguém. Como se eu precisasse dele para poder sobreviver.

— Você é um idiota. — Exclamei, secando minhas recentes lágrimas.

O mesmo riu levemente ao notar que eu não estava mais tão bravo assim com ele, e sim magoado com suas palavras imbecis, e rudes.

— Não era bem o que eu queria ouvir mas, já é um bom começo. — Falou bem humorado.

— ... — Fiquei calado, eu não sabia o que dizer.

Percebendo meu silêncio, logo me puxou para ele segurando meu rosto entre suas mãos.

— Eu já pedi perdão Dei, não fica assim, eu te amo! — Falou angustiado, ao perceber a burrada que fizera.

— Perdão não me fará esquecer o que você disse, você me julgou como um arrogante imbecil, un. 

— Eu fui errado e admito o meu erro, só não fica assim, está me machucando te ver desse jeito. — Respirei fundo, assentindo silenciosamente.

— Espero que mais nunca você faça isso, nunca mais me julgue, un. — Pedi, seriamente.

— Eu prometo meu amor, eu prometo nunca mais abrir a minha boca para falar besteiras. — Abraçou-me carinhoasame, aconchegando-me em seus braços.

— Eu te perdoo, un. — Falei, desistindo de continuarmos brigados.

— Obrigado, meu amor.— Sorriu, me beijando delicadamente em seguida.

Abracei seu pescoço circulando meus braços em torno do mesmo, Danna abraçou minha cintura possessivamente colando seu corpo ao meu, agarrou meus cabelos loiros pela raiz puxando-os entre seus dedos delicadamente. Pegou-me no colo e caminhou comigo em direção ao seu quarto, abriu a porta fechando-a com o pé logo depois.

Me depositou delicadamente em cima da sua cama cobrindo meu corpo com o seu, continuamos com o beijo cada vez mais voraz, senti suas mãos abrindo minha camisa com pressa, eu não queria algo delicado, eu queria algo mais bruto com o ruivo. Troquei as posições ficando por cima do mesmo, Danna olhou-me com o olhar escurecido pelo desejo, ele estava tão excitado quanto eu. Mordi o lábio inferior enquanto retirava minha camisa, deixando minha pele levemente bronzeada exposta para ele, o ruivo inclinou-se capturando um dos meus mamilos com os lábios, gemi sôfrego ao senti-lo chupar com força o bico eriçado do meu peito.

— Hummm... D-Danna, un. — O ruivo sorriu, me puxando para outro beijo intenso.

Segurei em seu peitoral arranhando-o levemente com minhas unhas grandes, deixando vários vergões vermelhos por onde elas passavam. O ruivo gemeu tremulamente ao sentir-me rebolar depravadamente sobre seu membro duro como pedra, segurou minha cintura forçando-me para baixo, continuei rebolando em cima do mesmo, divertindo-me com sua face contorcida em desejo e luxúria. Como eu queria senti-lo dentro de mim estocando-me com muita força, fazendo-me gritar seu nome entre gemidos lânguidos de prazer.

Arranquei sua camisa quase rasgando-a em seu corpo, ouvindo-o resmungar com meu ato "violento", sinceramente eu não estava mais me importando com nada, só queria amar o meu Danna e deixa-lo me amar por inteiro. Abri sua calça desabotoando-a logo em seguida, puxei a mesma junto com sua cueca box preta, deixando-o completamente nu em minha frente.

— Lindo... — Murmurei rouco de desejo, o ruivo sorriu maliciosamente.

Me abaixei sobre seu corpo capturando seu pênis ereto com meus lábios, chupei-o intensamente ouvindo-o gemer fortemente o meu nome, uma de suas mãos agarrou meus cabelos ditando os meus movimentos sobre seu membro.

— Ahhhh... D-Dei... — Gemeu, estocando em minha boca, tomei cuidado para não acabar engasgando com seu pênis, friccionei os lábios causando-o uma sensação de prazer ainda maior. 

Após alguns minutos senti o ruivo gozar fortemente em minha boca, engoli tudo e sorri lambendo os lábios insinuosamente. Ele puxou-me fazendo-me deitar novamente na cama, tirou o resto das minhas roupas deixando-me completamente nu, beijou cada parte do meu corpo espelhando beijos e chupadas por onde passava, marcando cada canto do meu corpo como sua propriedade, segurei seus cabelos sentindo-o abocanhar meu membro, quase gritei ao senti-lo chupar minha glande com força, começou a fazer movimentos para trás e para frente com a cabeça, várias descargas elétricas foram depositadas pelo meu corpo, fechei os olhos gemendo longamente ao gozar em sua boca, Danna olhou-me maliciosamente com um grande sorriso ladino nos lábios.

— Delicioso! Como sempre. — Disse, fazendo-me corar fortemente.

Voltou a cobrir meu corpo com o dele, posicionou-se entre minhas pernas deixando-as abertas e expostas, inseriu dois dedos de uma vez dentro de mim, fazendo-me gemer arrastadamente pelo seu toque íntimo em meu interior.

— Hummm... S-Sasori no D-anna... — Sorriu movimentando os dedos rapidamente, fazia movimentos de tesouras e circulares, assim que viu que eu já estava pronto, tirou-os colocando seu membro pulsante aos poucos dentro de mim, gememos juntos um na boca do outro.

Logo o ruivo começou a se movimentar dentro de mim, fechei os olhos aproveitando a gostosa sensação de suas fortes investidas em meu interior, enlacei minhas pernas em torno de sua cintura tornando o ato ainda mais fundo e rápido, o ruivo gemia igualmente a mim, vezes ou outra sussurrando palavras obscenas em meu ouvido. Estava sentindo-me a beira da loucura, sentir o ruivo preenchendo-me enquanto acertava a minha próstata incontáveis vezes, estava me levando com toda certeza ao final do precipício, sentia-me arrebatado por anjos e ao mesmo tempo torturado por demônios, era como está no paraíso e no inferno ao mesmo tempo! Suas estocadas foram tomando ainda mais força e velocidade, Danna começou a gemer mais alto masturbando-me no mesmo ritmo das penetrações, sentia meu interior reprimindo-se e comprimindo-se por inteiro, esmagando-o dentro de mim.

— Ahhhhh... DEI!!! — Gritou, gozando fortemente e enchendo-me por dentro com a sua semente.

— Ahhhhhh... DANNA!!!!! — Gritei, chegando ao ápice no mesmo tempo que o ruivo.

Havíamos tido um clímax arrebatador! Estávamos ofegantes e completamente suados, o quarto todo cheirava a sexo e a luxúria, sorrimos um pro outro amorosamente, Danna sempre era cuidadoso comigo, e eu me sentia sempre amado pelo mesmo.

— Te amo! — Falou, beijando-me apaixonadamente.

— Também, também te amo Danna, un. — Sorri muito feliz, eu ainda estava extasiado pelo recente orgasmo, sentindo os sinais de espasmos espalhando-se pelo meu corpo trêmulo.

Meu namorado saiu de dentro de mim, puxou o lençol cobrindo-nos logo em seguida, me deitei em seu peito abraçando-o carinhosamente, fechei os olhos sentindo-os pesados, aos poucos adormeci com seu leve cafuné em minha cabeça.



Deidara pov,s off


Notas Finais


Me perdoem se o lemon não ficou muito bom, ainda sou muito tímida com essas coisas 🙈🙈🙈

Foi isso aí pessoal, espero que vocês tenham gostado do capítulo, muito obrigada a quem leu e me perdoem se houver algum erro ortográfico, até o próximo capítulo, bjs da Kelly-chan 😍😘😘❤👌


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