História Um amor para recordar. - Capítulo 11


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Categorias Justin Bieber
Personagens Justin Bieber, Personagens Originais
Tags Ação, Amor Proibido, Aventura, Justin Bieber, Romance
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente, Luta, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Podem me matar, eu também me mataria. Mas estava com bloqueio..

Capítulo 11 - Ela é realmente importante... Tenho que cuidar dela.


Fanfic / Fanfiction Um amor para recordar. - Capítulo 11 - Ela é realmente importante... Tenho que cuidar dela.

Justin Bieber

Sexta

21h e 47min

Não nós controlavamos. Eu já me encontrava sem blusa, e quando ia tirar o vestido de Kyrah, o celular dela tocou. 

- Alô? - Ela disse se recompondo. Se sentou e parecia envergonhada. - Ele está no banheiro trocando a roupa. Chegamos em meia hora. Quando estiver perto, mando mensagem. 

Ela desligou e eu me levantei totalmente frustrado. 

- Vai se arrumar, ela está nós esperando. E faça cara de surpresa. - Assenti, bufando. 

Entrei no banheiro com a mochila que eu trouxe e resolvi lavar o rosto. Banho eu já tomei, só tenho que trocar de roupa. 

- Kyrah?! - Era uma voz grossa. Eu pensei que fosse Bryan, mas percebi que não era. - Você está saindo com um Bieber? - A voz ficou mais alta e escutei algo quebrando. Troquei minha roupa e preparei a mochila. - Diga! 

- Não interessa a você, Marco! A minha vida não te diz respeito! - Kyrah gritou. 

- Eu te dou um teto, te alimento, pago sua escola, suas roupas, sua moto e agora comprei o bendito carro que você pediu. Você tem tudo o que quer! - Gritava o tal Marco. 

- Nem tudo.. - Sua voz era falha. - O mínimo que você podia fazer é isso. Você não me deu apoio, atenção, carinho.. Você deixou a vida me criar. 

- A vida te criar? - O tal Marco parecia indignado. - Eu cuidei de você, eu te dei todo carinho, atenção e apoio que pude. 

- Esconder que eu tenho pais é cuidar? Me deixar achar que sou órfã é dar carinho? Dizer que estavam mortos é dar atenção? Me deixar sozinha todos os dias chorando por pais que me abandonaram é dar apoio? - Ela parecia gritar. 

O impulso me fez colocar a mochila nas costas, sair correndo e pegar a mão dela. 

- Quem é.. - Não deu tempo dele terminar, pois eu já descia as escadas segurando a mão dela. 

- Não da pra correr de salto. - Ela disse toda desajeitada. 

- Da um jeito. - Eu disse abrindo a porta da frente. Ela pegou a chave na mesinha e corremos para o lado de fora onde tinha um Audi A8 preto, lindo.

- É seu. - Jogou a chave pra mim e eu apertei o botão, pra destravar as portas. 

Entramos e travamos as mesmas. Enquanto isso, Marco apareceu com vários seguranças e alguns deles pararam ao lado e na frente do carro. Dei ré e depois acelerei. Ela colocou o endereço no GPS do carro, e eu corri como se estivesse no velozes e furiosos. 

- Isso aqui não é filme, fofo. Não tem dublê! - Disse olhando para a janela. Eu sabia que ela precisava conversar. 

- Eu não fazia ideia.. - Eu disse falando a respeito dos pais dela. - Então você foi sequestrada? - Ela gargalhou. 

- Não é assim, também. - Limpou as lágrimas rindo. - Esquece isso e finge que nada aconteceu. 

- Até aquele beijo? - Perguntei sussurrando. 

- Até aquele beijo. Acho que a Melissa não gostaria, certo?! - Bufei. 

- Problema dela, Kyrah. - Negou. 

- Enquanto estiver com ela, nada aconteceu. - Franzi a testa e quando ia perguntar, o GPS falou "Vocês chegaram ao seu destino." merda. Revirei os olhos. - Cara de surpresa. 

- Claro.. - Suspirei. Travei as portas e fomos em direção a porta. Ela tapou meus olhos e abriu a porta. 

- Quietinho, Jay. - Sussurrou. - Continua com os olhos fechados.. - Tirou as mãos. - Pode abrir. 

- Surpresa! - Todos que estavam ali gritaram. 

- Nossa.. - Sorri, emocionado com tanta gente. 

Achei que seria uma festa com pessoas que eu nunca havia visto. Mas todos os amigos estavam presentes. Todos mesmo. Pessoas que estavam viajando. Meus parentes de longe. 

- Ahhhhh, ele vai chorar! - Kyrah gritou. - Vamos dar um abraço coletivo nele, gente. 

[...]

Sábado

01h e 42Min. 

Muitos parentes estavam se despedindo, principalmente minha mãe. Depois de meia hora após todos os meus parentes terem ido embora, a casa era só fumaça de tanta droga que amigos meus estavam fumando. 

- Parabéns, Filho. - Jeremy chegou com alguns amigos dele. - Eu comprei um carro pra você. 

- Vou nem falar nada, Jeremy. - Kyrah disse seria. 

- Que ótimo. - Jeremy sorriu. 

- Você sabia que eu ia comprar o presente. - Disse cruzando os braços. 

- Você acabou de dizer que não ia falar nada. - Jeremy disse com um sorriso travesso. 

- Você me irrita, velho. - Deu as costas, muito irritada, e saiu andando. 

- Você gosta de irritar ela. - Eu disse rindo. 

- E foi por isso mesmo que menti. O seu presente é uma coisa que você herdaria de qualquer jeito. - Sorriu. - Toronto. 

- O quê? - O encarei incrédulo. 

- Não que você vá ter ela agora, mas vou te mostrar como trabalhar com o que eu trabalho.. Vou te ensinar a ser igual ou até melhor do que eu. - Ele parecia animado. - De qualquer forma, no futuro, você seria dono disso. 

- Jeremy.. - Neguei. - Ser como você? Você é como um gângster. 

- E você será melhor! - Sorriu. 

- Mas.. - Fui interrompido por Kyrah. 

- Vamos ver quem bebe mais rápido. - kyrah sorriu me puxando, sem ao menos pedir licença. 

- Beber não, Kay. - Neguei. - Você não se controla quando bebe. 

- E quando eu me controlo? - Perguntou olhando em meus olhos. 

- É.. Realmente. - Sorri. - Só um pouco. 

[...] 

Sábado

03h e 23min. 

Aos poucos as pessoas iam embora. Kyrah já tinha perdido a linha, Mas fazer o que? Não podia segurar ela a festa inteira. Não sou papai de ninguém.. 

- Pai.. - Sussurrei lembrando do que ela disse para Marco no quarto. "Esconder que eu tenho pais... Me deixar achar que sou órfã..." 

- Justin! - Kyrah levantou o braço, me chamando. - Vem. - Sussurrou, com o movimento dos lábios.

- Oi, Kyrah. - Parei ao seu lado, sorrindo. 

- Esses amigos seus vão embora. Fica na porta e dá tchau pra eles. - Acenou, se virando e eu puxei seu braço. 

- Fica comigo. - Eu pedi. 

- O que? - Me encarou assustada. 

- Fica comigo lá na porta. - Passei a mão na nuca. - Não quero ficar sozinho. 

- Ah.. - Ela parecia frustrada e decepcionada. - Vamos. 

Quase todos foram embora. Então continuamos nossa festa. 

[...]

Sábado

13h e 47Min. 

- Merda. - Escutei Kyrah gritar do quarto. - Droga. - Ela saiu com uma bolsa com roupas. 

- O que foi? - Perguntei me levantando. 

- Ta tudo bem, Kyrah? - Ryan perguntou indo ajudar ela. 

- Peguem a roupa de vocês, rápido. - Ela disse suspirando. - Marco descobriu onde eu estou e vai chegar em meia hora. - Assenti, indo pegar minha coisas. 

Cada um arrumou seu quarto e ajudou a limpar a casa que estava cheia de copos descartáveis e lixos. Assim que acabamos, nos dividimos em pares. Kyrah e eu, Ryan e Chris e Melissa e Chaz. Só eu, Ryan e Chaz tínhamos carros. 

- Você disse meia hora! - Chris disse descendo as escadas. - Tem carros pretos vindo ali na pista. Não ta longe, mas também não está perto. 

- Corram, rápido. - Ela saiu e todos foram atrás. 

Cada um com seu par, e logo estavam correndo para fugir dessas pessoas. 

- O que você ta fazendo? - Perguntei assustado. Ela estava colocando o corpo pra fora da janela. 

- Eles estão atrás de mim, não deles. Mandei mensagem pra que eles pegassem caminhos diferentes, assim ninguém vai suspeitar. 

- Entendi. - Assenti. - Entra, vou acelerar. - Ela entrou. 

- Deixa que eu faço isso! - Sentou no meu colo e pisou no acelerador, dirigindo feito louca. 

Ela parecia não ter medo de algum possível acidente. 

- Isso aqui não é filme, fofa. Não tem dublê! - Imitei ela, mas na verdade, eu estava adorando.

- Calado. - Riu. - Eu sei o que eu to fazendo, você não. 

- Idiota. - Dei um peteleco no braço dela. 

- Você ta excitado? - Ela perguntou aumentando a velocidade. - Que horror, Justin. - Segurou o riso. E eu posso fazer o que?! Acontece. 

- Calada. - Eu disse meio sem graça. - Acontece. - Sussurrei, não sabendo onde enfiar a cara. 

- Certo. - Gargalhou e acelerou mais. - Isso! - Gritou quando passamos eles. 

Eles ficaram pra trás, então ela escorregou para o banco do lado. 

- Acho que ainda não passou! - Brinquei sorrindo. 

- Tava mais confortável ai. - Sorriu maliciosa. 

- Ahh, que horror Kyrah. - Neguei com a cabeça e ela gargalhou. 

- Me deixa na sua casa, minha moto esta lá. - Disse rindo fraco. 

- Claro, querida Dama. - Ela riu. 

[...]

Sábado. 

14h e 52Min. 

- Diz pro Ryan que a gente demorou exatas meia hora pra arrumar aquilo, a culpa foi nossa. - Kyrah disse subindo em sua moto. 

- Droga. - Minha mãe saiu resmungando. - Eu acabei de ser demitida. - Ela chorava. 

- Onde você trabalhava? - Perguntou Kyrah, sorrindo compreensiva. - Eu te dou um emprego na empresa do meu tio. - Minha mãe disse onde trabalhava e Kyrah ficou sem reação. 

- Marco.. - Ela negou e subiu na moto. 

- Eu vou com você. - Eu subi na moto. - Desculpa, mãe. Alguém tem que controlar ela. 

- Também quero ir. - Minha mãe disse.

- Vamos de carro, Ky. - Eu disse baixo.

- Ta. - Ela pegou a chave da minha mão e entrou. Entramos logo em seguida. - Eu vou acabar com ele. - Kyrah disse ligando o carro e arrancando. 

- Meu Deus. - Minha mãe disse baixinho. Eu ri fraco. 

- Ky, o cinto. - Ela colocou rápido e continuou. Assim chegamos em menos de quinze minutos. 

- Eles são meus convidados. - Ela disse pisando forte no chão. Nós entramos e lá estava o tio dela, com outro homem ao lado. 

- Como sabia que ele estaria aqui? - Perguntei baixo e ela ignorou. 

- Você estraga tudo! - Gritou. - Toda a minha vida, Marco Walker. - Gritou de novo. 

- Esta alterada porque? - Perguntou calmamente e se sentou. - Suponho que esse seja o tal Bieber. Boa essa jogada de não usar o sobrenome deles, Patricia. Eu nunca iria descobrir. - Sorriu. - Claro que você lembra de mim. 

- Eu não faço ideia de quem seja você. - minha mãe disse cruzando os braços. 

- Marco.. - o tio de Kyrah disse. - O que não tinha ninguém. O que seu marido apunhalou pelas costas. 

- Meu pai? - Perguntei sem entender. 

- Você apunhalou a sí mesmo, Marco. - Minha mãe disse seria. 

- Ah... - Riu. - Claro. - Assentiu. 

- Marco, você vai devolver o emprego dela. - Kyrah disse alto, muito irritada. 

- Essa mulher inteligente sabe que é a hora dela ir com seu pequeno Bastardo. - Marco riu e levantou, pegando no braço dela. - Enquanto você.. - puxou o cabelo de Kyrah. - Temos uma conversa seria. - Empurrou ela pra cima de um segurança que a levou escada a cima. 

- Vamos, Filho. - Minha mãe pegou meu braço com delicadeza. 

- Ky.. - Gritei. 

- Dessa vez, Bieber, vou deixar passar.. - Me encarou com raiva. - Mas nunca mais chegue perto da minha filha. 

- Ela não é sua filha. - Eu disse pegando o braço da minha mãe e saindo. Cheguei em casa mais rápido do que pretendia. Fui para o meu quarto e fui tomar banho. 

Mandei mensagem para Jeremy dizendo que precisavamos conversar. 

[...]

Sábado. 

15h e 28min. 

- Na época, Marco queria ficar com a mãe da Lena. - Jeremy me explicava. 

- Kyrah. - Corrigi. 

- Tanto faz. Os pais da Len.. Kyrah! Eles não tinham como se sustentar, porque era um relacionamento ao qual os pais da Graziella, mãe da Kyrah, não apoiavam. 

- E onde você entra nessa história? - Perguntei me apoiando no meu carro.

- Eu dei meu apoio. Joshua, pai da Kyrah, era meu braço direito. Marco era nosso amigo. Na época, ele queria minha ajuda pra se livrar do Joshua, enquanto a Kyrah ainda era de colo. 

- E então? - Perguntei curioso. 

- Eu neguei, é claro. - Suspirou. - Mas ele não desistiu. Denunciou nós dois a polícia e eu não tive escolha a não ser fugir. Consegui por dois anos, mas fui pego voltando aqui para ver você. Dois anos depois que fui preso, pegaram Joshua. Ele me disse que você estava um menino bonitão. Disse que Graziella chegou ao fundo do poço e então foi obrigada a entregar Kyrah ainda pequena. 

- Ela disse que o pai apunhalou ela pelas costas, porque? - Perguntei lembrando por um momento. 

- Onze anos depois do acontecido, ajudei ele a fugir e ele viu ela. Pediu desculpa. Eles se acertaram. Mas não deu tempo de ele explicar. Só deu tempo de dizer que Marco mentiu e que eles não haviam abandonado ela. Marco pegou a força. - Se apoiou no carro. - Mas ela tinha dado dinheiro a ele, e, depois, Marco descobriu e ele acabou preso de novo. 

- Eu vou acabar com esse Marco. 

- Você gosta dela, Justin? 

- Eu não sei bem o que é.. - Eu disse indo para a porta do carro. - Mas sei que.. - Dei uma pausa, procurando as palavras. - Ela é realmente importante.. Tenho que cuidar dela. 



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