História Um Amor Plus Size - Capítulo 10


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Jungkook, V
Tags Bullyng, Chim Chim, Gordas, Gordinhas, Jimin, Jungkook, Kookie, Plus Size
Visualizações 128
Palavras 2.599
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oooii genteeee....
Eu voltei. Agora pra ficar
Porque aqui. Aqui é o meu lugar
Eu voltei pras coisas que eu deixei. Eu voltei

Meu Deus, só vc sabe o quanto eu sofri querendo postar esse capítulo. AHHHHH Hiatus é a pior coisa do mundo. Mas agra estou aqui e trago um novo capítulo.
Maaano, que saudade dessa fic, sério, eu sinto que escrevendo ela eu mostro ao menos um pouquinho sobre vários problemas sociais que encontro nessa vida.

Mas sem enrolar, sei que querem apenas ler logo, depois dessa abstinência toda...
So, good reading <333

Capítulo 10 - Ajudar é um dom


Fanfic / Fanfiction Um Amor Plus Size - Capítulo 10 - Ajudar é um dom

Não havia motivos para Antonella querer se esconder, assim como não havia motivos para Jimin fazer questão de atendê-los, mas, mesmo sem motivos, fizeram cada um uma ação. O ruivo esperou pacientemente Taehyung analisar o cardápio de comidas e sucos, e pacientemente Antonella disfarçou sua própria inquietude.

— Vamos querer dois Jajangmyun* e dois chás de Yuja*. — Taehyung responde a Jimin. Enquanto anotava o pedido, o ruivo se atreveu a olhar de soslaio para Antonella, que não olhava para dentro do restaurante e sim para fora dele, através da janela de vidro enorme dali.

— Vai escolher por ela? — Era totalmente sem cabimento essa pergunta! Jimin não tinha nada que perguntar aos clientes, apenas anotar seu pedido. Mas Jimin conhecia Antonella e na cabeça do ruivo, isso lhe dava algum direito, coisa que não verdade.

A garota, que apenas fingia não ver Jimin ali, encarou Taehyung nesse momento e logo depois Jimin. Se perguntava o motivo do seu colega de classe estar ali, mas sabia que isso tinha uma explicação e que não lhe dizia respeito, assim como Taehyung escolher ou não sua comida não dizia respeito a Jimin.

— Sim, por quê? Algum problema? — A pergunta de Taehyung não sairá nada amigável. A testa franzida, o tom rude, e o modo como parou para observar o outro.

— Na verdade, queria apenas indicar uma sobremesa. — O acastanhado substituiu a expressão de raiva por uma de amizade falsa, assentiu e respondeu:

— Se quisermos, pedimos. — Sorriu para o garçom, cujo assentiu e saiu de perto dos dois.

Era simples, levar a comida e voltar aos seus afazeres, Jimin tiraria de letra, mas não tirou. Ao contrário, após entregar a comida da mesa que atendera – onde estava Tonelle e o outro rapaz – voltou para trás do balcão trocando de lugar com a moça do caixa. Ficou ali, de espreita, mesmo que não soubesse bem o porquê.

— Você vai assustar os dois clientes se continuar olhando para eles, Jimin. — A voz de seu pai despertou de seu momento espreiteiro. — O que houve? — O ruivo nega, mas sabe que seu pai não vai descansar até saber o que é. — Espera, ela é a garota que você falou? Quer dizer, a que tentou falar antes de correr ‘pra atendê-la? — Jimin negou novamente, o que foi pior. — Okay, então devolva o caixa para a Lourdes, ela não se lida bem sendo atendente. — Mandou, mas sabia que se ela queria ficar observando a menina, não podia sair, afinal, andar pelo restaurante não ia deixá-lo vê-la bem.

— É, pai. É ela. — Confirmou, e seu pai, entendendo a situação, apenas assentiu e observou um pouco a garota.

Era estranho ver aquela menina e imagina que seu filho estava, como os jovens dizem, afim dela. A garota era diferente das demais. Todas as meninas que já viu saírem com Jimin, eram mais altas e magras, algumas bem atrevidas e outras muito caladas. Aquela não, ela era muito mediana, estava sorrindo livremente com o rapaz que lhe acompanhava e tinha mais… carne, que as outras. Não que o senhor Park se importasse, o que valia eram os sentimentos do filho, porém, se Jimin estava gostando dela, então não era uma simples curtição.

— Está gostando dela, filho? De verdade? — Perguntou aflito.

— O quê? Não! — Negou. — Longa história pai… — É claro que Jimin não contaria, mas deixar seu pai acreditando que estava gostando de Antonella era fora de cogitação.

— Jovens! — Exclamou antes de sair confuso dali e voltar para o escritório que possuía.

Jimin bufou enquanto observava os dois sorrindo e comendo.

Antonella tentou não notar Jimin observando-os, mas foi impossível, já que bastava olhar para o balcão e daria de cara com o ruivo, tentou ignorar e prestar atenção em tudo que Taehyung falava, o que conseguiu muito bem. Afinal, que melhor companhia do que o namorado da sua mãe? Isso martela na mente de Antonella acima de tudo. Era maravilhoso ter amizade com Taehyung, mas o fato dele ser namorado de sua mãe lhe deixava cabreira com a ideia da amizade de ambos. Sentia como se fosse errado, mesmo que soubesse que não era.

— Tae… — Chamou incerta do que diria. O acastanhado estava bebendo seu chá quando assentiu para que Tonelle falasse. Mas como falar o que pensava a ele? — É… não me leva a mal e nem pense que estou sendo mal agradecida, mas… — Não sabia como terminar, olhar o rosto carinhoso de Taehyung não a deixava falar.

— Mas? — Insistiu para que continuasse.

— Gosto de você, Tae, mas você não acha isso estranho? — O coração de Taehyung deu uma bombeada forte, coisa que nem ele conseguia explicar a si mesmo o porquê.

— Como assim? — Perguntou sobre a pergunta.

— Você é o namorado da minha mãe, meio que meu padrasto, nossa amizade nem é consentida pela minha mãe, é estranho isso, como se fosse errado.

— Você acha que está errado? — É claro que já havia pensado naquilo, obvio que Taehyung sabe que talvez esteja errado nisso, de se tornar amigo de sua praticamente enteada, mas o acastanhado gostava de estar com Antonella, e como já revelado, ele não sentia nada por Renê, a são ser certa atração física.

— Não, eu gosto de ser sua amiga. De verdade. — Ele sorriu.

— Então não há nada de errado, somos amigos, só isso. Se eu fosse um aliciador, beleza, eu entendia, mas não sou, pode ter certeza. — Sorriu alegre para Antonella que não demorou em rir do jeito do garoto. — Gostou do jajangmyun? — Tonelle assentiu sorrindo e bebendo do chá logo em seguida.

— Isso é mesmo um chá? Parece limonada. — Bebe do líquido, era docinho e refrescante.

— Yuja é uma fruta que nasce no litoral da Coreia do Sul, é um pouco caro, eles precisa importar e tudo mais… mas vale apena, né? — Comenta bebendo do líquido também e assistindo-a assentir.

Foi rápido, mas uma pequena olhada de soslaio e Taehyung viu, pela quarta ou quinta vez, o garçom ruivo encarando a mesa que estavam. Aquilo já estava o irritando, suspirou uma vez mais e decidiu não perguntar sobre o garoto a Antonella, talvez ela nem o conhecesse. Mas, por outro lado, seria bom confirmar.

— Tonelle. — Chamou. — Conhece aquele garçom de antes? — Antonella morde um pedaço da carne em seu prato antes de responder. Observa o garfo em sua mão, pois diferente de Taehyung, não estava comendo com os famosos jeotgarak. Encarou o outro e assentiu. — Quem é ele?

— Um colega de classe, e eu não sei porque ele está nos olhando. Ignora ele. — Pediu, mas sabia que seria difícil para Taehyung ignorar caso Jimin continuasse encarando-os.

— Qual o nome dele? — Antonella suspirou.

— Jimin… Park Jimin. — Viu o acastanhado assentir e voltaram a comer.

Jajangmyun é uma comida especial, não só pelo seu sabor, mas também pela facilidade com que pode-se se sujar comendo-a. Por ser um macarrão com molho de feijão negro e Tonelle não ter nenhum tipo de costume com a comida – embora que os próprios coreanos não tenham – era de se esperar que Tonelle se sujasse.

— Nossa… — Exclamou assim que o molho chegou – por obras que ela mesma desconhecia – até sua bochecha e topo do nariz.

O riso de Taehyung foi imediato, e não passou por despercebido no local. Em desespero para se limpar, Tonelle buscou um guardanapo ali na mesa, mas antes que pegasse, a mão grande e ágil de Taehyung limpou os locais.

— Você parece uma criança comendo. — O sorriso no rosto de Taehyung era inconfundível, formava uma bela imitação de retângulo, com suas laterais ainda curvadinhas, os olhos menores e os dentes bem a mostra. De certeza aquele era um belo sorriso. — Cheonsa. — Falou quando terminou de limpar. Encarando o rosto confuso de Tonelle e sorrindo abertamente para ela.

— O quê? — Há poucos dias, Taehyung resolveu falar algumas palavras em coreano para Antonella, que sempre se perde no que ele fala.

Aleumdaun cheonsa. — Repetiu complementando.

— Você não está me xingando não, né? — Perguntou duvidosa. A gargalhada de Taehyung despertou novamente a atenção alheia e enquanto o acastanhado negava com a cabeça, Jimin, estando ao longe, franzia o cenho em dúvida, na sua cabeça, apenas uma questão:

O que tinha entre em Antonella e o outro rapaz?

[…]

Depois de um dia cansativo de escola, algumas horas trabalhando duro e um momento de alta-tensão, o que se espera ao deitar na cama é: relaxar. Jimin não só esperava relaxar ao deitar na cama, ansiava pelo sono, desejava o relaxamento do corpo, se prendia na esperança de dormir e só acordar no dia seguinte com as forças restauradas. Porém, não foi bem assim que aconteceu.

O ruivo não sabia o que era, mas não conseguia dormir, mesmo que seu corpo estivesse pesado pelo cansaço do dia, mesmo que seus olhos já estivessem sem o ânimo e a vontade de estarem abertos, ele simplesmente não conseguia dormir, olhar o teto era seu passatempo – bem chato, diga-se de passagem. Era um longo suspiro a cada minuto.

Fechou os olhos tentando dormir de uma vez, mas as cenas da noite mais cedo não permitiam, pois vinham com força total. Imediatamente abriu e se sentou. Está bem, precisava resolver esse assunto consigo mesmo, e agora sabia o que não lhe deixava dormir: Antonella com um garoto.

Suspirou, porque no fundo não havia motivos para não conseguir dormir devido a isso. Jimin fechou os olhos depois de repassar pela quarta vez a cena no restaurante, do desconhecido limpando o rosto de Antonella, as gargalhadas que ela dava em retribuição ao o que ele falava e como ele sorria para ela. Com certeza não era só amizade.

— Isso complica um pouco as coisas.

E como complicava, acontece que agora não seria apenas Jungkook um de seus adversários, teria também esse garoto que não conhecia. Mas isso não era assunto para agora, dormir era o que Jimin tinha que fazer.

[…]

Os passos de Antonella para casa eram simples, ritmados e com um ar de felicidade. Acabara de passar uma tarde boa com seus amigos. Assistiram a um filme em cartaz e comeram bem, além de David e Alice, estava também Taehyung, coisa que intrigou os demais, porém, nada que valesse questionar naquele momento.

Era sábado e isso era bom, pois ainda teria o dia de domingo para sair com sua amiga, que pretendia torrar o cartão de crédito os próprios pais em roupas, mas também fazer Antonella gastar. Seria aquela famosa tarde de meninas, para gastar com sorvete e roupas.

Suspirou enterrando as mãos nos bolsos da calça. Gostava de andar sozinha, por isso recusou a oferta dos amigos de levá-la até em casa e se colocou a andar. Já era final de tarde e não havia muitos resquícios de luz no céu. Mas foi quando passou por um beco, que escutou sons diferentes. Travou o corpo ali mesmo e observou para o local pouco iluminado, ou seja, o beco.

Forçando a visão, Antonella pôde ver três garotos, mas um deles estava sendo segurado pelo outro, enquanto o maior deles batia no que estava sendo segurado. Forçou mais a visão e notou quem era.

— Jungkook? — A voz da menina saiu mais alta do que deveria, por isso todo os fios de seu corpo arrepiaram quando os dois agressores do garoto lhe olharam. Nesse tipo de situação, o que seu pai faria? Manteria à calma, estufaria o peito e defenderia a vítima. Mas acontece que Antonella não era seu pai, então decidiu esperar pela ação do agressor e pôr em práticas a defesa pessoal que aprendeu com o próprio pai.

— O que ‘tá olhando? — O maior perguntou e só isso fez Antonella recuar um passo. Ela estava assustada.

— Deixa ela! — A voz rouca de Jungkook soou baixa ali, mas todos os sentidos de Antonella estavam apurados por conta da situação. Aquele ato de falar custou um murro a Jungkook.

Tonelle tinha duas opções: ajudar Jungkook ou virar e fingir que não viu nada.

— Parem com isso ou… — Foi interrompida.

— Ou o quê? Vai nos bater com seu braço gordo? — Perguntou em deboche.

— Ou serão presos por um militar. — Manter calma e impor medo. — E ganharão de um a cinco anos de cadeia. — O pensamento de ser preso era perturbador para aqueles dois garotos que espancavam Jungkook, tanto que se entreolharam.

— Não se a gente dê um jeito em você também. — Deu dois passos para Antonella, que já estava com medo daquela situação. Porém, aqueles garotos não pareciam estar ali para assaltar Jungkook, parecia mesmo ser um acerto de contas.

— Vá em frente e enfrente a fúria de um pai que serve ao exército com licença para matar. — Dialogar com um agressor, que incomum.

— Você tem sorte garoto. — O que falava com Antonella exclamou para Jungkook. — Larga esse bosta no chão. — Falou para o outro, e foi exatamente o que aconteceu. Jungkook foi jogado no chão e como estava sem forças, caiu com tudo. — Vamos embora, já fizemos um bom estrago mesmo.

A garota não se sentiu aliviada até ver que eles realmente foram embora, mas mesmo sabendo que o perigo estava acabado, suspirou ao ver o corpo de Jungkook jogado no chão. A sensação de perigo passa, mas de missão cumprida não.

Antonella anda até Jungkook e se abaixa até ele, tem sangue escorrendo de sua boca e isso não é bom sinal. O rosto com pontos abertos e os olhos quase fechados. Seria difícil levantá-lo dali, mas tinha que tentar.

— Jungkook. — Chamo, para conferir que estava vivo, afinal, ninguém sabe o dia de amanhã.

— Obrigado. — Disse antes de mais nada, não pensou que ela iria mesmo ajudá-lo.

— Consegue se levantar? — Jungkook não sabia e nem se lembrava qual tinha sido a última vez que levava uma surra daquelas, porque sim, ele já havia levado surras como aquela. — Se escore em mim, tente se por de pé.

— Está bem. — Falava fraco.

Foi quando Antonella sentiu o quanto fraco em sem sustentação Jungkook estava que notou a dificuldade daquilo. O braço esquerdo dele segurava-se nos ombros de Antonella e o direito cercava a barriga, visto que ali doía mais que em todos os locais. Havia sangue e diversos lugares do corpo de Jungkook e Antonella estava tentada a chamar um táxi.

— Quer ir para o hospital? Posso te levar até lá. — Apesar de ser Jungkook, Antonella não o deixaria ali ‘pra morrer.

— Não, me viro sozinho em casa. — Disse. — Só me põe num táxi e eu vou ‘pra casa. — pediu.

— Sabe fazer curativos? — Perguntou, afinal, ele precisava de uns bons curativos.

— É só lavar que sai. — Os passos lentos deixam a mostra a dor abdominal do rapaz e Antonella percebia que não era fingimento.

— Não, Jungkook, não é só lavar que sai. — Tonelle então suspirou e prosseguiu indo para casa, ela mesma ajudaria o rapaz com tudo.

— Aonde ‘tá me levando? — Jungkook nunca havia andando por aquela parte daquela rua, mas as casas eram bonitas, algumas era possível ver a alegria familiar dos moradores. Aquilo dava causava uma lembrança triste a Jungkook.

— ‘Pra minha casa, vou cuidar dos seus ferimentos. — A princípio o rapaz não entendeu, Antonella já tinha feito muito por você lhe livrando dos valentões. Levá-lo té sua casa e cuidar dele era uma atitude muito mais que surpreendente, até porque, ela não tinha motivos para ajudá-lo.

Tonelle apenas tem bom coração, ajuda sem ver à quem, ela nunca deixaria alguém morrer por cona de um ferimento que com pouca coisa melhoraria, não ela sabendo como evitar. É isso que ela quer para ela, ajudar fisicamente as pessoas, ser médica. Então pôr em prática para ajudar alguém que conhece e está precisando, mesmo esse alguém não sendo um dos melhores, não é propriamente um erro…

Bem, ela espera que não.


Notas Finais


Eu volto e não mudo, meu final é sempre enigmático kkkkkk
Como será que isso se desenvolverá? Aaahh, será que dá pra confiar no Kook?
Aguardem para os próximos capítulos, e fique ligado na nossa programação.
[Lê como se fosse o cara da Globo falando}

N/t: Eu n posso prometer postar sempre, mas posso prometer um capítulo por semana, maybe. okay?
Então, me aguardem kkkk

Kkkkkkkk Eu estava realmente saudosa, é tão bom estar de volta.
Beijos e até o próximo <33


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