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História Um amor por um império - Capítulo 38


Escrita por: e CamusLafontayne


Notas do Autor


Boa noite para todos, tudo bem com vocês amados e amadas? Graças ao maravilhoso Deus hoje prossegue-se o capítulo 38 dessa nossa fanfic, agradecemos a todos que estão tendo o carinho de ler, favoritar e comentar. O carinho de vocês nos motivam muiiiiitoooo!!!

Capítulo 38 - O triste funeral e um mês após a morte do tirano!


Fanfic / Fanfiction Um amor por um império - Capítulo 38 - O triste funeral e um mês após a morte do tirano!

 

 

 

Grécia, Atenas, no castelo do rei Milo...

[...]

Rei Milo

Após o ocorrido lá em Naxos, e depois de eu ter sido notificado por um dos meus guardas -- sobre o nascimento do meu filho, tive que retornar ao meu castelo. No entanto, antes eu havia mandado um dos guardas preparar todos os preparativos fúnebres para o velório e enterro do meu tio Kardia.

Ao chegar no meu castelo -- e antes de eu seguir para ver meu filho e esposa, primeiramente eu fui falar com Fler e Hagen, que são meus braços direitos: sendo os únicos aos quais realmente confio, tirando o meu fiel conselheiro e amigo Degel.

Depois que eu falei com ambos -- lhes pedindo para irem até a ilha de Naxos cuidarem do corpo do meu tio e cuidar do meu amado Camus, que com certeza ainda deveria estar desolado.

Finalmente segui em direção ao quarto onde estava minha esposa e filho, para vê-los.

Ao eu adentrar ao nosso quarto, me deparei com uma linda cena, pois minha rainha estava amamentando o nosso filho, e ao eu me aproximar deles, dei um beijo na testa da mesma e fiquei contemplando aquela linda cena em seguida.

Ela me olhou com carinho e disse.

- Amor, você deseja pegar nosso filho? -- a ruiva perguntou sorrindo.

- Sim, eu desejo pegar nosso filho nos braços. -- respondi demonstrando um leve sorriso.

- Aqui senhor. Este é seu filho Teseu. -- Eiri comentou sorrindo -- e entregando meu meninão nos meus braços.

Fiquei segurando ele nos meus braços, olhando o quanto aquele inocente recém nascido se parecia comigo, pois seus cabelos saíram da mesma cor dos meus, e os olhos iguais aos de sua mãe: num tom azul bem claro.

Em poucos minutos o pequeno anjinho havia adormecido, porém logo eu tive de entregá-lo novamente nos braços da loira, pois um dos guardas veio até o quarto para me avisar que o corpo de meu tio já havia chegado.

Deixando assim tanto minha rainha e as outras duas mulheres boquiabertas -- devido a notícia que o tal guarda deu subitamente de forma direta na frente de todas.

Eu sai juntamente dele, e ao sairmos do interior do quarto, acabei chamando sua atenção severamente -- o deixando um tanto desconcertado, temeroso e assustado ao mesmo tempo, pois ele disse temeroso.

- Perdoa-me majestade, pois eu não tive a intenção de fazer o que eu fiz. -- ele suplicou demonstrando medo.

- Em uma outra oportunidade conversamos, guarda Adônis. Por hora saia já da minha frente. -- bradei irritado o encarando feio.

O covarde e imbecil do guarda se retirou imediatamente da minha frente...

[...]

Guarda real Adônis

Após o esnobe do rei Milo, ter me enxotado da sua frente, vindo me tratar como um zé ninguém: como ele sempre faz, resolvi ir a procura do senhor Zeros para lhe relatar o ocorrido com o senhor Kardia, e o que houve lá na ilha de Naxos...

[...]

Rei Milo

Depois que aquele energúmeno saiu da minha frente se borrando todo, eu segui até a sala onde os funcionários da funerária: Hades, o deus da morte, estavam preparando meu tio para o seu velório e supostamente o seu enterro.

Uma das funcionárias veio até mim para me avisar que o corpo já estava quase pronto, e que só estava faltando eu ver se a roupa que uma das serviçais havia lhes entregue e se o caixão realmente era aquele mesmo que eu desejava, fora as coroas de rosas, vasos, incensos e velas.

Depois de eu ter checado tudo, e vendo que realmente estava tudo a altura de um velório e enterro digno para o meu tio, mesmo ele não merecendo -- pelo menos eram os pensamentos que permeiam em minha mente, naquele momento, no entanto mesmo assim eu me sentia triste por sua morte.

Afinal, mesmo ele tendo sido um tirano desalmado, cruel e desprovido de sentimentos, mesmo assim foi ele que me criou após ter matado meus pais.

Ao ver ele ali sem vida naquele caixão, confesso que tive que fazer uma força tremenda para não chorar ali diante de todos...

Porém, ao eles já terem terminado de arrumá-lo por completo, todos saíram em seguida, me deixando sozinho com ele.

- Meu tio, realmente não precisaria nada disso se o senhor tivesse mudado, e vindo se tornar mais humano. Agora veja só onde o senhor está. -- desabei chorando; enquanto segurava sua mão fria de cadáver.

- Tio Kardia, é triste vê-lo assim sem vida, e se o senhor não tivesse ido à minha procura a Naxos, e tentado fazer o que fez, nada disso teria acontecido. No entanto, agora ele e eu enfim, teremos paz para sermos felizes e viver a nossa história de amor mais sossegados e sem perseguições de um tirano feito o senhor. -- continuei meu triste desabafo.

- Majestade, com licença. -- Degel adentrou a fria e triste sala -- se anunciando.

- Degel, que bom que você está aqui. -- afirmei secando minhas lágrimas.

- Sinto muito, majestade, pela sua perda. -- ele me dava os pêsames me abraçando.

- Infelizmente foi ele que procurou sua morte, meu amigo. -- disse olhando em seus olhos.

- Majestade, eu posso ser o mensageiro da triste notícia a Geist? -- ele perguntou com pesar.

- Sim Degel. -- afirmei contendo tristeza.

Enquanto isso, no vilarejo de Rodório...

[...]

Geist

Eu via caminhando pelas ruas de Rodório, ouvindo certos rumores de que Kardia havia morrido, e conforme eu ia caminhando -- pude notar os olhares de pena em direção a mim, no entanto eu seguia meu percurso de cabeça erguida, mas me sentido triste e aflita ao pensar que o pai da minha filha pudesse realmente estar morto.

Ao eu chegar na casa de Hilda, eu reparei que o carro do Degel estava estacionado em frente a casa da mesma, e antes de eu adentrar a sala, do quintal eu já ouvia as vozes de Degel e Hilda, que estavam falando sobre velório e enterro.

E, ao ouvir o nome Kardia eu senti um leve mal estar já estando próxima a porta da sala.

Degel automaticamente veio até mim -- segurando-me firmemente, mas com cuidado -- evitando assim a minha queda.

- Não me diga que o que eu acabei de ouvir é mesmo verdade, Degel? -- indaguei ao francês com os olhos lacrimejados.

- Geist, eu sinto muito. Eu não desejava que você viesse saber sobre a morte dele por terceiros. -- ele confirmou o que eu tanto temia.

- Nãooooo pode ser! -- exclamei em prantos.

- Hilda por favor, prepare um copo de água doce para a Geist, pois ela precisa se acalmar, e não pode passar por fortes emoções devido a sua gestação. -- ele pedia cordialmente a platinada.

- Por favor, se acalme Geist. Você precisa se acalmar por conta da Pilar. -- o francês pedia lágrimas nos olhos -- e me olhando com carinho e ternura, e vindo me segurando em seus braços ainda...

Enquanto isso no castelo...

[...]

Pov Autora

O triste velório de Kardia seguia com pouquíssimas pessoas, pois o mesmo ao longo de sua vida ganhou inúmeros inimigos -- aos quais até estavam comemorando a sua morte.

Nem mesmo o rei Andreas vieira para o velório do azulado: a quem lhe prestou tantos trabalhos sujos, para não falar que quase nenhum nobre viera para o velório do nobre tirano, só vieram o rei Alexandre, Pandora: sua atual noiva e sua sobrinha Tessália, fora eles mais nenhum nobre compareceu.

No entanto, o rei Milo sequer se importou com isso, já que o mesmo sabia muito bem o quanto seu tio foi odiado em vida, pois o mesmo fez mal a muita gente.

Dia seguinte, 9:00 horas da manhã, cemitério próprio do castelo...

[...]

Pov Autora

Às nove horas do dia seguinte, foi marcado o enterro de Kardia.

Um dia que amanheceu com o céu acinzentado, e a chuva caia para marcar ainda mais a tristeza daquele dia tão triste, pelo menos para o rei Milo e Geist: os quais realmente estavam sentindo a dor de ter perdido o azulado.

Um mês após a morte de Kardia, a profunda tristeza ainda habitava no interior do coração do rei Milo -- e principalmente no coração da pobre morena, que estava sofrendo em demasia a perda do homem a quem ela amou e ainda permanece a amando.

No castelo a vida continuava também, o pequeno Teseu completou seu primeiro mês de vida, exatamente no mesmo dia que também marcava a data da morte do azulado.

O rei Milo e Camus: seu grande amor continuavam a viverem seu romance tórrido...

O belo rei após muito conversar com seu fiel conselheiro, resolveu trazer Geist novamente para viver no castelo, com o rei dando a amante de seu tio -- e a filha que ela carrega em seu ventre, uma vida realmente digna como ela merecia.

A megera Catarina se sentia feliz com a morte de Kardia, mas ao mesmo tempo a inveja, o ódio, os ciúmes e despeito lhe corriam, pois a mesma que sempre ficava sabendo de notícias sobre Camus -- por quem ela ainda continua nutrindo sentimentos e de Milo: o rei a quem ela tanto deseja ver morto -- estando felizes, só vinha alimentar ainda mais o seu desejo de vingança.

A megera então, mesmo estando exilada, resolve unir forças com Zelos, outro que se sente no direito de vingar a morte de seu lorde e senhor Kardia... 

 


Notas Finais


Mais uma vez muito obrigada pelo carinho de todos vocês, fiquem todos com Deus e o senhor Jesus, e se assim eles permitirem nos veremos no próximo capítulo. Beijocas da Zodíaco 12 para todos!


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