História Um amor proibido - Capítulo 5


Escrita por: e CherrieFlower

Postado
Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor Proibido, Hentai, Homossexualidade, Yuri
Visualizações 12
Palavras 998
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente, Hentai, LGBT, Literatura Feminina, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oi, desculpem a demora, é tudo culpa da Mea, Ray é inocente.

Capítulo 5 - Encontros inusitados


Mali procurou, com o olhar quem havia chamado seu nome, e viu um conjunto de olhos verdes a olhando com parte do rosto atrás de uma bolsa, ela reconheceu Raissa. Deixou a salada de lado e correu para abraça-la. Raissa se levantou rápido e as duas se abraçaram. Raissa não abraçou Mali do jeito que abraçava Luke, nem Mali abraçou Raissa do jeito que abraçava Leonor. Foi como matar uma saudade de algo que você nunca teve, se é que isso faz sentido. O sentimento estranho que Mali sentiu era só o fuso-horário? Isso não explica os sentimentos de Raissa, poderia ter sido a pequena perda de sangue pelo joelho ralado.


- Como você veio para cá? Você não é de Portugal? - Raissa disse desfazendo o abraço.

- Meus pais se separaram então eu e minha mãe viemos para o Brasil.

- Sinto muito...

- Não sinta! Graças a isso agora eu te conheço!

- É fofo como você vê o lado bom das coisas, mesmo estando num hospital. Por que você está num hospital?

- Minha mãe tá tomando soro. Outra dieta maluca.

- Ela ainda não parou com isso?

- Não... ei, vamos vê-la! Ela vai adorar ver você.

E foram. Conversaram todo o caminho, se surpreendendo com o fato de o assunto fluir tão bem quanto fluía na internet. Claro que já haviam feito chamada de vídeo, mas aquilo era diferente. Chegaram rápido mesmo que o caminho fosse longo, não, não foi a teoria da relatividade, Raissa arranjou um atalho, conhecia bem o lugar.

- Mãe, está melhor?

- Tirando o fato de eles me obrigarem a comer essa comida de hospital...

- Pelo menos está comento algo! E mudando de assunto, essa é a Raissa – Disse apresentando a garota apoiada no batente da porta da sala.

- Olá, senhorita Bittencourt, é um prazer conhece-la – Disse estendendo a mão para cumprimenta-la.

- Olá querida, desculpe, não posso estender o braço com isso – Disse apontando para equipo para soro – Mas é um prazer te conhecer. Pode dar-me um segundo com a Mali? A garota se afastou e Mali se ajoelhou próxima a mãe.

- O que foi mãe? Eu não vou pedir para os médicos mudarem sua dieta.

- Ótimo, segundo pedido anulado – disse chateada – Quero que se afaste daquela garota. Ouvi falar sobre brasileiros, principalmente dessa raça. Tenho certeza de que ela veio falar com você por causa desse relógio bonito. Você é muito inocente querida.

- Mãe, que vergonha! Eu não sou tão inocente! Quer dizer... a Raissa não é esse tipo. Não quero que trate ela assim, ela é minha amiga! Vamos Rais... Raissa? - Procurou com alguns movimentos de cabeça, até encontra-la falando com outra moça no soro.

- Está melhor dona Graça? - Perguntou Raissa ajoelhada em frente a mãe de Luke.

- Sim, só espero que Nicolas também.

- Ainda preocupada com ele? Você tem um coração lindo, dona Graça.

- Rah, podemos ir? - Disse Mali se intrometendo.

- Claro. Ah, dona Graça essa é a Mali.

- Oi, notei o sotaque, portuguesa?

- Sou sim... a senhora está bem?

- Estou, obrigada, entendo que vocês precisam ir, vou sair daqui em breve.

                                                    *                  *                    *

- Cadê seu amigo? - Perguntou Mali ao chegarem na sala de espera sem ver ninguém.

- Deve ter ido ver o pai. Considerando o caso ele deve estar na ala 3 entre as salas 5 e 10, vamos dar uma procurada – Disse já andando em direção ao elevador.

- Espera, como sabe tanto sobre esse hospital?

- Chegamos na ala 3, vem.

Após olhar em algumas salas, acharam Luke e Daniel na sala 8

- Luke, tudo bem?

- Tudo, mas o médico disse que ele não tem previsão para acordar.

- Sinto muito Luke

- Não é sua culpa. Essa é a Mali?

- Olá desconhecido, como me conhece? - Mali disse e depois ruborizou, a primeira coisa que havia dito para o gatinho era “olá desconhecido"

- Eu checo o celular da Rah com mais frequência do que deveria. Você não é de Portugal?

- A frequência com que você vê meu celular deveria ser nenhuma. Olha, depois vocês stalkeiam o perfil um do outro. Tenho que mostrar algo pra Mali.

- Por que a pressa, qual o problema em eu falar com um desconhecido? - Disse tentando ser engraçada para impressionar o garoto.

- Pode falar com dois desconhecidos. Sou o namorado dele. - Disse Daniel sorrindo.

- Ah, prazer em conhece-lo! Raissa, o que você quer me mostrar?! - Mali disse envergonhada e saiu da sala junto a amiga.

- Você ficou afim do Luke! - Disse soltando a risada que estava segurando, após estarem numa distância segura.

- Você nunca? É um gato! O namorado dele também. Que desperdício, podia ser um para cada uma de nós.

- Desperdício? Você é uma gata, mas ele poderia não querer namorar você, mesmo que fosse hétero.

- Já sei, estou sendo homofóbica...

- Isso! Tem ido bem nas aulas que eu te dou.

- É tenho ido bem em não ser minha mãe, provavelmente vou ser expulsa de casa antes de fazer 18 anos.

- Ela não parece tão ruim.

- É, ela te adorou – preferiu não falar sobre a atitude da mãe alguns instantes atrás - O que quer me mostrar afinal?

- Lembra que você me perguntou como conheço tão bem esse lugar? É graças a minha mãe, como você me apresentou a sua é justo que eu te apresente a minha.

- Ela é médica ou algo assim?

- Ou algo assim, psicóloga, mas ela não trabalha aqui.

Pegaram o elevador acompanhadas de um silêncio constrangedor. E após andarem um pouco chegaram a uma sala com uma mulher dormindo. Parecia com Raissa, mas era mais magra e pálida. Também tinha um aparelho respiratório escondendo parte do rosto, ela estava conectada ao soro e ao que medidor de batimentos cardíacos.

- Mali, essa é minha mãe.



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