História Um Amor Quase Proibido. - Capítulo 16


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Categorias Diego Ribas da Cunha, Paolo Guerrero
Personagens Personagens Originais
Tags Diego Ribas, Flamengo
Visualizações 251
Palavras 2.809
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Heeeeeeeeeeeey. Nada a declarar sobre o jogo de ontem, que jogo do Paquetá, Everton e Cuellar, meus bebês ❤


Boa leitura! 💙

Capítulo 16 - Capítulo 16.


No dia seguinte, os dois acordaram com a felicidade e o amor exalando pela casa. Era a primeira noite que eles passavam juntos e não poderia ter sido melhor.

— Bom dia — Diego sussurrou com a sua voz levemente rouca.

Natália estava com o rosto na curva do pescoço do meia, sorrindo contra a sua pele. Os braços de Diego cercavam a cintura fina e desenhada da garota, com as pernas entrelaçadas uma a outra. Natália sentia seu corpo exausto, mas não deixava de estar satisfeita com o que acontecerá na noite anterior. Tudo parecia perfeito demais pra ela, e ela estava amando isso tudo que vinha acontecendo.

— Bom dia — Ela murmurou arrastada e cansada, rindo fraco em seguida. Sua voz definitivamente estava mais rouca que de costume, isso fez cada pelo do corpo do jogador se arrepiar, e então ele sorriu.

Obviamente a garota estava cansada, não que ela tenha dormido pouco, não mesmo. Ainda era cedo, Diego tinha treino e Naty precisava ir trabalhar logo. Ela ainda tinha sono, mas sabia que precisava levantar.

— Desculpa, eu não queria te acordar muito cedo. Mas ainda preciso te levar em casa — Diego murmurou baixinho também, sentindo grande felicidade por ter a garota em seus braços.

— Não, tudo bem — A loira sorriu doce — Mas...

— Lá vem — Diego riu fraco, sentindo o corpo pequeno da garota de afastar do seu. Ele viu a loira sentar na cama, puxando os lençóis à altura dos seus seios e corando levemente por isso. E lá estava ele sorrindo mais uma vez — Pode falar.

Ela mordeu levemente o lábio inferior, como sempre fazia ao estar nervosa. Seu pedido não tinha nada demais, mas ainda sim ela não queria que seu namorado recusasse.

— Você vai ter que tomar café comigo lá em casa — Ela soltou, arrancando uma risada do mais velho, que achava a simplicidade da garota incrível.

— Se eu estiver vivo pra te acompanhar, eu aceito. Por que seu irmão vai querer me matar — Ele disse, então Natália jogou a cabeça pra trás, gargalhando.

— Ok, então vamos levantar, vai — Naty disse se levantando e arrastando o lençol junto, tendo a visão de Diego apenas com sua boxer preta.

Ela corou levemente e se virou, pegando suas roupas pelo chão do quarto. Diego soltou uma risadinha e se levantou, indo em direção ao banheiro. Natália aproveitou para correr até o closet e deixar o lençol cair, vendo através do espelho, algumas marcas vermelhas em seu corpo, inclusive no pescoço. A garota mordeu levemente o lábio inferior, prendendo um sorriso bobo e riu sozinha, começando a vestir a sua roupa do dia anterior. Ela pegou a escova de cabelo que estava ali, e passou por seu cabelo caramelo, que não parecia tão ruim, por ter sido lavado no dia anterior.

Ao sair do banheiro apenas com uma toalha na cintura, Diego entrou no closet e viu Natália sair apressada e com vergonha, alegando ir ao banheiro. Diego também sorria ao ver marcas vermelhas da unha da garota em seu peito e ele sabia que em suas costas também tinha. Natália, dentro do banheiro, escovou os dentes com a escova que Diego havia lhe dado na última noite e passou água em seu rosto, secando em seguida com a toalha branca e fofinha, então saiu do banheiro, pegando seu celular carregado.

— Amor, terminei — Ela disse para Diego, sentando-se na beirada da cama.

Ela desbloqueou a tela do celular, enquanto esperava seu namorado terminar de se arrumar, e viu algumas mensagens no WhatsApp. Inclusive mensagens do seu irmão, então novamente ela riu baixinho pensando em como ele deveria estar irritado e enciumado, lembrando que Diego disse que a levaria em casa antes mesmo de amanhecer. Ela respondeu as mensagens e ainda conseguiu dar uma breve olhada no Instagram, minutos depois, Diego voltou pro quarto usando a camisa vermelha de concentração do Flamengo, jeans escuro e tênis branco, com o cabelo arrumado e totalmente cheiroso, deixando a garota embriagada com o aroma amadeirado.

— Terminei — Ele disse sorrindo e pegando sua mochila e o celular.

— Podemos ir então? — Naty se levantou sorrindo cheia de covinhas, fazendo Diego sentir-se derretido.

— Não — Ele negou com a cabeça com um sorriso divertido, enquanto a namorada mantinha uma expressão confusa.

Diego sorriu soltando sua mochila em cima da cama e puxando a garota pela cintura, de uma forma rápida, que a assustou, então eles riram. Ele passou o cabelo caramelo dela para trás e segurou em sua nuca, lhe dando um simples selinho. Diego sentiu o sorriso da garota durante esse simples selar de lábios, então ele aprofundou o beijo, com o laçar de língua dos dois de forma lenta e carinhosa. Mas se separaram em poucos minutos.

— Agora podemos — Diego disse, ouvindo a risada gostosa de Natália.

Eles saíram do quarto de mãos dadas e assim caminharam até o carro. Durante o caminho, escutavam algumas músicas aleatórias que tocava em uma das mais famosas rádios do Rio, os dois cantavam e se divertiam, enquanto Diego elogiava a voz de Natália e a mesma negava tudo que ele dizia. Em menos de vinte minutos, eles chegaram na casa dos Collins. Diego estacionou e então eles desceram, caminhando até a casa de mãos dadas.

— Minha mãe já deve ter ido trabalhar e Nathan deve estar dormindo ainda — Naty murmurava enquanto puxava Diego escada à cima, até entrarem em seu quarto — Eu vou apenas tomar um banho e me trocar. Espera aqui, sim?

— Sim senhorita — Diego assentiu sorrindo de forma boba, dando um selinho na garota.

Naty correu para o banheiro e ligou o registro, se despindo em seguida e entrando no banho. Ela sentiu a água quente bater contra o seu corpo ainda dolorido e suspirou, com um sorriso no rosto e lembranças a invadindo. Ela procurou não demorar muito, não queria se atrasar, então saiu rápido do banho. Se enrolou na toalha e saiu timidamente do banheiro, abrindo o guarda-roupa para procurar o que vestir.

Ao fim de tudo, escolheu uma calça jeans escura, simples para trabalhar e pegou a camisa da lanchonete, junto com a lingerie. Ela não queria voltar ao banheiro para se trocar, lá agora estava molhado e ela definitivamente não queria cair. Mas ela estava com vergonha com a presença de Diego, mesmo depois da noite maravilhosa. Natália sempre fora tímida demais.

— Amor... — Ela murmurou timidamente, enquanto Diego a olhava sorrindo.

— Sim?!

— Você pode, por favor, fechar os olhos? — Ela perguntou, ouvindo uma risadinha do namorado.

— Depois de tudo o que aconteceu ontem? — Ele ergueu as sobrancelhas divertido, vendo a garota corar — Tudo bem! Eu fecho os olhos.

Após rir mais uma vez, Diego se pôs de olhos fechados, mas Naty se aproximou para conferir. Então deixou a toalha cair do seu corpo e colocou sua lingerie, e ao terminar de colocar a camisa, percebeu Diego com os olhos entreabertos.

— Diego! — Naty revirou os olhos bufando e Diego gargalhou.

— Desculpa — Ele disse e então tornou a fechar os olhos.

Dessa vez, sem abri-los, Naty conseguiu colocar tranquilamente sua calça jeans e o permitiu voltar a abrir os olhos. Sentou-se na beira da cama e calçou suas sapatilhas, então penteou o cabelo mais uma vez, fez uma maquiagem simples, inclusive que tentasse esconder as marcas em seu pescoço, e então havia terminado.

— Terminou? — Diego levantou o olhar, que estava focado no celular em suas mãos.

— Uhum — A loira assentiu sorrindo tímida.

Os dois saíram do quarto em direção à cozinha, tomando café tranquilamente. Não demorou muitos minutos, e Naty já estava lavando a louça. Diego a abraçava por trás, enquanto via a garota lavar os dois pratos, roçando a barba rala sem seu pescoço, fazendo leves cócegas. Além das cócegas, os leves arrepios, que a garota tentava disfarçar.

— Amor, me deixa lavar a louça — Ela murmurou risonha.

— Se continuar me chamando assim vai ser um pouco difícil — Ele sussurrou em seu ouvido e percebeu todos os fios de cabelo da garota se arrepiar.

— Para, Diego — Ela comentou rindo e desligando a torneira.

— Bom dia pombinhos — Os dois ouviram a voz masculina e rouca ao entrar na cozinha. Nathan — Chegaram agora?

— A alguns minutos — Natália respondeu, se afastando de Diego e virando-se para o irmão.

— Antes do amanhecer, né bonitão?! — Nathan disse acertando um pano de prato em Diego, que riu.

— Atrasamos algumas horinhas, apenas — Diego disse e Natália instantaneamente corou, mesmo que não houvesse nenhuma malícia na frase.

— Ok... — Nathan assentiu desconfiado — Está tudo bem, Natália? — O loiro virou-se para a irmã em um tom sarcástico.

— Tudo ótimo — A loira se prontificou a responder — A gente conversa mais tarde, ok? Eu preciso ir e Diego também. Mais tarde a gente conversa e sei lá, pede comida japonesa que você ama. Se cuida, amo você.

Natália deu um beijo apressado no irmão e saiu cozinha à fora, tentando ao máximo se livrar de perguntas que sabe que o irmão fará mais tarde. Ela pegou a bolsa na sala e continuou puxando Diego pela mão até o lado de fora, enquanto ouvia algumas risadas do namorado.

— Então você tem vergonha com o seu irmão também? — Diego perguntou, enquanto abria a porta do carro para a garota.

Naty entrou no carro, sorrindo e esperando Diego dar a volta e entrar nele também, fechando a porta.

— Diego, isso não é assunto para conversar com o meu irmão — A loira revirou levemente os olhos.

— Mas eu não disse nada demais — Ele disse rindo, se virando para olhar melhor a garota.

— Você não, mas com certeza era a intensão de Nathan — Ela sussurrou corando e Diego riu mais uma vez, recebendo um tapa fraco da garota no ombro.

— Você fica muito linda com as bochechas vermelhinhas — Diego soltou, vendo sua garota tampar o rosto com as duas mãozinhas pequenas, mas ainda lhe dando a visão das convinhas, denunciando que a garota sorria, então ele sorriu também — E eu amo suas covinhas.

— Diego... — Ela murmurou envergonhada, sem tirar as mãos do rosto.

— Ah vai, amor. Seu sotaque também é maravilhoso — O meia disse segurando nos pulsos magros da garota, afastando suas mãos do rosto e vendo suas bochechas coradas.

— Obrigada — Ela murmurou sorrindo.

— Obrigado você por estar comigo — Ele disse antes de selar levemente seus lábios.

Pretendido por ele apenas um selinho, mas logo sentiu a língua da garota tocar seus lábios e o abrir, invadindo sua boca e aprofundando o beijo calmo e curto, mas que arrancou um sorriso dos dois.

— Anda logo, idiota. Eu vou me atrasar — Naty disse, ainda com lábios pressionados contra os do jogador, enquanto ambos sorriam.

— Não acho justo você me chamar assim — Ele disse enchendo a garota de beijos, passando pelos lábios, bochechas, testa, maxilar, queixo e parou novamente nos lábios.

— Amor... — Ela riu pelo nariz, se afastando do namorado que sorria divertido, lhe deixando ver as ruguinhas que haviam ao lado dos olhos.

— Tudo bem — Diego se afastou suspirando e arrumando-se no banco, colocando o cinto e ligando o carro.

Algumas horas mais tarde, Diego já saía do treino do Flamengo junto com Davi e Matteo, que estiveram ali durante todo o treino. Os pequenos estavam animados e falantes, como sempre, e Diego dava atenção para os dois, também conversando de forma animada e escutando tudo o que os filhos falavam. Os três já estavam dentro do carro, com as crianças atrás no banco apropriado para eles, e seguiam para a lanchonete aonde Natália trabalhava. Diego estava empolgado com tudo isso, mesmo que para os filhos Natália fosse apenas uma amiga, afinal, ele não queria assustar os filhos que sempre foram acostumados apenas com a mãe.

Na lanchonete, Natália estava nervosa enquanto atendia alguns clientes que apareciam naquela segunda-feira calma. Ela parecia mais que iria conhecer os pais do namorado, do que os filhos dele. Não que fizesse muita diferença, era realmente importante que os meninos gostassem dela. E isso a deixava nervosa.

— Naty, fica calma — Aine dizia rindo, tentando acalmar sua melhor amiga.

— Será que eles vão gostar de mim, Aine?! — A loira mordia a ponta dos dedos, não querendo roer suas unhas grandes.

— Óbvio que vão, você é incrível, Natália — A morena disse sorrindo, sentando-se ao lado da amiga, enquanto a lanchonete não dava movimento. Natália sorriu tímida em resposta — Vai me contar o por que de seu irmão estar tão irritado?

— Aine, Nathan é um ciumento possessivo. Cuidado com quem você vai casar — Naty brincou, recebendo um revirar de olhos — Diego disse que estaria comigo antes do amanhecer, mas na verdade só me levou hoje pela manhã para me trocar.

— Hum... — Aine murmurou interessada e sorriu — E eu posso saber o por que desse atraso? — Imediatamente Natália sentiu o rubor e o calor em suas bochechas e sorriu tímida — Vocês... Não! Sério?

— Sério — Naty sorriu abaixando o olhar — E nem adianta pedir mais informações. Foi incrível, isso é tudo o que precisa saber.

— Ok! Tudo bem — Aine disse e riu fraco — Quem diria. Natália Collins e Diego Ribas.

— Shiuuu! — A loira pressionou seu dedo indicador contra os lábios da melhor amiga e olhou ao redor, tendo certeza que ninguém escutou — Ficou louca, Aine Katherine?

— Não me chama assim — A morena fez um bico e ambas riram — Ok, desculpa. Esqueci que é namorada do estrelinha do Rio.

— Não fala assim dele — Natália riu — Ele é alguém normal com um grande talento.

— E uma grande beleza — Aine disse fazendo Natália lhe lançar um olhar imortal — Ok, desculpa.

As duas riram mais uma vez, mas pararam ao escutar o sininho da porta da lanchonete. O olhar das duas encontraram Diego entrando ali sorrindo, segurando o filho loirinho no colo e segurando na mão do mais velho, aproximando-se com um sorriso no rosto. Natália sorriu também, mordendo levemente o lábio inferior de forma nervosa.

— Hey! — Diego disse animado, o que fez Natália rir baixinho.

— Olá — Naty e Aine responderam juntas, olhando os pequenos encolhidos nos braços do pai, obviamente com vergonha.

— Tem mesa para três? — Ele perguntou e as meninas riram.

— Qual você quiser, o local está vazio — Aine deu os ombros e Diego sorriu.

— Quanta delicadeza, Aine — Ele disse repleto de ironia.

— Eu recomendo a última perto da janela — Naty disse timidamente e viu Diego sorrir.

— Obrigado, Naty — Diego respondeu. Sempre soava diferente quando Diego a chamava daquela forma, sempre soou — Bem, meninas, esses são Davi e Matteo. Meninos, essas são Natália e Aine — O meia disse e piscou para a namorada, que corou instantaneamente com aquilo e Aine riu.

— Olá meninos, como vão? — Aine perguntou sorrindo, contendo a vontade de apertar os meninos fofos.

— Hey meninos — Naty se agachou perto do mais velho — Você é o Davi, certo?

— Sim — O pequeno afirmou timidamente — Seus olhos são lindos.

— Ahn, obrigada. Você tem os olhos do seu pai — A loira disse percebendo que não havia diferença alguma.

— Isso bom, né? Por que meu pai é o meu ídolo — Davi disse sorrindo largamente.

Isso é ótimo, seu pai tem olhos lindos – Natália pensou, mas obviamente não disse e corou apenas por pensar, então sorriu tímida assentindo. Davi levantou o dedo curioso e afundou o mesmo na covinha direita de Natália, então o pequeno sorriu ainda com o dedo indicador dentro da covinha.

— Uma menina da minha escola tem isso, é muito legal — Davi disse abaixando o dedo novamente

— É, eu até gosto — Naty deu os ombros e riu.

— Eu também gostei — Ele fala.

Matteo estava quieto no colo do pai, mas prestava atenção em tudo. Não surpreendia, o pequeno tinha apenas três anos e estava acostumado com o pai e a mãe, aquilo era muito novo pra ele. Naty também não fazia pressão, havia cumprimentado o pequeno, mas Davi continua falante com ela, sentado em um dos bancos do balcão, o que fez Diego sentar-se ali com Matteo também.

E no fim, tudo correu bem melhor do que Natália esperava. Diego passou em torno de quarenta minutos ali, enquanto Davi falava sem parar e Matteo se soltava aos poucos. Aine e Naty haviam realmente se dado bem com os dois, o que deixou Diego bastante feliz e animado com aquilo. Antes de ir embora, o meia havia marcado com a namorada de estar ali no fim do seu turno, assim eles poderiam sair um pouco, antes dela ir para a faculdade. A garota apenas aceitou, então Diego se foi com os meninos.

— Bem, foi ótimo — Aine disse sorrindo. Naty assentiu suspirando aliviada.

— É, foi sim! — A loira sorriu se encostando no balcão.


Notas Finais


Aaaaa eu gostei muito desse cap. Espero que vocês também tenham gostando 💙

Obrigada por tudo, tudo mesmo. Vocês são demais! E não se esqueçam de comentar aqui em baixo, ok? Amo vocês e até sábado 💙


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