História Um Amor Quase Proibido. - Capítulo 18


Escrita por:

Postado
Categorias Diego Ribas da Cunha, Paolo Guerrero
Personagens Personagens Originais
Tags Diego Ribas, Flamengo
Visualizações 244
Palavras 2.090
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Sabe aquele meme "eu to feliz e puto"? IT'S ME!

MANO, QUE BOSTA DE JOGO DO FLAMENGO. QUE BOSTA DE DEFESA, SÓ DIEGO ALVES SALVOU HOJE. SAUDADES REVER E JUAN, ELES PRECISAM VOLTAR URGENTE.

E to muito feliz pq passei MADRUGADAS votando no Shawn nas cinco categorias que ele tava concorrendo no EMA's hoje e MANO ELE GANHOU QUATRO. MELHOR FANDON, MELHOR MÚSICA, MELHOR ARTISTA CANADENSE E MELHOR ARTISTA. EU TO MORTA DE ORGULHO. FORA QUE O LOUIS GANHOU TAMBÉM, AAAAAA

Desculpa meu breve momento de surto aqui e não desistam de mim.


Boa leitura! 💜

Capítulo 18 - Capítulo 18.


Alguns minutos depois, Aine estranhou sair da universidade e não ver sua melhor amiga ali, como a loira havia a assegurado que a esperaria. Ela revirou os olhos, provavelmente Natália havia ido com o Diego e esqueceu de avisar. A morena puxou o celular do bolso de seu jeans e discou o número de Natália, mas só dava caixa postal. Ok, o celular da garota provavelmente havia descarregado, então ela ligou para Diego.

 

 

— Hey, meio metro — Aine o comprimentou, arrancando uma risada de Diego. A morena sempre brincava com a altura do jogador.

 

— Qual é, Aine, eu sou maior do que você — Diego disse rindo.

 

— Avisa pra Natália que amanhã vou matar ela — A morena disse, começando a andar em direção à sua casa.

 

— Por que quer matar a minha namorada? E ela deveria estar com você — Ele disse.

 

— C-como? Natália não está com você? — Aine imediatamente parou de andar.

 

— Não, ela disse que voltaria pra casa com você, Aine — O meia disse, enquanto franzia o cenho do outro lado da linha.

 

— Diego, Natália também não está comigo — A morena disse tentando manter a calma.

 

— E o irmão dela?

 

— Não. Nathan acabou de me mandar mensagem, está em casa — Aine disse.

 

— Como assim, Aine? Você não viu ela por ai? — Diego agora estava preocupado.

 

— Ela me mandou mensagem à uns cinco minutos. Eu pedi pra ela me esperar por que eu iria até a biblioteca e ela disse que estaria aqui. Mas não está — Aine disse passando a mão pelo cabelo.

 

— Já tentou ligar para o celular dela? — Diego perguntou.

 

— Só da caixa postal, Diego — Ela disse.

 

— Porra, Aine... — Diego inevitavelmente murmurou preocupado — Ela não foi ao banheiro? Sei lá.

 

— Espera, eu vou dar uma olhada. Não desliga — A morena disse voltando à universidade e entrando nela em um piscar de olhos — Ela não está por aqui.

 

— Bom, vai ver ela voltou pra casa e ainda está chegando — Diego suspirou, se inclinando para colocar seus tênis e segurando celular entre o ombro e a orelha — Eu vou sair agora e procurá-la. Se você encontrar ela, por favor, me liga!

 

— Tudo bem, eu vou fazer o caminho que a gente sempre faz até a casa dela — Aine disse e depois de se despedir desligou a ligação.

 

Diego rapidamente colocou sua jaqueta de couro preta, pegou a chave do carro e saiu de casa, entrando com pressa no seu automóvel. Ele tirou o carro da garagem e percorreu pelas ruas do Rio, por onde Natália costumava passar. Diego estava preocupado, muito preocupado. Seu coração estava apertado dentro do peito e uma angustia lhe tomava; não era uma sensação boa. Junto disso tudo, vinha o medo de que algo ruim pudesse estar acontecendo com a sua garota naquele exato momento.

 

Aine andava apressada, olhando para todos os lados da rua a procura da amiga, mas algo lhe dizia que Naty poderia estar em perigo e por mais que ela tentasse ignorar esses pensamentos, eles praticamente gritavam em sua cabeça. A morena apertou mais o casaco contra o seu corpo e cruzou os braços, sentindo a preocupação aumentar cada vez mais. Tinha algo errado nisso tudo, Naty disse que a esperaria e caso contrário, iria mandar mensagem ou ligar para a morena, além do celular da loira só dar caixa postal.

 

Diego já estava dirigindo por bons minutos a procura da loira, enquanto ainda tentava ligar pra ela e ainda só dava caixa postal. A preocupação aumentava e com Aine não era diferente, longe disso. Nas ruas a morena também não achara a melhor amiga. Até que Aine chegou na casa dela, então aproximou-se e antes de bater à porta, enviou uma mensagem ao Diego, que chegou ali em três minutos.

 

— E ai? — Diego perguntou, vendo a morena a sua frente negar com a cabeça com uma feição de preocupação.

 

— Nem sinal dela — Aine disse — Eu espero mesmo que ela já tenha chegado em casa.

 

— Vamos descobrir — Diego se prontificou e bateu três vezes na porta.

 

Passou-se alguns segundos, que nunca foram tão longos para os dois agoniados, e eles viram Nathan abrir a porta sorrindo, mas em seguida franzindo o cenho.

 

— Por favor, fala que a Natália está aqui — Aine murmurou quase implorando.

 

— Naty ainda não chegou, ela não viria com você? — O loiro perguntou olhando pra Aine e em seguida pra Diego, que tinham feições preocupadas, então ele ficou preocupado também — O que está acontecendo?

 

— Nathan, Natália sumiu — Aine disse olhando nas íris verdes do namorado.

 

— C-como assim sumiu? — Nathan perguntou, gaguejando um pouco.

 

— Ela deveria estar me esperando na universidade, eu só fui na biblioteca e quando eu voltei, não estava mais — A morena disse com um certo desespero na voz.

 

— O celular dela só da caixa postal. Eu passei pelas ruas do Rio de carro, mas nem sinal dela — Diego disse da mesma forma, vendo os olhos do cunhado se arregalarem.

 

— Entrem — Nathan disse dando espeço para os dois — Ela pode estar vindo pra casa.

 

— Eu fiz o caminho que a gente sempre faz pra voltar, eu não vi ela pela rua — Aine disse sentando-se no sofá.

 

— Ela não parou em algum lugar? — O irmão da garota desaparecida perguntou, pegando seu celular pronto pra ligar para a irmã.

 

— Eu não sei — Aine disse passando a mão pela cabelo.

 

Nathan levou o celular ao ouvido, na esperança de ouvir a voz da irmã. A preocupação já lhe dominava também, a irmã precisava atender. Mas também dava caixa postal.

 

— Droga, ela não atende — Nathan disse e suspirou — A gente vai precisar esperar e ver se ela aparece.

 

Os três concordavam com aquilo, então realmente esperariam, afinal nenhuma outra opção parecia tão boa naquele momento. Mas o silêncio naquela sala era realmente agoniante, apenas com o barulho da televisão ligada baixinho. Natália nunca foi de sumir do nada, a loira nunca gostou de andar sozinha no Rio, ainda mais pela noite. Tinha mesmo algo errado. Uma hora de passou, e Natália ainda não aparecerá, então a preocupação aumentava junto com os minutos que se passavam.

 

— Tenta ligar pra tia Nadine. Naty pode ter ido ao hospital — Aine disse e Nathan assentiu prontamente, pegando o celular.

 

Ele discou o número da mãe e levou novamente o celular ao ouvido, ouvindo chamar três vezes até a mãe atender.

 

— Mãe, tudo bem com a senhora? — Ele fez uma pausa para que a mãe respondesse — Eu estou bem. Naty apareceu por ai hoje? — Outra pausa, mas ouvir da mãe que nem se quer tinha visto Natália naquele dia foi o ápice — Mãe, tem como a senhora vir pra casa? Natália sumiu.

 

No mesmo instante, Nadine se mostrou também preocupada com a filha e disse que em minutos estaria em casa. Dito e feito, logo a mulher estava ali fazendo perguntas e visivelmente preocupada.

 

— Não é melhor acionar a polícia? — A mulher perguntou.

 

— Eles não vão fazer nada agora. Tem que esperar vinte e quatro horas — Nathan murmurou.

 

— A minha filha sumiu, eu não posso ficar parada sem fazer nada — Nadine disse chorosa.

 

Novamente no silêncio, foi possível ouvir as notícias na televisão. Dentre elas, os quatro escutaram um nome conhecido; Marcos Collins, fugitivo naquela mesma tarde de uma das prisões mais seguras da cidade. Todos arregalaram os olhos e agora a preocupação havia aumentado; Marcos estava solto novamente e agora Natália estava desaparecida, era muita coincidência e ninguém quero pensar naquela possibilidade, mas Naty poderia estar em perigo nas mãos daquele homem.

 

Algumas horas depois, quase amanhecendo, Natália acordou. Ela se sentia fraca e não sabia exatamente o que tinha feito-a dormir, sentia seu corpo em um movimento leve, então lembrou-se do que aconteceu. Ela estava esperando Aine na universidade, quando Marcos apareceu, colocou um pano em seu nariz, e então tudo se apagou. Rapidamente a loira abriu os olhos, percebendo que já amanhecia e ela estava dentro de um carro. Sentindo-se tonta, ela se sentou e viu dois homens nos bancos da frente. Um deles sem dúvidas era seu pai, o outra ela sabia que conhecia, mas não estava mesmo se lembrando. Seu cérebro parecia não querer trabalhar muito e quando forçava, ela sentia fortes pontadas na cabeça.

 

Ela agora chorava, por medo e desespero. Como foi que esse homem conseguiu escapar da prisão? Por que ele voltou justamente atrás dela? Quando ela finalmente achou que teria paz e conforto. Não tinha nem um mês que o homem havia sido preso, nem um mês que a garota conseguirá andar pela casa sem medo e inseguranças. E agora ele voltou com sede de vingança e ela nem sabia o por quê. Natália queria que tudo aquilo fosse um pesadelo e que logo ela iria acordar, novamente com Diego ao seu lado, ela iria pra casa e iria ver Nathan irritado por ciúmes, então iria trabalhar com a melhor amiga, ir pra faculdade e finalmente ir pra casa ver sua mãe. Mas infelizmente, aquilo era real.

 

— Bom dia, querida — Marcos murmurou vendo a loira pelo espelho retrovisor.

 

— Aonde eu estou? — Ela deixou sua voz rouca e baixa sair.

 

— Ainda estamos na estrada, mas logo vamos chegar na nossa nova casa — O homem disse sorrindo, estranhamente sorrindo. Mas ao escutar essas palavras, a loira arregalou os olhos.

 

— C-como assim nova casa? Pra onde você está me levando? — A garota perguntou exalando desespero.

 

— Relaxa, Natália. Você vai ter uma vida bem melhor sem aquilo que você chama de família e o seu namorado idiota. Eu sou sua família agora — Marcos disse, já apertando o volante para controlar a raiva.

 

— Você está me sequestrando, isso é crime. Eu quero voltar pro Rio, agora! — Ela praticamente gritava com a voz embargada.

 

— Oh, Natália! Não estou te sequestrando, estou apenas lhe dando uma vida melhor, filha — O homem riu.

 

— Não me chama assim. Isso não é uma vida melhor, nunca vai ser. Cadê as minhas coisas?

 

— Você não irá precisar delas. Dá um tempo, garota. Vamos impor algumas regras aqui, tudo bem? — O homem agora gritava — Um: você não terá contato com mais nenhum aparelho eletrônico. Dois: se perguntar demais, eu vou ser obrigado a te dopar novamente. Três: se tentar fugir e não colaborar com tudo, vai ser pior pra você. E eu não estou brincando. Eu cansei de ter que aturar a cara de sonsa da sua mãe e do seu irmão e ter a minha filha namorando um jogador de futebol ridículo. E por último, mas não menos importante, seu namorado agora será Henrique — Apontou para o garoto ao seu lado. Claro! Marcos sempre quis que sua filha tivesse um relacionamento com o tal Henrique, um engenheiro químico de sucesso com um futuro brilhante e uma herança gorda.

 

— Você não pode escolher com quem eu vou namorar. Eu não vou ficar aqui por muito tempo tendo que olhar pra você. Você me da nojo, logo iram me achar e você volta para trás das grades aonde é o seu lugar — A loira gritou, agora com lágrimas escorrendo em seu rosto — Por que você está fazendo isso?

 

Não dava pra acreditar que tudo aquilo estava acontecendo. Tudo estava indo tão bem e agora o monstro que ela antes chamava de pai fugiu da cadeia e foi atrás dela. Ela chorava por medo. Medo do próprio pai, que visivelmente estava louco e precisava de tratamento, medo de não ver mais sua família, Aine e Diego, e acima de tudo medo do que poderia acontecer com ela. Ela sem dúvidas estava em perigo.

 

O carro deu uma parada brusca, jogando o corpo fraco da garota pra frente e fazendo-a bater com o rosto no banco da frente, sentindo uma dor forte no mesmo instante. Então ela conseguiu ver Marcos se virando com uma feição nada boa; ele tinha os olhos vermelhos, tanto pelas drogas, quanto pela raiva que sentia.

 

— Cala a boca! Faço isso para aprender a nunca me desobedecer, acredite, você terá uma vida bem melhor ao lado de Henrique. Agora as coisas funcionaram diferentes. Aumente o seu tom de voz pra falar comigo e você irá se arrepender — Ele gritava puxando o cabelo da garota, que grunhia mais de dor.

 

— Você é um drogado, maluco — A loira disse entredentes, de olhos fechados, então sentiu um tapa forte e estalado em seu rosto que com certeza ficaria marcado.

 

— Bebe essa água! Agora!

 

Praticamente forçada enquanto o pai levava uma garrafinha de água ao lábios da garota, ela engoliu a água que tinha gosto de remédio, junto com o choro preso na garganta. O homem a soltou e voltou a dirigir. Em segundos, Natália começou a sentir-se sonolenta e novamente, tudo se apagou.


Notas Finais


Desculpa qualquer errinho e muito obrigada por tudo até aqui. A fic já está na reta final e eu vou passar a postar todos os dias, então não esqueçam de comentar aqui em baixo, ok? É importante 💜

Comentem e até amanhã de novo 💜


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...