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História Um amor que vibra - Capítulo 3


Escrita por: LovelyLoce e usuratonkaxi

Notas do Autor


Por favor não pegue está história e diga que foi você que fez ou copie (plágio)

Capítulo 3 - Hoshigake Kisame


Fanfic / Fanfiction Um amor que vibra - Capítulo 3 - Hoshigake Kisame

Itachi on; Eu não fui para faculdade naquela quarta-feira me atrasei de novo e percebi que naquelas circunstâncias era melhor desistir pelo menos naquele dia, havia sobrecarregado meu corpo no dia anterior e resolvi que ficar em casa era melhor escolha liguei para o Hidan e avisei que estava doente, menti mas como ela havia me visto no dia anterior acreditou e disse que conversaria com o Nagato nosso chefe estava com aquela cara de quem havia perdido uma guerra no balcão da cozinha tentando fazer uma associação com o sonho da noite mal dormida com um pesadelo que foram dia anterior, sonhei um sonho confuso onde eu pegava uma bicicleta e cruzava a ponte do Brooklin dando voltas infinitas por ela, mas sem conseguir sair passei a mão pelos meus cabelos tentando focar minha cabeça em alguma coisa enquanto minhas mãos abrir um filtro de papel e colocavam dentro da cafeteira, ouvi a campainha tocar e me surpreendi por um minuto comecei a imaginar quando a gente não me chamava enquanto eu estava em casa depois com toda a minha lerdeza matinal me esquecendo completamente que eu estava apenas com uma camisa gigante velha como estampa do David Bowie abrir a porta desconsiderando qualquer empecilho visual e encontrei o kisame visivelmente igual a mim esperando, quer dizer não perfeitamente igual ele estava com uma camisa decente um jeans velho e devidamente calçado mas era nítido principalmente ao ver o seu cabelo que nem sequer avisa importado em se arrumar assim como, 'eu posso entrar' de início achei que ele estava sendo um tanto quanto grosso em falar daquele jeito mas estava tão cansada de discutir que eu apenas tem espaço para que ele entrasse em respirem fundo enquanto ele passava do meu lado achei, que ele estava sendo grosso por causa de sua voz rouca seu olhar, ríspido que vinha de baixo para cima 'obrigado por me levar para casa ontem e desculpa pela situação que eu te fiz passar' ele disse enquanto sentava na bancada e eu voltava para o meu café logo depois de fechar a porta, liguei na cafeteira E virei meu copo para ele encostando minha cintura no granito e olhando para ele com a mão lateral apoiado no corpo 'tudo bem' ele sorriu para mim confesso que tinha um belo sorriso desse sorriso que fazem com que as pessoas se sintam em casa, mordi o lábio inferior e apenas deixei aquela situação acontecer, 'eu encontrei um papel com meu nome' eu ia completar quando ele abriu a boca surpresa mas sorriu logo depois como se soubesse do que se tratava.

'Uma vez o porteiro disse que você estava viajando e que ele iria atrás de férias era para eu te entregar uma encomenda mas parece que você chegou algumas horas depois dele ter me comunicado algo assim' ele disse dando de ombros lembrei-me da tal encomenda era um box do senhor dos anéis que seria o presente de aniversário do Shisui, Shisui não gostava muito dos meus livros mas eu sempre acabava me tornando uma escrava dos seus gostos ele não parecia ligar para mim às vezes também, quando nos viramos ele acaba dormindo no meu colo, reclamava do fato de eu gostar de livros de dois séculos atrás e se achava superior a mim em qualquer coisa 'Ah sim obrigada por se oferecer' sorrir um pouco sem graça escutando a cafeteira fazer barulho indicando que o café estava pronto, peguei minha caneca ao lado dela e virei todo conteúdo nela bebendo máximo que eu podia 'quer café Hoshigake né' meu tom de voz saiu completamente cansado como quando se toma água fria rápido demais depois de um exercício físico pesado, kisame sorriu de lado negou com a cabeça e mordeu o lábio inferior logo em seguida 'kisame ok kisame todo mundo me chama assim' ergui a sobrancelha e movendo levemente meu corpo para trás demonstrando toda minha surpresa 'eu não te conheço o suficiente para te chamar assim desculpa ok' kisame deu aquela risada alta cobriu levemente a boca com os seus dedos enquanto ria me senti muito errado naquele momento comecei a me perguntar em que momento eu havia falhado.

'Espera você nunca ouviu falar de mim?' olhei para ele completamente sem reação sua mão estava apontando para si mesmo eu vi aqueles dedos aqueles mesmos que estavam em seus lábios poucos minutos antes apontando para aquela camisa branca se auto afirmando 'você nunca ouviu falar de mim' me perguntou se deveria realmente saber quem é aquele homem era, 'sinceramente não' virei de costas e abrir a geladeira, eu estava conhecendo aquele sujeito mas também estava conhecendo parte da sua arrogância e egocentrismo 'eu tenho uma banda ela se chama The Black roots' acenei positivamente com a cabeça enquanto virava em direção a ele e colocava um pouco de leite no café 'nunca ouvi falar' responde com frieza enquanto me aproximava da bancada onde ele estava sentado mas não fui e fiquei ao lado dele, fiquei no outro lado observando aqueles olhos escuros ficarem completamente perdidos 'se você é tudo isso porque mora no Brooklin e fica bêbado na porta do apartamento dos seus vizinhos' ele congelou pude ver naquele momento não tem tudo que havia feito e fiquei completamente desesperado, notei que havia devolvido em dobro toda a grosseria dele não sabia para onde olhar não sabia o que sentir quis pedir desculpas por tudo que sumir e foi nesse momento que ele começou a falar 'você já se apaixonou itachi' meus olhos e perderam tanto quantos deles s antes vi meu olho se mover para todos os cantos sem achar um ponto fixo buscando uma explicação para toda aquela situação aquela pergunta desencadeava outras dentro da minha cabeça e eu sentia que poderia enlouquecer se pensasse demais sobre o assunto 'já.... eu' seu dedo eu cheguei eu mandando que eu esperasse me calasse 'pare espere um segundo Não me olhe desse jeito nem usar esse tom eu conheço muito disso' fiquei um pouco perdida e ele continuou a falar 'já se apaixonou por alguém e essa pessoa ficou com você mas acabou de largado' olhei para baixo acabei aceitando aquela situação. 

Era como se eu pudesse sentir que kisame tivesse apenas lendo a minha mente 'sabe o que eu sou itachi eu sou um caçador de sentimentos' ele disse sua voz sou tão profunda que fui obrigado a olhar em seus olhos de novo e eu pude sentir o quanto aquelas duas pupilas escuras estavam firmemente me encarando e de certa forma me intimidando 'os meus, os seus, os de todo mundo eu caço capturo e transforme em música tudo o que eu sinto é cinco vezes mais intenso' seus olhos se mantenham firmes nos meus e eu senti minhas pernas ficarem bambas segurei na bancada de leve de forma com que ele não percebesse o que estava acontecendo enquanto ele falava, 'ela me largou alguns dias' ele comentou comigo e eu comecei a ver lágrimas brotando lentamente de seus olhos 'vou confessar para você que eu estava até mais equilibrado passando mais tempo com os meus amigos com mulheres mas aí eu vi um garoto chorando no elevador, houve vidros quebrando gritos não gritos de dor mas de raiva ouvir um garoto descompensada amaldiçoando vento e aí eu me vi em você era você despertando um sentimento que eu achei que tinha dormecido' me lembrei da sombra no elevador era ele, achei um pouco estranho mas ele havia me dito que era um caçador de sentimentos logo supus que ele pudesse ter absorvido que eu sentia enquanto me observava, comecei a me questionar se ele não tinha escrito nada sobre aquilo 'olha a visão dos meus olhos voltou a aparecer em minha mente que havia sido tomada pelos meus próprios pensamentos' e lá estava kisame fungando nariz que estava levemente vermelho como na noite anterior com a cabeça virada para cima como quem quisesse fazer com que as lágrimas que estavam prestes a cair voltassem para seus olhos 'eu só vim aqui te convidar para ir ao meu show no sábado não sei nem porque entramos nesse assunto' e de repente eu vi aquele homem arrogante se transformando no poeta mais sensível de todo mundo e comecei a me compadecer dele minha vontade foi verdadeiramente de abraçá-lo, mas o meu corpo novamente obedeceu minhas próprias noções de "eu devo?" que no caso da dúvida a resposta do meu cérebro sempre era negativa, 'eu vou' tentei sorrir para animá-lo ele estava um pouco sem graça quando respondeu a minha animação seu sorriso foi meio bobo enquanto ele passava a mão sobre os olhos para poder secar as lágrimas que estavam por vir, 'então quando eu chegar lá dá o seu nome que o segurança vai te levar para um lugar especial ok' eu não conhecia a banda dele mas eu tinha uma ótima oportunidade de poder escutá-la,  sorrir acenei com a cabeça e ele se levantou 'novamente obrigado por ontem itachi' eu sorrir e notei o quanto meu nome ficava bem quando aqueles lábios o pronunciavam e quando aquela voz falava em todos os tons e notas que ela soltava, 'Não precisa agradecer' eu disse enquanto em direção à porta ele colocou a mão no meu ombro achei que ia dizer algo mas apenas foi embora sem fazer nada enquanto ele ia eu via a forma que ele andava que ele agia como ele parou no meio do caminho para acender um cigarro e com calma mais cínica do mundo, como se não tivesse passado vergonha na noite anterior e continuava a andar em direção ao seu apartamento eu gradualmente fechava a porta observando aquele homem ir embora, enquanto ele se virava para fechar a porta eu tranquei a minha, não quis deixar na cara que eu observava de todas as formas possíveis, ele me intrigou E eu gostava dos homens poetas dos homens que sentem, eu gosto dos homens que choram porque nem eles eu sinto toda a humanidade do mundo não apenas aquela forçada e ridícula imagem de pedra que formam na personalidade masculina, eu gostei do kisame assim do nada, de segunda vista posso dizer ou da primeira que eu comecei enxergá-lo como alguém que existia, não apenas um clichê de vizinho chato e barulhento que toca guitarra alta até o máximo do horário permitido ou apenas uma sombra meu lado caçando meus sentimentos, Kisame era mais que qualquer coisa que pudesse vir a cogitar e eu não podia esperar para começar a explorar o que ele era de verdade



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