História Um amor sobre as águas - Capítulo 2


Escrita por:

Postado
Categorias Karol Sevilla, Mako Mermaids, Ruggero Pasquarelli, Sou Luna
Personagens Karol Sevilla, Ruggero Pasquarelli
Visualizações 6
Palavras 1.046
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Magia
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Já vou avisando que este cap vai ter grandes emoções.🤔

Boa leitura!❤

Capítulo 2 - Due


Fanfic / Fanfiction Um amor sobre as águas - Capítulo 2 - Due

P.O.V Karol Sevilla

Mais um dia começou na pequena e ensolarada ilha de Mermaids, não tão pequena assim, pois tem uma das maiores praias onde acontecem todos os tipos de competições aquáticas, e eu sou uma das treinadoras e ao mesmo tempo uma das competidores. 

Eu estou tão feliz com minha mais nova premiação de rainha das ondas, eu fui a primeira garota da ilha a ganhar esse prêmio apenas com 17 anos, eu não sou de me mostrar, mas quando se trata disso eu adoro falar, porque foi uma grande conquista onde eu ralei muito para chegar até aqui, pretendo ganhar muitos outros títulos pois dedicação é o que não falta e... 

- Karoooool, você vai se atrasar para a escola. - e assim começa o meu dia no último ano do ensinou médio.

- Já estou indo papai. - pego minha coisas porque já estou atrasada. Desso correndo nas escadas.

- Bom dia papai - falo dando um beijo em sua bochecha.

- Sempre atrasada - da um beijo na minha testa e me joga uma maçã.

- Sabe que só comer isso todos os dias não vai te fazer bem. - me joga a chave da moto.

- Desculpa, não sabia que eu estava falando com o "Dr. Miguel". - falei brincando.

- Hahahah, engraçadinha, boa aula minha sereia. 

(...)

Depois de um entediante dia na escola, volto para o meu lugar favorito no mundo mundial, meu recinto particular, uma parte da praia onde não vai ninguém e tem uma grande caverna subterrânea onde a luz da lua deixa tudo mais bonito lá dentro. Acho que ninguém sabe da sua existência, se não ela já estaria toda poluída. Lá é o lugar onde adoro ficar sozinha quando preciso pensar. Mas nesse momento estou entrando no mar em um lugar onde tem vários peixes e a água é cristalina, daria para ver o chão se não fosse tão fundo.

Estava tentando pegar uma onda quando vejo um barco com dois pescadores... Arg... são os mesmos da semana passada. Nado até eles com a minha prancha.

- O que vocês estão fazendo? - pergunto irritada, esses marmanjos não percebem que assim estão matando a vida marinha e as plantas.

- Já é a terceira vez que digo que aqui não é lugar para vocês virem com todo esse petróleo, vocês estão poluído sábia? - Já era para mim avisar meu pai que eles estavam aqui, ele é da guarda marinha. Vou dar só mais uma chance.

- Da próxima vez que eu encontrar vocês aqui saibam que eu vou acionar a polícia marítima então soltem esses peixes agora.

- Por que você insistem em nos perturbar garota, não aguento mais, só queriamos uns peixinhos gatinha. - isso foi a gota'água para a minha paciência,  se tem uma coisa que eu não gosto é que me chamem de gatinha.

- Olha aqui, se não sairem daqui agora eu não irei esperar pela proxima vez e vou chamar meu pai. - vejo eles rolaram os olhos e fico mais brava ainda, eles soltam os peixes que capturaram no mar e vão embora, espero que para bem longe.

Olho para baixo para ver se algum peixe se feriu, uau, parece que tem um bem grande aqui, grande até demais. Quando penso em olhar mais de perto ele sai nadando bem rápido em outra direção. Deve estar com medo, mas qual peixe não ficaria, estava prestes a ser morto.

Tiro esses pensamentos da minha cabeça e volto para perto da caverna. Sinto a areia em meus pês, coloco minha prancha enterrada na areia e fico observando o pôr do sol. Peguei meu colar de concha que eu ganhei do meu pai assim que nasci, ele disse que era da minha mãe, eu nunca à conheci e meu pai não fala muito dela, então por isso nunca tirei o colar. 

Meu pai também não deixa eu tirar esse color de jeito nenhum, acho um pouco estranho, mas ele diz que é para me proteger de um segredo de gerações. As vezes gostaria de saber o que é esse segredo mas eu nunca ò tirei e ele é lindo então não é nenhum sacrifício usa-lo, mas enfim.

Já na hora de me despedir da praia e voltar para casa pego minha prancha e vou para o caminho oposto da praia, mas antes de me virar totalmente vejo uma luz saindo de um dos buracos rochosos que tem por ali, espera, isso está vindo da caverna, me aproximo da água de novo, tenho que ver o que é isso. Quando chego perto da água da cavena vejo...


P.O.V Ruggero

Depois daquele pequeno contra tempo com a rede e a sereia humana, vou nadando rapidamente para a caverna da lua.

A profecia diz o seguinte: " O Tridente, uma das três joais mais poderosas de todos os setes mares só poderá ser retirada da beleza das águas apenas pelo verdadeiro príncipe herdeiro do trono dos tritões, ele será como sua arma, mas...". 

Essa era uma das partes da profecia que fica em algum lugar secreto do castelo de Atlântida, o único problema é que a outra metade esta perdida. Diz a lenda que o tridente pode ser usado para o bem, mas quando cair em mãos erradas será o fim de todos os oceanos.

Quando me dou conta já estou em frente de uma passagem subterrânea onde fica  uma das entradas para a caverna. Coloco todo o meu corpo para dentro do espaço me deparo com a frase: 

" Se merecer, se souber, nunca ira falhar. " - não entendo muito bem mas continuo nadando.

" Não erre com quem confia-te, não pense somente no poder. " - essa era a frase que ficava em umas das rochas da caverna. Olho para o lado e vejo o símbolo dos tritões, vou chegando cada vez mais perto, é como se existisse uma corda me puxando até lá.

Coloco minha mãe em cima so símbolo, uma grande luz aparece vindo da lua, a abartura que ficava em cima da caverna, agora refletia toda a luz para o símbolo.

A luz ficava cada vez mais forte, até o momento em que a luz me atingiu e não consegui ver mais nada.

Até agora.









Notas Finais


O que será que aconteceu com o Ruggero? E o que a Karol viu?
Vamos descobrir no próximo cap que talvez sairá amanhã. Bjs😘


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...