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História Um Amor Sobre Rodas - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Nenhum dos personagens usados nesta história são meus. Todos pertencem ao Maurício de Sousa. Esta apenas é uma fanfic feita como brincadeira.

Capítulo 1 - 1 - O Começo


Fanfic / Fanfiction Um Amor Sobre Rodas - Capítulo 1 - 1 - O Começo

Luca passeava pelo Bairro do Limoeiro, acompanhado de Mônica, que tanto o admirava.

- Hihi, Luca... quer um sorvete? Uma pipoca? Eu?

- O quê?

- Nada, nada! Vamos logo comer alguma coisa.

Se dirigiram a seu Juca, que vendia sorvete com seu carrinho. Lá, também estava Franjinha, que estava chamuscado. Havia se queimado com alguma invenção.

- Ah não, essas crianças não...

- Oi, seu Juca! Eu quero um sorvete de melancia, e o lindo do Luca quer um de...

- Quero um sorvete de banana. - notou, finalmente, Franjinha, com seu picolé de morango - Franjinha, o que aconteceu?

- Ah, eu tentei aprimorar a máquina do tempo... mas não deu muito certo. Que meleca.

Luca riu. Era verdade, Franjinha sempre acabava estragando suas próprias máquinas por acidente. Também não pôde deixar de notar em como Franjinha ficou muito fofo naquele estado.

- Ei, seu Juca! Me vê um solvete de molango! - Cebolinha apareceu, com um papel amassado.

- Ah, o bestão do Cebolinha tá aqui. Por que não vai embora? - Mônica o ofendeu.

- Ah, cala a boca, sua golducha dentuça! 

- Como é que é?? - Mônica tirou Sansão do bolso do vestido (nota da autora: sim, ela tem um bolso no vestido, isso é confirmado em uma história da Turma dos Bermudões) e saiu correndo atrás de Cebolinha, que nem teve a oportunidade de tomar seu sorvete.

- Ah, crianças... guris, saiam daqui vocês dois, também! - com seu jeito mal humorado, Seu Juca afastou-se de Luca e Franjinha.

Os dois ficaram lá, em silêncio. Se observaram por um tempo.

- Luca, se importaria se eu... arrumasse sua cadeira de rodas?

- Ah, eu adoraria. Tudo que você faz nela é tão bom. Me ajuda muito no meu dia-a-dia.

- Ah, sério? - Franjinha corou - você merece. É um bom amigo.

- Amigo? - se decepcionou ao ouvir isso. - quer dizer, é óbvio... você já namora a Marina. - susssurrou, de forma quase inaudível.

- Sim... o que você quis dizer com isso?

- Nada, nada. Vamos correndo para o laboratório.

- ...mas você não pode corr-

- VAMOS LOGO!

Os dois foram para o laboratório de Franjinha, para resolver a situação da cadeira de rodas.


<•••>


Após seguirem o caminho, chegaram à casa de Franjinha. Entraram, passaram pelo jardim e entraram no laboratório.

- Nossa, está muito bagunçado aqui.

- Desculpe, Luca... como eu já disse, explodi a máquina do tempo tentando aprimorá-la.

- Mas estava aprimorando-a por quê? - Luca se aproximou do que restou da dita máquina.

- Bom, como você sabe, dia 12 será o Dia dos Namorados. Como eu sei que a Marina adora pinturas, eu pensei em voltar no tempo e trazer alguma obra famosa à ela. Estou indeciso entre Van Gogh e Monet, já que ela adora o tempo do impressionismo.

- Mas por que um presente tão complicado? - encarou-o, desconfiado.

- Ah, vejamos... - colocou a mão atrás da cabeça - eu não dei um presente à Marina ano passado, e ela ficou muito brava. Não quero que aconteça de novo.

- Mas não é necessário. Se a Marina realmente te amasse, ela te perdoaria e apenas a intenção de dar um presente já valeria. Se ela não consegue fazer isso, é porque é uma bobona!

- Ei, não fale assim! - protestou, defendendo a namorada. - tudo bem, talvez eu esteja exagerando um pouquinho, mas não precisa ofendê-la! Ela é minha namorada, eu a amo e não vou tolerar isso!

Após isso, Luca baixou sua cabeça, olhando o chão. Resolveu não se prestar a responder.

Franjinha ignorou a atitude do garoto, pegou uma cadeira e uma caixa de ferramentas.

- Vem... vamos arrumar logo.

Com certa dificuldade, Franjinha pegou Luca no colo - o que fez com que o garoto levantado corasse - e o colocou sentado na cadeira. Em seguida, abriu a caixa e começou a procurar os instrumentos corretos para o trabalho. Luca pensou em como gostava de quando Franjinha o levantava, e gostaria que ele fizesse mais vezes. Adorava sentir o calor dos braços o envolvendo, enquanto sua cabeça acabava encostada no peito do loiro. Se pudesse, passaria o dia inteiro com o rosto sobre o lugar. Somente de imaginar aquilo, começava a ficar inquieto. Realmente, amava o garoto.

- Achei! - Franjinha puxou uma chave de fenda azul da caixa - podemos começar.

E começaram, mas não aquilo que Luca de fato queria fazer.


Notas Finais


Espero que tenham gostado.


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