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História Um Amor Venenoso - Capítulo 11


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Notas do Autor


Olá, tudo bem com vocês?
Eis aqui mais um capítulo
#ALERTA#
🔥🔥Muitos Hots🔥🔥

Capítulo 11 - A Vida à Três


Fanfic / Fanfiction Um Amor Venenoso - Capítulo 11 - A Vida à Três

15 de Setembro de 1336 - Bristol, Inglaterra 

  Os dias aqui no interior estão cada vez mais leves e mais doces, o outono começou e algumas folhas alaranjadas decoram os campos ao redor do pomar. Continuamos cuidando da fazenda em que o Sir Jaskier nos emprestou, Geralt continuou a trabalhar com os animais e com os campos, colhendo e repartindo os frutos e animais com o senhor destas terras. Ele parece mais feliz, apesar de não sorrir o tempo inteiro, mas acaba estando mais a vontade sendo apenas nós três. Quanto a Delphine, está cada dia mais gordinha e saudável, aprendeu a comer algumas cenouras cozidas que Geralt insistia em dar a elas, o que me tornava mais feliz quando ele separava um tempo para cuidar da garota. Eu cuidava da casa, limpava e cozinhava por três vezes para os dois, e quando ao final do dia, assim que eu saía da cozinha, pegava Geralt adormecido na poltrona em frente da lareira no quarto com Delphine em seu colo a mordiscar seu amuleto que ele carregava no pescoço.

     Estava entardecendo, Delphine comia alguns pedaços de batata sentada sobre o tapete e as vezes, arriscava algumas palavras. Foi quando Geralt surgiu na porta, com um javali filhote sobre os ombros.

     - Minha nossa, o que aconteceu com você?- disse ao olhar espantada para a aparencia acaba dele, estava sujo, fedendo e o porco sangrava sobre seus ombros.

     - Estou ficando lento para isso.- disse ele largando o porco sobre a tábua e sentou-se cansado na cadeira.

     - Bem, eu vou ver o que se pode aproveitar para hoje neste javali. Enquanto isto, devia tomar um banho.- disse a ele.

      Ele bufou, cansado.

      - Onde está Delphine?- disse ele.- Hey, está comendo batatas, querida?

      - Geralt...

      - O quê?

      - Banho...- ordenei, indicando com o olhar a sala de banho.

      Geralt levantou um pouco mole e seguiu.


      Demorou um tempo para que eu limpasse o javali, e temperasse para que o servisse para o jantar. Geralt ainda estava no banho quando coloquei o animal no fogo e aproveitei para dar de mamar a Delphine, e após isso a coloquei para dormir no pequeno cesto onde ela dormia no quarto. Atravessei o quarto e entrando na sala de banho, me deparei com Geralt na banheira. Nossos olhos se fixaram e eu segui em direção ao peito nu e os braços fortes dele. Estavam com os musculos ressaltados e reluziam com a água quente sobre eles, chacoalhei um pouco a cabeça e prestei atenção no corte profundo e sangrante de seu antebraço esquerdo.

     - Como fez isso?- disse apontando para o local.

     - Deve ter sido ele quando tentou escapar.

     - Precisa limpar e proteger.- disse ao entrar na sala de banhos, me ajoelhei e olhando para ele, desviei o olhar e peguei um pequeno pano limpo e molhando na água passei na ferida.

      - Ai!- exclamou ele se sentando.

      - Precisa limpar..- disse segurando o antebraço, ele franziu as sobrancelhas e olhou para o lado, me permitindo limpar.

      Limpei a ferida e alcançando um pedaço de lençol rasgado, o enfaixei protegendo-o. Eu via de canto Geralt se ajeitar e olhar para mim, prestando atenção no que eu fazia. E por fim, terminando o curativo improvisado, me levantei e fui para a porta.
     - Quando estiver pronto venha comer.- e sai evitando olhar o homem nu na banheira.

      Depois de pôr a mesa quase por completo, me inclinei sobre a mesa e pondo a jarra de hidromel sobre ela, ouvi os passos dele entrarem na cozinha, olhei para cima e encontrei seus olhos, sempre dourados e grandes, me detalhava e então vi a camiseta meia aberta e deleixada que ele usava com a calça igualmente preta. Me ajeitei e sorri, indicando para que se sentasse. Sentei na outra cabeceira enquanto ele também se sentava, olhando para mim. Então fiquei em silêncio durante a refeição, sob as luzes das velas que nos iluminava deixava tudo ainda mais propenso a admirar sua beleza rústica e masculina. 


      Quando terminamos ficamos quietos e levantando os olhos o vi me encarar, medindo-me em cada canto. Arqueei as sombrancalhas e sorrindo timidamente, juntei meus pratos e levei para a pia, e parei para olhar para a janela fechada, enquanto via o reflexo dele se levantar e trazer seus pratos. Seus passos eram pesados e sua respiração ficava cada vez mais forte a cada centímetro que ele avançava. Fiquei imóvel e respirei mais lentamente quando ele encostou seu corpo atrás do meu e estendeu o braço para colocar o prato dentro da pia, lento o bastante para visualizasse que seus músculos estavam maiores. Eu lentamente me virei para olhar para o lado e para cima, encontrando os lábios dele com o olhar. Parei e senti meu corpo pulsar, ele levou a mão ao meu pescoço e deslizando para apertar seus dedos compridos sobre meu pescoço, me fez respirar profundamente e fechar os olhos, desejando o toque de seus lábios. Ele aproximou os lábios e depositou um beijo firme, logo depois me fez entreabrir os lábios e introduziu sua língua. Seu beijo me fazia mais fraca e me entregar aos seus toques, agora mais firme em meu pescoço como se não tivesse a intenção de me soltar tão cedo. Foi então que ele abraçou minha cintura com a outra mão e passeou com a mão sobre meu abdômen e descendo, puxou meu vestido para cima e tocou a frente de minha intimidade e passeou com seus dedos sobre meu clitóris, o que me fez afastar os lábios dele e olhando para frente, e gemer, segurando as mãos dele. Então ele respirou em meu ouvido enquanto descia ainda mais sua mão, agora dedos deslizavam para frente e para trás em minha intimidade, o que me cravar minhas unhas em seus antebraços e gemer mais alto.


    Me virei para trás e o levei com beijos para o quarto, o sentando na poltrona. Ele me olhou supreso, eu retirei meu vestido rapidamente, ficando apenas de uma fina camisola decotada, enquanto ele retirou a camiseta e me puxou para seu colo, sentei sobre seu quadril com as pernas abertas e virada para ele. Movimentei os quadris enquanto o beijava demoradamente, ele apertava meus quadris e pernas, mordia meus lábios sentindo um calor que emanjava de nossos corpos. Ele levou suas mãos para a calça, desamarrando os cordões e mostrando seu pênis já um pouco ereto, levei minha mão direita e comecei a massageá-lo lentamente, enquanto o via gemer olhando para mim. Quando o deixei totalmente ereto e pulsando, me coloquei acima e lentamente sentei o sentindo dentro de mim. Gemi alto diante de Geralt, que agora apertava meus quadris. O beijei quando o senti por inteiro, me preenchendo por completo, então comecei a cavalgar sobre ele agarrada ao pescoço de Geralt, ele urrava enquanto eu aumentava a velocidade e sorria para ele. Ele se levantou comigo em seu colo e me deixando sobre a cama, retirou a calça e deitando sobre meu corpo, rasgou minha camisola. Ficou de joelho e trazendo minhas pernas para perto, se inclinou para beijar meu abdomen e me fazer arrepiar, então me penetrou enquanto beijava me corpo. Inclinei meu corpo, jogando a cabeça para trás e gemendo alto enquanto o sentia penetrar em meu corpo com força. Ele me virou delicadamente e então cheirou meu pescoço, logo após beijou-o, e percorrendo as costas chegou em meus quadris e mordeu um lado de minhas nádegas delicadamente, o que me fez elevar a cabeça e sorrir. Então ele deitou sobre mim, apoiando os braços sobre os meus, cruzou-os sobre meu peito e mordendo minha orelha, penetrou com força, o que me fez gritar de prazer. Então continuou a penetrar, gemendo ao meu ouvido e fazendo meu corpo chacoalhar e por fim, atingimos o orgasmo juntos. Gritei ao sentir a última estocada e  gemendo em meu ouvido, Geralt se aliviou dentro de mim.


    Deitei a cabeça sobre o colchão e o vi deitar do lado, exausto. O olhei, ofegante e suado, sério e com os olhos fechados. Sorri e estendi a mão sobre seu peito, que o fez me trazer para perto. E deitando sobre seu ombro, entrelaçei meus dedos sobre sua outra mão, sentindo que ele me abraçava lentamente.


     O olhei por um tempo, ele ainda estava de olhos fechados e respirando rapidamente, apertando uma de minhas nádegas, ele sorriu e virando-se me abraçou.


      - Esperei por esse momento desde a primeira vez que te vi.


       Sorri olhando para cima, enquanto me sentia esmagada por seus braços.


       - Posso dizer que amo alguém pela primeira vez. 


        Ele abriu os olhos e encontrando os meus logo abaixo, sorriu e beijou minha testa:


        - Que bom que não sou o único.


Notas Finais


Obrigada por lerem, comentem o que acharam.

Beijos e até a próxima...


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