História Um anjo em minha vida - Segunda Temporada. - Capítulo 17


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Categorias Barbara Palvin, Diego Ribas da Cunha, Paolo Guerrero
Personagens Barbara Palvin, Diego Ribas da Cunha, Paolo Guerrero, Personagens Originais
Tags Diego Ribas, Flamengo, Paolo Guerrero
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Palavras 1.963
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Acabou os capítulos fofinhos e melosos, por enquanto. A partir de agora a coisa vai ficar um pouco frenética... Espero que gostem!

Capítulo 17 - Planos.


Fanfic / Fanfiction Um anjo em minha vida - Segunda Temporada. - Capítulo 17 - Planos.

NARRAÇÃO POR AUTORA.

 

Entrar no sexto mês de gravidez não estava sendo fácil para Clara. As dores haviam aumentado, seus pés estavam inchados ainda mais, e as garotas parece que gostaram de aprender a chutar. Tudo isso somado a hormônios de gravidez, havia deixado a mulher mais do que estressada.

Hoje, ela havia combinado com as amigas de ir ao shopping, mas quando acordou de manhã, queria muito desistir. Seu corpo estava pesado, a barriga estava enorme, e ela não estava com uma boa sensação. Só depois de ouvir a insistência repetida de Diego, foi que ela decidiu tomar seu banho e preparar sua roupa. Ultimamente, ela usava mais vestidos.

Não é como se Clara não estivesse gostando de estar grávida, pois ela amava estar assim. O único problema é que ela não estava mais muito preparada psicologicamente para as dores e para o parto que estava por vir. Depois de ver vários vídeos de todos os tipos de parto que podia, Clara estava sentindo um nervosismo muito grande por isso. Ela nunca achou que o parto de uma criança pudesse ser tão estranho e tão doloroso.

Logo após o banho e logo após comer sua refeição, Diego ajudou a esposa a preparar os filhos para o passeio. Como o jogador tinha treino hoje, Clara levaria os meninos consigo para que eles também pudessem a ajudar com a decoração. Então, assim que o Ribas mais velho se despediu de todos e entrou no carro para seguir seu caminho, Clara e os Ribas mais novos entraram no seu e seguiram outra direção: Ao shopping. Claro que antes de ir, a mulher avisou as amigas que já estava saindo de casa. Todas se encontrariam lá.

Durante o caminho, Clara e as crianças conversaram sobre vários assuntos e cantaram algumas músicas também. Tudo que ela fazia com Davi e Matteo sempre acabava em festa. E os garotos adoravam ter uma madrasta assim.

— A gente vai comprar dois Barney, um pra Larissa e outro pra Alissa. — Matteo falou, segurando seu dinossauro roxo inseparável junto a si.

— E a gente também vai comprar muito lápis de cor pra elas colorirem comigo. — Davi comentou, pois adorava colorir com Clara.

— A gente vai comprar tudo isso e mais um pouco. — Clara respondeu, fazendo as crianças comemorarem de excitação.

No caminho até o shopping, Clara podia jurar que tinha um carro branco a seguindo desde a saída do condomínio, mas também podia ser só coincidência. O Rio de Janeiro era uma cidade muito grande, então encontrar carros iguais na rua não era nada de anormal.

— Chegamos! — Clara soltou os meninos da cadeirinha assim que estacionou dentro do shopping.

Como as amigas ainda não haviam chegado, a mulher e os meninos pararam na praça de alimentação para comer. Mais uma vez Clara sentiu uma sensação esquisita, como se estivesse sendo observada, mas ao olhar várias vezes pela praça de alimentação quase vazia, não percebeu ninguém a encarando. A mulher então apenas deu de ombros, e roubou uma colherada de sorvete dos meninos. Os três ficaram conversando até as amigas chegarem.

— Squad! — Roberta gritou assim que viu Clara sentada. — Chegamos.

Roberta, Tayrine, Tayná, Geovana, Marília e Juliane chegaram, trazendo mais alegria e animação para a turma. Depois de cada uma comer uma casquinha de sorvete, Clara, Matteo, Davi e as amigas, enfim foram às compras.

Começaram por uma loja de decorações. Davi e Matteo queriam escolher o papel de parede do quarto das meninas, então Clara deixou que os meninos o fizessem. Como eram crianças e tinham bom gosto, Davi e Matteo escolheram um papel de parede rosa, com alguns pequenos detalhes em branco. Clara, que também havia ficado encantada com a escolha dos garotos, apenas pediu a opinião das amigas, que também acharam a escolha linda. Então decidiram levar aquele.

Logo depois as amigas foram escolher as luminárias. Um castiçal lindo em rosa e branco foi comprado, assim como alguns abajures que Roberta falou que era essencial: às vezes o bebê acordava de noite, e se estiver muito escuro, ele pode sentir medo. Um abajour fraco é importante para ajudar a criança a voltar a dormir. E como Roberta é mãe da pequena princesa Rafaela, Clara logo pegou o abajour por prevenção.

As mulheres e as crianças também escolheram várias outras coisas, como quadros, pequenos enfeitinhos infantis e outras bobeirinhas que nem precisavam comprar. Então assim que saíram da loja de decoração, Clara, coagida por Davi e Matteo, decidiu entrar na loja de brinquedos.

Compraram de tudo: ursinhos, andadores, bonecas, quadro de giz de cera, baldinhos de areia, piscina de bolinhas, barraca, casinha de bonecas, tudo. Clara e as amigas concordavam com tudo que os meninos as mandavam pegar. Alguns dos brinquedos ali, só iriam ser usados quando as meninas fizessem mais de um ano, mas ninguém se importava. Todas estavam encantadas, e Davi e Matteo sentiam orgulho de poder escolher as coisas. No fim, até brinquedos novos para os dois foram comprados. Coitado de Diego quando fosse receber a conta do cartão de crédito.

Assim que saíram da loja de brinquedos, Clara, as crianças, e as amigas foram almoçar. Clara, que agora estava comendo coisas mais balanceadas e saudáveis, assistiu com muita vontade as amigas comerem um delicioso prato de lasanha. Davi e Matteo optaram pelo fast-food, e mais uma vez, quando estava sentada ali, Clara sentiu-se vigiada. Aquilo a incomodou.

— Amiga, tá tudo bem? — Tayná perguntou, depois de perceber que a grávida olhava para os lados sem parar.

Clara apenas assentiu com a cabeça e mentiu, dizendo que achou que viu um conhecido por ali.

Logo depois do almoço e de descansarem um pouco, o squad decidiu ir até a loja de móveis e escolher os berços. Para Clara, essa foi a pior parte.

Cada uma queria de um jeito, e isso deixou a fisioterapeuta confusa. E para acabar de completar, a vendedora que não era boba nem nada, queria enfiar nas amigas os móveis mais caros. Então Roberta, que percebeu que a amiga ainda estava confusa, disse a amiga que podiam escolher os outros móveis primeiro e os berços iriam ficar por último. Então elas compraram as outras coisas: tapetes felpudos, um sofá, uma poltrona, guarda-roupas e duas mesinhas. No fim, Clara decidiu levar dois dos berços simples, porém seguros. Logo depois as amigas entraram em outras lojas, então compraram colchões, lençóis, travesseiros, cobertas, e essas outras coisas.

Quando as amigas já estavam indo embora, Clara decidiu passar na loja do Flamengo e fazer uma surpresa para Diego. Apesar das garotas terem ganhado várias roupas do time, as camisetas sempre vinham com o número e o nome do jogador que deu. Então escolhendo duas camisetas do Flamengo para o tamanho que as meninas teriam, Clara pediu para estamparem o número de Diego atrás, e embaixo pediu para escreverem “papai”. Ela tinha certeza que Diego iria adorar.

Como as compras seriam entregues, Clara e as amigas ainda decidiram bater mais um pouco de perna pelo shopping, e só quando já estava anoitecendo, as mulheres decidiram ir embora dali.

Pena que nenhuma delas percebeu que estava sendo seguida.

Enquanto Clara, os filhos de Diego, e as amigas andavam animados pelo shopping, Monique os seguia de perto. Os cabelos, que antes eram loiros e longos, agora estavam pretos e curtos. Os olhos, que tinham um tom de castanho, estavam cobertos por uma lente verde. Até a forma física, que sempre havia sido magra, estava um pouco mais cheia. Monique havia mudado muito, por isso nenhuma das garotas podia reconhecê-la.

A jovem sabia de todos os passos de Clara. Depois de ser demitida por culpa dela, Monique resolveu voltar todas as suas atenções para a futura ex-mulher de Diego. Monique sabia o que ela fazia, seus horários no Flamengo, o horário que ela saía de casa e o horário da chegada. Logo após receber a intimação para ficar longe dela, Monique mudou o visual e trocou seu carro. Agora ela podia segui-la sem que Clara percebesse.

E era isso que ela estava fazendo. Todos os dias.

Ela odiava o fato de ver que Diego havia escolhido Clara. Odiava o fato da fisioterapeuta estar grávida. Odiava o fato de ver que as crianças gostavam tanto dela. Odiava tudo que Clara representava ou conseguia.

Para Monique, a vida que Clara tinha agora, era pra ser dela. A atenção de Diego, devia ser dela. O amor dele, ela quem devia estar ganhando. Até as crianças que estavam na barriga de Clara agora, Monique tinha certeza que deviam ser dela.

Mas se ela não podia ter Diego, Clara também não teria. O jogador era dela e de mais ninguém.

Era com esse pensamento que Monique acordava todos os dias, e com o mesmo pensamento ia dormir. Foi pensando nisso, que desesperada, Monique decidiu tomar uma medida extrema. Depois de ver toda a felicidade que Clara estava sentindo, Monique decidiu dar um basta nisso tudo. Então logo após ver as amigas se despedindo e cada uma ir para sua casa, Monique pegou seu carro e foi em direção a um lugar que ela não frequentava mais havia muito tempo.

A comunidade não pacificada que ela havia nascido.

Quando era mais jovem, Monique havia se envolvido com pessoas não muito confiáveis. Ela também havia experimentado coisas que pela lei, são proibidas. Por isso, sua mãe a havia tirado de lá.

Monique também havia namorado um cara que não era uma pessoa boa. Ela achava que ele seria o amor da sua vida, mas depois de conhecer e beijar Diego, Monique sabia que a pessoa destinada a ela, era o jogador. E ela ia conseguir isso, custe o que custar.

Assim que chegou na entrada da comunidade ela foi revistada, mas logo foi reconhecida por um dos amigos que tinha antes. Explicando para ele, mas sem dizer o nome da vítima, Monique disse que precisava encontrar com seu ex namorado. Então alguns minutos depois, ela foi deixada cara a cara com o homem com quem se envolveu a alguns anos atrás.

— Preciso de uma arma. Carregada. — Foi o que ela disse a ele, e pelo sorriso do homem, ela sabia que ele daria aquilo a ela.

— Monique, quanto tempo… — Ele riu dela. — Os caras já me explicaram para o que você quer isso, mas você sabe que eu não faço nada de graça.

— O que você quiser. — Ela disse, o olhando.

O homem apenas deu um sorriso, que Monique já sabia exatamente o que significava. Tirando toda sua roupa, Monique apenas aproximou-se do homem e deu o que ele queria.

Algumas boas horas depois, ele se cansou dela e decidiu lhe dar o que esperava. O rapaz fez Monique vestir suas roupas, e deixando-a sozinha por alguns minutos, voltou logo depois com um revólver calibre 38 nas mãos. Obviamente, a numeração da arma estava raspada.

— Quando você acabar o que tiver feito, pega esse brinquedo e joga no mar, está me entendendo? — Ele disse para ela, apontando a arma para o rosto da mulher, que apenas assentiu.

— Vou fazer isso. — Ela respondeu.

— E caso alguma coisa der errado e alguém daqui rodar por isso, eu vou descontar em você. Se a polícia chegar até mim por conta dessa arma, você sabe que eu te mato. — Dessa vez ele engatilhou uma bala, ainda apontando o revólver para ela. Monique engoliu em seco.

— Eu sei. — Falou.

— Então pega isso aqui e some. — Ele retirou as balas e entregou o revólver para ela.

Monique pegou a arma, e guardando-a em sua bolsa, foi até seu carro e desceu as ruas da comunidade em alta velocidade. Quando chegou em sua casa, ela pegou novamente o revólver, e colocando as balas novamente, não conseguiu evitar de sorrir.

— Ah, querida Clara. — Ela falou, sozinha. — A sua hora tá chegando, e dessa vez eu não vou errar.

 


Notas Finais


Será que Monique vai conseguir o que quer, ou será que ela se meteu em coisa pior? Me digam o que estão achando u.u


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