História Um Ano e Meio. - Capítulo 7


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
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Palavras 874
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Literatura Feminina, Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Nudez, Spoilers, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 7 - Capítulo 7.


Após sair da clínica, fui pra casa. Desarrumada e intocada. Deixaria assim, já que era a marca da minha passagem por lá. 

Bebi um copo d'água e fui até a farmácia do bairro. Não havia muita gente, então passei os papéis das receitas de remédios e paguei assim que os encontrei.

Chegando em casa, engoli cada um deles, já que Não havia nada dizendo sobre toma - los assim. Claro que comi algo antes disso, não quero morrer e ter como atestado de óbito, uma overdose. 

Bom, sai de casa e fui pro trabalho. Os efeitos colaterais de alguns remédios já estavam aparecendo, já que senti meu corpo meio pesado. Nada que uma dose de caipirinha não resolva.

Mas aí o outro efeito colateral, imagino eu, que seja mudanças de humor, apareceram assim que eu vi o debochado da noite anterior, sentado na mesma mesa de antes.

Fui até atrás do balcão e mi aproximei do Ian.

- Ian, não tô com cabeça pra atender nenhuma mesa hoje. Pode, por favor, atender eles pra mim?-Pedi tentando mater minha sutileza.

- Posso.-Já ta vá saindo quando ele mi puxou.-Tá tudo bem?-Perguntou preocupado. 

- Não. A gente conversa melhor depois do trabalho. Ok?-Pedi. 

- Ok.

Depois, a noite se seguiu, ou melhor dizendo, SEGUIA bem, até o idiota de ontem, vir até o balcão e comessar a mi provocar.

- Sabia que você é bonita?-Ele perguntou meio alterado.

Fazia todo charme e beleza dele desaparecer. Ele tinha olhos azuis lindos, pele levimente bronzeada, cabelos loiros e vestia uma jaqueta de couro, sem gola.

- Sabia que eu mi pergunto isso, toda vez que mi vejo no espelho?-Respondi, rude.

- Sabia que você não é nada amigável? -Perguntou de novo.

- Sabia que eu não ligo?-Perguntei sendo muito sincera.

- Sabia que eu adoro mulher que se faz de difícil?-Perguntou virando o chot de tequila na mão.

- Sabia que todo homem que se acha o fodão, diz essa mesma coisa, mas quando chega a hora H, acaba brochando legal?-Falei muito secamente.

- O que ti faz pensar que eu mi acho o fodão?-Perguntou indicando o copo que queria que eu enchesse de novo.

- Fora a quantidade de tequila que tá tomando, sem pensar na ressaca do dia seguinte, que ainda é um dia de trabalho, você está falando, ou melhor dizendo, acha que está conseguindo alguma coisa comigo nessa conversa.-Droga, quem foi que inventou de colocar Candyman, da Christina Aguilera? 

- Acho que está equivocada, bela moça. Porque não tenho intenção de conseguir nada com você. -Falou.

- Então, o que faz falando comigo até agora?-Opa linda. Sinismo não é sua cara, corta com os remédios. 

- Estou entediado. E procuro por diversão. Mas como hoje em dia, é difícil achar mulher que preste, achei que você serviria.-What a FUCK, esse cara quer morrer, só pode. Porque tô quase infiando um abridor - garrafas  na mandíbula dele.

- Achou errado. Porque não gosto de garotos.-Falei, já esperando sua resposta.

- Então, joga no outro time! É ainda mais dasafiador que pensei.- Estava escrito na testa dele:"Sou um tremendo galinha".

- Acho que deve estar equívocado, senhor. Porque não jogo com garotos, jogo com homens. Mas dependendo do dia, diversificar pareci uma boa idéia.-Fala a garota que deu o primeiro beijo no dia anterior.

-Como é? -Sabia que ele ia ficar irritado.

- Um homem de verdade saberia que sou areia demais pra ele. Você tá só começando sua carreira de galinha ainda. Vai ter que ralar muito até descobrir os mistérios de uma mulher. Ou pelo menos, tentar.-Eu sou muito má! Tô quase matando o coitado de raiva.

- Você se acha muito mesmo pra saber reconhecer um homem quando vê, não é? - Não segurei e ri histérica e sarcástica quando ele falou.

- Querido, eu posso mi achar porque eu sou foda. E segundo, qualquer homem acharia você um tremendo gay, por insistir tanto numa só, sendo que poderia ter pego outras, nesse meio tempo.-Eu defitivamente estava matando o mauricinho de vergonha e humilhação, já que ele não notou que todo o bar estava fazendo caretas hilarias pra segurar a risada.

Ele jogou umas notas de dez e saiu feito uma bala de lá. Se não fosse real demais, diria que até daria pra ver fumaça saindo de sua cabeça. 

E naquele momento, todo mundo do bar soltou altas gargalhadas com a situação. 

- Mandou bem, Major!-Ian falou no meu ouvido, antes de mi dar um rápido Beijo na bochecha.- E não sei se notou, mas estava fazendo os pedidos dos clientes, sem olhar pra mesa? Parecia uma robô. - Não sei se aquilo era  um elogio, mas sorri e responde.

- Ian, deveria saber que sou profissional demais pra deixar de fazer meu trabalho por conta de um mauricinho.-Respondi. 

- Eu sei. Então, aproveita que a gente tem um tempo, e conta o que queria dizer. -Assim que ele falou, lembrei do meu atestado.

- Sabe aquelas tosses estranhas, aquelas com sangue?-Perguntei, já que lhe conto, praticamente, toda minha vida.

- Sim. O que foi? É alguma doença?

-Descobri que tenho uma doença no sangue. Incurável. E que, por isso  e  por falta de tratamento, só tenho mais um ano e meio de vida.-ele ficou estático. Abalado. Sério, acho mesmo que esses remédios mecheram com meu emocional. Tô bipolar pra caramba e quase rindo dele. 

Deus mi ajude!




.. .. .. 


Notas Finais


Altas emoções aqui.
Se quiserem, comentem aqui seus ships. Vou adorar saber.


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