História Um Ato de Compaixão - Capítulo 2


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Categorias Arlequina (Harley Quinn), Batman, Hera Venenosa, Liga da Justiça, Mulher Gato, Novos Titãs (Teen Titans)
Personagens Alfred Pennyworth, Barbara Gordon (Batgirl), Barry Allen (Flash), Bruce Wayne (Batman), Clark Kent (Superman), Comissário James "Jim" Gordon, Coringa (Jack Napier), Damian Wayne, Diana Prince (Mulher Maravilha), Garfield Logan (Mutano), Hal Jordan (Lanterna Verde), Harleen Frances Quinzel (Harley Quinn / Arlequina), Jason Todd, J'onn J'onzz "John Jones" (Caçador de Marte), Koriand'r (Estelar), Pamela Lillian Isley (Poison Ivy / Hera Venenosa), Personagens Originais, Rachel Roth (Ravena), Selina Kyle (Mulher Gato), Shiera Hall (Mulher-Gavião), Timothy "Tim" Drake
Tags Arlequina, Batman, Coringa, Harleen Quinzel, Harley Quinn, Hera Venenosa, Joker, Pamela Isly
Visualizações 12
Palavras 1.379
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Policial, Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Ola pessoal, Mateus Cristian aqui de novo. Espero que gostem desse novo capitulo. Por favor, deixem um comentário para eu saber oque acharam, e até o próximo capitulo.

Capítulo 2 - Senhorita Adoravel


Seguindo de onde paramos, Harleen passou os próximos dias andando sem rumo, tentando conseguir um emprego, qualquer emprego, e ela se saiu tão bem quanto ela achou que seria.

- Fora da minha lanchonete, vaca!

Disse um dono de lanchonete Harleen tentou se candidatar como garçonete.

- Confiar dinheiro em você? Eu não sou louco como o seu namorado!

Disse uma gerente de um supermercado, onde ela se candidatou como caixa. E assim por diante, todo mundo a dispensando, alguns por medo de perder clientes, outros por ódio por ela. Para piorar as coisas, não demorou muito para que a notícia de que Harleen Quinzel estava fora da prisão se espalhassem por Gotham. Logo, as pessoas começaram a evitá-la, as crianças jogavam lama e pedras nela e, com seu dinheiro acabando em menos de uma semana, ela ficou com mais e mais fome, às vezes roubando pão, pegando restos de comida dos pratos nos restaurantes aos quais se candidatava, e outras coisas para poder comer. Tudo o que ela tinha para conforto era sua carteira. Apesar de não ter um tostão, sua carteira tinha algo muito mais valioso para ela: duas fotos, uma de uma mulher loira sorridente com brilhantes olhos azuis e uma de uma garotinha, com cabelos loiros amanteigados amarrados em tranças, um sorriso com um dente da frente lascado e olhos verdes escuros, segurando um caminhão com um tutu em volta.

            - Me perdoe…

Harleen disse, olhando a foto da mulher.

- Um dia, minha coisinha preciosa... um dia eu voltarei para casa de novo...

Harleen disse para a foto da garota, antes de ir dormir atrás de uma lixeira, entre os vagabundos e as prostitutas. Mais de uma semana se passou, Harleen fica cada vez mais desesperada, e com o povo de Gotham se tornando cada vez mais consciente dela, até roubar restos estava ficando mais difícil para ela. Ela se candidatou a outro emprego, assistente na Casa para Crianças e Adolescentes de Martha Wayne, o orfanato financiado pelas Indústrias Wayne.

- Você realmente acha que vamos contratar alguém com os seus antecedentes?

Perguntou à velha que dirigia o orfanato.

- Por favor! Só o DPGC precisa saber! Eu fico em uma salinha, fazendo algo longe dos pais que vêm adotar as crianç...

Harleen disse antes de ser cortada.

- Ah sim! Vamos informar o DPGC que a parceira do Coringa está trabalhando com crianças! Vamos ver quanto tempo o orfanato vai ficar aberto.

Disse a diretora.

- Eu sei trabalhar muito bem com crianças!

Harleen disse, tentando conter o desespero em sua voz.

- Eu sei! Você fez um "excelente trabalho", matando três crianças e sete mães no dia da mãe, cinco anos atrás! Bom trabalho! Minha palavra é final. Fora!

Disse a diretora. Harleen não respondeu, pois se lembrava daquele dia das mães tão bem quanto do resto de Gotham. Ela só se levantou da cadeira em que estava sentada e saiu. Mas ser dispensada de outro emprego não foi a pior coisa que aconteceu com Harleen naquele dia. O pior foi, literalmente, ao virar da esquina. Pois quando desceu as escadas e virou o corredor, encontrou uma jovem de cabelos loiros amanteigados e olhos verdes escuros.

- Você…

Disse a garota, em choque e raiva.

- Lucy ...

Harleen disse, com descrença e alegria. Harleen começou a chorar quando se aproximou de Lucy:

- Lucy… Minha coisinha preciosa… mamãe veio de novo…

Disse Harleen quando ela se aproximou para abraçar a filha, quando, de repente, um barulho estridente cortou sua voz, e sua bochecha direita ardeu. Lucy deu um tapa em Harleen.

- VOCÊ OUSA SE CHAMAR DE MINHA MÃE?! DEPOIS DO QUE VOCÊ FEZ COMIGO?! APÓS O QUE VOCÊ FEZ À MINHA VERDADEIRA MÃE! '

Gritou Lucy. Harleen olhou para Lucy, em puro choque. A diretora desceu a escada.

- Não se preocupe, Lucy! Essa... Coisa, já está saindo! E, se ela não sair, eu vou chamar a polícia. Fora, Quinn!

Disse o diretor vindo para Lucy.

- Nós temos o mesmo sangue. Você não é minha mãe! Você foi a pessoa que matou minha mãe de verdade, Delia Quinzel!

Disse Lucy, subindo as escadas com a diretora. Harleen saiu lentamente do prédio e, quando saiu, no frio do fim da tarde, toda a angústia e dor em seu coração e mente eram demais para ela. Ela caiu em prantos, enquanto as pessoas voltando para casa depois de um dia de trabalho apenas a evitavam, como um pedaço insignificante de lixo. Harleen andou sem um propósito, ela andou e andou, completamente destruida. Ela caminhou até se encontrar na ponte para oeste, um lugar que ela conhecia bem, sendo levada ao Aliso Arkham do outro lado da ponte varias vezes, e lá continuou chorando, até não ter forças para chorar. Tudo ficou quieto, ela olhou para a água no rio Gotham, refletindo as primeiras estrelas a aparecerem na noite. A agua parecia tão acolhedor para ela, tudo o que ela precisava fazer era subir no parapeito, fechar os olhos, inclinar para frente, e sentir o vento e a água fria lavando sua vida miserável. No entanto, rapidamente Harleen percebeu que não tinha forças nem de fazer isso. Então, ela continuou andando, procurando um lugar para se deitar, dormir e, esperançosamente, não acordar.

- Oi querida! Você parece que tá passando por dificuldades!

Disse uma voz feminina com um forte sotaque irlandês, tirando Harleen de sua caminhada. Harleen olhou para a mulher, uma mulher velha, gorda e baixa, com cabelos negros e olhos verdes brilhantes. Olhos que lembram Harleen Dele. Atrás da mulher, havia um pequeno prédio, com as janelas fechadas e uma placa de néon escrito “Câmara de Roxxie. Bar e Strip Club”. Roxxie foi até Harleen, analisando-a, olhando de cima a baixo:

- Hmm... A cabeça raspada não é um problema tão grande, muitos clientes acham isso atrativo, e sempre da pra colocar uma peruca... As cicatrizes certamente prejudicam o preço, mas alguns podem ver isso como exótico... Corpo bom, atlético e pequeno. Garotas baixas sempre fazem mais sucesso...

- O que é isso?

Harleen perguntou.

- Sabe, moça, estou procurando uma garota nova, e parece que você se encontra no fundo do poço.

Disse Roxxie.

- E o que eu faria trabalhando para você?

Perguntou Harleen, sem se importar muito se ela seria contratada ou não. A mulher começou a tocar em Harleen, verifique coisas como a boca e os olhos de Harleen:

- O básico. Servir bebidas, strip-tease, tanto no palco principal quanto nas salas privadas, e, se você quiser, há os trabalhos VIPs...

- Prostituição.

Harleen adivinhou. A mulher acenou:

- É assim que se faz dinheiro, querida! É trabalho por fora, então não precisa se preocupar com impostos, e você pode escolher os trabalhos que gostar. O acordo é dividir 45/55 para os trabalhos de prostituta, mais um salário mínimo para o trabalho de garçonete, outro salário mínimo para o trabalho de dançaria, alojamento, alimentação e bebidas por conta da casa. O que você acha querida? Combinado?

Harleen pensou por um momento. Como a mulher disse, ela estava no fundo do poço, sem nada para viver.

- É melhor que nada... Você precisa assinar isso primeiro. Para o DPGC.

Harleen disse. Roxxie pegou o papel, tirando rapidamente uma caneta do bolso do casaco de pele, assinou rapidamente e devolveu o papel a Harleen.

- Então, Alerquina, hein? Bem, pelo menos facilita a propaganda: "A piada mais safada do Coringa: Alerquina!", Ou algo assim. Pensamos nisso depois. Entre, moça...

Deus, eu queria estar lá, quando Roxxie levou Harleen pra dentro do puteiro dela. Eu queria de ter impedido Harleen de entrar nessa vida. Na terceira noite, ela já estava no palco principal, dançando nua pela alegria de idiotas embriagados, degenerados e cheios de tesão, e ao final do mês, Harleen já tinha feito cerca de 10 programas como prostituta, sempre escondendo o ódio e a tristeza em sua cabeça com uísque, esperando que um dia um idiota bêbado e sádico a matasse por diversão. Isso não aconteceu, como tenho certeza de que você, pessoa lendo esses arquivos, está ciente, mas esse foi, sem dúvida, o ponto mais baixo dessa história para Harleen. Mas ela se salvou. Só foi preciso um ato de compaixão, mas isso é para mais tarde.



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